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segunda-feira, 20 de maio de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIV. - HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE. - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.- A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOES DE FAMÍLIA. - ITEM N º. 9. - ALLAN KARDEC


 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                  CAPÍTULO XIV.

  HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE.

                 Instruções dos Espíritos

A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.

 9. A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos, mas a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.
Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no Espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentre eles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas consequências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas. Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.
Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à ideia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, quiçá, os haveres, a honra, a família. Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários.
Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes deem forças, no momento mais decisivo da prova.
Por fim, após anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na família daquele a quem detestou, e pede aos Espíritos incumbidos de transmitir as ordens superiores permissão para ir preencher na Terra os destinos daquele corpo que acaba de formar-se.
Qual será o seu procedimento na família escolhida? Dependerá da sua maior ou menor persistência nas boas resoluções que tomou. O incessante contato com seres a quem odiou constitui prova terrível, sob a qual não raro sucumbe, se não tem ainda bastante forte a vontade. Assim, conforme prevaleça ou não a resolução boa, ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver. É como se explicam esses ódios, essas repulsões instintivas que se notam da parte de certas crianças e que parecem injustificáveis. Nada, com efeito, naquela existência há podido provocar semelhante antipatia; para se lhe apreender a causa, necessário se torna volver o olhar ao passado.
Ó espíritas! Compreendei agora o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do Espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro. Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse ditoso. Então, vós mesmos, assediados de remorsos, pedireis vos seja concedido reparar a vossa falta; solicitareis, para vós e para ele, outra encarnação em que o cerqueis de melhores cuidados e em que ele, cheio de reconhecimento, vos retribuirá com o seu amor.
Não escorraceis, pois, a criancinha que repele sua mãe, nem a que vos paga com a ingratidão; não foi o acaso que a fez assim e que vo-la deu.
Imperfeita intuição do passado se revela, do qual podeis deduzir que um ou outro já odiou muito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio
para perdoar ou para expiar. Mães! Abraçai o filho que vos dá desgostos edizei com vós mesmas: Um de nós dois é culpado. Fazei-vos merecedoras dos gozos divinos que Deus conjugou à maternidade, ensinando aos vossos filhos que eles estão na Terra para se aperfeiçoar, amar e bendizer. Mas, oh! muitas dentre vós, em vez de eliminar por meio da educação os maus princípios inatos de existências anteriores, entretêm e desenvolvem esses princípios, por uma culposa fraqueza, ou por descuido, e, mais tarde, o vosso coração, ulcerado pela ingratidão dos vossos filhos, será para vós, já nesta vida, um começo de expiação.
A tarefa não é tão difícil quanto vos possa parecer. Não exige o saber do mundo. Podem desempenhá-la assim o ignorante como o sábio, e o Espiritismo lhe facilita o desempenho, dando a conhecer a causa das imperfeições da alma humana.
Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se. Todos os males se originam do egoísmo e do orgulho. Espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores do gérmen de tais vícios e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas. Façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore. Se deixar se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não se espantem de serem mais tarde pagos com a ingratidão. Quando os pais hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de seus filhos, se não alcançam êxito, não têm de que se inculpar a si mesmos e podem conservar tranquila a consciência. À amargura muito natural que então lhes advém da improdutividade de seus esforços, Deus reserva grande e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor. (Cap. XIII, item 19.)
Deus não dá prova superior às forças daquele que a pede; só permite as que podem ser cumpridas. Se tal não sucede, não é que falte possibilidade: falta a vontade. Com efeito, quantos há que, em vez de resistirem aos maus pendores, se comprazem neles. A esses ficam reservados o pranto e os gemidos em existências posteriores. Admirai, no entanto, a bondade de Deus, que nunca fecha a porta ao arrependimento. Vem um dia em que ao culpado, cansado de sofrer, com o orgulho afinal abatido, Deus abre os braços para receber o filho pródigo que se lhe lança aos pés. A  provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus. É um momento supremo, no qual, sobretudo, cumpre ao Espírito não falir murmurando, se não quiser perder o fruto de tais provas e ter de recomeçar. Em vez de vos queixardes, agradecei a Deus o ensejo que vos proporciona de vencerdes, a fim de vos deferir o prêmio da vitória. Então, saindo do turbilhão do mundo terrestre, quando entrardes no mundo dos Espíritos, sereis aí aclamados como o soldado que sai triunfante da refrega.
De todas as provas, as mais duras são as que afetam o coração. Um, que suporta com coragem a miséria e as privações materiais, sucumbe ao peso das amarguras domésticas, pungido da ingratidão dos seus. Oh! Que pungente angústia essa! Mas, em tais circunstâncias, que mais pode, eficazmente, restabelecer a coragem moral do que o conhecimento das causas do mal e a certeza de que, se bem haja prolongados despedaçamentos da alma, não há desesperos eternos, porque não é possível seja da vontade de Deus que a sua criatura sofra indefinidamente? Que de mais reconfortante, de mais animador do que a ideia que de cada um dos seus esforços é que depende abreviar o sofrimento, mediante a destruição, em si, das causas do mal? Para isso, porém, preciso se faz que o homem não retenha na Terra o olhar e só veja uma existência; que se eleve, a pairar no infinito do passado e do futuro. Então, a Justiça infinita de Deus se vos patenteia, e esperais com paciência, porque explicável se vos torna o que na Terra vos parecia verdadeiras monstruosidades. As feridas que aí se vos abrem, passais a considerá-las simples arranhaduras. Nesse golpe de vista lançado sobre o conjunto, os laços de família se vos apresentam sob seu aspecto real. Já não vedes, a ligar-lhes os membros, apenas os frágeis laços da matéria; vedes, sim, os laços duradouros do Espírito, que se perpetuam e consolidam com o depurarem-se, em vez de se quebrarem por efeito da reencarnação.
Formam famílias os Espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrenas, se buscam, para se gruparem, como o fazem no Espaço, originando-se daí as famílias unidas e homogêneas.
Se, nas suas peregrinações, acontece ficarem temporariamente separados, mais tarde tornam a encontrar-se, venturosos pelos novos progressos que realizaram. Mas como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que Espíritos menos adiantados encarnem entre eles, a fim de receberem conselhos e bons exemplos, a bem de seu progresso. Esses Espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles outros, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar.
Acolhei-os, portanto, como irmãos; auxiliai-os, e depois, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que, a seu turno, poderão salvar outros. – Santo Agostinho. (Paris, 1862.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 13 de março de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 266. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM I. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

 OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM I.

            “Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, tal como pensam algumas pessoas. Ao contrário, são fortalecidos e entrelaçados. O princípio oposto, sim, é que os destrói.” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 18)

            Como é consoladora a certeza do amor que une uma família e não se destrói com a morte do corpo!
            Os espíritos continuam unidos, mesmo separados momentaneamente pela diferenciação da matéria.
            A mãezinha que teve o filho ceifado pela morte terá a alegria de reencontrá-lo, mesmo antes de passar também pelo fenômeno da desencarnação.
            Por meio do pensamento, poderá sintonizar-se com ele e, no momento do sono, poderá desligar-se da matéria e visitá-lo num passeio sideral.
            Assim também acontece com a família espiritual, cujos membros nem todos estão reencarnados na Terra. A afinidade continua. Existe o mesmo carinho alimentado. Para o espírito, a encarnação representa uma viagem, que não podemos fazer ao mesmo tempo.
            Os que ficam na espiritualidade vela e oram por aqueles que partem, aguardando o regresso para desfrutar as alegrias conjuntas. Mas nem todos podem merecê-las, Existem os que retardam a possibilidade de se reunir no plano espiritual com os espíritos afins, pois, nos roteiros escolhidos de muitas dores e insucessos, comprometem-se mais e mais, assumindo responsabilidades e dívidas que necessitam ser reparadas. Sofrem e choram muito e quando descobre a existência de caminhos mais fáceis para prosseguir, adotam-nos, escolhendo a simplicidade e a humildade como norma de conduta.
            Os espíritos afins, familiares ou amigos, que permanecem aguardando, no plano espiritual, o momento feliz do reencontro de formas diversas estão auxiliando sempre os que aqui ficaram.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

- EVANGELHO NO LAR. PRINCIPAIS ASPECTOS DOS LAÇOS DE FAMÍLIA - MEIMEI. ( MILTES CARVALHO BONNA.)

