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terça-feira, 31 de julho de 2012

- PRECES ESPÍRITAS. - APOLOGIA DA PRECE. -PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE. - CONCLUSÃO. - Dr. HUMBERTO.- (Dr. Carlos.)


PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                      MENSAGEM Dr. HUMBERTO.               

                                                        CONCLUSÃO.

            Em todos os relatos bíblicos sobre as curas de Jesus, tomamos conhecimentos que dois fatores foram necessários e estão interligados para alcançarem dentro do vosso merecimento as graças de Deus, através do Cristo Jesus e da Espiritualidade Superior, nada mais são que a “Fé e a Prece”.
            Disse-nos Jesus: “E tudo que pedires ao Pai em meu nome, com fé recebereis”.
            A melhor maneira de vos se ligarem a Jesus é através da prece, ela fortifica, ampara, esclarece e fortalece a vossa paciência e resignação diante da vontade de Deus.
            Por muitas experiências vividas ficaram conscientes que a prece somada a fé, move obstáculos de toda a ordem em vosso favor, principalmente quando ela é feita com emoção e com sentimentos altruístas, favorecendo o apoio de Espíritos Superiores.
            Muitas histórias que conhecem sobre o valor da prece ilustram a vossa vida. Isso ocorre desde os confins da Terra até o Eterno Infinito, ela faz com que forças energéticas positivas movimentem-se em vosso auxílio, beneficiando-vos. Para que isso ocorra precisam estar ligados ao Pai com respeito e muita gratidão.
            A Espiritualidade Superior atua em benefício dos encarnados conforme o grau das suas necessidades. Assim, quando recebem as rogativas, os pedidos, avaliam conforme o objetivo individual, o merecimento e a evolução que realizam, desprendendo-se dos fatores matérias, e, indo à busca da conquista das virtudes espirituais através do vosso modo ação para a prática do bem.
            A vida é imprescindível para a evolução do homem, e, a fé somada a Prece é insubstituível para vida homem.
            Como devem proferi-la? É a vossa consciência vos cobrando esclarecimentos, devem fazê-la com recolhimento íntimo, em silêncio abrindo o vosso coração invisível, o do vosso Espírito. Recolhendo-vos para vossa verdadeira vida, a vida interior, espiritual, elevando todos os vossos pensamentos ao Alto em forma de prece, com a certeza de que haverão de conquistar tudo que necessitam, desde que, sejam merecedores, desse modo, a Espiritualidade Mensageira Divina poderá captá-la e levá-la até Ele, o Mestre.
            Façam prece pela manha ao acordar, e em qualquer situação em que estejam no transcorrer do dia, com uma prece sincera os fluidos energéticos trabalharão a vosso favor, sem derrogar a Lei do Cristo. A todo o momento poderão orar, a Deus e a Jesus para que vos protejam hoje e sempre.
            A noite é a hora de elevarem a vossa prece espiritual a Deus, observado vossas atitudes de gratidão ao Alto que embelezam vossas maneiras de bem viver.
            Orai e Vigiai, para não caírem em tentação do mal, atrapalhando a vossa evolução.
            Façam vossas Preces, e, pacientemente aguardem os seus resultados, esperançosos de que obterão os resultados positivos esperados.

Amor, Equilíbrio, Fé, Harmonia, e Paciência vos tornarão melhores.

Muita Luz através da Prece.

                                                                                 Dr. Humberto.

           (Mensagem recebida em Piracicaba, SP, na noite de 30 de julho de 2012, 21, 47 horas, pelo médium Dr. Carlos.).

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 24 de julho de 2012

- APOLOGIA DA PRECE. - PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE. - MENSAGEM DO Sr. HUMBERTO.



           PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                                      MENSAGEM Dr. HUMBERTO.               

                 “Eu vim para que tenham vida, vida em abundância”.

                                                                                                         JESUS.

                        “Eu vim a este mundo para um juízo, a fim de que os que não veem, vejam, e os que veem se tornem cegos”.
                       
                                                                       JESUS. (João, 9:39-40.)

