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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - N º. 252. - LIÇÃO INESQUECÍVEL. - CEZAR CARNEIRO DE SOUZA


                     LIÇÃO INESQUECÍVEL.

            Duas senhoras idosas, aparentando serem da alta-sociedade, pois estavam muito bem trajadas, aproximaram-se do Chico, em reunião pública, revelando trazerem consigo um grande pensar.
            Chorosas, relatam o seguinte:
            - Olhe, Seu Chico! Estamos sentindo muita falta dele! – e respeitosas, prosseguem: só o senhor vendo como estamos sentindo a casa vazia, pois ele nos faz muita falta. Era uma gracinha... e muito obediente!
            Emocionadas e chorando. Imagine que elas tinham perdido um neto, mas qual não foi a minha surpresa, quando uma delas,lacrimosa, acrescentou:
            - Vimos aqui procurar o senhor, porque estamos muito triste pala morte do nosso cachorrinho.
            Ao ouvir aquilo, confesso que me fugiu o respeito a que elas se vinham impondo até ali.
            Mentalmente refleti: “Não é possível! Procurarem o Chico até para estas coisas?!
            Entretanto, para meu espanto, atencioso, o médium, olhando-as com muita ternura, explicou:
            - Olhe, gente, quando nossos animais domésticos morrem, é comum eles ficarem em nossas casas. Eles também são como nós: possuem almas. Os Espíritos que cuidam da Natureza costumam deixá-los por algum tempo na casa do dono, até que possam renascer novamente.
            Era tanta a atenção dispensada por ele, que confiaram:
            - Mas nós não temos fé... Mas não acreditamos em Deus!
            Aquela confissão, feita com muita angústia, tocou-me o coração.
            O Chico, apiedado, parecia envolvê-las em sua terna compreensão, como somente o amor materno sabe fazer ao proteger os filhinhos insipientes e inseguros. Então, emocionado, obtemperou:
            - Mas... Deus é o Criador! Ele é o nosso Pai!
            “Observemos quantas maravilha a comprovar sua existência.
            “Por exemplo:
            “Vejamos onde nós moramos, a nossa Terra.
            “Vimos os astronautas saírem daqui e de longe pareceu-lhes uma estrela. Isso não é maravilhoso?! Moramos numa estrela!
            “Nossa casa está suspensa no céu. E foi Deus quem no-la deu... Nós moramos num imenso jardim!”
            Enxugando as lágrimas, num gesto de reconhecimento, beijaram-lhe a mão e o rosto, dele recebendo o mesmo tratamento.
            E retiraram-se, renovadas e sorridentes.

                        Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CEZAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 167. - MÉDIUM INESQUECÍVEL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

                      SEARA DOS MÉDIUNS.

                  MÉDIUM INESQUECÍVEL.

Reunião pública de 6/5/1960 Questão nº 231 – Parágrafo 1 º.

Estudando mediunidade e ambiente, recordemos um dos médiuns inesquecíveis dos dias apostólicos: Paulo de Tarso.
Em torno dele, tudo era contra a luz do Evangelho.
A sombra do fanatismo e da crueldade não se instalara apenas no Sinédrio, onde se lhe situava a corte dos mentores e amigos, mas também nele próprio, transformando-o em perigoso instrumento da perseguição e da morte.
Feria, humilhava e injuriava a todos os que não pensassem pelos princípios que lhe norteavam a ação.
Mas, desabrocha-lhe a mediunidade inesperadamente.
Vê Jesus redivivo e escuta-lhe a voz.
Aterrado, reconhece os enganos em que vivera.
Entretanto, não perde tempo em lamentações inúteis.
Não sucumbe desesperado.
Não se confia à volúpia da autocondenação.
Não foge à luta pela renovação intima.
Percebe que não pode recolher, de pronto, a simpatia da família espiritual de Jesus, mas não se sente fracassado por isso.
Observa a extensão dos próprios erros, mas não se entrega ao remorso vazio.
Empreende, com sacrifício, a viagem da própria renovação.
Para tanto, não reclama a cooperação alheia, mas dispõe-se, ele mesmo, a colaborar com os outros.
Encontra imensas dificuldades para a iluminação da alma; no entanto, não esmorece na luta.
Segundo a palavra fiel do Novo Testamento, é açoitado e preso, várias vezes, pelo amor com que ensinava a verdade, mas, em contraposição, na Licaônia e na Macedônia, foi tido como sendo “Mercúrio” encarnado e “Servo do Pai Altíssimo”.
Não se sente, todavia, esmagado pela flagelação ou confundido pelo êxito.
Tolera assaltos e elogios como o pagador correto, interessado no resgate das próprias contas.
Diz ainda a Boa Nova que “Deus operava maravilhas pelas mãos dele”; entretanto, ele próprio declara trazer consigo “um espinho na carne”, que o obriga a viver em provação permanente.
E enquanto o corpo lhe permite, dá testemunho da realidade espiritual, combatendo ignorância e superstição, maldade e orgulho, tentação e vaidade.
Nem ouro fácil.
Nem privilégios.
Nem cidadela social.
Nem apoio político.
Ele e o tear que o ajudava a sustentar-se ficaram, através dos séculos, como símbolo perfeito de influência pessoal e meio adverso, ensinando-nos a todos, principalmente a nós outros, encarnados e desencarnados de todos os tempos, que podemos pedir orientação falar em orientação, examinar os sistemas de orientação mas que, acima de tudo, precisamos ser a própria orientação em nós mesmos.

