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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XVI. - NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. - PRESERVAR-SE DA AVAREZA. - PARÁBOLA DO MAU RICO. - ITEM N º. 5. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                CAPÍTULO XVI.

  NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON.

             PRESERVAR-SE DA AVAREZA.

                PARÁBOLA DO MAU RICO.

5. Havia um homem rico, que vestia púrpura e linho e se tratava magnificamente todos os dias. Havia também um pobre, chamado Lázaro, deitado à sua porta, todo coberto de úlceras, que muito estimaria poder mitigar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico; mas ninguém lhas dava e os cães lhe vinham lamber as chagas. Ora, aconteceu que esse pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. O rico também morreu e teve por sepulcro o inferno. Quando se achava nos tormentos, levantou os olhos e viu de longe Abraão e Lázaro em seu seio, e, exclamando, disse estas palavras: “Pai Abraão, tem piedade de mim e manda-me Lázaro, a fim de que molhe a ponta do dedo na água para me refrescar a língua, pois sofro horrível tormento nestas chamas.”
Mas Abraão lhe respondeu: “Meu filho, lembra-te de que recebeste em vida teus bens e de que Lázaro só teve males; por isso, ele agora está na consolação e tu nos tormentos.”
Ademais, existe para sempre um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que queiram passar daqui para aí não o podem, como também ninguém pode passar do lugar onde estás para aqui.
Disse o rico: “Eu então te suplico, pai Abraão, que o mandes à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, a dar-lhes testemunho destas coisas, a fim de que não venham também eles para este lugar de tormento.” — Abraão lhe retrucou: “Eles têm Moisés e os profetas; que os escutem.” “Não, meu pai Abraão,” — disse o rico: “Se algum dos mortos for ter com eles, farão penitência.” — Respondeu-lhe Abraão: “Se eles não ouvem a Moisés, nem aos profetas, também não acreditarão, ainda mesmo que algum dos mortos ressuscite.” (Lucas, 16:19 a 31.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 20 de agosto de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XVI. - NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. - PRESERVAR-SE DA AVAREZA. - JESUS EM CASA DE ZAQUEU. - ITEM N º. 4. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                  CAPÍTULO XVI.

NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. .

               PRESERVAR-SE DA AVAREZA.

                JESUS EM CASA DE ZAQUEU.

4. Tendo Jesus entrado em Jericó, passava pela cidade e havia ali um homem chamado Zaqueu, chefe dos publicanos e muito rico, o qual, desejoso de ver a Jesus, para conhecê-lo, não o conseguia devido à multidão, por ser ele de estatura muito baixa. Por isso, correu à frente da turba e subiu a um sicômoro, para o ver, porquanto Ele tinha de passar por ali. Chegando a esse lugar, Jesus dirigiu para o alto o olhar e, vendo-o, disse-lhe: “Zaqueu, dá-te pressa em descer, porquanto preciso que me hospedes hoje em tua casa.” — Zaqueu desceu imediatamente e o recebeu jubiloso.
Vendo isso, todos murmuravam, a dizer: “Ele foi hospedar-se em casa de um homem de má vida.” (Veja-se: Introdução, artigo Publicanos.)
Entretanto, Zaqueu, pondo-se diante do Senhor, disse-lhe: “Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres e, se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o com quatro vezes mais.” — Ao que Jesus lhe disse: “Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão; visto que o Filho do Homem veio para procurar e salvar o que estava perdido.” (Lucas, 19:1 a 10.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 16 de julho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XVI. - NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. - PRESERVAR-SE DA AVAREZA. - ITEM N º. 3. - ALLAN KARDEC.

 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO XVI.

  NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. .

                            PRESERVAR-SE DA AVAREZA.