            Para muitos de nós que somo cegos para as causas e fatos espirituais, damos origem para uma série de infortúnios a nós mesmos.
            Muitos dissabores não apresentam resultados positivos em soluções necessárias, devido ao grau e a extensão do nosso desequilíbrio que ocasionou tais eventos.
            Isso ocorre muito com a nossa saúde, uma leve enfermidade nos causa um transtorno físico grave como efeito dos nossos abusos e desajustes psíquico-espiritual. Dificultando até o tratamento médico.
            Em outros fatos, sofremos de insônia, medo, ansiedade, aflições chegando até uma depressão que vai vaiar o seu grau de leve a profunda conforme a nossa maneira de nos tratarmos, como nos sentimos.
            Há casos em que a Medicina procura transtornos físicos cerebrais e não encontra nada, o órgão em questão encontra-se em sua mais perfeita ordem e funcionabilidade. Eis, o cientista diante de uma causa de enfermidade desconhecida, neste caso ela nada tem a ver com o Ser orgânico, a causa interna é subjetiva, recalques, frustrações, mágoas, rancores, ódios, orgulho ferido, egoísmo exacerbado, como não existem equipamentos científicos para o Médico descobrir causas subjetivas, deverá ele seguir a sua experiência, associada a sua intuição e num relâmpago de inspiração descobrir o fator responsável pela enfermidade, que é totalmente proveniente de fatos íntimos, ou seja, da alma (espírito) para o físico.
           Os maiores especialistas sobre o assunto, ficam espantados com o resultado dos tratamentos empregados não terem alcançados os objetivos esperados.
            Em muitos pacientes quem sabe faltou um exame a ser realizado, este, somente ele poderá fazer, que nada mais é que o “Exame de Consciência”.
            Depois de muitas idas e vindas os familiares resolvem levá-los a um “Centro Espírita”, como a tábua de salvação. Querem que ocorra o tal “milagre” da cura, eis, dizem eles, recorremos a todos os “Santos” de outro credo que nada mais são que Espíritos Superiores, e não o curaram.
Aqui, no Espiritismo eles vão curar o nosso ente querido?
Quando ouvem um – não – como resposta, ficam espantados.
O que farão?
Com auxílio do próprio espírito do enfermo, procuraremos mostrar o caminho para que ele se redescubra, conheça a si mesmo, e possa mudar sua maneira de pensar, de agir, de viver, combater os seus maus hábitos e os seus excessos.
Mas como e quando isso ocorrerá?
Bem, como? – Através da frequência ao Centro nos dias de palestras evangélicas doutrinária, tomando vibrações e passes, muita água fluidificada, esforçando-se nas mudanças de hábitos, preces pela manha e a noite de gratidão, fazer boas ações sem esperar nada em troca, aplicando a prática do Evangelho no Lar, com o passar do tempo colaborando com as atividades da casa que frequenta.
Mas em quanto tempo conseguira a cura?
O tempo será determinado por ele, quanto mais assíduo for aos ensinamentos da doutrina, mais intensamente vais sentir-se melhor.  
Ocorrerá uma surpresa que ao voltar no Médico, ambos, ele e o cientista observarão que o problema físico é de fácil solução.
Para que não mais ocorra esses sintomas basta seguir os princípios da Doutrina Espírita, justiça, amor e caridade.
Não temas os cépticos, os que zombam de você por fazer suas preces. Tenha piedade deles, pois, são enfermos do espírito e infelizes de sentimentos. Inclua-os em suas preces com muita devoção.  

                                                                                  Dr. Humberto.

           (Mensagem recebida em Piracicaba, SP, na manha de 25 de julho de 2012, 0,50 horas, pelo médium Dr. Carlos.).
  
                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

- PRECES ESPÍRITAS. - APOLOGIA DA PRECE. - SEGUNDA PARTE. - PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE. - Nº. 4. - ALFREDO MIGUEL.


                                                       SEGUNDA PARTE.

               PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                                                                         4

            O ATOR DÁ NOTÍCIA DA SUA MEDIUNIDADE “SUI-GENERIS” E CONTA O QUE TEM CONSEGUIDO PELA PRECE.
                  Como agem os Espíritos inferiores sobre aqueles aquém se agarram.          
          Tragédia impressionante preparada por um por um malfeitor desencarnado onde se confunde sonambulismo com subjugação (possessão) espiritual.

