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segunda-feira, 24 de junho de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - CONQUISTA DA PRECE. - MEIMEI. (CHICO XAVIER.)


              CONQUISTA DA PRECE.

                        Eis a conquista da prece
                        Que os homens não desfarão:
                        Quando oras, Deus te aquece
                        Por dentro do coração.

                                                                       MEIMEI.

            Fonte: - Livro Chão de Flores, - Autores Diversos, Francisco C. Xavier, - 3 ª. edição, - Editora Instituto Divulgação Editora André Luiz, - São Paulo, SP, - 1978. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 9 de junho de 2019

- MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. - Nº. 154. - PRECE POR TRABALHO. - BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)


MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)

                        PRECE POR TRABALHO.

            Senhor!
            Auxilia-nos a servir para que aprendamos a amar, segundo nos ensinaste.
Nas horas tranquilas, induze-nos a trabalhar, aproveitando os tesouros do tempo e nas horas de crise, conserva-nos em mais trabalho a fim de não perdê-los.
            Se errarmos, faze-nos trabalhar na própria corrigenda e sempre que acertarmos no dever a cumprir, acrescenta-nos o trabalho para sermos mais úteis.
            Senhor, ajuda-nos a compreender que o trabalho afasta a necessidade, imunizando-nos contra o mal e auxilia-nos a lembrar que unicamente aqueles que aprendem a servir é que conseguem vencer.

                                                           BEZERRA DE MENEZES.(Chico Xavier.)

            Fonte: Livro “SINAIS DE RUMO”  - Espíritos Diversos. – Francisco Cândido Xavier. – GEEM. Grupo Espírita Emmanuel. – São Bernardo do Campo. SP. – 1979.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - EM TORNO DA PRECE. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


             EM TORNO DA PRECE.

                                                                                                          EMMANUEL.

            Na criação não há pedido sem resposta.
            O que parece, por vezes, silêncio e negação em torno da rogativa, é o próprio desinteresse da alma que, quase sempre, entre a inquietação e a leviandade, voeja de solicitação a solicitação, sem persistência bastante para alimentar os próprios anseios no tempo – de vez que o tempo é o matemático divino que não podemos esquecer ou iludir.
            Atenta, pois, para o que pedes porque se o Senhor sabe aquilo que nos convém, raramente conhecemos, em verdade, aquilo de que necessitamos.
            Todos se prosternam perante o altar da vida e algo suplicam do que consideram material imprescindível à própria felicidade.
            Muitos pedem ouro e recebem a fortuna emoldurada nas garras da aflição.
            Muitos reclamam beleza física e recolhem-lhe os dons de mistura com fel de dolorosas desilusões.
            Muitos imploram o poder humano e apossam-se dele, incorporando, irremediavelmente, pesadelos à própria sorte.
            Muitos rogam a evidência social e escalam-lhe os dourados galarins, passando a respirar o hálito envenenado do desencanto e da morte.
            Muitos pedem o louvor da inteligência e adornam-se com a fama, penetrando, contudo, em pavorosos sorvedouros de angústias.
            Acharemos o que buscamos.
            A reação será invariavelmente o reverso da ação.
            Quem deseja sente.
            Quem sente pensa.
            Quem pensa realiza.
            Saibamos, assim, selecionar os nossos impulsos, porquanto a Eterna Bondade estrutura para a nossa existência o programa que mais nos favoreça a própria edificação.
            Cumpramos nosso dever, puro e simples, onde estivermos, seja no reduto doméstico ou no campo social, à frente dos nossos familiares ou dos nossos desafetos, oferecendo-lhes todo o bem ao nosso alcance, e a obrigação corretamente atendida será o degrau de nossa ascensão aos planos mais altos.
            Por isso mesmo, em qualquer problema da oração, não nos esqueçamos que a Vontade Sábia e Justa do Pai Celestial, em nosso favor, deve ser executada com o nosso melhor concurso, assim na Terra como nos Céus.

            (Psicografia do médium Francisco C. Xavier, extraída da obra “A LUZ DA ORAÇÃO”, Ed. Clarim.)

                        Fonte: Revista Informação. – Nº. 61. – Dezembro de 1981.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. PRECE UNIFICAÇÃO.


                       PRECE UNIFICAÇÃO.

