segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - REEQUILÍBRIO. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



                         REEQUILÍBRIO.

            A palavra tratamento, numa de suas mais justas acepções, significa processo de curar.
            E existem tratamentos de vários modos.

            Quando sofremos, por exemplo, os prejuízos da ignorância, buscamos o apoio da escola para que a instrução  nos felicite com a luz do discernimento.
            No dia da enfermidade, é forçoso recorrer à ciência médica, que se expressará em teu favor, através de medidas socorristas diversas.

            Na solução de necessidades primárias da vida orgânica, quanto mais alto o gabarito da educação, mais imperioso se torna o concurso especializado. Daí os quadros crescentes de higienistas, odontólogos, enfermeiros e assistentes sociais.

            Ocorre o mesmo no reino do espírito, quanto à cura a alma.
            Antes da reencarnação, a criatura que se vê defrontada por obrigações de resgate e reajuste, é levada espontaneamente ou não a renascer, junto dos companheiros de antigas faltas, a fim de granjear os recursos indispensáveis à própria quitação diante da Lei.
            Por essa razão, verificarás que não é difícil amar a humanidade em seu conjunto, mas numa fácil harmonizar-se na organização doméstica, onde a vida nos transforma, transitoriamente, em instrutores particularizados uns dos outros. É que o lar ou o grupo de serviço, nas telas da consagüinidade ou da convivência, se origem como sendo escolas de emenda, institutos de reabilitação ou pequenos santórios do sentimento – pontos chaves do processo para cada um de nós – porquanto, em casa ou no círculo íntimo, encontramos o lugar certo para o encontro exaro com os parceiros difíceis de outros tempos, junto dos quais, durante o período da reencarnação, adquiriremos o tratamento espiritual que nos é indispensável à conquista do amor, a única força capaz de assegurar-nos a ascensão para a vida eterna.

                                                                                              EMMANUEL.

            Fonte: Livro “PAZ E RENOVAÇÃO”, - autores Espíritos Diversos, - Psicografia Francisco Cândido Xavier, - 3 ª. edição, - Editora CEC, UBERABA, MG. – 1972.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 224. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XI. - RAMATÍS.(HERCÍLIO MAES.)



                       APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XI.

Pergunta - Qual a opinião dos Espíritos de vossa esfera com relação ao vício de fumar por parte de nossa humanidade?

Ramatís - É evidente que em nossa esfera não cultivamos esse vício deprimente, mas reconhecemos, ali, que o fumo, além dos prejuízos psíquicos causados no Além Túmulo, é um veneno lento que lesa o corpo físico na Terra. Além da nicotina, o tabaco contém venenos perigosos e que são facilmente identificados em análise de laboratório, dentre os quais se destacam os ácidos tânico, pectósico, málico, nítrico, oxálico, a amônia, extratos azotados e outras substâncias ofensivas. Em sua fumaça pode-se perceber a presença do próprio ácido cianídríco, mais ou menos na base de 0,10 grama para 20 gramas de tabaco analisado. O fumante inveterado também inala certa quantidade de gás venenoso na forma de óxido de carbono e que, embora seja absorvido em pequena quantidade, também exige a mobilização de outras defesas importantes do organismo.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 224, - EDUCANDO NO LAR. - A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



                     EDUCANDO NO LAR.

A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS.
  
“Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo”.

                                     Emmanuel – Livro: Vida e Sexo – FEB.

            É inegável a importância das energias genésicas na construção dos ideais humanos. A sexualidade é energia e vibração presente nas criaturas, fazendo com que o ser humano busque a afetividade como aspiração maior, propiciando a existência da família, da própria civilização, tudo do aprimoramento da sociedade humana, das experiências que enriquecem a todos nós, acontecendo em nome das relações afetivas os grandes progressos, bem como inúmeras guerras e tragédias cotidiana.
            Conforme a frase inicial de Emmanuel, percebemos o respeito e a compreensão que devemos a esta força divina, irradiadora de paz e harmonia, quando encaminhada na direção correta. Não esqueçamos que esta força está presente em todos os seres, em qualquer nível evolutivo, logicamente diferenciado em função do grau de aprimoramento espiritual, até alcançarmos o amor puro no degrau mais alto da escada. Do instinto do animal ao sentimento divino que condena e mantém o Universo em funcionamento perfeito, tudo é fruto da manifestação do que já carregamos em nosso coração.
            O instinto sexual e, portanto, o amor em fase de crescimento. Não podemos circunscrever a sexualidade a contatos momentâneos de corpos físicos. A nossa sexualidade traduz muito mais do que instantes de prazer. É a manifestação de todos os nosso sentimentos, desejos, tendências e ideais. Está presente em nossas palavras, em nossos pensamentos, em nosso olhar, em nossos sonhos. A troca de energias não se resume a um momento de clímax; mas na amizade, no respeito, no toque das mãos, no carinho da convivência sadia, na alegria, nas pequenas boas coisas da vida, em todos os instantes do nosso dia.
            Meditemos com Emmanuel: “em nenhum caso, ser-nos-á lícito subestimar a importância da energia sexual que, na essência, verte da criação divina para a constituição e sustentação de todas as criaturas”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- NOTAS ESÍRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - SUTIS E PERIGOSOS XVI. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)


MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

              SUTIS E PERIGOSOS XVI.

