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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. XI. - OS TRÊS REINOS. - OS ANIMAIS E O HOMEM. - Questão. Nº. 594. - ALLAN KARDEC.

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                   LIVRO SEGUNDO.

                        CAPÍTULO XI.

                     OS TRÊS REINOS.

        OS ANIMAIS E O HOMEM.

          Questão. Nº. 594. – Os animais têm uma linguagem?

          - Se entendeis uma linguagem formada de palavras e silabas, não. Um meio de se comunicarem entre si, sim. Eles se dizem muito mais coisas do que acreditais, mas sua linguagem é limitada, como suas idéias, às suas necessidades.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 1 de outubro de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. XI. - OS TRÊS REINOS. - OS ANIMAIS E O HOMEM. - Questão. Nº. 593. - ALLAN KARDEC.

             O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                       LIVRO SEGUNDO.

                           CAPÍTULO. XI.

                        OS TRÊS REINOS.

            OS ANIMAIS E O HOMEM.

 Questão. Nº. 593. – Pode-se dizer que os animais não agem senão por instinto? 
         - Isso é ainda um sistema. É verdade que domina o instinto, na maioria dos animais, mas não vês que agem com uma vontade determinada? É da inteligência, embora limitada.

         Além do instinto, não se pode denegar a certos animais atos combinados que denotam uma vontade de agir com sentido determinado e segundo as circunstâncias. Há portanto, neles, uma espécie de inteligência, cujo exercício é mais exclusivamente concentrado sobre os meios de satisfazerem suas necessidades físicas e proverem à sua conservação. Entre eles, nenhuma criação, nenhuma melhora,. Qualquer que seja a arte que admiremos em seus trabalhos, aquilo que faziam outrora o fazem hoje, nem melhor, nem pior, segundo formas e proporções constantes e variáveis. O filhote, isolado dos demais da sua espécie, por causa disso não deixa de construir seu ninho com o mesmo modelo, sem ter recebido nenhum ensinamento. Se alguns são suscetíveis de uma certa educação, seu desenvolvimento intelectual, sempre fechado em limites estreitos, é devido à ação do homem sobre uma natureza flexível, porque não tem nenhum progresso que lhe seja próprio. Esse progresso é efêmero e puramente individual, porque o animal, entregue a si mesmo, não tarda a retornar para os limites estreitos traçados pela natureza. 

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 18 de julho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. XI. - OS TRÊS REINOS. - OS ANIMAIS E O HOMEM. - Questão. Nº. 592. - ALLAN KARDEC.


         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                          CAPÍTULO. XI.

                       OS TRÊS REINOS. 

       OS ANIMAIS E O HOMEM.

            Questão. Nº. 592. – Se compararmos o homem e os animais, com respeito à inteligência, a linha demarcatória parece difícil de ser estabelecida, porque certos animais têm, a esse respeito, uma superioridade notória sobre certos homens. Essa linha demarcatória pode ser estabelecida de maneira precisa?  

            - Sobre esse ponto vossos filósofos não estão quase nada de acordo. Uns querem que o homem seja um animal, outros que o animal seja um homem; estão todos errados. O homem é um ser a parte que se rebaixa, algumas vezes, muito baixo, ou que pode se elevar bem alto. Fisicamente, o homem é como os animais, e menos dotados que muito deles. A Natureza lhes deu tudo aquilo que o homem é obrigado a inventar com sua inteligência para a sua necessidade e a sua conservação. É verdade que seu corpo se destrói como o dos animais, mas seu Espírito tem um destino que só ele pode compreender, porque só ele é completamente livre. Pobres homens, que vos rebaixais abaixo da brutalidade! Não sabeis vos distinguir? Reconhecei o homem pelo pensamento de Deus. 

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 16 de julho de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - LUZ DE AMOR.- MEIMEI. (CHICO XAVIER.)


                        LUZ DE AMOR.