                Senhor Jesus!
               Abençoa os operários da tua obra, na diligência da Boa Nova!
            Não é esta a primeira vez que nos reunimos para prometer-te fidelidade e logo abandonar a tarefa...
            Não é este o primeiro encontro contigo, no qual te juramos fidelidade para, de imediato, desertar...
            Não constitui experiência nova este momento de nossas almas, quando nos dispomos à edificação do teu reino no coração, a fim de, imediatamente cair no abismo do eu, longe do compromisso contigo.
            De início, o fascínio da tua voz penetrou-nos o espírito e a dimensão da tua rota concitou-nos ao abandono de tudo, a fim de segui-la; porém, despertamos no parasitismo e na ilusão em que nos comprazemos.
            Depois, arbitrariamente, introduzimos os nossos no Estatuto da Lei e corrompemos a excelsitude dos teus ensinos, acordando na inutilidade, que nos atirou ao abismo, e, para reiniciarmos a luta, eis-nos no chavascal dos equívocos despropositados...
            Posteriormente, sentido a necessidade de estabelecer normas personalistas, olvidamos a diretriz do amor e nos enclausuramos na egolatria, construindo o cárcere de sombra e desdita em que nos emparedamos demoradamente.
            Com os teus embaixadores, ao lado de Lutero ou de Francisco de Assis, de Teresa D’Ávila ou de João Huss, de Joana D’Arc ou de Bousset, de Allan Kardec ou das Vozes do Céus”, assumimos compromisso inadiável, para logo arrebentarmos os liames de ligação com a verdade e enlouquecermos dominados pela insânia, sob a constrição das manifestações espirituais...
            Agora, Jesus, reencontramo-nos contigo e nos acenas o momento divino da reparação, com a qual nos comprometemos outra vez, na aduana das realizações novas, para o desiderato a que nos convocas.
            Ajuda-nos, na fragilidade em que nos debatemos.
Segura-nos, na insipiência em que nos demoramos.
            Dá-nos as tuas mãos para que as nossas débeis e trêmulas mãos possam operar incessantemente no bem, até o instante da nossa libertação total.
            Não mais desejamos repetir enganos. Agora, clarificados pelo Evangelho restaurado, é do nosso empenho espazir, pelo exemplo da união, a luz da era melhor do Espírito imortal.
            Unir é identificar, interpenetrando sentimentos e convicções, na pauta comum dos interesses gerais; mas unir contigo é agregar-se, permitindo-se penetrar, a fim de que o teu ideal da Humanidade do amanhã.
            Ante a Unificação dos labores que nos congregam, nas linhas do Espiritismo, nós te pedimos que nos dês consciência para agir, discernimento para compreender e nobreza para perseverar, haja o que haja, porquanto, em ti haurimos o exemplo máximo da dedicação, até o sacrifício da vida por amor a todas as vidas, em nome da Vida Abundante de todos nós.
            Abençoa, pois, Senhor e Guia Divino, os teus trabalhadores desencarnados e encarnados no começo da obra de restauração da Verdade na Terra, ora reafirmada neste documento de amor, que leva o sinete da tua misericordiosa presença.

                                                                                              JOSÉ PETITINGA.

            (Página psicofônica recebida pelo médium Divaldo P. Franco, na sede da União Espírita Baiana, na manhã de 11/02/73, quando da fundação da Federação Espírita do Estado da Bahia, em Salvador, Bahia.)

Fonte: O REFORMADOR. – No. 2. Fevereiro de 1974.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- PRECES ESPIRITAS. - A PRECE. - LÉON DENIS.






            “É através da oração, a Bênção Divina te fará perceber onde guardas também contigo a brecha triste do lado fraco.“
                                                                                                          EMMANUEL

