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terça-feira, 18 de setembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON! - / - N º. 250. - APOIO FRATERNO. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

   O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social a carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. - N º. 249. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH..

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

  O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 241. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

   O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de maio de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 240. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER; - JOAMAR ZANELINI NAZARETH


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

 O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 222. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

      O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 221. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

 O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 4 de março de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. N º, 129. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

                     O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. - N º. 128. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

                   O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

            - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 120. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

                    O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 119. - APOIO FRATERNO. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

             O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER.

                  - Usar e abusar de drogas líticas – álcool e fumo, tão danosas quanto às outras.
            O péssimo exemplo dos pais que bebem e fumam fica fortemente gravado nas crianças e no adolescentes. Em um depoimento comovente, um jovem declarou que começou seu vício pelo álcool desde cedo, pois iniciou a beber “nos churrascos que a família sempre fazia”. A maior parte dos que se envolvem com drogas ilícitas começou sua incursão na trilha do vício pelo álcool;
            - Exagerar nos riscos de seus filhos caírem na armadilha do vício.
            A maior parte dos jovens não experimentam tóxicos e, dentre aqueles que experimentam, somente uma parte se torna dependente. Ficar exaltado em demasia o problema pode atraí-los a experimentar, já que nessa faze gostam de riscos e desafios;
            - Tirar conclusões apressadas se ouvirem dizer ou suspeitarem que seus tutelados se envolveram com substâncias proibidas.
            Primeiro deve escutar o filho com muita atenção e sondá-los ao consumo, em vez de evitá-lo;
            - Reagir com agressividade e violência.
            Primeiro deve-se orientá-los a não experimentar, mas, se isso ocorrer, reações agressivas só pioram sobremaneira o problema;
            - Falta de disciplina e autoridade na educação.
            Não confundir liberdade com libertinagem, pois nossos protegidos devem ter hora para chegar, limites para as suas vontades, resistência aos conflitos (não tomar remédios a qualquer probleminha) e participar das responsabilidades de casa;
            - Ameaçar interná-lo, expulsá-lo, denunciá-lo ou denunciar seus companheiros.
            Ameaçar não constitui boa medida. Tome medidas até mesmo drásticas, se preciso, mas com equilíbrio e visando resolver a questão;
            - Recriminar-se ou procurar culpados.
            Não perca tempo, culpando a si mesmo ou aos outros. É hora de ação. Devia ter feito melhor mas não fez; vamos concertar, ainda há tempo. Passe a tomar atitudes como as que veremos a seguir no próximo subtítulo.
            Meditemos nas orientações de Allan Kardec. A primeira diz quanto aos filhos causarem desgostos e isso não ser desculpa para os pais terem menos ternura: “Esses desgostos são quase sempre conseqüência dos maus costumes que os pais deixaram os filhos seguir desde o berço; eles colhem, portanto, o que semearam”, e a segunda quanto à responsabilidade dos pais quando se esforçam por fazer o melhor: “Se uma criança se transviar, apesar dos cuidados dos pais, estes são responsáveis? – Não; mas quanto mais as disposições da criança são más, mais a tarefa é pesada e maior será o mérito se conseguirem desviá-la do mau caminho”.
            Portanto, ora a deficiência moral vem do passado espiritual das nossas crianças e, sendo culpa nossa ou não, devemos o esforço do melhor trabalho educativo (para resgatarmos nossa dívida ou adquirirmos maior mérito), ora vem de nossa ação do hoje (esta encarnação), sendo nossa obrigação dedicar-nos a corrigir as falhas que ocasionaram a problemática.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 22 de julho de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 83. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

                  O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social e carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

                        Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)