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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - N º. 129. - FUNÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA. - CEZAR CARNEIRO DE SOUZA.


       FUNÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA.


            “A mais elevada  função da Doutrina Espírita é a de restaurar os ensinamentos de Jesus com as elucidações de Allan Kardec, para a felicidade real das criaturas”.

Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CESAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG: - A ARTE DE VIVER COM... - TERÇA FEIRA.

              A ARTE DE VIVER COM...

          TODOS OS DIAS UMA NOVA MENSAGEM.

              ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG.

                                 TERÇA FEIRA.

o. - MENSAGEM PARA O DIA.

o. - APRENDENDO COM CHICO XAVIER.

o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

o. - MENSAGENS PARA OS JOVENS.
       - TEMAS SOBRE O JOVEM E SEUS PROBLEMAS.

o. - MENSAGENS PARA A UNIFICAÇÃO DO
         ESPIRITISMO.

            CAMPANHA: USE - SÃO PAULO. - FEB.

                                                                                   RHEDAM.


                                               RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA O DIA 06 DE JANEIRO.

        Mensagens do Mês de Janeiro Dia: 06

“Deus, com o tempo, oferece ao homem todas as oportunidades que se lhes fazem necessárias ao aperfeiçoamento”.                                                    

                                                          José Villela de Andrade.

                         UNIÃO FRATERNAL.

               “Procurando guardar a unidade do espírito, pelo vínculo da paz.” – Paulo. (Efésios, 4:3.)

            À frente de teus olhos, mil caminhos se descerram, cada vez que te lembras de fixar a vanguarda distante.
            São milhões de sendas que marginam a tua.
            Não olvides a estrada que te é  reportas-te à união, como se os demais viajores da vida devessem gravitar ao redor de teus passos...
            Une-te aos outros, sem exigir que os outros se unam a ti.
            Procura o que seja útil e belo, santo e sublime e segue adiante...
            A nascente busca o regato, o regato procura o rio e o rio liga-se ao mar.
            Não nos esqueçamos de que a unidade espiritual é serviço básico da paz.
            Observas o irmão que se devota às crianças?
            Reparas o companheiro que se dispôs ajudar os doentes?
            Identifica o cuidado daquele que se faz o amigo dos velhos e dos jovens?
            Assinalas o esforço de quem se consagrou ao aprimoramento do solo ou à educação dos animas?
            Aprecia o serviço daquele que se converteu em doutrinador da extensão do bem?
            Honra a cada um deles, com o teu gesto de compreensão e serenidade, convencido de que só pelas raízes do entendimento pode sustentar-se a árvore da união fraterna, que todos ambicionamos robusta e farta.
            Não admitas que os outros estejam enxergando a vida através de teus olhos.
            A evolução é escada infinita. Cada qual abrange a paisagem de acordo com o degrau em que se coloca.
            Aproxima-te de cada servidor do bem, oferecendo-lhe o melhor que puderes, e ele te responderá com a sua melhor parte.
A guerra é sempre fruto venenoso da violência.
A contenda estéril é resultado da imposição.
A união fraternal é o sonho sublime da alma humana, entretanto, não se realizará sem nos respeitemos uns aos outros, cultivando a harmonia à face do ambiente que fomos chamados a servir. Somente alcançaremos semelhante realização “procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz”.

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. – 10 a. edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, R - 1982.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - FENÔMENOS DE TRANSPORTE. - QUESTÃO N º. 98. - ALLAN KARDEC.

            O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                             SEGUNDA PARTE.

                                   CAPÍTULO V.

     MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

              FENÔMENOS DE TRANSPORTE.