                                                           A PRECE

            A Prece deve ser uma expansão íntima da alma para com Deus, um colóquio solitário, uma meditação sempre útil, muitas vezes fecunda. É, por excelência, o refúgio dos aflitos, dos corações magoados.
            Nas horas de acabrunhamento, de pesar íntimo e de desespero, quem não achou na prece à calma, o reconforto e o alivio de seus males? Um diálogo misterioso se estabelece entre alma sofredora e potência evocada. A alma expõe suas angústias, seus desânimos: implora socorro, apoio, indulgência, uma voz secreta responde; é a voz d’Áquele donde dimana toda a força para as lutas deste mundo, todo o bálsamo para as nossas feridas, toda a luz para as nossas incertezas. E essa voz consola, reanima, persuade; traz-nos a coragem, a submissão, a resignação estóica. E então nos erguemos menos tristes, menos atormentados; um raio de sol divino luziu em nossa alma, fez despontar nela a esperança.
            Há homens que desdenham a prece, que a acham banal e ridícula. Esses jamais oraram, ou talvez nunca tenham sabido orar. Ah! sem dúvida, se só se trata de padre-nossos proferidos sem convicção, de responsos tão vãos quanto intermináveis, de todas essas orações classificadas e numeradas, que os lábios balbuciam, mas nas quais o coração não toma parte, pode-se compreender tais críticas; porém nisso não consiste a prece. A prece é uma elevação acima de todas as coisas terrestre, um ardente apelo às potências superiores, um impulso, um vôo para as regiões que não são perturbadas pelos murmúrios, pelas agitações do mundo material e onde o ser bebe as inspirações que lhe são necessárias. Quanto maior for o seu alcance, tanto mais sincero é seu apelo, tanto mais distintas e esclarecidas se revelam as harmonias, as vozes, as belezas dos mundos superiores. É como uma janela que se abre para o Invisível, para o Infinito, e pela qual ela percebe mil impressões consoladoras e sublimes. Impregna-se, embriaga-se e retempera-se nessas impressões, como num bando fluídico e regenerador.
            Nos colóquios da alma com a Potência suprema a linguagem não deve ser preparada ou organizada com antecedência; sobretudo não deve ser fórmula, cujo tamanho é proporcional ao seu importe monetário, pois isso seriam uma profanação e quase um sacrilégio. A linguagem da prece deve variar, segundo as necessidades, segundo o estado do espírito humano. É um grito, um lamento, uma efusão, um cântico de amor, um manifesto de adoração, ou um exame de seus atos, um inventário moral que se faz sob a vista de Deus, ou ainda um simples pensamento, uma lembrança, um olhar erguido para o céu.
            Não há horas para prece. Sem dúvida, é conveniente elevar-se o coração a Deus no começo e no fim do dia. Mas, se vos sentirdes indispostos, não ore; é melhor não fazer nenhuma prece do que orar somente pelos lábios.
            Em compensação, quando sentirdes vossa alma enternecida, agitada por um sentimento profundo, pelo espetáculo do infinito, deveis fazer a prece, mesmo que seja à beira dos oceanos, sob a claridade do dia, ou debaixo da cúpula brilhante das noites; no meio dos campos e dos bosques sombreados, no silêncio das florestas, pouco importa; é grande e boa toda causa que, produzindo lágrimas em nossos olhos ou dobrando os nossos joelhos, faz também irromper do nosso coração um hino de amor, um brado de admiração para com a Potência eterna que guia os nossos passos por entre os abismos.
            Seria um erro julgar que tudo podemos obter pela prece, que sua eficácia é assaz grande para desviar as provações inerentes à vida. A lei de imutável justiça não se curva aos nossos caprichos. Os males que desejaríamos afastar de nós são muitas vezes a condição necessária do nosso progresso. Se fossem suprimidos, o efeito disso seria tornar estéril a nossa vida. De outro modo, como poderia Deus atender a todos os desejos que os homens exprimem nas suas preces? À maior parte destes seria incapaz de discernir o que convém, o que é proveitoso. Alguns pedem a fortuna, ignorando que esta, dando um vasto campo para as suas paixões, seria uma desgraça para eles.
            Na prece que diariamente dirige ao Eterno, o sábio não pede que o seu destino seja feliz; não deseja qual a dor, as decepções, os reveses lhe sejam afastados. Não! o que ele implora é o conhecimento da lei para poder melhor cumpri-la; o que ele solicita é o auxílio do Altíssimo, o socorro dos Espíritos benévolos, a fim de suportar dignamente os maus dias. E os bons Espíritos respondem ao seu apelo. Não procuram desviar o curso da justiça ou entravar a execução dos decretos divinos. Sensíveis aos sofrimentos humanos, que conheceram e suportaram, eles trazem a seus irmãos da Terra a inspiração que os sustém contra as influências materiais; favorecem esses nobres e salutares pensamentos, esses impulsos do coração que, levando-os para altas regiões, os libertam das tentações e das armadilhas da carne. A prece do sábio, feita com recolhimento profundo, isolada de toda a preocupação egoísta, desperta essa intuição do dever, esse superior sentimento do verdadeiro, do bem e do justo, que o guiam através das dificuldades da existência e o mantém em comunicação íntima com a grande harmonia universal.
            Mas, a potência soberana não só representa a justiça; é também a bondade, imensa, infinita e caritativa. Ora, por que não obteríamos por nossas preces tudo o que a bondade pode conciliar com a justiça? Podemos pedir apoio e socorro nas ocasiões da angústia, mas somente Deus pode saber o que é mais conveniente para nós e, na falta daquilo que lhe pedimos, nos enviara proteção fluídica e resignação.
            Logo que uma pedra fende as águas, vêem-se as superfícies destas vibrar em ondulações concêntricas. Assim também o fluído universal vibra pelas nossas preces e pelos nossos pensamentos, com a diferença de que a vibração das águas é limitada, enquanto que a do fluído universal se sucede ao infinito. Todos os seres, todos os mundos estão banhados nesse elemento, assim como nós o estamos na atmosfera terrestre. Dai resulta que o nosso pensamento, quando é atuado por grande força de impulsão, por sua vontade perseverante, vai impressionar as almas a distâncias incalculáveis. Uma corrente fluídica se estabelece entre umas as outras e permite que os Espíritos elevados nos influenciem e respondam aos nossos chamados, mesmo que estejam nas profundezas do espaço.
