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terça-feira, 18 de setembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON! - / - N º. 250. - APOIO FRATERNO. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

   O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social a carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. - N º. 249. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH..

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

  O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 17 de julho de 2018

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIII. - NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA. - FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO. - ITEM Nº. 3.- ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                        CAPÍTULO XIII.

NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA.

    FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO.

3. Em fazer o bem sem ostentação há grande mérito; ainda mais meritório é ocultar a mão que dá; constitui marca incontestável de grande superioridade moral, porquanto, para encarar as coisas de mais alto do que o faz o vulgo, mister se torna abstrair da vida presente e identificar-se com a vida futura; numa palavra, colocar-se acima da Humanidade, para renunciar à satisfação que advém do testemunho dos homens e esperar a aprovação de Deus. Aquele que prefere ao de Deus o sufrágio dos homens prova que mais fé deposita nestes do que na Divindade e que mais valor dá à vida presente do que à futura. Se diz o contrário, procede como se não cresse no que diz.
Quantos há que só dão na esperança de que o que recebe irá bradar por toda a parte o benefício recebido! Quantos os que, de público, dão grandes somas e que, entretanto, às ocultas, não dariam uma só moeda!
Foi por isso que Jesus declarou: “Os que fazem o bem ostentosamente já receberam sua recompensa.” Com efeito, aquele que procura a sua própria glorificação na Terra, pelo bem que pratica, já pagou a si mesmo; Deus nada mais lhe deve; só lhe resta receber a punição do seu orgulho.
Não saber a mão esquerda o que dá a mão direita é uma imagem que caracteriza admiravelmente a beneficência modesta. Mas, se há a modéstia real, também há a falsa modéstia, o simulacro da modéstia. Há pessoas que ocultam a mão que dá, tendo, porém, o cuidado de deixar aparecer um pedacinho, olhando em volta para verificar se alguém não o terá visto ocultá-la. Indigna paródia das máximas do Cristo! Se os benfeitores orgulhosos são depreciados entre os homens, que não será perante Deus? Também esses já receberam na Terra sua recompensa. Foram vistos; estão satisfeitos por terem sido vistos. É tudo o que terão.
E qual poderá ser a recompensa do que faz pesar os seus benefícios sobre aquele que os recebe, que lhe impõe, de certo modo, testemunhos de reconhecimento, que lhe faz sentir a sua posição, exaltando o preço dos sacrifícios a que se vota para beneficiá-lo? Oh! para esse, nem mesmo a recompensa terrestre existe, porquanto ele se vê privado da grata satisfação de ouvir bendizer-lhe do nome e é esse o primeiro castigo do seu orgulho.
As lágrimas que seca por vaidade, em vez de subirem ao Céu, recaíram
Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita sobre o coração do aflito e o ulceraram. Do bem que praticou nenhum proveito lhe resulta, pois que ele o deplora, e todo benefício deplorado é moeda falsa e sem valor.
A beneficência praticada sem ostentação tem duplo mérito. Além de ser caridade material, é caridade moral, visto que resguarda a suscetibilidade do beneficiado, faz-lhe aceitar o benefício, sem que seu amor-próprio se ressinta e salvaguardando-lhe a dignidade de homem, porquanto aceitar um serviço é coisa bem diversa de receber uma esmola. Ora, converter em esmola o serviço, pela maneira de prestá-lo, é humilhar o que o recebe, e, em humilhar a outrem, há sempre orgulho e maldade. A verdadeira caridade, ao contrário, é delicada e engenhosa no dissimular o benefício, no evitar até as simples aparências capazes de melindrar, dado que todo atrito moral aumenta o sofrimento que se origina da necessidade. Ela sabe encontrar palavras brandas e afáveis que colocam o beneficiado à vontade em presença do benfeitor, ao passo que a caridade orgulhosa o esmaga. A verdadeira generosidade adquire toda a sublimidade, quando o benfeitor, invertendo os papéis, acha meios de figurar como beneficiado diante daquele a quem presta serviço. Eis o que significam estas palavras: “Não saiba a mão esquerda o que dá a direita.”

