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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - UNAMO-NOS. - ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)

                          UNAMO-NOS.

            “O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXi – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

- MENSAGEM PARA UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - UNAMO-NOS. - ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)



                             UNAMO-NOS.

            O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXi – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 31 de maio de 2016

- MENSAGEM PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - UNAMO-NOS. - Dr. ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)



                                           UNAMO-NOS.

            O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXi – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

- MENSAGEM PARA UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO. - UNAMO-NOS. - Dr. ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)

                                       UNAMO-NOS.

                        “O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXI – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 31 de maio de 2015

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - Dr. ODILON FERNANDES. - CARLOS A. BACCELLI.


                                       

                     DR. ODILON FERNANDES.

            Dr. Odilon Fernandes, cirurgião-dentista, professor universitário, comerciante, nascido a 10 de outubro de 1907, em S. João do Capivari, Estado de São Paulo, e falecido em 13 de janeiro de 1973, em Guarulhos, estado de São Paulo, era o segundo filho do Dr. Ludovico José Fernandes, também cirurgião-dentista, na cidade de Uberaba e de Felicidades Fernandes.
            Casado com D. Dalva Guido Fernandes em 1934, deixou quatro filhos.
            Professor na Faculdade de Odontologia do Triangulo Mineiro desde a sua fundação, lecionou Clínica Odontológica e, mais tarde, Dentística Operatória.
            Aposentado após um profícuo magistério, dedicou-se às pesquisas sobre Hipnodontia, isto é, as aplicações da hipnose e das técnicas de condicionamento mental no alívio das dores do paciente na rotina do trabalho odontológico.
            Presidente da subsecção da A. B. O. em Uberaba, recebeu horárias variadas em sua profissão, bem como o reconhecimento dos seus alunos, em títulos honoríficos das suas agremiações acadêmicas.
            No caminho do serviço à comunidade, recebeu a presidência da Associação de Cegos da cidade, em 1946, e transformou-a no Instituto Dos Cegos do Brasil Central, no ano de 1947, permanecendo nesse cargo até a sua morte, em 1973.
            Construiu, para essa agremiação, a sede própria dando-lhe características de escola para a recuperação de deficientes visuais e não mais apenas as de abrigo de incapacitados.
            Durante suas gestões, foi fundado, anexo ao I. C. B. C., o Hospital Oftalmológico para atendimento aos cegos da região.
            Foi um dos fundadores e incentivadores do Banco de Sangue, ligado ao Hospital da Criança, de cuja construção participou em campanhas e trabalhos pessoais. Criou a primeira Guarda Mirim de Uberaba, que teve duração aproximadamente de quatro anos. Para isto, inspirou-se em experiência anterior, quando criara e tentara manter, durante algum tempo, um grupo de escoteiros. Também de duração efêmera foi a Sociedade dos Amigos da cidade de Uberaba, por ele fundada, juntamente com pessoas gradas a mesma comunidade.
            Espírito aberto, nunca se negou a proteger, amparar, socorrer os necessitados ou quem quer que fosse.
            Orador brilhante, sempre procurou abraçar as causas justas , lutando pelo desenvolvimento da sua terra de adoção, trazendo o seu concurso a dezenas de agremiações sociais, esportivas e culturais.
            Espírita por religião e pesquisador por convicção aprofundou-se nas diversas áreas do conhecimento da mente humana, interessando-se pela Parapsicologia, Psicologia Experimental e Vida Extracorpórea. Para tanto, fundou e presidiu, até ´`a morte a “Casa do Cinza”, templo espírita-cristão.
            “Casa”, porque representaria um lar para aqueles que precisassem de religião, e “do Cinza”, por ser este o apelido de seu pai, Dr. Ludovico Fernandes, também espírita, a cuja memória a casa foi organizada.
            Sua vida se resumiu, em poucas palavras, no amor ao próximo, na persistência do trabalho útil, na fidelidade aos seus princípios, na dedicação completa à comunicação em que viveu. Por estas razões, a Câmara Municipal de Uberaba houve por bem chamar Dr. Odilon Fernandes, à avenida onde um dia ele havia projetado construir a sede própria grandiosa do Hospital oftalmológico.

Fonte: Livro Mediunidade e Doutrina - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 1o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP - 1990.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

- MENSAGEM PARA UNIFICÇÃO DO ESPIRITISMO. - UNAMO-NOS. - Dr. ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)

                                        UNAMO-NOS.

                        “O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXi – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 134 MEDIUNIDADE E EVANGELHO. - UNAMO-NOS. - Dr. ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACELLI.)