            Em qualquer situação que a pessoa se encontrar, principalmente na hora de dormir, no estado de quase sono, ou seja, entre a vigília e o sono, em podem surgir, visões ou sentir a presença de espíritos inferiores, quando comunicar-se ou subjugar a pessoa em questão, ou seja, o médium, não tendo ninguém aquém possa requerer auxílio para conversar e ou doutrinara entidade presente, têm-se como recurso a Prece. A Prece é o remédio heroico que não falha nunca.
            Devemos fazê-la oral ou mental, tantas quantas vezes sofrermos as investidas desses irmãos necessitados, muitas vezes em intervalos curto de tempo. Rogando em nome de Deus e Jesus Cristo, que as equipes de socorro de higienização e energização os encaminhe para o lugar que lhes é devido, para serem tratados conforme as suas necessidades. E que as equipes de socorro, com o nosso Anjo de Guarda e Mentores espirituais nos protejam, não nos deixando cair em suas tentações.
            A Prece encaminha-os, e, nos auxilia a conquistarmos a paz, a coragem e a fé para repousar o nosso corpo e liberarmos o nosso espírito para a continuidade de nosso aprendizado.
            Devemos fazer a “Prece Matinal” ao acordarmos agradecendo pela ótima noite, e rogando um maravilhoso dia. A “Prece Noturna” deve se r de agradecimento pelo dia, pelos deveres cumpridos, pela família, pelo repouso que empreenderemos e por bela estadia do nosso Espírito na espiritualidade.
            Os espíritos nossos inimigos, são os mesmos que quando encarnados também eram inimigos, antipáticos, nossos contraditores. Agora sem a veste carnal aproveitam-se da invisibilidade para atuarem sobre as nossas mentes fracas, nos tornam autômatos e muitas vezes nos levam a ruína, Pois, na grande maioria das vezes estamos e somos indefesos de seus ataques.
            Na grande maioria atacam os espíritos encarnados que são ignorantes dos ensinamentos do espiritismo, obsediando até o ponto de subjugação, podendo levá-los a loucura.
São instigadores de muitas tragédias sócias que os policias não podem investigar, se comprazem em ver suas prezas praticarem o mal e serem responsabilizados, isso é uma forma de se vingarem dos antigos desafetos..
            Muitas vezes essas tragédias vem sendo demoradamente preparada metodicamente, muito paciente e calculada, há muito tempo pelo espírito obsessor, na maioria das vezes ela não é instantânea.
            O obsessor começa agir impregnando sua preza com fluidos perniciosos, subjugando-a a realizar o seu intento fatal.
            Após a ocorrência dos fatos insanos, o autor faz algumas declarações que no momento do ato esta fora de si, não sabia o que estava realizando. Quando cai em si, observa o hediondo ato que cometeu contra alguém, nesse momento muito vão ao fim da ação cometendo o suicídio.
            O diagnóstico medico através do ato da pessoa envolvida é de neurastenia, psicose grave, que não possuem cura pela Medicina. Nós espíritas e todos os estudantes do psiquismo, apontamos uma causa extraorgânica, não física denominada obsessão.
            O antídoto, a prevenção destas influências perniciosas que ninguém está imune de sofrer, é a Prece fervorosa, participar de reuniões evangélicas, conhecer-se, perdoar e pedir perdão, fazer muitas preces pelos inimigos oculto, frequentar os Centros Espíritas, realizar o Evangelho no Lar, e vigiar-se.

Fonte: Livro Apologia da Prece - autor Alfredo Miguel - 2a. Edição - Livraria Espírita “Alvorada” Editora - Salvador Bahia - 1972. 

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 12 de julho de 2012

- PRECES ESPÍRITAS. - APOLOGIA DA PRECE. - ALFREDO MIGUEL. - SEGUNDA PARTE. - PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE. - Nº. 3.


                                                     SEGUNDA PARTE.

              PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                                                                         3

            O Dr. CARLOS IMBASSAHY E O SEU DEPOIMENTO SOBRE A PRECE. – “AH! PUDERAM MAIS DO QUE EU, DESTA VEZ”.
            A PODER DE PRECE PODEM SER EXPELIDOS. COMO ATUOU A PRECE NUM CASO EM QUE O AUTOR FOI VÍTIMA.