            Também sucede o mesmo com todas as almas sofredoras. A prece opera nelas qual magnetização à distância. Penetra através dos fluidos espessos e sombrios que envolvem os espíritos infelizes; atenua suas magoas e tristezas. É a flecha luminosa, a flecha de ouro rasgando as trevas. É a vibração harmônica que dilata e rejubila a alma oprimida. Quanta consolação para esses Espíritos ao sentirem que não estão abandonados, quando vêem seres humanos se interessando ainda por sua sorte! Sons, alternativamente poderosos e ternos, se elevam como um cântico na extensão e repercutem com tanto maior intensidade quanto mais amorosa for à alma donde emanam. Chegam até eles, comovem-nos e penetram profundamente. Essa voz longínqua e amiga lhes dá a paz, a esperança e a coragem. Se pudéssemos avaliar o efeito produzido por uma prece ardente, por uma vontade generosa e enérgica sobre os desgraçados, os nossos votos seriam muitas vezes a favor dos deserdados, dos abandonados do espaço, desses em quem ninguém pensa e que estão mergulhados em sombrio desânimo.
            Orar pelos Espíritos infelizes, orar com compaixão, com amor, é uma das formas mais eficazes de caridade. Todos podem exercê-las, todos podem facilitar o desprendimento das almas, abreviarem o tempo de perturbação por que eles passam depois da morte, atuando por um impulso caloroso do pensamento, por uma lembrança benévola e afetuosa. A prece facilita a desagregação corporal, ajuda o Espírito a libertar-se dos fluídos grosseiros que o ligam à matéria. Sob a influência das ondulações magnéticas projetadas por uma vontade poderosa, o torpor cessa, o Espírito se reconhece e se assenhoreia a si próprio.
            A prece por outrem, pelos nossos parentes, pelos infortunados e enfermos, quando feita com sentimentos sinceros e fé ardente, pode também produzir efeitos salutares. mesmo quando as leis do destino lhes são um obstáculo, quando a provação deve ser cumprida até o fim, a prece não é inútil. Os fluídos benéficos que traz em si acumulam para, no momento da morte, recair sobre o perispírito do ser amado.
            “Reuni-vos para orar”, disse o apóstolo Paulo. A prece feita em comum é um feixe de vontades, de pensamentos, raios, harmonias e perfumes, que se dirige mais poderosamente ao seu alvo. Pode adquirir uma força irresistível, uma força capaz de agitar, de abalar as massas fluídicas. Que alavanca poderosa para a alma entusiasta, que dá ao seu impulso tudo quanto há de grandioso, de puro e de elevado em si! Nesse estado, seus pensamentos irrompem como corrente impetuosos, de abundantes e potentes eflúvios. Tem-se visto, algumas vezes, a alma em prece, desprender-se do corpo e inebriada pelo êxtase, seguir o pensamento fervoroso que se projetou como seu precursor sobre o infinito. O homem traz em si um motor, incomparável, de que apenas sabe tirar medíocre proveito. Entretanto, para fazê-lo agir bastam duas coisas: a fé e a vontade.
            Considerada sob tais aspectos, a prece perde todo o caráter místico. O seu alvo não é mais a obtenção de uma graça, de um favor, mas sim a elevação da alma e as relações desta com as potências superiores, fluídicas e morais. A prece é o pensamento inclinado para o bem, são o fio luminoso que liga os mundos obscuros aos mundos divinos, os Espíritos encarnados às almas livres e radiantes. Desdenhá-la seria desprezar a única força que nos arranca ao conflito das paixões e dos interesses, que nos transporta acima das coisas transitórias e nos une ao que é fixo permanente e imutável no Universo.
            Em vez de repelirmos a prece, por causa dos abusos ridículos e odiosos de que foi objeto, não será melhor nos utilizarmos dela com critério e medida? É com recolhimento e sinceridade, é com sentimento que se deve orar. Evitemos as fórmulas banais usadas em certos meios. Nessas espécies de exercícios espirituais, apenas a nossa boca se move, pois a alma se conserva muda. No fim de cada dia, antes de nos entregarmos ao repouso, perscrutemos a nós mesmos, examinemos cuidadosamente as nossas ações. Saibamos condenar o que foi mau, a fim de o evitarmos, e louvemos o que melhor foi feito de bom e útil. Solicitemos a Sabedoria Suprema que nos ajude a realizar em nós e ao nosso redor a beleza moral e perfeita. Longe das coisas mundanas, elevemos os nossos pensamentos. Que nossa alma se eleve alegre e amorosa para o Eterno. Ela descerá então dessas alturas com tesouros de paciência e de coragem, que tornarão fácil o cumprimento dos seus deveres e da sua tarefa de aperfeiçoamento.
            E se, em nossa incapacidade para exprimir os sentimentos, é absolutamente necessário um texto, uma fórmula, digamos:
            “Meu Deus, vós que sois grandes, que sois tudo, deixai cair sobre mim, humilde, sobre mim que não existo senão pela vossa vontade, um raio de divina luz. Fazei que, penetrado do vosso amor, me seja fácil fazer o bem o que eu tenha aversão do mal; que animado pelo desejo de vos agradar, meu espírito vença os obstáculos que se opõem à vitória da verdade sobre o erro da fraternidade sobre o egoísmo; fazei que, em cada companheiro de provações, eu veja um irmão, assim como vedes um filho em cada um dos seres que de vós emanam e para vós devem voltar. Dai-me o amor do trabalho, que é o dever de todos sobre a Terra, e, com auxilio do archote que colocaste ao meu alcance, esclarecei-me sobre as imperfeições que retardam meu adiantamento nesta vida e na vindoura.“
            Unamos nossas vozes às do infinito. Tudo ora, tudo celebra a alegria de viver, desde o átomo que se agita na Lua até o Astro imenso que flutua no éter. A adoração dos seres forma um concerto prodigioso que se expande no espaço e sobe a Deus. É a saudação dos filhos ao Pai, é a homenagem prestada pelas criaturas ao Criador. Interrogai a Natureza no esplendor dos dias de sol, na calma das noites estreladas. Escutem as grandes vozes dos oceanos, os murmúrios que se elevam no seio dos desertos e da profundeza dos bosques, os acentos misteriosos que desprendem da folhagem repercutem nos desfiladeiros solitários, sobem as planícies, os vales, franqueiam as alturas e espalham-se pelo Universo. Por toda parte, em todos os lugares, considerando, ouvireis o cântico admirável que a Terra dirige à grande Alma. Mais solene ainda é a prece dos mundos, o canto suave e profundo que faz vibrar a imensidade e cuja significação sublime somente os Espíritos elevados podem compreender.