98.       A teoria do fenômeno de transporte, e das manifestações físicas em geral, se encontra resumida, de maneira notável na dissertação seguinte, por um Espírito cujas comunicações têm um caráter incontestável de profundidade e de lógica. Encontrar-se-ão diversas no desenrolar desta obra. Faz-se conhecer sob o nome de Erasto, discípulo de São Paulo, e como Espírito protetor do médium que lhe serviu de intérprete:   
            Necessariamente, é preciso, para se obterem fenômenos desta ordem, ter consigo médiuns que eu chamaria sensitivos, quer dizer, dotados, no mais alto grau, de faculdades medianímicas de expansão e de penetrabilidade; porque o sistema nervoso destes médiuns, facilmente excitável, lhes permite, por meio de certas vibrações, projetar ao seu redor, com profusão, seu fluido animalizado.
            As naturezas impressionáveis, as pessoas cujos nervos vibram ao menor sentimento,à menor sensação, que a influência moral ou física, interna ou externa, sensibiliza, são pessoas muito aptas a se tornarem excelentes médiuns para os efeitos físicos de tangibilidade e de transporte. Com efeito, seu sistema nervoso, quase inteiramente desprovido da capa refratária que isola este sistema na maioria dos outros encarnados, os torna próprios ao desenvolvimento destes diversos fenômenos. Em conseqüência, com um sujeito dessa natureza, cujas outras faculdades não são hostis à mediunização, as pancadas dadas nas paredes e nos móveis, os movimentos inteligentes, e mesmo a suspensão no espaço da mais pesada matéria inerte. A fortiori, se obterão estes resultados se, no lugar de um médium, se tiver, à mão, vários outros igualmente bem dotados.
            Mas, da produção desses fenômenos à obtenção dos fenômenos de transporte, há todo um mundo; porque, neste caso, não só trabalho o do Espírito é mais complexo, mais difícil, mas, bem mais, o Espírito não pode operar senão por intermédio de um único aparelho medianímico, quer dizer que vários médiuns não podem concorrer simultaneamente na produção do mesmo fenômeno. Ocorre mesmo, ao contrário, que a presença de certas pessoas, antipáticas ao Espírito que opera, entrava radicalmente sua ação. É por esse motivo que, como vedes, é importante acrescentar que os transportes necessitam sempre de maior concentração, e ao mesmo tempo, de maior difusão de certos fluidos, e que não podem ser obtidos senão com médiuns os melhores dotados, aqueles, em uma palavra, cujo aparelho eletromedianímico é o de melhores condições.. (...)

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 127. - TERAPÊUTICA: EDUCAÇÃO. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

                 TERAPÊUTICA: EDUCAÇÃO.

            Maravilhosa resposta do nosso querido Chico nos reforça o raciocínio: “Qual a solução profunda para o problema da violência nos grandes centros urbanos? Resposta: Admitimos que a violência pode e dever ser contida pelos órgãos de repressão, mas acreditamos que será erradicada no campo humano somente quando nos voltarmos – todos os espíritos vinculados à Terra – para o serviço de EDUCAÇÃO a partir da criança recém-nascida”.
            O nosso lar é uma mini sociedade, onde exercitamos o relacionamento elevado ou irresponsável, a honestidade ou corrupção, o perdão ou o crime, o amor ou o ódio, a paz ou a violência.
            Muitos defendem a punição rigorosa como remédio contra a violência – desde a punição por parte dos pais, no lar, até severas penas da lei para com a violência, na sociedade em geral.
            Sabemos que violência gera violência e que os meios corretivos devem ser moderados e aplicados sem crueldade e sem a satisfação íntima de verdadeira desforra pessoal...
            A observação das tendências e atitudes de nossos filhos é a primeira etapa para erradicação da violência, e no combate às más tendências, os pais devem envidar intensivos esforços.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE EMMANUEL. - VIGIA-TE. - EMMANUEL (CHICO XAVIER)

MENSAGEM DE EMMANUEL (CHICO XAVIER)

                           VIGIA-TE.

“O viajor, por sua vez, quando invigilantes, não sabe chegar convenientemente ao termo da jornada”.                                                                                     

                                     EMMANUEL. (Chico Xavier)


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 127. - MEDIUNIDADE E EVANGELHO. - FALSÁRIOS DO ALÉM. - Dr. ODILON FERNANDES.

            MEDIUNIDADE E EVANGELHO.

                       FALSÁRIOS DO ALÉM.

