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segunda-feira, 17 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO. - ITEM N º. 7. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                       CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO

7. De tal modo compreendeu Paulo essa grande verdade, que disse: Quando mesmo eu tivesse a linguagem dos anjos; quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios; quando tivesse toda a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. Dentre estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade.
Coloca assim, sem equívoco, a caridade acima até da fé. É que a caridade está ao alcance de toda gente: do ignorante, como do sábio, do rico, como do pobre, e independe de qualquer crença particular.
Faz mais: define a verdadeira caridade, mostra-a não só na beneficência, como também no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

domingo, 9 de junho de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XV. - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO. - NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO. - ITEM Nº. 6. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                        CAPÍTULO XV.

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

NECESSIDADE DA CARIDADE, SEGUNDO SÃO PAULO

6. Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um címbalo que retine; ainda quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.
A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é injubilosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade. (Paulo, 1a Epístola aos Coríntios, 13:1 a 7 e 13.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO. - LUÍS DE ALMEIDA.

ENTREVISTA DO MÉDIUM DIVALDO PEREIRA FRANCO AO JORNAL ESPÍRITA DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

                                                                       TEXTO. LUÍS DE ALMEIDA.

            “Unificação, entretanto, não é, conforme pensam alguns desinformados, Uniformização...”

                                                                       DIVALDO PEREIRA FRANCO.

            Quais as conseqüências para a unidade dos espíritas?

            - O Espírito do Dr. Bezerra de Menezes utiliza-se dessa bela parábola de Jesus a fim de orientar a necessidade da união dos espíritas e da unificação das Entidades Espíritas, que é aquela com respeito ao feixe das varas. Separados, seremos frágeis, atingíveis, facilmente vulneráveis em situações menos felizes, enquanto que, unidos, poderemos dirimir nossas dificuldades e cooperando uns com os outros de forma edificante, e, ao mesmo tempo, fortalecendo-nos em combates inevitáveis da evolução.
            - Através de mensagem de que fui objeto na Federação Espírita Brasileira, durante a reunião do Conselho Federativo Nacional oportunamente, ele se referiu a necessidade de sermos unidos como irmãos, de que as instituições pudessem permanecer unificadas. Somente a união dos indivíduos fará a unificação das Entidades. Unificação, entretanto, não é conforme pensam alguns desinformados, Uniformização, desde que o objetivo essencial da mesma é o auxílio recíproco por todos os meios exeqüíveis.
            Pregando a fraternidade, que é um dos elementos básicos da tríade proposta por Allan Kardec, que se completa com o trabalho e a tolerância, não há como se possa compreender desunião, separação, na qual tenha prioridade o persolanismo e destaque o egoísmo individual em detrimento do social.
            Acredito, portanto, que se torna inadiável a proposta da unificação dos espíritas, assim como indivíduos, nos mais diferentes segmentos da sociedade e especialmente no nosso.

            Fonte: www.terravista.pt/PortoSanto/1391/Divaldo.HTML - 04/10/2002.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)