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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS.. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE. - Questão 199 a - ALLAN KARDEC.

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                           CAPÍTULO. IV.

     PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

 SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE

Questão 199 a) - Que sucede ao Espírito de uma criança que morre pequenina?

“Recomeça outra existência.”
Se uma única existência tivesse o homem e se, extinguindo-se-lhe ela, sua sorte ficasse decidida para a eternidade, qualseria o mérito de metade do gênero humano, da que morre na infância, para gozar, sem esforços, da felicidade eterna e com que direito se acharia isenta das condições, às vezes tão duras, a que se vê submetida a outra metade? Semelhante ordem de coisas não corresponderia à justiça de Deus. Com a reencarnação, a igualdade é real para todos. O futuro a todos toca sem exceção e sem favor para quem quer que seja. Os retardatários só de si mesmos se podem queixar. Forçoso é que o homem tenha o merecimento de seus atos, como tem deles a responsabilidade.
Aliás, não é racional considerar-se a infância como um estado normal de inocência. Não se vêem crianças dotadas dos piores instintos, numa idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação? Algumas não há que parecem trazer do berço a astúcia, a felonia, a perfídia, até pendor para o roubo e para o assassínio, não obstante os bons exemplos que de todos os lados se lhes dão? A lei civil as absolve de seus crimes, porque, diz ela, obraram sem discernimento. Tem razão a lei, porque, de fato, elas obram mais por instinto do que intencionalmente. Donde, porém, provirão instintos tão diversos em crianças da mesma idade, educadas em condições idênticas e sujeitas às mesmas influências?
Donde a precoce perversidade, senão da inferioridade do Espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso? As que se revelam viciosas, é porque seus Espíritos muito pouco hão progredido. Sofrem então, por efeito dessa falta de progresso, as conseqüências, não dos atos que praticam na infância, mas dos de suas existências anteriores. Assim é que a lei é uma só para todos e que todos são atingidos pela justiça de Deus.
  
Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE - Questão 199. - ALLAN KARDEC.

          O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

                    LIVRO SEGUNDO.

                         CAPÍTULO. IV.

PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE

Questão 199. Por que tão freqüentemente a vida se interrompe na infância?

“A curta duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que a animava, o complemento de existência precedentemente interrompida antes do momento em que devera terminar, e sua morte, também não raro, constitui provação ou expiação para os pais.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE. - Questão 198. - ALLAN KARDEC

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                         CAPÍTULO. IV.

   PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE

Questão 198. Não tendo podido praticar o mal, o Espírito de uma criança que morreu em tenra idade pertence a alguma das categorias superiores?

“Se não fez o mal, igualmente não fez o bem e Deus não o isenta das provas que tenha de padecer. Se for um Espírito puro, não o é pelo fato de ter animado apenas uma criança, mas porque já progredira até à pureza.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE. - Questão 197 a - ALLAN KARDEC.


                  O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                             LIVRO SEGUNDO.

                                   CAPÍTULO. IV.

            PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

        SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE

Questão 197 a) - Pode então o Espírito de uma criança ser mais adiantado que o de seu pai?

“Isso é muito freqüente. Não o vedes vós mesmos tão amiudadas vezes na Terra?”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE - Questão 197. - ALLAN KARDEC



                O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                          LIVRO SEGUNDO.

                               CAPÍTULO. IV.

         PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

      SORTE DAS CRIANÇAS DEPOIS DA MORTE

Questão 197. Poderá ser tão adiantado quanto o de um adulto o Espírito de uma criança que morreu em tenra idade?

“Algumas vezes o é muito mais, porquanto pode dar-se que muito mais já tenha vivido e adquirido maior soma de experiência, sobretudo se progrediu.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 10 de fevereiro de 2018

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 268. - O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO IV. - IV PALAVRAS DE JESUS DEPOIS DE SUA MORTE - ALLAN KARDEC.


O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO IV.