Fonte:“Depois da Morte - Leon Denis- FEB. (6)

                                   RHEDAM..(mzgcar@gmail.com)

sábado, 5 de janeiro de 2019

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - A PRECE. JOÃO DE DEUS. (CHICO XAVIER.)


                                   A PRECE

O Senhor da Verdade e da Clemência
Concedeu-nos a fonte cristalina
Da prece, água do amor, pura e divina,
Que suaviza os rigores da existência.

Toda oração é a doce quinta-essência
Da esperança ditosa e peregrina,
Filha da crença que nos ilumina
Os mais tristes refolhos da consciência.

Feliz o coração que espera e ora,
Sabendo contemplar a eterna aurora
Do Além, pela oração profunda e imensa.

Enquanto o mundo anseia, estranho e aflito,
A prece alcança as bênçãos do Infinito,
Nos caminhos translúcidos da Crença.

João de Deus

NASCIDO em São Bartolomeu de Messines, Portugal, em 1830, e desencarnado em 1896, afirmou-se um dos maiores líricos da língua portuguesa. É tão bem conhecido no Brasil quanto em seu belo país. Nestas poesias palpita, de modo inconfundível, a suavidade e o ritmo da sua lira.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - AUTORES DIVERSOS. - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE II. - MÍNIMUS. (A. WANTUIL DE FREITAS.)


                                PRECE – II.

                                             Mínimus (A. Wantuil de Freitas)

                        Minha vida, Senhor, é toda sofrimento
                        Desde quando te vi, no Cedron da Judéia.
                        Muitas vidas já tive aqui na Terra, um cento
                        Talvez, e longe estou da verdadeira aléia.

                        Cada Vez que aqui volto, eu trago um desejo só:
                        Transformar o meu “ego” e seguir-te as pegadas.
                        E ao voltar para o Espaço, eu tristemente vejo
                        Tantas leis, meu Jesus, que deixei desprezadas.

                        E se não fora a luz, que me vai melhorando,
                        Essa dor que aconselha, e me fala, e me inspira,
                        Certamente outro crime, e talvez mais nefando,

                        Retardasse o teu Malco e lhe partisse a lira,
                        Onde canto essa dor que me vem ajudando
                        A seguir para a frente, a te ter como mira!

                        (Extraído do livro ”Os Milagres de Jesus”, pág. 6, 2ª. FEB. 1952.)

                        Fonte: “O REFORMADOR” – No. 1745. – Agosto de 1974. –edição FEB. – Rio de Janeiro, RJ.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 15 de dezembro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE I. MÍNIMUS.- (A. WANTUIL DE FREITAS.)



                                    PRECE – I.

