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terça-feira, 2 de setembro de 2014

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - ITEM N º. 85. - ALLAN KARDEC.

                             

                               SEGUNDA PARTE.

     DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                                       CAPÍTULO V.

    MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

85.       Dissemos que as manifestações físicas têm por objeto chamar nossa atenção sobre alguma coisa, e de nos convencer da presença de uma força superior à do homem. Dissemos também que os Espíritos elevados não se ocupam dessas espécies de manifestações; servem-se dos Espíritos inferiores para produzi-las, como nos servimos de criados para as tarefas grosseiras, e isso com o objetivo que acabamos de indicar para as tarefas grosseiras, e isso com o objetivo que acabamos de indicar. Uma vez atingido esse objetivo, a manifestação material cessa, porque não é mais necessária. Um ou dois exemplos farão compreender melhor a coisa.

            Fonte, “Livro dos Médiuns“, Allan Kardec,  da 18º. edição, abril de 1991,  do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)



terça-feira, 29 de abril de 2014

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO IV. - TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS. - QUESTÃO N º. 79. - ALLAN KARDEC

                                SEGUNDA PARTE.

     DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                                      CAPÍTULO IV.

            TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS.

79. Quando se faz o vácuo sob a campana da maquina pneumática, esta campana adere com uma tal força que é impossível levantá-la por causa do peso da coluna de ar que pesa sobre ela. Que se deixe entrar o ar, e a campana se levanta com a maior facilidade, porque o ar de baixo faz contrapeso com o ar de cima, entretanto, abandona a si mesma, ficará sobre o prato em virtude da lei da gravidade. Agora, que o ar de baixo seja comprimido, que tenha uma densidade maior que a de cima, e a campana será erguida mal grado a lei da gravidade; se acorrente de ar for rápida e violenta, poderá ser sustentada no espaço sem nenhum apoio visível, a maneira desses bonecos que se faz voltear sobre um jato de água. Por que, pois, o fluido universal, que é o elemento de toda a matéria, estando acumulado ao redor da mesa, não teria a prioridade de diminuir-lhe ou aumentar-lhe o peso específico relativo, como o ar o faz com a campana da máquina pneumática, como o gás de hidrogênio o faz com os balões, sem que sejam, por isso, derrogadas as leis da gravidade? Conheceis todas as propriedades e toda a força desse fluido? Não; muito bem! Não negueis, pois, um fato porque não podeis explicá-lo.

            Fonte: “Livro dos Médiuns“, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, páginas 57 e 58, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)