               EVANGELHO NO LAR.

PRINCIPAIS ASPECTOS DOS LAÇOS DE FAMÍLIA

                PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “Com a pluralidade das existências, (...) existe a certeza de que as relações entre aqueles que se amaram não se interrompem (...)” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 23)

            Analisemos agora os laços de família dentro de quatro aspectos:
            Do materialismo: - o nada, depois da morte do corpo físico. Como poderão os laços de amor, carinho e amizade terminar com a morte? Por que então tanta luta na Terra: estudar, formar família e, depois, tudo acabar na laje fria do cemitério?

            Do panteísmo: - absorção no todo universal. Seria possível aceitar que aqueles a quem tanto amamos passem, após a morte, a integrar o todo universal, ou a atmosfera confundindo-se no espaço com elementos químicos, perdendo a sua individualidade?

            Da igreja – conservação da individualidade com fixação definitiva após a morte – inferno ou paraíso – de acordo com as ações praticadas.
            Será que uma mãezinha poderá aceitar a sua estada no Céu se o seu coração ainda estiver ligado ao filho ingrato que sofre sobre as trevas? E a justiça de Deus? Será o Seu castigo de forma severa, sem dar chances para o reerguimento? Lembramos as palavras de Jesus: “assim também não é vontade de nosso Pai, que está nos Céus, que um destes pequeninos se perca”. (Mateus, 18:14.) E do rebanho de Jesus fazem parte todos os espíritos do planeta Terra. 

            Do Espiritismo: - conservação da individualidade, com o progresso infinito.
            Nos quatro aspectos analisados, é esse, o da doutrina espírita, que mais fortalece os laços de família.
            Enche de esperança o coração que ama. A certeza da imortalidade do espírito – centelha divina – que, mesmo morto o corpo, continua ligado àqueles que lhe querem bem.
            Compreendemos, assim, que não há perigo de perdermos encarnações sucessivas, os liames de carinho e amizade dos espíritos afins.
            Com a pluralidade das existências, o grupo familiar retorna ligado entre si de diversas maneiras, sempre obedecendo aos laços de amizade que necessitam ser trabalhados para a libertação da inferioridade de cada um.
            Muitas vezes, o egoísmo que cega faz imaginar que o amor não possa ser expandido para uma parentela maior. Mas não se preocupem: não há perigo de se encontrar no plano espiritual, por exemplo, dez mães, ou dez esposas, disputando a posse dos filhos ou dos maridos. Existe um encadeamento perfeito no planejamento divino. O próprio indivíduo, ao defrontar com a maravilha da justiça de Deus, consegue analisar a perfeição do seu amor na organização da família. 

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - EVANGELHO NO LAR. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

               EVANGELHO NO LAR.

 OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM.

                PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

 Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, tal como pensam algumas pessoas. Ao contrário, são fortalecidos e entrelaçados. O princípio oposto, sim, é que os destrói.” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 18)

            Como é consoladora a certeza do amor que une uma família e não se destrói com a morte do corpo!
            Os espíritos continuam unidos, mesmo separados momentaneamente pela diferenciação da matéria.
            A mãezinha que teve o filho ceifado pela morte terá a alegria de reencontrá-lo, mesmo antes de passar também pelo fenômeno da desencarnação.
            Por meio do pensamento, poderá sintonizar-se com ele e, no momento do sono, poderá desligar-se da matéria e visitá-lo num passeio sideral.
            Assim também acontece com a família espiritual, cujos membros nem todos estão reencarnados na Terra. A afinidade continua. Existe o mesmo carinho alimentado. Para o espírito, a encarnação representa uma viagem, que não podemos fazer ao mesmo tempo.
            Os que ficam na espiritualidade vela e oram por aqueles que partem, aguardando o regresso para desfrutar as alegrias conjuntas. Mas nem todos podem merecê-las, Existem os que retardam a possibilidade de se reunir no plano espiritual com os espíritos afins, pois, nos roteiros escolhidos de muitas dores e insucessos, comprometem-se mais e mais, assumindo responsabilidades e dívidas que necessitam ser reparadas. Sofrem e choram muito e quando descobre a existência de caminhos mais fáceis para prosseguir, adotam-nos, escolhendo a simplicidade e a humildade como norma de conduta.
            Os espíritos afins, familiares ou amigos, que permanecem aguardando, no plano espiritual, o momento feliz do reencontro de formas diversas estão auxiliando sempre os que aqui ficaram.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

- EVANGELHO NO LAR. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

                          EVANGELHO NO LAR.
     
          OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM.

                          PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.
  Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “Com a pluralidade das existências, (...) existe a certeza de que as relações entre aqueles que se amaram não se interrompem (...)” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 23)

            Analisemos agora os laços de família dentro de quatro aspectos:
            Do materialismo: - o nada, depois da morte do corpo físico. Como poderão os laços de amor, carinho e amizade terminar com a morte? Por que então tanta luta na Terra: estudar, formar família e, depois, tudo acabar na laje fria do cemitério?

            Do panteísmo: - absorção no todo universal. Seria possível aceitar que aqueles a quem tanto amamos passem, após a morte, a integrar o todo universal, ou a atmosfera confundindo-se no espaço com elementos químicos, perdendo a sua individualidade?

            Da igreja – conservação da individualidade com fixação definitiva após a morte – inferno ou paraíso – de acordo com as ações praticadas.
            Será que uma mãezinha poderá aceitar a sua estada no Céu se o seu coração ainda estiver ligado ao filho ingrato que sofre sobre as trevas? E a justiça de Deus? Será o Seu castigo de forma severa, sem dar chances para o reerguimento? Lembramos as palavras de Jesus: “assim também não é vontade de nosso Pai, que está nos Céus, que um destes pequeninos se perca”. (Mateus, 18:14.) E do rebanho de Jesus fazem parte todos os espíritos do planeta Terra. 

            Do Espiritismo: - conservação da individualidade, com o progresso infinito.
            Nos quatro aspectos analisados, é esse, o da doutrina espírita, que mais fortalece os laços de família.
            Enche de esperança o coração que ama. A certeza da imortalidade do espírito – centelha divina – que, mesmo morto o corpo, continua ligado àqueles que lhe querem bem.
            Compreendemos, assim, que não há perigo de perdermos encarnações sucessivas, os liames de carinho e amizade dos espíritos afins.
            Com a pluralidade das existências, o grupo familiar retorna ligado entre si de diversas maneiras, sempre obedecendo aos laços de amizade que necessitam ser trabalhados para a libertação da inferioridade de cada um.
            Muitas vezes, o egoísmo que cega faz imaginar que o amor não possa ser expandido para uma parentela maior. Mas não se preocupem: não há perigo de se encontrar no plano espiritual, por exemplo, dez mães, ou dez esposas, disputando a posse dos filhos ou dos maridos. Existe um encadeamento perfeito no planejamento divino. O próprio indivíduo, ao defrontar com a maravilha da justiça de Deus, consegue analisar a perfeição do seu amor na organização da família.  

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.


                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

- EVANGELHO NO LAR. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.

                      EVANGELHO NO LAR.

          OS LAÇOS DE FAMÍLIA CONTINUAM.

                             PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

  Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, tal como pensam algumas pessoas. Ao contrário, são fortalecidos e entrelaçados. O princípio oposto, sim, é que os destrói.” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 4, Item n º. 18)