            Livro: “SEARA DOS MÉDIUNS”, - Emmanuel, - Psicografado por Francisco Cândido Xavier, - 12 ª edição, - Editora F E B, - Rio de Janeiro, RJ, - Abril de 2000.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 98. - MÉDIUM INESQUECÍVEL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


                           MÉDIUM INESQUECÍVEL.

                                                                                              Emmanuel.

            Estudando mediunidade e ambiente, recordemos um dos médiuns inesquecíveis dos dias apostólicos: Paulo de Tarso.
            Em torno dele tudo era contra a luz do Evangelho.
            A sombra do fanatismo e da crueldade não se instalara apenas no Sinédrio, onde se lhe situava a corte dos membros e amigos, mas também nele próprio, transformando-o em perigos instrumento de perseguição e de morte.
            Feria, humilhava e injuriava a todos os que não pensassem pelos princípios que lhe norteava a ação.
            Mas, desabrochava-lhe a mediunidade inesperadamente.
            Vê Jesus redivivo e escuta-lhe a voz.
            Aterrado, reconhece os enganos em que vivera.
            Entretanto, não perde tempo em lamentações inúteis.
            Não sucumbe desesperado.
            Não se confia à volúpia da auto-condenação.
            Não foge à luta pela renovação íntima.
            Percebe que não pode recolher, de pronto, a simpatia de família espiritual de Jesus, mas não se sente fracassado pó isso.
            Observa a expressão dos próprios erros, mas não se entrega ao remorso vazio.
            Empreende, com sacrifício, a viagem da própria renovação.
            Para tanto, não reclama a cooperação alheia, mas dispõe-se, ele mesmo, a colaborar com os outros.
            Encontra imensas dificuldades para a iluminação da alma; no entanto, não esmorece na luta.
            Segundo a palavra fiel do Novo Testamento, é açoitado e preso, várias vezes, pelo amor com que ensinava a verdade mas, em contraposição, na Letônia e na Macedônia, foi tido como sendo “Mercúrio” encarnado e “Serviço do Pai altíssimo”.
            Não se sente, todavia, esmagado pela flagelação ou confundido pelo êxito.
            Tolera assaltos e elogios como o pagador correto, interessado no resgate das próprias contas.
            Diz ainda a Boa Nova que “Deus operava maravilhas pelas mãos dele”; entretanto, ele próprio declara trazer consigo “um espinho na carne”, que o obriga a viver em provação permanente.
            E, quando o corpo lhe permite, da testemunho da realidade espiritual, combatendo ignorância e superstição, maldade e orgulho, tentação e vaidade.
            Nem ouro fácil.
            Nem privilégios.
            Nem cidadela social.
            Nem apoio político.
            Ele e o tear que o ajudava a sustentar-se ficaram, através dos séculos, como símbolo perfeito de influência pessoal e meio adverso, ensinando-nos a todos, principalmente a nós outros, encarnados e desencarnados de todos os tempos, que podemos pedir orientação, falar em orientação mas que, acima de tudo, precisamos ser a própria orientação em nós mesmos.

    Fonte: “SEARA DOS MÉDIUNS”, psicografado por F. C. Xavier, edição FEB.

                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 26 de outubro de 2013

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO. N º. 91. - MÉDIUM INESQUECÍVEL. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

                           MÉDIUM INESQUECÍVEL.

                                                                                              Emmanuel.

            Estudando mediunidade e ambiente, recordemos um dos médiuns inesquecíveis dos dias apostólicos: Paulo de Tarso.
            Em torno dele tudo era contra a luz do Evangelho.
            A sombra do fanatismo e da crueldade não se instalara apenas no Sinédrio, onde se lhe situava a corte dos membros e amigos, mas também nele próprio, transformando-o em perigos instrumento de perseguição e de morte.
            Feria, humilhava e injuriava a todos os que não pensassem pelos princípios que lhe norteava a ação.
            Mas, desabrochava-lhe a mediunidade inesperadamente.