            No livro ”A RELIGIÃO”, O Dr. Carlos Imbassahy, descreve um estudo que fez sobre a Prece, e descreve fatos por ele mesmo observados. Acompanhamos o escritor:
            “Numa sessão, alias teórica, falávamos sobre pontos evangélicos, quando uma jovem presente toma o aspecto de uma louca furiosa e quer rasgar-se.
            “Depois investe contra os assistentes. Houve pânico que aumentou quando a vimos quere atirar-se de uma janela.
            “Uns a seguravam; outros a davam passes; outros traziam-lhe coisas para cheirar; cada qual alvitrava em meio, todos inteiramente inúteis, todos lamentavelmente anódinos.
            “Fizemos que se retirassem os curiosos, e nós, cercado de um grupo de médiuns, procurávamos dar passes na possessa. Estes pareceram com o privilégio de enfurecê-la ainda mais; ela se lançava a nós, dizendo-nos os maiores impróprios, arranhava-nos, esbofeteava-nos.
            Já estávamos exaustos.
            “Os amigos entreolhavam-se pasmos desanimados. Era preciso chamar a Assistência.
            “Mas seria o escândalo. Seria a confissão completa da falência de todos os nossos processos.
            “As lágrimas vieram-nos aos olhos. Compreendemos, então, a extensão imensa de nossas fraquezas. E apelamos para o Pai. E oramos.
            “E orávamos e chorávamos. Por que negar a nossa fragilidade? Éramos o responsável pela reunião. Chorávamos e orávamos.
            “E quando o portador já is descer as escadas, em busca de telefone, diz a moça, com voz mudada, com tibre másculo: “Ah! Puderam mais do que eu, desta vez!”
            “E acalmou. E acordou. E perguntou-nos sorridente, ingênua, ignotante de tudo que se passara: - “que foi? Que houve?...
            “Estava curada. Estava curada pela prece.
            O que nos disse Jesus: “ Está casta de Espíritos só se consegue expelir à força de oração e jejum”. (Marcos, 9:14-29) (Mateus, 17:14-21)
            Desconhecendo ainda a enorme influência da Prece (Lucas, 11:1), nas situações difíceis em que o homem vê fracassar as suas energias, os discípulos deram de si tudo o que era possível, num baldado esforço para libertar o moço da entidade tenebrosa que o obsediava.
            A vitória do grupo aconteceu pela invocação do Pai em auxilio da jovem obsediada.
            O autor, Alfredo Miguel, pelos idos de 1928, era assediado por um espírito rancoroso e vingativo. Queria transformá-lo em joguete de ação maléfica.
            Por muito tempo esse pobre irmão ignorante lançou obstáculos no nosso caminho. Atormentou-nos bastante, especialmente à noite, a perturbar-nos o sono. Reabilitou-se sem que o levássemos, ao menos uma vez, a um Centro Espírita. Quiséramos nós mesmos doutrina-lo; e o fizemos tão somente pela prece assídua, consuetudinária, até nos vermos completamente livre de sua vexação.

Fonte: Livro Apologia da Prece - autor Alfredo Miguel - 2a.Edição - Livraria Espírita “Alvorada” Editora - Salvador Bahia - 1972. 

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

- PRECES ESPÍRITAS. - APOLOGIA DA PRECE. - SEGUNDA PARTE. - PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE. - Nº. 2. - ALFREDO MIGUEL.


                 SEGUNDA PARTE. 

PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                               2

A PRECE É UMA REALIDADE TANGÍVEL. - SOLUÇÃO ENCONTRADA NA PRECE PARA UMA SITUAÇÃO ANGUSTIANTE. - O CASO DO PROF. LEOPOLDO MACHADO. - EFEITO MIRACULOSO DA PRECE TESTEMUNHADO POR UM MISSIONÁRIO EVANGÉLICO.