3. Então, no meio da turba, um homem lhe disse: “Mestre, dize a meu irmão que divida comigo a herança que nos tocou.” — Jesus lhe disse: “Ó homem! quem me designou para vos julgar ou para fazer as vossas partilhas?” — E acrescentou: “Tende o cuidado de preservar-vos de toda a avareza, porquanto, seja qual for a abundância em que o homem se encontre, sua vida não depende dos bens que ele possua.”
Disse-lhes a seguir esta parábola: “Havia um rico homem cujas terras tinham produzido extraordinariamente e que se entretinha a pensar consigo mesmo, assim:
‘Que hei de fazer, pois já não tenho lugar onde possa encerrar tudo o que vou colher?
Aqui está’, disse, ‘o que farei: Demolirei os meus celeiros e construirei outros maiores, onde porei toda a minha colheita e todos os meus bens. E direi a minha alma: Minha alma, tens de reserva muitos bens para longos anos; repousa, come, bebe, goza.’ — Mas Deus, ao mesmo tempo, disse ao homem: ‘Que insensato és!
Esta noite mesmo tomar-te-ão a alma; para que servirá o que acumulaste?”
É o que acontece àquele que acumula tesouros para si próprio e que não é rico diante de Deus. (Lucas, 12:13 a 21.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XVI. - NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON. - SALVAÇÃO DOS RICOS. - ITENS nº. 1 e 2. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                CAPÍTULO XVI.

  NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON.

             SALVAÇÃO DOS RICOS.

1. Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará a outro, ou se prenderá a um e desprezará o outro. Não podeis servir simultaneamente a Deus e a Mamon. (Lucas, 16:13.)

2. Então, aproximou-se dele um mancebo e disse: “Bom Mestre, que bem devo fazer para adquirir a vida eterna?” — Respondeu-lhe Jesus: “Por que me chamas bom? Bom, só Deus o é. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos.” “Que mandamentos?” — retrucou o mancebo. Disse Jesus: “Não matarás; não cometerás adultério; não furtarás; não darás testemunho falso. Honra a teu pai e a tua mãe e ama a teu próximo como a ti mesmo.”
O moço lhe replicou: “Tenho guardado todos esses mandamentos desde que cheguei à mocidade. Que é o que ainda me falta?” — Disse Jesus: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.”
Ouvindo essas palavras, o moço se foi todo tristonho, porque possuía grandes haveres. Jesus disse então a seus discípulos: “Digo-vos em verdade que bem difícil é que um rico entre no Reino dos Céus. Ainda uma vez vos digo: É mais fácil que um camelo passe pelo buraco de uma agulha, do que entrar um rico no Reino dos Céus.”15 (Mateus, 19:16 a 24; Lucas, 18:18 a 25; Marcos, 10:17 a 25.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 27 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - ITEM Nº. 10. - ALLAN KARDEC


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                 CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

         INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS;

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

10. Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor. Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: “Passai à direita, benditos de meu Pai.” Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as consequências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.
Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam. – Paulo, o apóstolo. (Paris, 1860.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 24 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO. - FORA DA VERDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - ITEM N º. 9. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                  CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

   FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO.
 FORA DA VERDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

9. Fora da verdade não há salvação equivaleria ao Fora da Igreja não há salvação e seria igualmente exclusivo, porquanto nenhuma seita existe que não pretenda ter o privilégio da verdade. Que homem se pode vangloriar de a possuir integral, quando o âmbito dos conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se retificam as ideias? A verdade absoluta é patrimônio unicamente de Espíritos da categoria mais elevada e a humanidade terrena não poderia pretender possuí-la, porque não lhe é dado saber tudo. Ela somente pode aspirar a uma verdade relativa e proporcionada ao seu adiantamento. Se Deus houvera feito da posse da verdade absoluta condição expressa da felicidade futura, teria proferido uma sentença de proscrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção, podem todos praticá-la. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independentes de qualquer crença, contanto que a Lei de Deus seja observada, não diz: Fora do Espiritismo não há salvação; e, como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: Fora da verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria os antagonismos.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 19 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO. - FORA DA VERDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - ITEM N º. 8. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                      CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

      FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO.
      FORA DA VERDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

8. Enquanto a máxima — Fora da caridade não há salvação — assenta num princípio universal e abre a todos os filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma — Fora da Igreja não há salvação — se estriba, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, porém, numa fé especial, em dogmas particulares; é exclusivo e absoluto. Longe de unir os filhos de Deus, separa-os; em vez de incitá-los ao amor de seus irmãos, alimenta e sanciona a irritação entre sectários dos diferentes cultos que reciprocamente se consideram malditos na eternidade, embora sejam parentes e amigos esses sectários. Desprezando a grande lei de igualdade perante o túmulo, ele os afasta uns dos outros, até no campo do repouso. A máxima — Fora da caridade não há salvação  consagra o princípio da igualdade perante Deus e da liberdade de consciência.
Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos e, qualquer que seja a maneira por que adorem o Criador, eles se estendem as mãos e oram uns pelos outros. Com o dogma — Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e se perseguem reciprocamente, vivem como inimigos; o pai não pede pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o amigo pelo amigo, desde que mutuamente se consideram condenados sem remissão. É, pois, um dogma essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 17 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO. - ITEM N º. 7. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                       CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO

