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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIV. - HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE. - PIEDADE FILIAL.- ITEM N º. 3. - ALLAN KARDEC.


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

               CAPÍTULO XIV.

HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE.

                PIEDADE FILIAL.

3. O mandamento: “Honrai a vosso pai e a vossa mãe” é um corolário da lei geral de caridade e de amor ao próximo, visto que não pode amar o seu próximo aquele que não ama a seu pai e a sua mãe; mas o termo honrai encerra um dever a mais para com eles: o da piedade filial. Quis Deus mostrar por essa forma que ao amor se devem juntar o respeito, as atenções, a submissão e a condescendência, o que envolve a obrigação de cumprir-se para com eles, de modo ainda mais rigoroso, tudo o que a caridade ordena relativamente ao próximo em geral. Esse dever se estende naturalmente às pessoas que fazem as vezes de pai e de mãe, as quais tanto maior mérito têm, quanto menos obrigatório é para elas o devotamento. Deus pune sempre com rigor toda violação desse mandamento.
Honrar a seu pai e a sua mãe não consiste apenas em respeitá-los; é também assisti-los na necessidade; é proporcionar-lhes repouso na velhice; é cercá-los de cuidados como eles fizeram conosco na infância.
Sobretudo para com os pais sem recursos é que se demonstra a verdadeira piedade filial. Obedecem a esse mandamento os que julgam fazer grande coisa porque dão a seus pais o estritamente necessário para não morrerem de fome, enquanto eles de nada se privam, atirando-os para os cômodos mais ínfimos da casa, apenas por não os deixar na rua, reservando para si o que há de melhor, de mais confortável? Ainda bem quando não o fazem de má vontade e não os obrigam a comprar caro o que lhes resta a viver, descarregando sobre eles o peso do governo da casa! Será então aos pais velhos e fracos que cabe servir a filhos jovens e fortes? Ter-lhes-á a mãe vendido o leite quando os amamentava? Contou porventura suas vigílias, quando eles estavam doentes, os passos que deram para lhes obter o de que necessitavam? Não, os filhos não devem a seus pais pobres só o estritamente necessário, devem-lhes também, na medida do que puderem, os pequenos nadas supérfluos, as solicitudes, os cuidados amáveis, que são apenas o juro do que receberam, o pagamento de uma dívida sagrada. Unicamente essa é a piedade filial grata a Deus.
Ai, pois, daquele que olvida o que deve aos que o ampararam em sua fraqueza, que com a vida material lhe deram a vida moral, que muitas vezes se impuseram duras privações para lhe garantir o bem-estar. Ai do ingrato: será punido com a ingratidão e o abandono; será ferido nas suas mais caras afeições, algumas vezes já na existência atual, mas com certeza noutra, em que sofrerá o que houver feito aos outros.
Alguns pais, é certo, descuram de seus deveres e não são para os filhos o que deviam ser; mas a Deus é que compete puni-los e não a seus filhos. Não compete a estes censurá-los, porque talvez hajam merecido que aqueles fossem quais se mostram. Se a lei da caridade manda se pague o mal com o bem, se seja indulgente para as imperfeições de outrem, se não diga mal do próximo, se lhe esqueçam e perdoem os agravos, se ame até os inimigos, quão maiores não hão de ser essas obrigações, tratando-se de filhos para com os pais! Devem, pois, os filhos tomar como regra de conduta para com seus pais todos os preceitos de Jesus concernentes ao próximo e ter presente que todo procedimento censurável, com relação aos estranhos, ainda mais censurável se torna relativamente aos pais; e que o que talvez não passe de simples falta, no primeiro caso, pode ser considerado um crime, no segundo, porque, aqui, à falta de caridade se junta a ingratidão.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - SOB TESTES E EXAMES VIII. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

 MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

       SOB TESTES E EXAMES VIII.

         A prova examina, experimentando o grau de preparação do educando.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 144. - BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)


MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)

                               CORAÇÃO.

            ”O coração da criança é o campo favorável ´`a semeadura do bem.
            O coração do jovem é gleba exuberante de esperanças reclamando direção”.

                                                           BEZERRA DE MENEZES. (Chico Xavier)

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

- ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG: - A ARTE DE VIVER COM... - QUARTA FEIRA.

                           A ARTE DE VIVER COM...
.
                        TODOS OS DIAS UMA NOVA MENSAGEM.

                           ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG.

                                           QUARTA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - HISTÓRIA DO ESPIRITISMO.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

5o. - EVANGELHO NO LAR - CAMPANHA DE DIVULGAÇÃO.

                        RHEDAM.

                        RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA O DIA 20 DE FEVEREIRO.


Mensagens do Mês de Fevereiro Dia:20

“Deus nos deu, para nos melhorarmos, justamente o que necessitamos e nos é suficiente: a voz da consciência e as tendências instintivas; e nos tira o que poderia prejudicar-nos”.                                                                                                                   

Allan Kardec.

                        ROTULAGEM.

            “Mas quem não possui o espírito do Cristo, esse não é dele.” – Paulo. (ROMANOS, 8:9.)