                                          Mínimus (A. Wantuil de Freitas)

                        Eu sou, amado Mestre, aquele Malco forte,
                        Que fraco se tornara ao verte frente a frente,
                        Minha orelha atingida, em bem profundo corte!

                        O sangue borbotante e que estancastes, ó Cristo,
                        Iluminou-me o ser e deu-me esse desejo
                        De te servir na Terra, onde não foste visto
                        Na glória divinal que neste instante vejo!

                        Eu quero reparar o meu passado triste,
                        Sofrer pelo meu crime e por amor aos meus,
                        Sentindo o mal que fiz e a dor que em mim persiste.

                        Que teu perdão alcance os pobres corifeus,
                        Os soldados e os reis e todos que aqui viste,
                        Para que sigam, hoje, as pregações dos teus!

                        (Extraído do livro ”Os Milagres de Jesus”, pág. 5, 2ª. FEB. 1952.)

            Fonte: “O REFORMADOR” – No. 1744. – Julho de 1974. –edição FEB. – Rio de Janeiro, RJ.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE POR TRABALHO. - BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)


          PRECE POR TRABALHO.

            Senhor!
            Auxilia-nos a servir para que aprendamos a amar segundo nos ensinaste.

            Senhor!
            Nas horas tranqüilas, induze-nos a trabalhar, aproveitando os tesouros do tempo, e nas horas de crise, conserva-nos em mais trabalho a fim de não perde-los.

            Senhor!
            Se errarmos, faze-nos trabalhar na própria corrigenda e, sempre que acertarmos no dever a cumprir, acrescenta-nos o trabalho para sermos mais úteis.

            Senhor!
            Ajuda-nos a compreender que o trabalho afasta a necessidade, imunizando-nos contra o mal, e auxilia-nos a lembrar que unicamente aqueles que aprendem a servir é que conseguem vencer.

                                                           Bezerra de Menezes. (Chico Xavier)

Mensagem recebida pelo médium Chico Xavier, em 28-09-1978, no Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo, em Peirópolis - MG, consta no livro “Marcas do Caminho“, edição IDEAL.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE (CASA ESPÍRITA.) - EMMANUEL.(CHICO XAVIER.)


                            PRECE (CASA ESPÍRITA.)

            Senhor:
            Esta é uma das casas que nos deste à oração para que a tua bênção nos clareie o caminho.
            Ensina-nos a construir dentro dela o lar de nossos corações, em cuja doce intimidade aprendamos de ti a bondade e a renúncia, o devotamento  e a compaixão.
            Que dela faças um lugar consagrado a teu serviço onde estejamos contigo, de alma descerrada aos sofrimentos e necessidades do próximo, a fim de que nossos irmãos de humanidade aqui te encontrem a Celeste Presença.
            Ajuda-nos a exaltá-la, através do respeito à nossa própria consciência para que ela seja dignificada na regeneração dos outros.
            Discípulos do Espiritismo que te restauram na Terra a Doutrina da Luz, faze-nos compreender que o Centro Espírita é um templo de trabalho educativo e de solidariedade humana, onde a honra do teu nome está empenhada em nossas mãos.
            Induze-nos à concórdia e à simplicidade, para que a separação e o orgulho não nos arrojem às trevas.
            Desperta-nos o sentimento e o raciocínio em tuas lições, para que tenhamos o coração e o cérebro sintonizados no verdadeiro bem, escalando os degraus da caridade e da cultura no rumo da Sabedoria e do Amor que nos aguardam na imortalidade vitoriosa.
            Senhor, não desconhecemos que os nossos próprios enganos podem obscurecer-nos o entendimento, imobilizando-nos os passos nos labirintos da sombra.
            Auxiliá-nos, assim, a cultivar o caráter acima da convicção e o exemplo acima das palavras.
            Mergulha as raízes da nossa existência nas águas da tua misiricórdia, para que a fraternidade frutifique em nossos dias e inspira-nos a humildade para que não vivamos distraídos na ilusão.
            Concede-nos a alegria incessante do serviço, a fim de que sejamos agradecidos ao suor e às lagrimas dos companheiros que lutaram e sofreram, antes de nós, para que este santuário se erga em teu nome e compadece-te de nossas mãos no arado de nossos deveres, para que sejamos fiéis à tua confiança, hoje e sempre.

                                   Assim Seja.
  
                                                                       Emmanuel

                                               ( Psicografada por Francisco Candido Xavier) (1º)

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO. - PRECE UNIFICAÇÃO. - JOSÉ PETITINGA. (DIVALDO PEREIRA FRANCO).


            PRECE UNIFICAÇÃO.