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 2 de julho de 2018

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIII. - NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA. - FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO. - ITEM N º. 2. - ALLAN KARDEC


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                CAPÍTULO XIII.

NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA.

FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO.

2. Tendo Jesus descido do monte, grande multidão o seguiu. Ao mesmo tempo, um leproso  veio ao seu encontro e o adorou, dizendo: “Senhor, se quiseres, poderás curar-me.” — Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: “Quero-o, fica curado” — no mesmo instante desapareceu a lepra. Disse-lhe então Jesus:
- “Abstém-te de falar disto a quem quer que seja; mas vai mostrar-te aos sacerdotes e oferece o dom prescrito por Moisés, a fim de que lhes sirva de prova.” (Mateus, 8:1 a 4.)

 N.E.: Na época em que esta obra foi escrita, esse termo era comum, mas atualmente é considerado pejorativo e/ou preconceituoso. Hanseníase morfeia, mal de Hansen ou mal de Lázaro é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae (também conhecida como bacilo de hansen) que afeta os nervos e a pele, podendo provocar danos severos.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 20 de junho de 2018

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIII. - NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA. - FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO. - ITEM N º. 1. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                CAPÍTULO XIII.

NÃO SAIBA A VOSSA MÃO ESQUERDA O QUE FAZ A VOSSA MÃO DIREITA.

    FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO.

1.  Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus. Assim, quando derdes esmola, não façais tocar a trombeta diante de vós, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. (Mateus, 6:1 a 4.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 241. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

   O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de maio de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 240. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER; - JOAMAR ZANELINI NAZARETH


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

 O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 25 de abril de 2018

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 238. - QUE FAZER COM OS DONS. - MIRAMEZ. (JOÃO NUNES MAIA.)


                SEGURANÇA MEDIÚNICA

      QUE FAZER COM OS DONS.