          MEDIUNIDADE E EVANGELHO.

                                   UNAMO-NOS.

                        “O Espiritismo deveria ser uma salvaguarda contra o Espírito de discórdia e de dissensão; mas esse Espírito tem, em todos os tempos, derramado elemento de discórdia sobre os humanos, porque tem inveja da felicidade que proporcionam a paz e a união.” (Cap. XXXi – Segunda Parte – Item XXVI)

            A História registra que as discórdias e as dissensões sempre foram os maiores adversários das causas mais nobres.
            O Cristianismo, desde o princípio, mesmo quando Jesus estava na Terra, sofreu com as desavenças entre os seus adeptos.
            Assim que se viram livres das perseguições de três séculos, os cristãos começaram a disputar entre si, permitindo que o espírito de competição lhes prejudicasse as tarefas.
            Em suas famosas epístolas às comunidades nascentes do Cristianismo, Paulo as concita à fraternidade legítima, afastando-se do personalismo que tantos estragos provocaria em suas fileiras.
            Observamos hoje na Doutrina Espírita, passado o período das perseguições que lhe foram movidas fora dos seus muros, uma tendência de se repetir os equívocos do Cristianismo, logo que Constantino o declarou religião oficial do Estado 
            Infelizmente, dados a polêmicas acirradas, a pretexto de defender o Espiritismo, os espíritas tem se esquecido de preservar a paz do movimento doutrinário a que se encontram engajados.
            Sem respeito mútuo não existe união eficaz.
            Transformando os seus periódicos em “praças de guerra” de opiniões, atacam-se uns aos outros, esquecidos certamente da advertência de Jesus quando afirmou que uma casa subdividida não consegue se manter em pé...
            O nosso apelo é no sentido de que os companheiros de ideal espírita cristão procurem efetivamente se unir, como integrantes de uma única e mesma família.
            Que olvidem possíveis divergências doutrinárias para que o movimento não se enfraqueça e não apresente brechas ao ataque das Trevas...
            Que os médiuns sintam a responsabilidade que lhes pesa sobre os ombros e guardem vigilância redobrada contra os Espíritos incendiários, aqueles que alimentam o fogo da desavença nos corações.
            A Timóteo, em sua 1ª carta, Paulo assevera no Cap. 6, versículos 3 a 5: “Se alguém ensinar uma outra doutrina e não concordar com as sãs palavras de nosso senhor Jesus Cristo e com a doutrina conforme a piedade, é porque é cego, nada entende, é um doente à procura de controvérsias e discussões de palavras. Daí nascem invejas, brigas, blasfêmias, más suposições, alterações intermináveis entre homens de espírito corrupto e desprovidos de verdade...”
            Sempre que tenhamos de nos dirigir uns aos outros, façamo-lo fraternalmente.
            Evitemos ataques pessoais, a pretexto de defender a Verdade.
            Que os médiuns não se invejem mutuamente. Que os grupos permutem experiências com humildade. Que o movimento espírita se mostre coeso, na certeza de que maiores desafios ainda estão por vir...
            A maior luta da Doutrina, num futuro não muito distante será para manter-se livre dos movimentos espiritualistas paralelos que se multiplicam, em todo o mundo, na atualidade. Admitindo alguns de seus postulados, como a reencarnação e a mediunidade, esses espiritualismos modernos, todavia, não se encontram vinculados ao Cristo e, se disseminam ensinamentos esotéricos, não sustentam nenhuma proposta mais séria de renovação íntima.
            Que o Espiritismo permaneça fiel ao evangelho e sobreviverá doutrinariamente a essa verdadeira “avalanche” de seitas orientalizadas que têm arrebanhado milhões e milhões de seguidores em toda parte. Mas para que a Doutrina Espírita triunfe com a bandeira do Evangelho, necessita que os seus adeptos falem a mesma língua, não transformando-a, pelas suas discórdias, numa moderna “torre de Babel”...
            Os Espíritos mais diretamente responsáveis pelos rumos do movimento espírita têm revelado essa preocupação constante e, sempre que possível, solicitam-nos concitar os confrades à tolerância, á compreensão, à perseverança, à renúncia e, sobretudo, à boa vontade de uns para com os outros.
            Unamo-nos, pois.
            Não nos transformemos em “pedras de tropeço” do que nos é tão caro!
            Não sejamos obstáculos à propagação da Doutrina que tem sido a razão de ser de nossas vidas.
            “Muito se pedirá a quem muito recebeu”...

Fonte: Livro Mediunidade e Evangelho - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 6o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP – Janeiro/2008..


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)