7. De tal modo compreendeu Paulo essa grande verdade, que disse: Quando mesmo eu tivesse a linguagem dos anjos; quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios; quando tivesse toda a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. Dentre estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade.
Coloca assim, sem equívoco, a caridade acima até da fé. É que a caridade está ao alcance de toda gente: do ignorante, como do sábio, do rico, como do pobre, e independe de qualquer crença particular.
Faz mais: define a verdadeira caridade, mostra-a não só na beneficência, como também no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

domingo, 9 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO. - ITEM Nº. 6. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                        CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO

6. Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um címbalo que retine; ainda quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.
A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é injubilosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade. (Paulo, 1a Epístola aos Coríntios, 13:1 a 7 e 13.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 6 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - O MAIOR MANDAMENTO. - ITEM Nº. 5. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                       CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

                  O MAIOR MANDAMENTO.

5. Caridade e humildade, tal a senda única da salvação. Egoísmo e orgulho, tal a da perdição. Este princípio se acha formulado nos seguintes precisos termos: “Amarás a Deus de toda a tua alma e a teu próximo como a ti mesmo; toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.”
E, para que não haja equívoco sobre a interpretação do amor de Deus e do próximo, acrescenta: “E aqui está o segundo mandamento que é semelhante ao primeiro”, isto é, que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar o próximo, nem amar o próximo sem amar a Deus. Logo, tudo o que se faça contra o próximo o mesmo é que fazê-lo contra Deus. Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 4 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - O MAIOR MANDAMENTO. - ITEM N º. 4. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                   CAPÍTULO XV.

 FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

               O MAIOR MANDAMENTO.

4. Mas os fariseus, tendo sabido que Ele tapara a boca aos saduceus, se reuniram; e um deles, que era doutor da lei, foi propor-lhe esta questão, para o tentar: “Mestre, qual o grande mandamento da lei?” — Jesus lhe respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito.” - Esse o maior e o primeiro mandamento. E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. (Mateus, 22:34 a 40.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sábado, 1 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - O QUE PRECISA O ESPÍRITO PARA SER SALVO. - PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO. - ITEM Nº. 3. - ALLAN KARDEC.

 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                    CAPÍTULO XV.

 FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

     O QUE PRECISA O ESPÍRITO PARA SER SALVO.
             PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO.
  
3. Toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. Em todos os seus ensinos, Ele aponta essas duas virtudes como as que conduzem à eterna felicidade: “Bem-aventurados”, disse, “os pobres de espírito”, isto é, “os humildes, porque deles é o Reino dos Céus; bem-aventurados os que têm puro o coração; bem-aventurados os que são brandos e pacíficos; bem-aventurados os que são misericordiosos; amai o vosso próximo como a vós mesmos; fazei aos outros o que quereríeis vos fizessem; amai os vossos inimigos; perdoai as ofensas, se quiserdes ser perdoados; praticai o bem sem ostentação; julgai-vos a vós mesmos, antes de julgardes os outros.” Humildade e caridade, eis o que não cessa de recomendar e o de que dá, Ele próprio, o exemplo. Orgulho e egoísmo, eis o que não se cansa de combater. E não se limita a recomendar a caridade; põe-na claramente e em termos explícitos como condição absoluta da felicidade futura.
No quadro que traçou do juízo final, deve-se, como em muitas outras coisas, separar o que é apenas figura, alegoria. A homens como os a quem falava, ainda incapazes de compreender as questões puramente espirituais, tinha Ele de apresentar imagens materiais chocantes e próprias a impressionar. Para melhor apreenderem o que dizia, tinha mesmo de não se afastar muito das ideias correntes, quanto à forma, reservando sempre ao porvir a verdadeira interpretação de suas palavras e dos pontos sobre os quais não podia explicar-se claramente. Ao lado da parte acessória ou figurada do quadro, há uma ideia dominante: a da felicidade reservada ao justo e da infelicidade que espera o mau.
Naquele julgamento supremo, quais os considerandos da sentença? Sobre que se baseia o libelo? Pergunta, porventura, o juiz se o inquirido preencheu tal ou qual formalidade, se observou mais ou menos tal ou qual prática exterior? Não; inquire tão somente de uma coisa: se a caridade foi praticada, e se pronuncia assim: Passai à direita, vós que assististes os vossos irmãos; passai à esquerda, vós que fostes duros para com eles. Informa- se, por acaso, da ortodoxia da fé? Faz qualquer distinção entre o que crê de um modo e o que crê de outro? Não, pois Jesus coloca o samaritano, considerado herético, mas que pratica o amor do próximo, acima do ortodoxo que falta com a caridade. Não considera, portanto, a caridade apenas como uma das condições para a salvação, mas como a condição única. Se outras houvesse a serem preenchidas, Ele as teria declinado. Desde que coloca a caridade em primeiro lugar, é que ela implicitamente abrange todas as outras: a humildade, a brandura, a benevolência, a indulgência, a justiça etc., e porque é a negação absoluta do orgulho e do egoísmo.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de maio de 2019