“O Espiritismo e as Ciências Psíquicas nos ajudam a compreender que o Cristo falava de uma realidade tangível, quando insistia na importância da prece” - diz, com autoridade de quem longamente se ocupou destas questões o Ver. Haraldur Nielssen, antigo professor de Teologia na Universidade de Islândia.
A prece é, de fato, uma realidade que se pode tocar, haja vista as maravilhas que se operam nos instantes críticos da nossa vida, quando levantamos para os céus os olhos marejados de lágrimas,sem nada podemos esperar das possibilidades humanas. Quem tiver dúvida a este respeito, habitue-se a orar, porque orando, o homem aproxima-se de Deus e a sua vida torna-se mais fecunda. Não é possível mesmo que a oração seja uma coisa vã, uma quimera, quando vemos que a cultivam, também, os nossos maiores da Espiritualidade, ora elevando-a em ação de graças ao Altíssimo, ora deprecando consolação e luzes para as almas desventuradas. Isto é uma verdade que ressalta da leitura dos livros de André Luiz, o eminente Espírito que, por intermédio do psicógrafo Francisco Candido Xavier, tão preciosas lições nos tem dado acerca do Mundo Espiritual e das condições da vida após a morte. Desnecessária, ou inócua, não há de ser a prece, quando das alturas siderais baixam Mensageiros Divinos para dizer-nos da sua importância, como no caso do anjo que em pleno dia se apresentou, em forma visível e palpável, ao centurião de Cesaréia, dirigindo-se-lhe de início por estas palavras - “Cornélio, as tuas orações e as tuas esmolas têm subido para lembranças diante de Deus”.
Nós, que vimos fazendo o elogio da Prece, disto provavelmente não cuidaríamos se não fossemos testemunha presencial de sucessos admiráveis oriundos de sua ação dinamizadora, acrescidos do quanto, individualmente, por meio dela, temos conseguido.
No ano de 1948 fomos convidados para participar de um congresso de jovens espíritas, na capital de Sergipe, e lá ficamos hospedados no lar do distinto confrade Francisco Oliva.
Uma tarde, de volta de uma reunião de congressistas, fomos encontrar o Chico e seus familiares em apuros para expelir de casa uma pobre insana. Ela morava por ali, era conhecida, e num acesso da doença, projetava-se porta fora, vindo penetrar na casa do nosso hospedeiro. Um quarto que encontrava aberto, com a chave na parte interna engastada na fechadura, servia-lhe de esconderijo.
Fazia mais de uma hora que a louca se trancará naquele cômodo e não havia rogos, nem estratagemas, em ameaças que a fizessem arredar dali.
A situação era a mais incômoda, causando em todos uma verdadeira angústia.
Num dado momento, Francisco Oliva deixa-nos com as outras pessoas e vai isolar-se em outra dependência da casa. Cinco minutos não se tinham ainda escoado após a sua saída e eis que alienada faz ranger nervosamente a chave na fechadura, e, com rapidez e passos largos, lança-se daí para fora, ganhando a rua. Com as duas mãos aperta contra o peito um objeto que não identificamos. Quase ao mesmo instante, oliva aparece. Tem um leve sorriso nos lábios e os olhos úmidos de pranto. E quando lhe perguntamos o que era aquilo, foi com a voz firme e emocionada que ele respondeu “Graças a Jesus, que Ele atendeu a minha súplica”!
O objeto a que se agarrar a demente era uma imagem de “Nossa Senhora”, conservada por Oliva como lembrança de uma família amiga, que lhe ofertara no dia do seu casamento.
Está visto que ninguém apela em vão para Deus na hora da necessidade extrema, justamente porque nesta hora é que a sua misericórdia mais se faz sentir àqueles que n’Ele confiam.