                                   Luz de amor que se conserva,
                                   Lembra o Sol Varrendo a bruma:
                                   Dá-se a todos sem reserva,
                                   Mas não pode cousa alguma.

                                                                                  MEIMEI.

            Fonte: - Livro Chão de Flores, - Autores Diversos, Francisco C. Xavier, - 3 ª. edição, - Editora Instituto Divulgação Editora André Luiz, - São Paulo, SP, - 1978. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - MENSAGENS SOBRE ANIMAIS. - MAHATMA GANDHI.


    MENSAGENS SOBRE ANIMAIS.

            “A grandeza de uma nação se mede pelo modo como ela trata seus animais”.
                                              
                                                                                              Mahatma Gandhi.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 28 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236. K. - ALLAN KARDEC.

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. k) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Para me resumir: os fatos medianímicos não podem se manifestar sem o concurso consciente ou inconsciente de médiuns; e isso apenas entre os encarnados. Espíritos como nós, que podemos encontrar aqueles que nos sirvam de médiuns. Quanto ao adestramento dos cães, dos pássaros, ou outros animais, para fazer tais ou tais exercícios, é assunto vosso e não nosso”.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 25 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236.j - ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.j)   A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Sabeis que tomamos ao cérebro do médium os elementos necessários para dar ao nosso pensamento uma forma sensível e compreensível para vós; é com a ajuda dos materiais que possui que o médium traduz nosso pensamento na linguagem vulgar; pois bem: que elementos encontraríamos no cérebro de um animal? Há palavras, nomes, letras, sinais quaisquer similares àqueles que existem entre os homens, mesmo os menos inteligentes? Entretanto, direis, os animais compreendem o pensamento do homem; adivinham-no mesmo; sim, animais adestrados compreendem certos pensamentos, mas já os vistes reproduzi-los? Não; concluí, pois, que os animais não podem nos servir de intérpretes. 

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 22 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - N º. 237. DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236. i - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. i)  A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Isto estabelecido, reconheço perfeitamente que entre os animais existem aptidões diversas; que certos sentimentos, certas paixões, idênticas as paixões e aos sentimentos humanos se desenvolvem nele; que são sensíveis e reconhecidos, vingativos e odientos, conforme se aja bem ou mal para com eles. É que Deus, que não faz nada incompleto, deu aos animais, companheiros ou servidores do homem, qualidades de sociabilidade que faltam inteiramente aos animais selvagens que habitam as solidões. Mas daí a poder servir de intermediário para a transmissão do pensamento dos Espíritos, há um abismo: a diferença das naturezas.

                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º.236. h - ALLAN KARDEC.

  DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. h) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“O Se. T. . . , disse ele, magnetizou seu cão; a que chegou? Ele o matou; porque esse infeliz animal morreu depois de cair numa espécie de atonia, de languidez, conseqüente de sua magnetização, com efeito inundando-o de um fluído haurido em uma essência superior a essência especial à sua natureza, a esmagou e agiu sobre ele, embora mais lentamente, à maneira do raio. Portanto, como não há nenhuma assimilação possível entre o nosso perispírito e o envoltório fluídico dos animais propriamente ditos, nós os esmagaríamos instantaneamente se os medianimizássemos.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 17 de junho de 2019

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 276. - O EXCEPCIONAL À LUZ DO ESPIRITISMO. - CELSO MARTINS.


O EXCEPCIONAL À LUZ DO ESPIRITISMO.

                                                                   Celso Martins.