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA A MULHER. - N º. 276. - PROGRAMA DE ABNEGAÇÃO NÃO CUMPRIDO POR UM SACERDOTE. - WALTER BARCELOS.


ABSTINÊNCIA SEXUAL E APERFEIÇOAMENTO.
  
 PROGRAMA DE ABNEGAÇÃO NÃO CUMPRIDO POR UM SACERDOTE.

Vejamos agora os belíssimos votos de abnegação sacerdotal do Espírito Pólux, quando se encontrava na Vida Espiritual, pouco antes da reencarnação, prometendo uma vida exemplar de sacerdócio com renúncia, ascetismo e aperfeiçoamento. Atentemos no que nos fala Emmanuel em o livro “Renúncia”:
“- Sim, esclareceu Pólux, desfeito em lágrimas —‘ roguei a recapitulação do esforço dos sacerdotes devotados ao labor divino. Uma vez mais, quero tentar as provas da abnegação e o ascetismo, na exemplificação do amor ao próximo. (...) Quero viver sem lar e sem filhos carinhosos, quero conhecer a solidão que muitas vezes já experimentaste no mundo, nos estrêmos sacrifícios por mim. Minhas noites hão de ser desertas e tristes, caminharei junto dos que caem e padecem sobre a Terra, no propósito de servir a Jesus, através da sua Seara de Amor e Perdão.” 

Este maravilhoso projeto de trabalhos de amor e aperfeiçoamento não foi concretizado por Pólux, pois na Terra ele foi o sacerdote Carlos Chenagham, no século dezoito, na época da Inquisição, e levou sua vida de sacerdote para a intriga, o crime, a perseguição e a crueldade. Embora sendo alma afim do Espírito elevadíssimo de Alcíone, ainda nesta encarnação não soube aproveitar as experiências de sacerdote para o bem da Humanidade.
     
                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO” - Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro 1995.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

- ESTUDANDO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - O QUE PRECISA O ESPÍRITO PARA SER SALVO. - PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO. - ITEM N º.2. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                        CAPÍTULO XV.

 FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

   O QUE PRECISA O ESPÍRITO PARA SER SALVO.
            PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO.

2. Então, levantando-se, disse-lhe um doutor da lei, para o tentar: “Mestre, que preciso fazer para possuir a vida eterna?” — Respondeu-lhe Jesus: “Que é o que está escrito na lei? Que é o que lês nela?” — Ele respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, com todas as tuas forças e de todo o teu espírito, e a teu próximo como a ti mesmo.” — Disse-lhe Jesus: “Respondeste muito bem; faze isso e viverás.”
Mas o homem, querendo parecer que era um justo, diz a Jesus: “Quem é o meu próximo?” — Jesus, tomando a palavra, lhe diz: “Um homem, que descia de Jerusalém para Jericó, caiu em poder de ladrões, que o despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto. Aconteceu em seguida que um sacerdote, descendo pelo mesmo caminho, o viu e passou adiante. Um levita, que também veio àquele lugar, tendo-o observado, passou igualmente adiante. Mas um samaritano que viajava, chegando ao lugar onde jazia aquele homem e tendo-o visto, foi tocado de compaixão. Aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou; depois, pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: ‘Trata muito bem deste homem e tudo o que despenderes a mais, eu te pagarei quando regressar.’”
         “Qual desses três te parece ter sido o próximo daquele que caíra em poder dos ladrões?” — o doutor respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele.” “Então, vai”, diz Jesus, “e faze o mesmo.” (Lucas, 10:25 a 37.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

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terça-feira, 28 de maio de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 271. - NÃO TENHO TEMPO. - NEIMAR DE BARROS.