            Senhor Jesus!
            Abençoa os operários da tua obra, na diligência da Boa Nova!
            Não é esta a primeira vez que nos reunimos para prometer-te fidelidade e logo abandonar a tarefa...
            Não é este o primeiro encontro contigo, no qual te juramos fidelidade para, de imediato, desertar...
            Não constitui experiência nova este momento de nossas almas, quando nos dispomos à edificação do teu reino no coração, a fim de, imediatamente cair no abismo do eu, longe do compromisso contigo.
            De início, o fascínio da tua voz penetrou-nos o espírito e a dimensão da tua rota concitou-nos ao abandono de tudo, a fim de segui-la; porém, despertamos no parasitismo e na ilusão em que nos comprazemos.
            Depois, arbitrariamente, introduzimos os nossos no Estatuto da Lei e corrompemos a excelsitude dos teus ensinos, acordando na inutilidade, que nos atirou ao abismo, e, para reiniciarmos a luta, eis-nos no chavascal dos equívocos despropositados...
            Posteriormente, sentido a necessidade de estabelecer normas personalistas, olvidamos a diretriz do amor e nos enclausuramos na egolatria, construindo o cárcere de sombra e desdita em que nos emparedamos demoradamente.
            Com os teus embaixadores, ao lado de Lutero ou de Francisco de Assis, de Teresa D’Ávila ou de João Huss, de Joana D’Arc ou de Bousset, de Allan Kardec ou das Vozes do Céus”, assumimos compromisso inadiável, para logo arrebentarmos os liames de ligação com a verdade e enlouquecermos dominados pela insânia, sob a constrição das manifestações espirituais...
            Agora, Jesus, reencontramo-nos contigo e nos acenas o momento divino da reparação, com a qual nos comprometemos outra vez, na aduana das realizações novas, para o desiderato a que nos convocas.
            Ajuda-nos, na fragilidade em que nos debatemos.
Segura-nos, na insipiência em que nos demoramos.
            Dá-nos as tuas mãos para que as nossas débeis e trêmulas mãos possam operar incessantemente no bem, até o instante da nossa libertação total.
            Não mais desejamos repetir enganos. Agora, clarificados pelo Evangelho restaurado, é do nosso empenho espazir, pelo exemplo da união, a luz da era melhor do Espírito imortal.
            Unir é identificar, interpenetrando sentimentos e convicções, na pauta comum dos interesses gerais; mas unir contigo é agregar-se, permitindo-se penetrar, a fim de que o teu ideal da Humanidade do amanhã.
            Ante a Unificação dos labores que nos congregam, nas linhas do Espiritismo, nós te pedimos que nos dês consciência para agir, discernimento para compreender e nobreza para perseverar, haja o que haja, porquanto, em ti haurimos o exemplo máximo da dedicação, até o sacrifício da vida por amor a todas as vidas, em nome da Vida Abundante de todos nós.
            Abençoa, pois, Senhor e Guia Divino, os teus trabalhadores desencarnados e encarnados no começo da obra de restauração da Verdade na Terra, ora reafirmada neste documento de amor, que leva o sinete da tua misericordiosa presença.

                                                                                              JOSÉ PETITINGA.

            (Página psicofônica recebida pelo médium Divaldo P. Franco, na sede da União Espírita Baiana, na manhã de 11/02/73, quando da fundação da Federação Espírita do Estado da Bahia, em Salvador, Bahia.)

Fonte: O REFORMADOR. – No. 2. Fevereiro de 1974.

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE EM DESOBSESSÃO.. - ALBINO TEIXEIRA. (CHICO XAVIER.)


      PRECE EM DESOBSESSÃO.

             Deus de Infinita bondade!

            Na supressão dos conflitos, em que nos inimizamos uns com os outros, induze-nos a ver, na condição de perseguidos, se não temos sido perseguidores. Em colhendo aflições e lágrimas, faze-nos observar se não temos semeado lágrimas e aflições nas estradas alheias.
            Ajuda-nos a receber ofensas por medicação que nos cure as enfermidades do espírito e a acolher em nossos adversários instrumentos da vida que nos experimentam a capacidade de compreender e servir, conforme os preceitos que Jesus exemplificou.
            Não nos deixe, oh! Pai de Misericórdia, identificar nos companheiros menos felizes que nos imponham problemas senão irmãos com quem necessitamos recompor o próprio caminho, em bases de fraternidade e de paz.
            Auxilia-nos a verificar que todo processo de obsessão é compartilhado pela vítima e pelo agressor, leva-nos a reconhecer que ùnicamente com a luz do bem é que dissiparemos a sombra do mal, e ensina-nos oh! Deus de Infinita sabedoria, que o amor, - e só o amor, - é a tua vontade para todas as criaturas, em toda parte e para sempre.

            Assim seja.
                                                          
                                                                       ALBINO TEIXEIRA.