                        “Pode-se, também, colocar entre as provas de identidade a semelhança da escrita e da assinatura, mas, além de que não é dado a todos os médiuns obterem esse resultado, ele não é sempre uma garantia suficiente; há falsários no mundo dos Espíritos como neste; isso é, pois, apenas uma presunção de identidade que não adquire valor senão pelas circunstâncias que acompanham”.  

(Cap. XXIV – Segunda Parte – item 260.)   

            Nestas circunvizinhanças espirituais da Terra, enxameiam os Espíritos desocupados, aqueles que vadiam levianamente como se o mundo fosse para eles, mesmo depois de “mortos”, uma imensa “estação rodoviária”... São Espíritos ainda envolvidos pelas paixões matérias, inescrupulosos, desonestos, que se corrompem a troco de vis favores.
            Esses Espíritos freqüentam os bares terrestres, as casas de jogos e de prostituição, as esquinas das ruas movimentadas, as encruzilhadas na periferia das cidades, as construções em ruínas, os apartamentos onde são promovidas as “festas de embalos”, os estabelecimentos bancários a que têm livre acesso e até mesmo os templos de fé mal orientados.
            Esses infelizes companheiros da erraticidade aproveitam-se da invigilância das pessoas e dos médiuns, imiscuindo-se em seus assuntos de forma leviana e irresponsável. Podem perfeitamente aproximar-se de um medianeiro e, se estão por dentro de um assunto de determinada família, fazer-se passar por um Espírito familiar... Às vezes, agem assim por falta de uma ocupação séria, mas, na maioria das vezes, planejam o que pretendem com antecedência e, como adverte Kardec, podem chegar ao cúmulo de imitara a caligrafia, a assinatura ou o timbre de voz de um outro Espírito. Sãos os “falsários do Além”, os que se especializaram na Terra em ludibriar as pessoas...
            Não acreditemos que o Mundo Espiritual próximo seja povoado apenas por Espíritos esclarecidos; ao contrário, a sua grande maioria é constituída por infelizes companheiros desencarnados que prosseguem cultivando os seus estranhos hábitos.
            A morte não modifica ninguém de um instante para outro.
            Por aqui, existem, contrabandistas operando nas regiões espirituais inferiores, policiais que prosseguem ao seu encalço, autoridades que se movimentam para sanear regiões ocupadas por grupos que se aquartelam, constituindo-se em constante ameaça para as comunidades do Mundo Invisível e do Mundo Físico.
            No capítulo em que estudamos a “Caligrafia dos Espíritos”,dissemos o que aqui reafirmamos; a maior garantia da autenticidade de um comunicado mediúnico é o seu conteúdo moral, a somatória de lições que são transmitidas e que os seus destinatários “sentem” ao recebê-lo, embora não saibam traduzir em palavras essa sensação...
            Quando um Espírito entra, através de um médium, em contato com os familiares e amigos que permanecem na Terra, normalmente transmite na mensagem uma “emoção” que os envolve na certeza de que é ele mesmo o comunicante.
            Quando uma mensagem é remetida por um Espírito aos seus familiares e estes dizem: “ela não tem nada a ver com fulano”, não sendo “tocados” em seu íntimo pelas palavras transmitidas, convém que a referida mensagem seja reavaliada, mesmo quando traga a assinatura do referido Espírito em sua própria letra. É preciso que se leve em conta, além disso, a seriedade da reunião em que o comunicado se deu, a idoneidade do médium e, se possível, numa autocrítica, a intenção com que se foi atrás da mensagem...
            Se muitos Espíritos inescrupulosos tomam o nome do Cristo e de Maria de Nazaré, falando e escrevendo como se fossem os próprios, por que não poderiam enganar fornecendo uma falsa identidade, fazendo-se passar por outro?!
            Neste sentido, chamamos, se assim podemos nos expressar, a responsabilidade dos médiuns, para que não sejam tão somente os “receptores” dos comunicados do Além, mas igualmente os seus “examinadores”, sendo eles os principais interessados na autenticidade do fenômeno, a fim de que não caiam, com o devido respeito, no “conto do vigário”.

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)