            A espera foi demorada. Levou nove longos meses de expectativa. E aquela mulher pobre, que já estava às voltas com alimentação de outros filhos menores, pois o marido ganhava, como pintor de paredes, um mísero salário mínimo, viu em seus frágeis braços um menino excepcional.
            Durante noites de insônia aquela mulher heróica chorou um pranto amargo.
            Não sabia como dar àquele serzinho um tratamento à altura de sua anomalia.
            Talvez este tratamento não o curasse de todo, é verdade, mas ao menos atenuaria a sua dor, o que seria melhora significativa para o caso. Até que um dia alguém deu a “dica”; num determinado bairro distante havia uma clínica especializada que poderia oferecer gratuitamente atendimento para seu rebento.
            Para lá se botou aquela mulher com o filhinho querido nos braços. E de fato, já uma equipe competente deu ao gurizinho a devida atenção. Com efeito, não o curou de todo. No entanto, proporcionou-lhe algum alívio, ofertando reconforto ao coração materno, já ralado pelas dificuldades e pela dor.
            Como é que o Espiritismo encara semelhante a situação hem?
            Ou por outras palavras, como é que a Doutrina explica o nascimento de uma criança excepcional num lar carente, às voltas com a sua subsistência, se em lares opulentos, onde os recursos seriam mais prontos e eficientes, nasce outra criança perfeita, sadia, inteiramente normal? Se bem que, a bem da verdade, nos lares ricos também nasçam crianças doentes de corpo e da mente, pois a dor não escolhe palácio ou choupana para li conviver!
            Bem, tudo tem sua profunda razão de ser. Ninguém é pai ou filho de alguém simplesmente por acaso, não. Numa família estão reunidos Espíritos que devem marchar juntos. Isto porque cada criatura não é um corpo material, sadio ou adoentado, perfeito ou deficiente.
            Cada um de nós é, em sua intimidade, um Espírito temporariamente revestido de um organismo e que veio mais uma vez ao cenário do mundo para expiar os seus erros pretéritos e preparar, de igual modo, o seu futuro dentro das leis de Deus.
            Aquele menino excepcional em decorrência de enganos e erros do passado, obteve esta nova existência para justamente redimir-se deste passado de violação às leis morais da vida. Aquela mãe, aquele pai, aqueles irmãos têm ligações com ele também. Comprometeram-se em ajudá-lo nesta dolorosa reencarnação. E todos, sem dúvida, até os médicos, os enfermeiros, os técnicos que o atenderam, todos nós poderemos e deveremos auxiliá-lo, pois a finalidade da vida de cada um de nós é alcançar a redenção espiritual mediante a genuína e desinteressada prática do Bem por amor ao próprio Bem.
            Ajudemos tais famílias vendo, nestes doentes, irmãos que merecem o nosso Amor cristão.

Fonte: Livro: “Páginas Espíritas”, - Celso Martins, 1a. Edição, - CULTURESP.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. g - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. g) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Certamente, os Espíritos podem se tornar visíveis e tangíveis para os animais, e, freqüentemente, tal medo súbito que os toma, e que não vão parecer motivado, é causado pela visão de um ou de vários desses Espíritos mal intencionados para com os indivíduos presentes ou para com aqueles a quem pertencem esses animais. Muito freqüentemente, observais cavalos que não querem nem avançar, nem retroceder, ou que empinam diante de um obstáculo imaginário; pois bem! Tende por certo que o obstáculo imaginário, freqüentemente, é um Espírito ou grupo de Espíritos que se comprazem em lhes impedir de avançar. Lembrai-vos da mula de Balaão que, vendo um anjo diante de si e temendo sua espada flamejante, se obstinava em não se mover; é que, antes de se manifestar visivelmente a Balaão, o anjo quis se tornar visível só para o animal; mas, repito-o, não medianimizamos diretamente nem os animais nem a matéria inerte; precisamos sempre do concurso consciente ou inconsciente de um médium humano, porque precisamos da união de fluidos similares, o que não encontramos nem os animais, nem na matéria bruta.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 8 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. f - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. f) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“Costuma-se dizer: os Espíritos medianimizam e fazem mover a matéria inerte, as cadeiras, as cadeiras, as mesas, os pianos; fazem mover, sim, mas medinimizam, não! Porque, ainda uma vez, sem médium, nenhum desses fenômenos produzir-se. O que há de extraordinário em que, com a Judá de um ou vários médiuns façamos mover a matéria inerte, passiva, que justamente em razão de sua passividade, da sua inércia, é apropriada para sofrer os movimentos e os impulsos que desejamos lhe imprimir? Para isso, temos necessidade de médiuns, é positivo; mas não é necessário que o médium esteja presente ou consciente, porque podemos agir com elementos que nos fornece, de tangibilidade e de transportes. Nosso envoltório fluídico, mais imponderável e mais sutil do que mais sutis e os mais imponderáveis dos vossos gases, se unem, se casam, se combinam com o envoltório fluídico mais animalizado do médium, e do qual a propriedade de expansão de penetrabilidade é inacessível para os vossos sentidos grosseiros, e quase inexplicável para vós, nos permite mover os móveis e mesmo quebrá-los em quartos desabitados.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM Nº. 236 e. - ALLAN KARDEC.

DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. e) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Desse progresso constante, invencível, irrecusável da espécie humana, e desse estacionamento indefinido das outras espécies arruinadas, concluí comigo que existem princípios comuns ao que vive e ao que se move sobre a Terra: o sopro e a matéria, não é menos verdade que só vós, Espíritos encarnados, estais  submetidos a essa inevitável lei do progresso que vos impele fatalmente para diante, e sempre para diante. Deus colocou os animais ao vosso lado como auxiliares para vos alimentar, vos vestir, vos secundar. Deu-lhes uma certa dose de inteligência porque, para vos ajudar, precisariam compreender, e proporcionou sua inteligência aos serviços que são chamados a fazer, mas, em sua sabedoria, não quis que estivessem submetidos à mesma lei do progresso; tais como foram criados, tais ficaram e ficarão até a extinção de suas raças.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 2 de junho de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ ESPIRITISMO. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM 236 D. - ALLAN KARDEC.

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. d) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
(...) “De outro lado, se procurais as cabanas de folhagem e as tendas das primeiras idades da Terra, encontrareis em seu lugar os palácios e os castelos da civilização moderna; às vestes de peles brutas se sucederam aos tecidos de ouro e de seda; enfim, a cada passo encontrareis a prova dessa marcha incessante da Humanidade em direção ao progresso.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. c.- ALLAN KARDEC.


DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. c) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“(...) O cão, que pela sua inteligência superior entre os animais, se tornou o amigo e o comensal do homem, é perfectível por si mesmo e por sua iniciativa pessoal? eles que é melhor adestrado, é sempre adestrado por seu mestre. Desde que o mundo é mundo , a lontra sempre constrói seu abrigo sobre as águas, segundo as mesmas proporções e seguindo uma regra invariável; os rouxinóis e as andorinhas não construíram jamais seus ninhos de modo diferentes que seus pais o fizeram. Um ninho de pardais antes do dilúvio, como um ninho de pardais da época moderna, é sempre u ninho de pardais, edificado nas mesmas condições e com o mesmo sistema de entrelaçamento de fibras de ervas e resíduos, recolhidos na primavera, na época dos amores. As abelhas e as formigas, essas pequenas repúblicas caseiras, jamais variaram seus hábitos de abastecimentos, seu comportamento, seus costumes, suas produções. Enfim, a aranha tece sempre a teia do mesmo modo.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º.236 b - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236 b). A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

“(...) Os homens são sempre levados a tudo exagerar; uns, e não falo aqui dos materialistas, recusam uma alma aos animais, e outros lhes querem dar, por assim dizer, semelhante à nossa. Por que querer, assim confundir o perfectível com o imperfectível? Não, não, estejais convencidos, o fogo que anima as bestas, o sopro que as faz agir, mover e falar em sua linguagem, não tem, quanto ao presente, nenhuma aptidão para se misturar, se unir, fundir com o sopro divino, a alma etérea, o Espírito,em uma palavra, que anima o ser essencialmente perfectível: o homem, esse rei da criação. Ora, o que faz a superioridade da espécie humana sobre as outras espécies terrestres não é essa condição essencial de perfectibilidade? Pois bem! Reconhecei, pois, que não se pode assimilar ao homem, único perfectível em si mesmo e em suas obras, nenhum indivíduo de outras raças vivas sobre a Terra. (...)”