O escritor e jornalista Leopoldo Machado, ao tempo em que dirigíamos o periódico “Bahia-Espírita”, mandou-nos um excelente artigo de colaboração intitulado “A significação da Prece nas Reuniões Espíritas”, trabalho este que inserimos, com o merecido destaque, no número de setembro de 1939 do nosso jornal.  Desenvolvendo argumento magistral e salientando o poder insuperável da prece, contou aquele culto e saudoso confrade um episódio que se passará consigo mesmo, no distante ano de 1918
Estava de veraneio na fazenda de uns parentes, e no começo da tarde encaminhara-se à farmácia situada na vila próxima. Não tendo um companheiro nessa digressão, resolvera o professor Leopoldo, à indicação de segundos, traçar um mapa dos caminhos, mapa esse que ele perdera no povoado, seguindo dali por errado trilho, já ao escurecer. Quando deu pelo seu engano, estava embrenhado na selva. “E metido na mata - depõem o distinto publicista - o animal empacado, dentro da selva apavorante, a pensar no possível ataque das feras, voltáramos, nós que já éramos iniciado na Doutrina, para o alto. Pedindo iluminação do alto, com humildade e confiança, através de sentida prece. Mal concluíramos, sentimos como que vitalizarão nova, e animal, por si mesmo, encaminhou-se para a fazenda”.
Quer dizer, então, do que passou com um missionário evangélico, em serviço de catequese na Bolívia? 
  Ele mesmo, e por igual, um bom católico, qualificaria a ocorrência como um estupendo milagre da prece, dando o imediatismo e a rapidez do socorro que ela movimentou em defesa de alguns filhos de Deus na iminência de um horrível massacre.
O relato encontramos nas páginas 107/8 de uma brochura intitulada “Lições da Vida”, de autoria do escritor Armelindo Martins de Castro.
 O pastor protestante F. A. Stahl, no seu livro “No País dos Incas”, narra um episódio ocorrido em uma de suas missões entre os índios em território boliviano, demonstrando um autêntico fenômeno de materialização de Espíritos.
Indo a Quenhani, sua caravana obtendo ótima acolhida nas pregações, despertou em outra missão evangelizadora, porém católica, uma certa aversão, que os padres com auxílio de aguardente, excitou os indígenas seus companheiros que fossem atacar a missão protestante.
Os silvícolas não sabiam no erro que estavam cometendo, contra humildes pacíficos pregadores do mesmo Evangelho Cristão a eles apresentados, atacaram em fúria, dirigidos pelos próprios sacerdotes católicos, com intuito de massacrar a pequena reunião protestante, gritando agarrem-nos e queimem-nos”
O grupo encurralado numa pequena choça coberta de palha orava disposto ao testemunho da fé, achando-se o pastor já ferido por um pedrada, abrindo uma brecha em sua cabeça, era Cegado pelo sangue que escorria..
“Perdida estava qualquer esperança de libertação e socorro.”
Quando iniciariam o derradeiro momento, deitar fogo a choça, os padres e os índios bateram em retirada, fugindo o mais rápido possível.
Sem entender o que tinha acontecido, o pastor Stahl interrogou um assustado indígena que lhe respondeu: - “Não vedes a multidão de índios armados correndo em nossa defesa?”
O pastor declara: - “Mas, eu não via índio algum. Perguntei a minha esposa se via algum índio sua resposta foi negativa.
O indígena insistiu que vinha um exército em nosso auxílio. Olhamos em torno e nada vimos. Agora compreendemos que Deus enviou seus anjos por esta forma para nos salvar. Não se pode dar outra solução ao que aconteceu.