            Como é consoladora a certeza do amor que une uma família e não se destrói com a morte do corpo!
            Os espíritos continuam unidos, mesmo separados momentaneamente pela diferenciação da matéria.
            Amãezinha que teve o filho ceifado pela morte terá a alegria de reencontrá-lo, mesmo antes de passar também pelo fenômeno da desencarnação.
            Por meio do pensamento, poderá sintonizar-se com ele e, no momento do sono, poderá desligar-se da matéria e visitá-lo num passeio sideral.
            Assim também acontece com a família espiritual, cujos membros nem todos estão reencarnados na Terra. A afinidade continua. Existe o mesmo carinho alimentado. Para o espírito, a encarnação representa uma viagem, que não podemos fazer ao mesmo tempo.
            Os que ficam na espiritualidade vela e oram por aqueles que partem, aguardando o regresso para desfrutar as alegrias conjuntas. Mas nem todos podem merecê-las, Existem os que retardam a possibilidade de se reunir no plano espiritual com os espíritos afins, pois, nos roteiros escolhidos de muitas dores e insucessos, comprometem-se mais e mais, assumindo responsabilidades e dívidas que necessitam ser reparadas. Sofrem e choram muito e quando descobre a existência de caminhos mais fáceis para prosseguir, adotam-nos, escolhendo a simplicidade e a humildade como norma de conduta.
            Os espíritos afins, familiares ou amigos, que permanecem aguardando, no plano espiritual, o momento feliz do reencontro de formas diversas estão auxiliando sempre os que aqui ficaram.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. - NECESSIDADES DA ENCARNAÇÃO. - São Luiz – Paris, 1859. - ITEM N º. 25. - ALLAN KARDEC.

     EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                          CAPÍTULO IV.

OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

                   INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

              NECESSIDADES DA ENCARNAÇÃO.

                                       São Luiz – Paris, 1859.

       25.       Será a reencarnação uma punição e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a ela?

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que possam cumprir, por meio das ações materiais, os planos cuja execução deus lhe confiou. Isto é necessário para eles mesmos, pois a atividade que estão obrigados a desempenhar ajuda o desenvolvimento da sua inteligência. Deus sendo soberanamente justo, considera igualmente todos os seus filhos. É por isso que Ele dá a todos um mesmo ponto de partida, a mesma capacidade, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de ação. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas a encarnação é para todos os Espíritos apenas um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impôs no início de suas vidas, como primeira prova do uso que farão do seu livre-arbítrio. Aqueles que cumprem essa tarefa com zelo vencem mais rapidamente e de maneira menos aflitiva esses primeiros degraus da iniciação e colhem mais cedo os frutos do seu trabalho. Aqueles que, ao contrário, fazem mau uso da liberdade que Deus lhes concede retardam seu adiantamento, e é assim que, pela sua teimosia, podem prolongar indefinidamente a necessidade de reencarnar, e é quando então ela se torna castigo.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. - LIMITES DA ENCARNAÇÃO. - São Luiz – Paris, 1859. - ITEM 24. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO IV.

OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

                        INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

                           LIMITES DA ENCARNAÇÃO.

                                   São Luiz – Paris, 1859.

      24.       Quais são os limites da encarnação?
A encarnação não tem limites precisamente traçados, se nos referirmos ao envoltório material que constitui o corpo do Espírito. A materialidade desse envoltório diminui à medida que o Espírito se purifica. Em mundos mais avançados do que a Terra, ele já é menos denso, menos pesado e menos grosseiro e, por conseguinte, menos sujeitos aos infortúnios da vida. Num grau mais elevado, é transparente e quase fluídico. De grau em grau, ele se desmaterializa e acaba por confundir-se com o perispírito. Dependendo do mudo no qual o Espírito é chamado a viver, tomo um corpo apropriado a natureza desse mundo.
            O próprio perispírito sofre transformações sucessivas. Torna-se cada vê mais fluídico até a completa purificação, que constitui a natureza dos Espíritos puros. Embora os mundos especiais sejam destinados aos Espíritos mais avançados, eles não estão ali prisioneiros como nos mundos inferiores; o estado de pureza em que se encontram lhes permitem transportarem-se para todas as partes onde realizam as missões que lhes são confiadas.
            Considerando-se a encarnação do ponto de vista material, tal qual é a Terra,pode-se dizer que ela está limitada aos mundos inferiores. Portanto, dependo do próprio Espírito libertar-se mais ou menos rapidamente da encarnação, trabalhando por sua purificação.
            Além do mais, deve-se considerar que na erraticidade, isto é, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito permanece relacionada com a natureza do mundo ao qual ele está ligado pelo seu grau de adiantamento. Deste modo, na erraticidade, ele é mais ou menos feliz, livre e esclarecido, conforme esteja mais ou menos desmaterialização.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - ITEM N º. 23. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO IV.

   OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

      23.      Em resumo, são apresentadas quatro alternativas para o homem, sobre o seu futuro de além-túmulo:

1º) o nada, conforme afirma a doutrina materialista;
2º) ser integrado ao todo universal, conforme afirma a doutrina panteísta;
3º) a individualidade da alma, com a fixação definitiva do destino, de acordo com a doutrina da igreja;
4º) individualidade da alma, com progresso ao infinito, conforme a Doutrina Espírita.
De acordo com as duas primeiras, os laços de família são rompidos após a morte e não há nenhuma esperança de reencontro; com a terceira, há chance de se rever, contanto que se esteja no mesmo lugar, que pode ser o inferno ou o paraíso. Com a pluralidade das existências, que é inseparável da progressão contínua, existe a certeza de que as relações entre aqueles que se amaram não se interrompem, e é isso o que constitui a verdadeira família.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - ITEM N º. 22. - ALLAN KARDEC.

   EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO IV.

   OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

      22.      Isto tudo, em relação ao passado. Quanto ao futuro, de acordo com um dos dogmas fundamentais que resultam da não reencarnação, a sorte das almas estaria irrevogavelmente fixada após uma única existência. A fixação definitiva da sorte da alma resultaria na interrupção de todo o progresso, já não há mais sorte definida, marcada. Conforme tenham vivido bem ou mal, elas vão imediatamente para uma morada dos bem aventurados, ou para o inferno eterno. Assim, elas são imediatamente separadas para sempre, e sem esperança de algum dia se aproximarem, de tal modo que pais, mães, filhos, maridos e esposas, irmãos, irmãs, amigos, nunca terão a certeza de se reverem: significa a mais completa quebra dos laços de família.
Com a reencarnação e o progresso, que é a sua conseqüência, todos os se amaram se encontrarão na Terra e no espaço, e progridem juntos para chegar até Deus. Se falharem no caminho, retardarão seu adiantamento e sua felicidade, mas nem por isso suas esperanças estarão perdidas. Ajudados, encorajados e amparados por aqueles que os amam, um dia sairão do lamaçal em que se afundaram. Enfim, com a reencarnação, há eterna solidariedade entre os encarnados e desencarnados, do que resulta o estreitamento dos laços de amor.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - N º. 21. - ALLAN KARDEC.

        EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO IV.

   OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

     21.      Vejamos agora as conseqüências da doutrina anti-reencarnacionista. Essa Doutrina nega com toda a certeza e de forma categórica a preexistência da alma. Acontece que, se as almas fossem criadas ao mesmo tempo que os corpos, nenhum laço anterior existiria entre elas. Seriam, portanto, completamente estranhas umas às outras. O pai seria estranho ao filho, e, deste modo, a filiação das famílias se encontraria reduzida apenas à filiação das famílias se encontraria reduzida apenas à filiação corporal, sem nenhum laço espiritual.  Resultaria que não haveria nenhum motivo para se orgulhar por ter tido como antepassados tais ou tais personagens ilustres. Com a reencarnação, ascendentes e descendentes poderão já ter se conhecido, ter vivido jutos, se amado, e poderão se reencontrar, noutras reencarnações, para estreitar seus laços de simpatia.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - QUESTÃO N º. 20. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO IV.

OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

      20.      O temor de um grande aumento da parentela, em conseqüência da reencarnação, é um temor egoísta, que prova não se sentir um amor suficientemente desenvolvido para alcançar um grande número de pessoas. Um pai que tem muitos filhos, os amaria menos do que se tivesse apenas um? Mas que os egoístas se tranquilizem; esse temor não tem fundamento. Supondo que um homem tenha tido dez encarnações, isso não significa que ele encontrará no mundo dos Espíritos dez pais, dez mães, dez esposas e um número proporcional de filhos e de novos parentes. Reencontrará apenas aqueles a quem amou, aos quais esteve ligado na Terra por laços de parentesco ou de algum outro modo.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - N º. 19. - ALLAN KARDEC.

     EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                              CAPÍTULO IV.

OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

                19.       A união e a afeição que existe entre parentes são sinais da simpatia anterior que os aproximou. Por isso, diz-se, ao falar de uma pessoa cujo caráter, gostos e inclinações não tem nenhuma semelhança com os de seus parentes, que ela não é da família. Ao dizer-se isso, declara-se uma verdade maior do que se acredita. Deus permite essas encarnações de Espíritos antipáticos ou estranhos nas famílias, com o duplo objetivo de servir de prova para uns e de meio de adiantamento para outros. Além disso, os maus melhoram-se pouco a pouco ao contato com os bons, e pelos cuidados que recebem. Seu caráter se suaviza, seus costumes se educam, as antipatias se apagam. É assim que se estabelece a união entre as diferenças categorias dos Espíritos, como se estabelece na Terra entre as raças e os povos.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3 a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 18 de março de 2014

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IV. - OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA. - ITEM N º. 18. - ALLAN KARDEC.

      EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO IV.

OS LAÇOS DE FAMÍLIA SÃO FORTALECIDOS PELA REENCARNAÇÃO E ROMPIDOS PELA UNICIDADE DA EXISTÊNCIA.

                         18.     Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, tal como pensam algumas                       pessoas. Ao contrário, são fortalecidos e entrelaçados. O princípio oposto, sim, é que os destrói.
Os Espíritos formam no espaço grupos ou famílias, unidos pela afeição, simpatia e semelhança de tendências. Esses Espíritos, felizes por estarem juntos, preocupam-se. A encarnação apenas os separa momentaneamente, pois, após a sua volta à erraticidade, reencontram-se como amigos que retornam de uma viagem. Às vezes, uns seguem a outros junto na encarnação, em que se reúnem numa mesma família, ou num mesmo círculo, trabalhando juntos para seu mútuo adiantamento. Se uns estão encarnados e outros não, nem por isso deixam de estar unidos pelo pensamento. Os que estão livres preocupam-se com aqueles que estão encarnados, cativos da carne. Os mais adiantados procuram fazer progredir os que se atrasam. Após cada existência, terão dado mais um passo na busca da perfeição. Cada vez menos ligados a matéria, seu afeto é mais vivo, por isso mesmo mais puro, e não é mais perturbado pelo egoísmo, nem pelo arrastamento das paixões. Podem, assim, percorrer um número ilimitado de existências corporais sem que nada afete a sua mútua afeição.
Deve-se entender que se trata aqui da verdadeira afeição de alma a alma, a única que sobrevive à destruição do corpo, pois os seres que se unem na Terra só pelos interesses materiais não têm nenhum motivo para se procurarem no mundo Espiritual. Apenas as afeições espirituais são duráveis, as afeições carnais acabam com a causa que as faz nascer, e essa causa não existe mais no mundo dos Espíritos, ao passo que a alma sempre existe. Quanto às pessoas unidas só por interesses, realmente não são nada umas para as outras: a morte as separa  na Terra e no Céu.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 102. - LAÇOS DE FAMÍLIA. - ALLAN KARDEC.

                              LAÇOS DE FAMÍLIA.

774.     Há pessoas que, do fato dos animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não seremos laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

            “Diverso dos animais é o destino do homem. Por que, então, querem identificá-lo como estes? Há no homem alguma coisa a mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a ama-se como irmãos“.

775.     Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
           
            “Uma recrudescência do egoísmo”.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 98. - LAÇOS DE FAMÍLIA. - ALLAN KARDEC.


                          LAÇOS DE FAMÍLIA.

774.     Há pessoas que, do fato dos animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não seremos laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

            “Diverso dos animais é o destino do homem. Por que, então, querem identificá-lo como estes? Há no homem alguma coisa a mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a ama-se como irmãos“.

775.     Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
           
            “Uma recrudescência do egoísmo”.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 54. - LAÇOS DE FAMÍLIA. - LIVRO DOS ESPÍRITOS. - QUESTÕES Nºs. 774 E 775. - ALLAN KARDEC.


                                               LAÇOS DE FAMÍLIA.

774.     Há pessoas que, do fato dos animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não seremos laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

            “Diverso dos animais é o destino do homem. Por que, então, querem identificá-lo como estes? Há no homem alguma coisa a mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a ama-se como irmãos“.

775.     Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?
           
            “Uma recrudescência do egoísmo”.

          Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)