Powered By Blogger

sexta-feira, 1 de abril de 2011

TRABALHAR. TRABALHAR.

                        TRABALHAR, TRABALHAR!

            Serviço ao Senhor na Pessoa do Próximo.
            Para isso, trabalho é a legenda mágica.
            Trabalho que dissolva a tristeza, evite o desanimo, afaste as tentações e converta influência do mal na força do bem.
            Trabalho que se inflame em otimismo e coragem, a fim de que a caridade se faça alegria e alegria se faça amor universal.
            Trabalhar, Trabalhar!
            O Sol trabalha, a fonte trabalha, a pedra trabalha, o verme trabalha.
            Unamo-nos a Jesus para o trabalho incessante de construção do Reino de Deus na Terra, lembrando a advertência divina - “quem deseje ser o maior nos Céus, seja no mundo o servidor de todos”. Batuíra.

       A luta é áspera, constrangedora. Ainda assim, somos aquela caravana do Cristo que deve prosseguir, estrada afora, conduzindo a mensagem que nos cabe entregar”.    Batuíra.


                                               GRUPO ESPÍRITA.

            A embarcação prossegue. Outro símbolo não encontramos mais seguro para expressar a imagem de nosso trabalho em grupo, de vez que uma nave no mar permanece em perigos constantes.
            Se não vara a tormenta, desempenha-se no fundo; se para, retarda a viagem; se não se defende, é ameaçada pelos monstros marinhos; se não usa orientação segura, se destina a perder rumo arrostando as conseqüências.
            Sim, um grupo espírita a serviço do Cristo é uma embarcação assim preciosa e batida sempre, iluminada e perseguida pelos elementos desencadeados da natureza, quando o desequilíbrio sobrevêm.
            É por isso que pedimos ao coração e ao ânimo de nossos companheiros muita segurança na fé.
            Ainda que a marcha se faça vagarosa, sigamos com firmeza. A obra é d’Aquele que nos designou para a viagem e o porto resplende farto de luz e benções. Que as sugestões menos felizes não nos seduzam. Nem queixas diante da tempestade, nem alegrias de ilusão nas ilhas em que poeira dourada entretece fantasias.
            Trabalhar sempre, guardando união e confiança no cerne de nossas atividades. Nem sempre é o vento que derriba as naus que velejam corajosas; muitas vezes é a ausência da bússola. E a bússola é a segurança de atitude para com os deveres a quem fomos chamados.
            Haja o que houver, usemos a oração para reajustar brechas que surjam. Seja a prece o nosso clima de apaziguamento interior, porque a prece dispõe a criatura a refletir a vida mais alta.   Batuíra.

                                                                            RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

Nenhum comentário:

Postar um comentário