            Levando-se em conta o impositivo imortalista e a destinação sublime para todos reservada, esqueçamos mágoas e queixas, abandonando as velhas exigências das moedas e, resolutos, ante os objetivos mais elevados da reencarnação, espalhemos otimismo onde estivermos.

                                                           Joanna de Ângelis. – Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 265. - O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO I. - I - FONTES DAS PROVAS SOBRE A NATUREZA DO CRISTO - ALLAN KARDEC.


O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO I.

         § I — FONTES DAS PROVAS SOBRE A NATUREZA
DO CRISTO

A questão da natureza do Cristo foi debatida desde os primeiros séculos do Cristianismo e pode-se dizer que ainda não se acha solucionada, pois que continua a ser objeto de discussão. Foi a divergência das opiniões sobre este ponto que deu origem à maioria das seitas que dividiram a Igreja há dezoito séculos, sendo de notar-se que todos os chefes dessas seitas foram bispos ou membros titulados do clero.
Eram, por conseguinte, homens esclarecidos, muitos deles escritores de talento, abalizados na ciência teológica, que não achavam concludentes as razões invocadas a favor do dogma da divindade do Cristo. Entretanto, como hoje, as opiniões se firmaram mais sobre abstrações do que sobre fatos. Sobretudo, o que se procurou foi saber o que o dogma continha de plausível, ou de irracional, deixando-se, geralmente, de um lado e de outro, de assinalar os fatos capazes de lançar sobre a questão uma luz decisiva. Mas, onde encontrar esses fatos, senão nos atos e nas palavras de Jesus?
Nada tendo Ele escrito, seus únicos historiadores foram os apóstolos que, tampouco escreveram coisa alguma quando o Cristo ainda vivia. Nenhum historiador profano, seu contemporâneo, havendo falado a seu respeito nenhum documento mais existe, além dos Evangelhos, sobre a sua vida e a sua doutrina. Aí somente é que se há de procurar a chave do problema. Todos os escritos posteriores, sem exclusão dos de S. Paulo, são apenas, e não podem deixar de ser, simples comentários ou apreciações, reflexos de opiniões pessoais, muitas vezes contraditórias, que, em caso algum, poderiam ter a autoridade da narrativa dos que receberam diretamente do Mestre as instruções.
Sobre esta questão, como sobre as de todos os dogmas, em geral, o acordo entre os Pais da Igreja e outros escritores sacros não seria de invocar-se como argumento preponderante, nem como prova irrecusável a favor da opinião de uns e outros, uma vez que nenhum deles citou um só fato, fora do Evangelho, concernente a Jesus; que nenhum deles descobriu documentos novos que seus predecessores desconhecessem.
Os autores sacros nada mais conseguiram do que girar dentro do mesmo círculo, produzindo apreciações pessoais, deduzindo corolários acordemente com seus pontos de vista, comentando sob novas formas e com maior ou menor desenvolvimento as opiniões contrárias às suas. Pertencendo ao mesmo partido, tiveram todos de escrever no mesmo sentido, senão nos mesmos termos, sob pena de serem declarados heréticos, como o foram Orígenes e tantos mais. Naturalmente, a Igreja só incluiu no número dos seus Pais os escritores ortodoxos, do seu ponto de vista; somente exalçou, santificou e colecionou aqueles que lhe tomaram a defesa, ao passo que repudiou os outros e lhes destruiu quanto pôde os escritos. Nada, pois, de concludente
exprime o acordo dos Pais da Igreja, visto que formam uma unanimidade arranjada a dedo, mediante a eliminação dos elementos contrários. Se se fizesse um confronto de tudo que foi escrito pró e contra, difícil se tornaria dizer para que lado se inclinaria a balança.
Isto nada tira ao mérito pessoal dos sustentadores da ortodoxia, nem ao valor que demonstraram como escritores e homens conscienciosos. Sendo advogados de uma mesma causa e defendendo-a com incontestável talento, haviam forçosamente de adotar as mesmas conclusões.
Longe de intentarmos apontá-los no que quer que fosse, apenas quisemos refutar o valor das conseqüências que se pretende tirar do acordo de suas opiniões.
No exame, que vamos fazer, da questão da divindade do Cristo, pondo de lado as sutilezas da escolástica, que unicamente serviram para tudo embaralhar sem esclarecer coisa alguma, apoiar-nos-emos exclusivamente nos fatos que ressaltam do texto do Evangelho e que, examinados friamente, conscienciosamente e sem espírito de partido, superabundantemente facultam todos os meios de convicção que se possam desejar.
Ora, entre esses fatos, outros não há mais preponderantes, nem mais concludentes, do que as próprias palavras do Cristo, palavras que ninguém poderá refutar, sem infirmar a veracidade dos apóstolos. Pode-se interpretar de diferentes maneiras uma parábola, uma alegoria; mas, afirmações precisas, sem ambigüidades, repetidas cem vezes, não poderiam ter duplo sentido. Ninguém pode pretender saber melhor do que Jesus o que ele quis dizer, como ninguém pode pretender estar mais bem informado do que ele sobre a sua própria natureza. Desde que ele comenta suas palavras e as explica para evitar todo equívoco, é a ele que devemos recorrer, a menos lhe neguemos a superioridade que lhe é atribuída e nos sobreponhamos à sua própria inteligência. Se ele foi obscuro em certos pontos, por usar de linguagem figurada, no que concerne à sua pessoa não há equívoco possível. Antes de examinar as palavras, vejamos os atos.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)