IV — PALAVRAS DE JESUS DEPOIS DE SUA MORTE

“Jesus lhe respondeu: Não me toques, porquanto ainda não subi a meu Pai; vai, porém, ter com meus irmãos e dize-lhes de minha parte: Subo a meu Pai e vosso Pai, a MEU DEUS e vosso Deus.” (S. João, 20:17. Aparição a Maria Madalena.)
“Mas, aproximando-se, Jesus lhes falou assim: Todo o poder me foi dado no céu e na terra.” (S. Mateus, 28:18. Aparição aos Apóstolos.)
 “Ora, sois testemunhas destas coisas. — Vou enviar-vos o dom de meu Pai, que vos foi prometido.” (S. Lucas, 24: 48 e 49. Aparição aos Apóstolos.)
Tudo, pois, nas palavras de Jesus, quer as que ele disse em vida, quer as de depois de sua morte, acusa uma dualidade de entidades perfeitamente distintas, assim como o profundo sentimento da sua inferioridade e da sua subordinação em face do Ente supremo. Pela sua insistência em afirmá-lo espontaneamente, sem a isso ser constrangido ou provocado por quem quer que fosse, parece ter querido protestar de antemão contra o papel que, segundo a sua previsão, lhe seria atribuído. Se houvesse guardado silêncio sobre a sua personalidade, o campo teria ficado aberto a todas as suposições, como a todos os sistemas. A precisão, porém, da sua linguagem afasta todas as incertezas.
Que autoridade maior se pode pretender, do que a das suas próprias palavras? Quando ele diz categoricamente: eu sou ou não sou isto ou aquilo, quem ousaria arrogar-se o direito de desmenti-lo, embora para colocá-lo mais alto do que ele a si mesmo se coloca? Quem pode racionalmente pretender estar mais esclarecido do que ele sobre a sua própria natureza? Que interpretações podem prevalecer contra afirmações tão formais e multiplicadas como estas: “Não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é o único Deus verdadeiro. — Foi de sua parte que vim. — Digo o que vi junto a meu Pai. — Não me cabe a mim vo-lo conceder; isso será para aqueles a quem meu Pai o preparou. — Vou para meu Pai, porque meu Pai é maior do que eu. — Por que me chamas bom? Bom não há senão somente Deus. — Não tenho falado por mim mesmo; meu Pai, que me enviou, foi quem me prescreveu, por mandamento seu, o que devo dizer. — A doutrina que prego não é minha, mas daquele que me enviou. — A palavra que tendes ouvido não é minha, mas de meu Pai que me enviou. — Nada faço de mim mesmo; digo unicamente o que meu Pai me ensinou. — Nada posso fazer de mim mesmo. — Não cuido de fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. — Tenho-vos dito a verdade que aprendi de Deus. — Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou. — Tu que és o único Deus verdadeiro e Jesus-Cristo a quem enviaste. — Meu Pai, nas tuas mãos entrego a minha alma. — Meu Pai, se for possível, faze que de mim se afaste este cálice. — Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus”.
Quando se lêem tais palavras, fica-se a perguntar como há podido vir, sequer, à mente de alguém a idéia de atribuir-lhes sentido diametralmente oposto ao que elas exprimem tão claramente, de conceber uma identificação completa, de natureza e de poder, entre o Senhor e aquele que se declara seu servidor. Neste grande processo, que dura há quase quinze séculos, quais as peças de convicção? Os Evangelhos — não há outras —, os quais, no ponto em litígio, não dão lugar a qualquer equívoco. A documentos autênticos, que não se podem contestar, sem argüir de falsa a veracidade dos evangelistas e do próprio Jesus, documentos que se apóiam em testemunhos oculares, que é que contrapõem? Uma doutrina teórica puramente especulativa, nascida, três séculos mais tarde, de uma polêmica travada sobre a natureza abstrata do Verbo, doutrina essa rigorosamente combatida durante muitos séculos e que só prevaleceu pela pressão de um poder civil absoluto.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 16 de maio de 2017

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. III. - RETORNO DO ESPÍRITO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL. - A ALMA DEPOIS DA MORTE. - Questão. Nº. 153. a) - ALLAN KARDEC.




             O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                      LIVRO SEGUNDO.

                           CAPÍTULO. III.

RETORNO DO ESPÍRITO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL.

               A ALMA DEPOIS DA MORTE.

Questão. Nº. 153. a) -  Não seria mais exato chamar vida eterna à dos Espíritos puros, dos que, tendo atingido a perfeição, não estão sujeitos a sofrer mais prova alguma?

“Essa é antes a felicidade eterna. Mas isto constitui uma questão de palavras. Chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

- ESTUDANDOO LIVRO DOS ESPÍRITOS. LIVRO SEGUNDO. CAPÍTULO. III. RETORNO DO ESPÍRITO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL. A ALMA DEPOIS DA MORTE. Questão. Nº. 153.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

           LIVRO SEGUNDO.

                CAPÍTULO. III.

RETORNO DO ESPÍRITO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL.
  
       A ALMA DEPOIS DA MORTE.

Questão. Nº. 153. Em que sentido se deve entender a vida eterna?

“A vida do Espírito é que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retoma a vida eterna.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)