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sexta-feira, 17 de abril de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - O SUICÍDIO E A LOUCURA. - N º. 17. - ALLAN KARDEC.

     EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO V.

       BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

                O SUICÍDIO E A LOUCURA.

17.       Além e acima de tudo, o Espiritismo ainda tem uma outra conclusão também positiva, e talvez mais determinante. Ele nos mostra os próprios suicidas , vindo relatar sua posição infeliz e, com os seus relatos, provar que ninguém transgride impunemente a Lei de Deus, que proíbe ao homem dar cabo de sua vida. Para os suicidas, mesmo levando- se em conta que o sofrimento é temporário, e não eterno, nem por isso deixa de ser terrível, e as conseqüências que dele resultam dão o que pensar a quem quer que seja tentado a se suicidar e partir daqui antes da vontade de Deus. Para contrapor-se à idéia do suicídio, o espírita tem vários motivos: a certeza de uma vida futura, na qual ele sabe que será muito mais feliz quanto mais confiante e resignado teria sido na Terra; a certeza de que, ao encurtar sua vida, alcançará um resultado completamente oposto daquele que esperava, porque liberta-se de um mal para entrar no outro pior, mais longo e mais terrível; que se engana ao acreditar que, por se matar, chegará mais rápido ao Céu, e, alem de tudo, o suicídio, também é um obstáculo para que ele se reúna às pessoas de sua afeição, que esperava reencontrar no outro mundo. Daí a conseqüência de que o suicídio, dando-lhe apenas decepções, está contra os seus interesses. É por estas razões que o conhecimento da Doutrina Espírita já conseguiu impedir um grande número de suicídios. Pode-se concluir que, quando todos forem espíritas, não haverá mais suicídios conscientes. Comparando-se os resultados da doutrina materialista e da Doutrina Espírita, em relação ao suicídio, percebe-se que a lógica do materialismo conduz ao suicídio, enquanto a do Espiritismo o impede, o que é confirmado pela experiência.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de março de 2015

- ESTUDANDO O O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - O SUICÍDIO E A LOUCURA. - ITEM N º. 16. - ALLAN KARDEC.

     O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                            CAPÍTULO V.

            BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

                    O SUICÍDIO E A LOUCURA.

16.       A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as idéias materialista são, numa palavra, os maiores incentivadores ao suicídio: elas produzem covardia moral. E quando se vêem homens de ciência se apoiarem sobre autoridade do seu saber, esforçarem-se para provar aos seus ouvintes ou aos seus leitores que não têm nada a esperar após a morte, não os vemos tentando convencê-los de que, se são infelizes, não tem nada de melhor a fazer do que se matar? Que poderiam lhes dizer para desviá-los disso? Que esperança poderiam lhes dar? Nada além do nada. A conclusão é lógica, se o nada é o único remédio heróico; mais vale cair nele imediatamente do que mais tarde, e assim sofrer por menos tempo.
            A propagação das idéias do materialismo é, pois, o veneno que introduz em muitas pessoas do suicídio. E aqueles que se fazem partidários e propagadores dessas idéias assumem sobre si uma terrível responsabilidade. Com o Espiritismo, a dúvida não é mais permitida e a visão da vida muda. Aquele que crê sabe que a vida se prolonga indefinidamente além-túmulo, embora em outras condições; daí a paciência e a resignação que o afastam naturalmente da idEia do suicídio, resultando, em uma palavra, na coragem moral.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - O SUICÍDIO E A LOUCURA. - ITEM N º. 15. - ALLAN KARDEC.

   EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                            CAPÍTULO V.

BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

                  O SUICÍDIO E A LOUCURA.

15.       Dá-se o mesmo em relação ao suicídio; com exceção daqueles que ocorrem no estado de embriagues e da loucura, aos quais podemos chamar de inconscientes, é certo que, quaisquer que sejam os motivos particulares, sempre têm como causa um descontentamento. Portanto, aquele que está certo de ser infeliz apenas por um dia, e de serem melhores os dias seguintes, exercita a paciência. Ele só se desespera quando pensa que os seus sofrimentos não terão fim. E o que é a vida humana, em relação a eternidade, senão bem menos que um dia? Mas, para aquele que não crê na eternidade, e julga que nesta vida tudo se acabará, que está oprimido pelo desgosto e pelo infortúnio, só vê na morte a solução dos seus males. Por não esperar nada, acha natural e até mesmo muito lógico abreviar suas misérias pelo suicido.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - O SUICÍDIO E A LOUCURA. - ITEM N º. 14. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO V.

       BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

                 O SUICÍDIO E A LOUCURA.

14.       O modo de encarar a vida terrena e a fé no futuro com calma e resignação dão ao Espírito uma serenidade que é a melhor defesa contra a loucura e o suicídio. De fato, a maior parte dos casos de loucura é decorrente da perturbação produzida pelas contrariedades da vida que o homem não tem forças para suportar. Portanto, pela maneira com que o Espiritismo o faz encarar as coisas deste mundo, ele recebe com serenidade, sem tristezas, as amarguras e as decepções que o desesperariam em outras condições, e fica evidente que essa força o faz entender esses acontecimentos e preserva sua razão de abalos, que o perturbariam se não tivesse a compreensão que o espiritismo lhe dá.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)