            Fonte: Livro “PAZ E RENOVAÇÃO”, - autores Espíritos Diversos, - Psicografia Francisco Cândido Xavier, - 3 ª. edição, - Editora CEC, UBERABA, MG. – 1972.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE DO MÉDICO. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)


                PRECE DO MÉDICO.

            SENHOR!

            Clamo a Vós neste momento, para reiniciar mais um dia da minha labuta diária em beneficio de tantos que sofrem as doenças da alma exteriorizada no corpo físico.
            Que neste dia eu possa imunizá-los contra o ódio de outros ou de si mesmo, mostrando através do exemplo que exteriorizamos o que sentimos.
            Para aqueles que se encontram desesperados, temerosos dos acontecimentos, permita mostrar-lhes que existe algo e alguém Superior a nós, que em tudo pode fazer, e nos cabe aceitar essas decisões.
            Dá coragem para aceitar-me como sou, muitas vezes impotente diante de dores e desagravos físicos e mentais.
            Se me permitires rogar a Ti, oferece-me através da intuição palavras de conforto, de bom ânimo, de esperança e acima de tudo o despertar dessas consciências enclausuradas nas suas magoas e dissabores que causaram no passado, que são remoídas no dia a dia.

            SENHOR!
            Que tantos quantos que se aproximarem de mim, enxerguem-me como um homem simples como eles. Se for da Tua vontade estimula em mim a humildade dos atos, do silêncio, quando for atacado por palavras ácidas, pois, estou diante de um enfermo dos sentimentos.
            Permita-me “SENHOR” fazer o melhor diagnóstico com muito amor, sempre elevando o meu pensamento a Ti, pois, tudo me será permitido realizar para beneficiar a saúde do necessitado, mas, devo estar consciente que não posso derrogar a Vossa Divina e Soberana Lei.
            Mesmo nos casos que a ciência nada mais tenha a fazer, desde o inicio do tratamento do caso em questão, quando coloquei-lhe em Suas mãos, que eu continue esperançoso de que se os resultados não vierem a favorecer o corpo, possa pelo menos  beneficiar a alma do paciente.
            Que em momento algum eu exponha o orgulho diante do enfermo, muito menos a vaidade dos casos de tratamentos positivos conseguidos, mas, que possa deixá-lo em alerta que a mudança do seu modo de vida, através do reto pensar e agir, fará perdurar a sua saúde.
            Se algum dia eu cometer algum desengano, que possa me redimir diante dele e de Ti implorando a Vossa compreensão e ser merecedor do seu perdão.
            Mas, dai-me a oportunidade de evitar ao máximo de errar, e de saber dizer não quando não souber, e suplicar por atenção e socorro de colegas mais experientes que eu, quando se fizer necessário.
            Peço-Lhe que ampare-me a mim e a todos os meus colegas, intuído e inspirando-nos em todos os sentidos, e, que a “Ciência Médica” a “Ciência de Deus”, atue em beneficio dos homens e que possa evoluir sempre mais, para que possamos atender a todos diminuído sofrimentos e aumentando a permanência deles no Planeta Terra para que cumpram as suas provas e expiem as suas dores.
            Tenho muito que rogar, mas nesse momento, rogo a humildade em Lhe agradecer.

                            QUE ASSIM SEJA.

                                                                       Dr. HUMBERTO.

                   (Mensagem recebida em Piracicaba, 14 de Junho, 2011 as 09.12 horas. Pela Mediunidade Intuitiva do Dr. Carlos.)

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE DO ENTENDIMENTO.- MEIMEI. (CHICO XAVIER.)


    PRECE DO ENTENDIMENTO.

                     Agradeço as bênçãos que me deste, sem que eu soubesse compreendê-las.
            Roguei-te paz e me enviaste as tribulações que me tumultuaram o recanto de ação, compelindo-me a lutar, por dentro de mim, para asserenar aqueles que me cercam e somente após reconhecê-los tranqüilos é que notei a paz de todos eles, habituando-me o coração.
            Supliquei-te defesa e determinaste que forças contrárias ao meu reconforto me atingissem o espírito e o ambiente em que me encontro, obrigando-me a longo esforço para criar refúgio e apoio para quantos me confiaste ao amor e, apenas depois de observá-los felizes, é que reconheci comigo a alegria de todos eles em forma de segurança.
            Obrigado, Senhor, porque não me doaste aquilo de que eu precisava, segundo as minhas requisições e sim de acordo com as minhas necessidades.
            E agradeço, ainda, porque me mostraste, sem palavras a significação do ensino que transmitiste ao teu apóstolo da humildade:
            - “É dando que se recebe”.

                                                                                  MEIMEI. (Chico Xavier).

Fonte: Livro “Deus Aguarda” - MEIMEI - F. C. Xavier - 1. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo. SP - 1980.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)