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segunda-feira, 10 de março de 2014

- PROBLEMAS DE DROGAS? - APOIO FRATERNO! - / - 107. - A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I. - DESSAT. Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”.

 A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I.

            O DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Pauliceia, São Bernardo do Campo, SP, realiza este trabalho a mais de 35 anos.
            Com o passar do tempo, os seus componentes enriqueceram os seus conhecimento e as suas experiências a ponto deles poderem afirmar, por exemplo, que “A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA”.
            Revelou-lhes também que a maior percentagem dos que se envolvem com drogas, fazem-no por não encontrarem nos pais a compreensão e o apoio de que se sentem necessitados para se ajustarem às turbulências deste mundo.
            Baseados na consciência do problema, adquirida nesse tempo, organizaram um roteiro para aqueles que se vêem envolvidos nos problemas das drogas o que reproduzimos a seguir:

Primeira Parte:  

            Como evitar que um traficante adote seu filho?

            1 º. - Os pais atuam como modelo, exemplo para os filhos. Assim sendo, respeito mútuo e diálogo asseguram uma relação harmônica e, como decorrência desta relação, podemos ter co crescimento promovendo sempre o redimensionamento entre os membros integrantes não da nossa casa, mas do “lar”.
            2 º. - A automedicação deve ser evitada, senão estaremos incentivando indevidamente o uso inapropriado às drogas.
            3 º. - Quando medicar o seu filho, nunca associe este fato a algo prazeroso, tal como comer uma barra de chocolate. Procure associar o remédio â necessidade de combater a doença.
            4 º. - O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarros é incentivado pela sociedade a ponto de induzir ao “sucesso” os seus usuários. Os adolescentes em busca de auto-afirmação se identificam com o adulto (o pai, a mãe e outros), procura fumar e beber, mesmo sem gostar.
            5 º. - Apoio, atenção e amora cada filho, respeitando a sua individualidade de se expressar, implicando a aceitação da maneira como ele é e não como gostaria que ele fosse.
            6 º. - Estimular o crescimento, despertando o senso crítico do filho, dando a ele a oportunidade de expressar seu ponto de vista, discutir, avaliar situações e caminhar sobre suas próprias pernas.
            7 º. - Não submeta seu filho às suas idéias. Diante da televisão, leituras e as demais situações sociais, deixe que seu filho, num processo lento e gradativo, obtenha sua consciência crítica estruturada dentro da dinâmica familiar. A proposta é discutir e não proibir.
            8 º. - É saudável não invadir os espaços, portanto, deixe que seu filho traga amigos para dentro de casa.
            9 º. - Considerando-se a adolescência um período de transição, de fronteira, canalize o diálogo como forma de redimensionar as relações com vias ao crescimento dos jovens como dos pais.
            10 º. - “Adolescer è ainda um sonho por fazer, um esboço a concretizar, um intuito de viver e inventar”. Assim sendo, o adolescente sente-se em “cima do muro” por não ser criança e também não ser adulto. Diversões, lazer e “embolada” em grupo são necessários.
            11 º. – A vigilância dos pais é importante, com a dosagem não policial, porém, amorosa, companheira de quem zela pelo bem do filho e nele confia.
            12 º. – Observar o grupo, a “patota”, com quem o filho anda, uma vez que a influência do meio social é forte na adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            13 º. – A família que cedo começou o diálogo com o filho, encontrará, na sua adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            14 º. – Vale mais “falar um ano antes, do que cinco minutos depois”. Assim sendo, os pais devem se atualizar e reciclar para acompanhar a evolução do tempo: é fundamental acompanhar o momento do seu filho.
            15 º. – Abordar sobre as conseqüências do uso indevido de drogas, com naturalidade e dentro da verdade científica. Nunca mentir ou fazer especulações sobre certos assuntos porque o efeito poderá ser contraditório.
            16 º. - Não se acomodar diante do cansaço e desânimo das tarefas diárias. Também dê um tempo para o seu filho, compartilhe com ele alegrias, preocupações, seja amigo da criança e do jovem, eles precisam muito desta troca.

Fonte: - DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP. (Retirada da Revista Informação, ano XVI, N º. 192, de Novembro de 1992.)


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

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