            A rotulagem não tranqüiliza.
            Procuremos a essência.
            Há louvores em memória do Cristo, em numerosos tribunais, que, em muitas ocasiões, apenas exaltam a injustiça.
            Há preciosas referências ao Cristo, em vozes altamente categorizadas da cultura terrestre, que, em nome do Evangelho, procuram estender a miséria e a ignorância.
            Há juramentos por Cristo, através de conversações que constituem vastos corredores na direção das trevas.
            Há invocações verbais ao Cristo, em operações puramente comerciais, que são escuros atentados à harmonia da consciência.
            Meditemos na extensão de nossos deveres morais, no círculo das responsabilidades que abraçamos com a fé cristã.
            Jesus permanece em imagens, cartazes, bandeiras, medalhas, adornos, cânticos, poemas, narrativas, discursos, sermões, estudos e contendas, mas isso é muito pouco se lhe não possuímos  o ensinamento vivo, na consciência e no coração.
            É sempre fácil externar entusiasmo e convicção, votos brilhantes e frases bem-feitas.
            Acautelemo-nos, porém, contra o perigo da simples rotulagem. Com o apóstolo, não nos esqueçamos de que, se não possuímos o espírito do Cristo, dele nos achamos ainda consideravelmente distantes.

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. - 1982.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM ESPECIAL. - EFETIVAMENTE. - ANDRÉ LUIZ. (CHICO XAVIER.)

                        EFETIVAMENTE.

            Vigiar não é desconfiar. É acender a própria luz, ajudando os que se encontram nas sombras.

            Defender não é gritar. É prestar mais intenso serviço às causas e às pessoas.

            Ajudar não é impor. É amparar, substancialmente, sem pruridos de personalismo, para que o beneficiado cresça, se ilumine e seja feliz por si mesmo.

            Ensinar não é ferir. É orientar o próximo, amorosamente, para o reino da compreensão e da paz.

            Renovar não é destruir. É auxiliar, através do espírito de serviço e da boa-vontade, o entendimento daquele que ignora.

            Esclarecer não é discutir. É auxiliar, através do espírito de serviço e da boa-vontade, o entendimento daquele que ignora.

            Amar não é desejar. É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça.

Fonte: Agenda Cristã - André Luiz - Francisco C. Xavier - Editora FEB - Rio de Janeiro RJ.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - APELO A UNIÃO. - PEDRO DA ROCHA COSTA.


                     APELO Á UNIÃO.

            Jesus - Cristo Nosso senhor seja louvado.
          Em nossa Doutrina Redentora, as campanhas de assistência são inegavelmente as mais variadas.
            Temos as que favorecem os recém-nascidos, relegados ao desamparo, as da sopa dedicada aos famintos da jornada humana, as de socorro aos companheiros obsidiados que reúnem os caracteres firmes e os corações generosos a benefício dos alienados mentais, as do cobertor para as noites enregeladas do inverno, visando ao reconforto daqueles irmãos sitiados na carência dos recursos terrestres, as dos ambulatórios que se abrem acolhedores em favor dos doentes, dos feridos e angustiados de todas as procedências, as do remédio gratuito e valioso, que objetivam o alívio dos enfermos necessitados, e temos ainda aquelas das conferências públicas que veiculam o conhecimento doutrinário para ignorância das criaturas que tateiam ainda as sombras da inteligência.
            Dispomos dos mais diversos movimentos de caridade para os quais há sempre bolsas abertas e braços amigos, trabalhando na redenção do próximo, principalmente na salvação do equilíbrio orgânico dos nossos companheiros da Humanidade.
            Entretanto, seria de todo muito oportuna uma campanha mais vasta, da qual participem os nossos sentimentos mais dignos, favorecendo-nos a união no campo do Espiritismo.
            Não nos reportamos à união dos pontos de vista, porque a igualdade do pensamento é francamente impraticável.
            Cada espírito observa o painel do mundo conforme a visão que já conseguiu descerrar no campo de si mesmo, e cada alma repara as manifestações da vida segundo o grau evolutivo em que se coloca.
            Referimo-nos à união fraternal, através da tolerância construtiva e cristã, por intermédio da desculpa automática a todas as pequeninas ofensas e a todas as insignificantes incompreensões do caminho, para que a bandeira renovadora de nossa fé não se perca na escura província do tempo perdido.
            União através da prece que auxilia em silêncio, do gesto que ajuda sem alarde, da atitude que ampara sem ruído e da língua capaz de estender o amor Jesus no combate sistemático à maledicência, à calúnia, à perturbação, à indisciplina e a desordem...
            Ninguém imagina, nas leiras de serviço em que a convicção espírita deve servir infatigavelmente, quanto nos dói o tempo desaproveitado, depois que o corpo de carne - a enxada sublime - nos escapa das mãos espirituais.
            Indiscutivelmente, é preciso haver perdido a oportunidade para que o valor dela se apresente tal qual é, aos olhos da mente acordada nos compromissos que esposamos diante do Cristo.
            Em verdade, não disponho de elementos intelectuais para a criação de muitas imagens, em torno da tese que nos serve de assunto nesta visita rápida, contudo, reconhecemos-lhes a imensa importância.
            Por isso mesmo, encerramos a nossa conversação despretensiosa, rogando a Jesus nos desperte o entendimento para que a comunhão fraternal seja, de fato, uma campanha que venha a merecer de todos nós, desencarnados e encarnados, no Espiritismo com Jesus, a fiel atenção que será justo consagrar-lhe, para que as nossas horas, no dia de hoje, não estejam amanhã vazias com os tristes selos da inutilidade que denominamos “remorso” e “arrependimento”.

                                                                       Pedro da Rocha Costa.

            (Do livro “Vozes do Grande Além”, psicografado por Francisco Candido Xavier, n º. 43, pág. 179 e 181, 2a. Editora FEB.)
  
Nota:
            Na noite de 12 de abril de 1956, o Espírito de Pedro da Rocha Costa, antigo seareiro de nossa Doutrina Consoladora, na cidade de Cachoeiro do Itapemerim, Estado do Espírito Santo, onde desencarnou, visitou o grupo no exato momento das instruções.

Fonte; O Reformador - No. 1.758 - Setembro 1975 - FEB.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)