          Fonte: Livro Apologia da Prece - autor Alfredo Miguel - 2ª.Edição - Livraria Espírita “Alvorada” Editora - Salvador Bahia - 1972.  

RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 30 de junho de 2012

- PRECES ESPÍRITAS. - APOLOGIA DA PRECE. - ALFREDO MIGUEL. - SEGUNDA PARTE. - PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.- Nº. 1.


                                                     SEGUNDA PARTE.

                PROVAS CONCRETAS DA EFICIÊNCIA DA PRECE.

                                                                          1

                                   AÇÃO OBJETIVA DA PRECE.
                        PELA PRECE UM ESPÍRITO É ATRAÍDO ELIBERA UM PRISIONEIRO.
                        DADA COMOMORTA, A PRECE RESSUCITOU.
            SALVOS PELA AÇÃO DA PRECE O CAPITÃO RICKENBACKER E SEUS COMPANHEIROS PERDIDOS NO ATLANTICO.

            A eficiência da prece, julgamos que ficou teoricamente demonstrada nos capítulos precedentes que constituíram a primeira parte modestíssimo estudo.
            Resta-nos agora, para dar especial relevo a este assunto, extrair de fontes insuspeitáveis e apresentar ao leitor os testemunhos que falam indubitàvelmente da objetividade de sua ação.
            È verdade incontestável que a prece, quando praticada dentro por aí, abrindo-o nos das condições prescritas e, sobretudo, com fé e humildade de coração, reveste-se de uma influência, por assim dizer, miraculosa, de que há exemplos às centenas.
            Ilustremos o nosso acerto com alguns deles, apenas, para não nos alongarmos demasiado neste comentários.
            Constituindo o Novo testamento a regra de fé das religiões cristãs, havemos por começar nos “Atos dos Apóstolos”, onde se relatam os acontecimentos que se seguiram à morte de Jesus. Ponhamos sob os olhos o capítulo 12. Aí se descrevem os vexames por que vinham passando os membros do colégio apostólico por causa do seu ardor e desassombro na pregação da doutrina do Nazareno. Já alguns deles, por ordem do rei Herodes, haviam sido presos e maltratados, cabendo a pior sorte a Tiago, a quem o despótico monarca mandara passar o fio da espada. Ordenou igualmente violentas represálias contra Pedro, que a seguir foi metido na prisão e guardado por quatro escoltas de quatro soldados cada uma, que revezavam.
            Na casa de Maria, mãe de João, entretanto, os discípulos, congregados, à noite, “oravam com insistência a Deus por Pedro”, enquanto ele dormia entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias e sentinelas à porta do quarto.
            A prova de que a prece daqueles corações ansiosos foram atendidas, decorre das circunstâncias especialíssima em que correu a libertação do prisioneiro. Tudo se passou assim: - Um Espírito Superior, (anjo na linguagem bíblica) por certo o próprio Guia Espiritual de Pedro penetra no ergástulo, cujo recinto se iluminava da sua luz, e, tocando-o, faz-lhe cair às algemas que o manietavam. Mandando-o calçar-se e cobrir-se com sua capa, o enviado espiritual conduz Pedro entre os sentinelas, momentaneamente subjugadas à sua ação magnética, alcança o porta que deita para a cidade, o qual se abre por si mesmo: e daí caminha por uma rua, até a extremidade da mesma, onde deixa em segurança o Apóstolo.
            Estava Pedro salvo da prisão, graças às orações que tantas almas em conjunto ergueram aos céus em seu favor!
            Pela prece, aliás, obrara ele, também, o seu “milagre” em Jope, fazendo voltar à vida a piedosa Dorcas. Conta-se o caso no capítulo nono, versículo 36 a 43 do mencionado livro dos Atos. Dorcas ou Tabita era uma discípula virtuosa do Senhor e, tendo-se anunciado o seu trespasse, muitos a prantearam, enquanto outros promoviam a vinda de Pedro, de outra localidade, para vê-la. Fazendo evacuar do recinto onde jazia a suporta morta todas as pessoas que a rodeavam, o velho Cefas ajoelhou-se e orou. Em seguida, chamando-a pelo nome mandou que Tabita se levantasse. E abrindo os olhos, sentou-se!
            Eí-la restituída à vida corporal por efeito da oração de um justo.
/           As letras bíblicas relacionam inúmeros casos do teor deste que acabamos de resumir. Porém temos que passar adiante e ocupar-nos de alguns outros, entre os muitos que vem descritos em publicações profanas ou se passaram com pobres mortais sema as virtudes e merecimento daquele grande vulto do Cristianismo.
            Dissemos que a prece dirigida a Deus no momento da aflição, quando a misera criatura se sente em toda a sua pequenez e impotência, é, via de regra, a mais eficaz. Se muitas vezes as nossas preces ficam sem respostas, é que aquilo que exoramos ao Onipotente nós podemos conseguir pelo nosso próprio esforço. O que o homem pode fazer Deus não o fará por ele, é claro. Naturalmente não era esse o caso do capitão Eddie Rickenbacker e seus companheiros, caídos no mar, de uma “fortaleza Voadora”, na última Grande Guerra. Perdidos durante três semanas no Pacifico, nada eles podiam obter, nem de si mesmos, e nem dos homens. Só de Deus era lícito esperar o recurso para a sua sobrevivência e salvação, como de fato verificaram. Então aconteceu certo dia, que estavam a desfalecer de sede, e nessa ocasião virão uma nuvem de chuva passar a um quarto de milha da frágil embarcação onde viviam sua tragédia. Oh, tanta água potável, lá longe, e eles tão sedentos! Nisto, o inesperado, o assombroso, aconteceu. Sem que mudasse a direção das correntes aéreas, no entanto, a nuvem parou subitamente e, “com majestosa deliberação”, movimentou-se em direção à jangada. “Um meteorologista" – escreve o tenente Whitaker, que se encontrava entre os náufragos – naturalmente tentaria explicar o fenômeno, dizendo que se tratava de correntes cruzadas; nós, porém, ficamos satisfeitos, simplesmente em vê-l movimentar-se em nossa direção, depois que tínhamos feito a nossa prece.

Fonte: Livro Apologia da Prece - autor Alfredo Miguel - 2 a. Edição - Livraria Espírita “Alvorada” Editora - Salvador Bahia - 1972. 

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)