                                       NÃO TENHO TEMPO.

         Sabe meu filho,
         Até hoje não tive tempo para brincar com você.
         Arranje tempo prá tudo,
         Menos para ver você crescer.
         Nunca joguei domino, dama, xadrez ou batalha naval com você.
         Percebo que você me rodeia,
         Mas sabe, sou muito importante e não tenho tempo...
         Sou importante para números, convites sociais,
         Uma série de compromissos inadiáveis...
         E largar tudo isso para sentar no chão com você...
         Não, não tenho tempo!

         Um dia você veio com o caderno da escola prô meu lado,
         Não liguei, continuei lendo jornal.
         Afinal, os problemas internacionais
         São mais sérios que os da minha casa.
         nuca vi seu boletim nem sei quem é sua professora,
         Não sei nem qual foi sua primeira palavra,
         Também, você entende... não tenho tempo...
         De que adianta saber as mínimas coisas de você
         Se eu tenho grandes coisas a saber?
         Puxa, como você cresceu!
         Você já passou da minha cintura. Está alto!
         Eu não havia reparado isso.
         Aliás, não reparo quase nada, minha vida é corrida,
         E quando tenho tempo, prefiro usá-lo lá fora.
         E se uso aqui perco-me calado diante da TV,
         Porque a Tv é importante e me informa muito...
         Sabe, meu filho...
         A última vez que tive tempo para você, foi numa cama,
         Quando o fizemos!

         Sei que você se queixa,
         Que você sente falta de uma palavra,
         De uma pergunta minha,
         De um corre-corre,
         De um chute na sua bola.
         Mas eu não tenho tempo...
         Sei que você sente falta do abraço e do riso,
         Do andar-a-pé até a padaria prá comprar guaraná,
         Do andar-a-pé até o jornaleiro prá comprar o “Pato Donald”,
         Mas sabe, há quanto tempo, sou um homem importante,
         Tenho que dar atenção a muita gente,
         Dependo delas... Filho, você não entende de comércio...!
         Na realidade, sou um homem sem tempo!

         Sei que você fica chateado,
         Porque as poucas vezes que falamos é monólogo, só eu falo.
         E noventa e nove por cento é bronca:
         Quero silêncio, quero sossego!
         E você tem a péssima mania de vir correndo sobre a gente,
         Você tem mania de querer pular nos braços dos outros...
         Filho, não tenho tempo para abraçá-lo,
         Não tenho tempo prá ficar com papo furado com criança.


       Filho, o que você entende de computador, comunicação, cibernética, racionalismo?
         Você sabe quem é Marcuse, Mac Luan?
         Como é que vou parar para conversar com você?
         Sabe Filho,
         Não tenho tempo, mas o pior de tudo,
         O pior de tudo é que...
         Se você morresse agora, já, neste instante,
         Eu ficaria com um peso na consciência
         Porque até hoje
         Não arrumei tempo para brincar com você,
         E na outra vida, por certo,
         Deus não TERÁ TEMPO de me deixar, pelo menos, vê-lo!(27).


         Fonte: DEUS NEGRO - Neimar de Barros - Pág: 23 - 27 à 30 - 46- 1º Edição -1973 - Editora Martins - São Paulo - SP.

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sábado, 25 de maio de 2019

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 270. - A CRIANÇA NÃO PODE ESPERAR. - AGENDA RENASCER. - EDITORA EME.


A CRIANÇA NÃO PODE ESPERAR.

         Somos culpados de muitos erros e muitas falhas, mas nosso pior crime é abandonar as crianças, desprezando a fonte da vida.
         Muitas coisas que precisamos podem esperar. A criança não pode.
         É exatamente agora que seus ossos estão se formando, seu sangue é produzido, e seus sentimentos estão se desenvolvendo.
         Para ela não podem responder “Amanha”. Seu nome é hoje”.

Fonte: Agenda Renascer – 2002 – Editora EME. Capivari SP.

                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)