            Vê Jesus redivivo e escuta-lhe a voz.
            Aterrado, reconhece os enganos em que vivera.
            Entretanto, não perde tempo em lamentações inúteis.
            Não sucumbe desesperado.
            Não se confia à volúpia da auto-condenação.
            Não foge à luta pela renovação íntima.
            Percebe que não pode recolher, de pronto, a simpatia de família espiritual de Jesus, mas não se sente fracassado pó isso.
            Observa a expressão dos próprios erros, mas não se entrega ao remorso vazio.
            Empreende, com sacrifício, a viagem da própria renovação.
            Para tanto, não reclama a cooperação alheia, mas dispõe-se, ele mesmo, a colaborar com os outros.
            Encontra imensas dificuldades para a iluminação da alma; no entanto, não esmorece na luta.
            Segundo a palavra fiel do Novo Testamento, é açoitado e preso, várias vezes, pelo amor com que ensinava a verdade mas, em contraposição, na Letônia e na Macedônia, foi tido como sendo “Mercúrio” encarnado e “Serviço do Pai altíssimo”.
            Não se sente, todavia, esmagado pela flagelação ou confundido pelo êxito.
            Tolera assaltos e elogios como o pagador correto, interessado no resgate das próprias contas.
            Diz ainda a Boa Nova que “Deus operava maravilhas pelas mãos dele”; entretanto, ele próprio declara trazer consigo “um espinho na carne”, que o obriga a viver em provação permanente.
            E, quando o corpo lhe permite, da testemunho da realidade espiritual, combatendo ignorância e superstição, maldade e orgulho, tentação e vaidade.
            Nem ouro fácil.
            Nem privilégios.
            Nem cidadela social.
            Nem apoio político.
            Ele e o tear que o ajudava a sustentar-se ficaram, através dos séculos, como símbolo perfeito de influência pessoal e meio adverso, ensinando-nos a todos, principalmente a nós outros, encarnados e desencarnados de todos os tempos, que podemos pedir orientação, falar em orientação mas que, acima de tudo, precisamos ser a própria orientação em nós mesmos.

    Fonte: “SEARA DOS MÉDIUNS” , psicografado por F. C. Xavier, edição FEB.


                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 3 de junho de 2012

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - No. 36. - LIÇÃO INESQUECÍVEL.. - CHICO XAVIER. ( CESAR CARNEIRO DE SOUZA.)


                                               LIÇÃO INESQUECÍVEL.

            Duas senhoras idosas, aparentando serem da alta-sociedade, pois estavam muito bem trajadas, aproximaram-se do Chico, em reunião pública, revelando trazerem consigo um grande pensar.
            Chorosas, relatam o seguinte:
            - Olhe, Seu Chico! Estamos sentindo muita falta dele! – e respeitosas, prosseguem: só o senhor vendo como estamos sentindo a casa vazia, pois ele nos faz muita falta. Era uma gracinha... e muito obediente!
            Emocionadas e chorando. Imagine que elas tinham perdido um neto, mas qual não foi a minha surpresa, quando uma delas,lacrimosa, acrescentou:
            - Vimos aqui procurar o senhor, porque estamos muito triste pala morte do nosso cachorrinho.
            Ao ouvir aquilo, confesso que me fugiu o respeito a que elas se vinham impondo até ali.
            Mentalmente refleti: “Não é possível! Procurarem o Chico até para estas coisas?!
            Entretanto, para meu espanto,atencioso, o médium, olhando-as com muita ternura, explicou:
            - Olhe, gente, quando nossos animais domésticos morrem, é comum eles ficarem em nossas casas. Eles também são como nós: possuem almas. Os Espíritos que cuidam da Natureza costumam deixá-los por algum tempo na casa do dono, até que possam renascer novamente.
            Era tanta a atenção dispensada por ele, que confiaram:
            - Mas nós bão temos fé... Mas não acreditamos em Deus!
            Aquela confissão, feita com muita angústia, tocou-me o coração.
            O Chico, apiedado, parecia envolvê-las em sua terna compreensão, como somente o amor materno sabe fazer ao proteger os filhinhos insipientes e inseguros. Então, emocionado, obtemperou:
            - Mas... Deus é o Criador! Ele é o nosso Pai!
            “Observemos quantas maravilha a comprovar sua existência.
            “Por exemplo:
            “Vejamos onde nós moramos, a nossa Terra.
            “Vimos os astronautas saírem daqui e de longe pareceu-lhes uma estrela. Isso não é maravilhoso?! Moramos numa estrela!
            “Nossa casa está suspensa no céu. E foi Deus quem no-la deu...Nós moramos num imenso jardim!”
            Enxugando as lágrimas, num gesto de reconhecimento, beijaram-lhe a mão e o rosto, dele recebendo o mesmo tratamento.
            E retiraram-se, renovadas e sorridentes.

                        Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CESAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.



                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)