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 22 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS . - ITEM N º.236. a. - ALLAN KARDEC.


  DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236. a) A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Primeiro, convenhamos bem acerca de nossos fatos. O que é um médium? É o ser, é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos, para que estes possam se comunicar com facilidade com os homens: Espíritos encarnados. Por conseguinte, sem médium, nada de comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, nem de qualquer espécie que seja.”(...)

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ITEM N º. 236. - ALLAN KARDEC

 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

236.     A questão da mediunidade dos animais se acha completamente resolvida na dissertação seguinte, dada por um Espírito, da qual se podem apreciar a profundidade e a sagacidade pelas citações que já tivemos ocasião de fazer. Para bem compreender o valor da sua demonstração, é essencial reportar-se à explicação que deu o papel do médium nas comunicações, e que reproduzimos na questão n º. 235.
            Esta comunicação foi dada em seguida a uma discussão que teve lugar, a esse respeito, na sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
“Abordo hoje a questão da mediunidade dos animais, levantada e sustentada por um dos vossos mais fervorosos adeptos. Pretende ele, em virtude deste axioma: quem pode o mais pode o menos, que nós podemos medianimizar os pássaros e outros animais., e deles nos servimos em nossas comunicações com a espécie humana. É o que chamais em filosofia, ou antes em lógica, pura e simplesmente um sofisma. “Vós animais, disse ele, a matéria inerte, quer dizer, uma mesa, uma cadeira, um plano, a fortiori, deveis animar a matéria já animada e, normalmente, os pássaros. Pois bem, no estado normal do Espiritismo, isso não se passa, isso não pode ser.

                                                                      ERASTO. (Discípulo de Paulo.)

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 13 de maio de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS. - QUESTÃO N º.235. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC.


 DA MEDIUNIDADE ENTRE OS ANIMAIS.

235.     Seja como for em relação as experiências descritas na questão 234, a questão principal não ficou menos intacta em relação a um outro ponto de vista; porque do mesmo modo que a imitação do sonambulismo não impede a faculdade de existir, a imitação da mediunidade por meio dos pássaros não provou nada contra a possibilidade de uma faculdade análoga entre eles ou entre outros animais. Trata-se de saber, pois, se os animais são aptos, como os homens, para servirem de intermediários aos Espíritos para suas comunicações inteligentes. Parece mesmo bastante lógico supor um ser vivo, dotado de uma certa dose de inteligência, seja mais apropriado para esse efeito do que um corpo inerte, sem vitalidade, como uma mesa, por exemplo, não obstante, é o que não ocorre.

Fonte: “O Livro dos Médiuns” - Allan Kardec - 18a. Edição - Editora IDE - Araras, SP - Abril 1991.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - GOTAS DE LUZ. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)

                       GOTAS DE LUZ.

            Os Livros Espíritas são Gotas de Luz que chegam as nossas mãos para clarear as trevas das nossas consciências.
            Com “eles” encontramos a sabedoria dos autores espirituais que nos mostram o melhor caminho a seguir para vivermos no presente e construirmos uma vida brilhante para o futuro.
            Eles demonstram experiências vividas, vencidas por eles, que se fazem necessárias chegarem ao nosso conhecimento, para evitarmos maiores dores e sofrimentos futuros.
            Portanto leiam os “LIVROS ESPÍRITAS”, verdadeiras “GOTAS DE LUZ”.

                                                                                  Dr. Humberto.

(Mensagem recebida em Piracicaba, SP, em 12 de janeiro de 2012, as 17.11 horas, pelo Médium Dr. Carlos.)

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)