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quinta-feira, 28 de junho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II, - CONHECIMENTO DOS PRINCÍPIOS DAS COISAS. - QUESTÃO. Nº. 18.


                                   ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

                                                        ELEMENSTOS GERAISDO UNIVERSO.

                                                                         CAPÍTULO. II.

                                                    I. – Conhecimento do Princípio Das Coisas.


                        - Questão No. 18. – O homem penetrará um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas?

                        - O véu se ergue na medida em que ele se depura; mas, para a compreensão de certas coisas, necessita de faculdades que ainda não possui.

              Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II. O MARAVILHO E O SOBRENATURAL. - QUESTÃO No. 14.


                                              CAPÍTULO II.

                    O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL.

                         14. – Nós nos resumimos nas proposições seguintes:

           1.o. Todos os fenômenos espíritas têm por princípio a existência da alma, sua sobrevivência ao corpo e suas manifestações;

            2.o. Estando esses fenômenos fundados sobre lei da Natureza, não têm nada de maravilhoso nem de sobrenatural, no sentido vulgar dessas palavras;

      3.o. Muitos fatos não são reputados sobrenaturais senão porque n~so se lhe conhece a causa;indicando-lhe o Espiritismos uma causa, os faz entrar no domínios dos fenômenos naturais;

       4.o. Entre os fatos qualificados de sobrenaturais, há muitos que o Espiritismo demonstra a impossibilidade, e classifica entre as crenças supersticiosas;

            5.o. Conquanto o Espiritismo reconheça em muitas crenças populares um fundo de verdade, não aceita, de nenhum modo, a solidariedade de todas as histórias fantásticas criadas pela imaginação;

              6.o. Julgar o Espiritismo pelos fatos que ele não admite, é provar ignorância e tirar todo valor à sua opinião;

            7.o. A explicação dos fatos admitidos pelo Espiritismo, suas causas e suas consequências morais, constituem toda uma ciência e toda uma filosofia, que requerem um estudo sério, perseverante e aprofundado;

            8.o. O Espiritismo não pode considerar como crítico sério aquele que tiver visto tudo, estudado tudo, aprofundado tudo, com a paciência e a perseverança de um observador consciencioso; que soubesse sobre o assunto quanto o adepto mais esclarecido; que tivesse, por conseguinte, haurindo seus conhecimentos em outro lugar do que os romances da ciência; a quem não se pudesse opor nenhum fato do qual não tivesse conhecimento, nenhum argumento que tivesse meditado; que refutasse, não por negação, mas por outros argumentos mais peremptórios; que pudesse, enfim, assinalar uma causa mais lógica para os fatos averiguados. Esse crítico está ainda por se encontrar. 

                        Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.             

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO IV. - PANTEÍSMO. - QUESTÃO No. 15.



                                                      
IV, PANTEÍSMO.

                        - Questão No. 15. – Que pensar da opinião segundo a qual todos os corpos da Natureza, todos os seres do Universo seriam partes da Divindade e constituíram, pelo seu conjunto, a própria Divindade; ou seja,que pensar da doutrina panteísta?

                        - Não podendo ser Deus, o homem quer pelo menos ser parte de Deus.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)