Os dons são diversos, na diversidade da própria vida, que ocupa todos os lugares na terra e nos mundos.. Os homens da ciência estão longe de conhecer o corpo humano, pois ele é uma síntese perfeita do universo. As leis maiores do cosmo se transformam em menores, para comandar o campo biológico. Todos os homens estão de posse do instrumento físico sem, contudo, compreendê-lo, na sua extensão grandiosa. Nosso Senhor Jesus Cristo nos trouxe alguns traços das leis cósmicas, como que abrindo as portas para um maior entendimento, a fim de que pudéssemos enveredar por elas. A misericórdia nos ensinou, e agora devemos andar com os nossos próprios pés, para alcançarmos o comando dos nossos destinos.
Quem não sabe o que fazer com os dons? As orientações encontram-se por toda parte. Elas irradiam-se do Cristo, como luz que desperta todas as consciências, acordando as leis de Deus em nossos corações.
O Espírito imortal carece de muitos corpos para se expressar no mundo físico, na sua marcha evolutiva, desabrochando os dons espirituais. Ele vai deixando os corpos mais pesados e vai criando outros, sutis, que se coadunem com a estrutura mental. As vibrações tornam-se cada vez mais aceleradas. As glândulas endócrinas alicerçam-se nos sete principais centros de forças, no campo espiritual, e esse entrelaçamento se sucede em variadas roupagens, até o Espírito, do qual ainda desconhecemos a verdadeira estrutura de vida, na vida de Deus.
A sabedoria é infinita, e as suas modalidades de aprendizado são inúmeras. Somente Deus sabe todas as coisas, sem precisar perguntar nem aprender com alguém. E quem aprende melhor é quem já conheceu e alcançou a humildade e busca de cima a baixo, de um lado e de outro, o que deve aprender a mais. O orgulho e a prepotência são entraves no aprendizado maior. Deves despir-te das ilusões, que escondem, sempre, a ignorância. Todos os mestres, se não fossem os alunos, esqueceriam o que aprenderam, no correr dos anos. Ninguém ensina sem aprender, nem aprende sem ensinar. Quem começa a pensar no desejo de se instruir, já iniciou a busca. E, se a sinceridade envolve seu coração, consegue ser beneficiado pela lei revelada por Jesus, quando disse:
"Batei e abrír-se-vos-á, buscai e achareis".
Estamos falando muito para chegar ao ponto que desejamos: a mediunidade. O médium deve saber o que fazer com a sua faculdade mediúnica, deve saber comportar-se como medianeiro dos Espíritos, por ser um instrumento de mensagens que instruem e que educam.
Meu irmão, já pensaste, já paraste para meditar sobre o que estás fazendo da tua vida? O que estás fazendo dos dons que Deus te deu? Ja analisaste os resultados da aplicação dos teus dons? Se não, deves fazer essa auto-analise, para que o tempo não passe em vão. Começa pelos pensamentos, revendo o que pensas durante o dia: passa para a boca e vê o que falas; vigia os ouvidos, que são canais de registro do que ouves. Se tens o dom de escrever, analisa o que escreves e avalia se Jesus pode ser testemunha do que pensas, falas, ouves e escreves. Estamos em um cerco de atividades, porque estamos sentindo que os tempos estão chegando, com a renovação das criaturas, no entendimento de todos os corações. E as tuas sensações?
Como estão sendo direcionadas? Temos uma enorme vinha a ser trabalhada, e é nessa responsabilidade por esses deveres com nós mesmos, que não deverá sobrar tempo para a crítica alheia, para a maledicência.
Quando o indivíduo descobre o universo dentro dele, sabendo que tudo o que existe, por fora também está por dentro do seu ser, ele se transforma em um santo, no seu aspecto exterior e num carrasco, na sua expressão interna. Ele se toma amor por fora e justiça, por dentro. Ele cria um ambiente de guerra íntima, manifestando paz, no exterior. É, pois, a última etapa da sua libertação.
Médium! Se os teus dons estão desabrochando, aproveita-os, dentro da modalidade evangélica, porque o teu mundo cresce, sem que percebas. Sê consciente desta verdade e aplica os teus valores, sob a direção da caridade e do amor. A marcha de ascensão de todos nós é engenhosa, e tem diretrizes traçadas pelo Criador. Nada modificamos no que tange às leis de Deus. Devemos obedecê-las, porque elas foram feitas por amor e justiça. E o Senhor é tão bom que enviou Seu Filho do coração, para nos ensinar as Suas leis, vivendo-as ante a humanidade sofredora, que ignorou a Sua estada na Terra.
Os sentidos físicos são sinais de que existem outros, mais importantes, que são os dons espirituais, e somente a maturidade pode abrir-te os olhos e os ouvidos, na constatação dessa verdade. Que queres, mais do que já existe? Tudo está dentro da harmonia divina, para que compreendamos a necessidade de sermos melhores, usando os nossos próprios instrumentos.
A história da humanidade nos mostra a evolução da mesma, como crescemos na forma do tempo, como foram usadas as possibilidades humanas e os seus resultados, para que, no crescimento espiritual, estejamos alertas, usando as nossas forças para o bem da coletividade.
Nenhuma criatura está separada do todo. Estamos ligados uns aos outros por fios invisíveis que nos fazem sentir o próximo, suas necessidades e os seus valores. Quem aprendeu a ajudar, está tendo crédito no banco universal. Quem só recebe ajuda, deve e haverá de saldar.
Cristo veio ao mundo para despertar os talentos divinos que existem em todos, e para que possamos fazer bom uso deles, para que eles cresçam e nos libertem dos acanhados conhecimentos do passado, ampliando o nosso saber para junto da sabedoria de Deus. Torna a meditar sobre o que fazer com os dons e faze bom uso deles, para que, no amanhã, não venha o Senhor te perguntar por onde os teus pés andaram.
           
Livro: “SEGURANÇA MEDIÚNICA”, - MIRAMEZ., - Psicografado por João Nunes Maia, - 12 ª edição, - Editora Fonte Viva, - BELO HORIZONTE, MG, - 1998..

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 222. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

      O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 221. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

 O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 4 de março de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. N º, 129. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

                     O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)