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terça-feira, 20 de agosto de 2019

- EVANGELHO NO LAR. - A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA. - VIVER EM FAMÍLIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA.
  
                    VIVER EM FAMÍLIA.

            Quando as criaturas se reúnem no lar – não por obra do acaso, sim pelas leis de reajuste e afetividade, estão sendo colocados em ação programas espirituais visando seu aperfeiçoamento e engrandecimento espiritual. Cada alma ali presente carrega sua história, seus acertos e desacertos, suas conquistas morais, as afeições já construídas e também os desafetos carreados por condutas menos dignas.
            Como pais, filhos ou irmãos, estamos reencontrando companheiros de outrora para dar continuidade ao esforço evolutivo de cada um de nós. A quantidade de almas mobilizadas na Espiritualidade para que nosso lar seja alavanca moral, onde todos sejam vitoriosos em suas lutas e compromissos espirituais, é enorme. Costumamos lembrar que o “investimento espiritual” feito em relação ao nosso mergulho na reencarnação é muito alto, sendo inúmeros os detalhes calculados para ter os instrumentos necessários ao bom desempenho de nossa programa.
            Aprendamos a edificar as defesas dos nossos lares através da conduta diária. A bondade, a tolerância, o carinho, o respeito, a paciência, a gentileza, a ternura, o perdão, a gratidão e sobretudo o AMOR não devem ser apenas bonitas palavras guardados em algum empoeirado livro de estante, mas MATERIAL DE TRABALHO NO ESCRITÓRIO DA CONVIVÊNCIA, onde conjuguemos todos os verbos que edifiquem no organismo doméstico o foco de fraternidade, justiça e amor, irradiando luz nos corações que ali vivem, espalhando exemplos dignos às almas que dele se aproximem.
            Ouçamos o convite de Emmanuel: “Procura entender e auxiliar a todos em casa, para que todos em casa te entendam e auxiliem na luta cotidiana, tanto quanto lhes seja possível”.  

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000. Est. Liv Dos Médiuns.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 16 de julho de 2019

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 281. - O PERÍODO INFANTIL. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

           O PERÍODO INFANTIL.

 “A vida é um campo divino onde a infância é a germinação da Humanidade”.

                                                                            Meimei.

            Em nossa jornada evolutiva, estamos submetidos a uma lei essencial para o progresso espiritual: a REENCARNAÇÃO.
            A reencarnação é a volta do espírito a um novo corpo, com esquecimento das experiências passadas, sendo o corpo frágil e delicado, na forma infantil.
            Aí se caracteriza o primeiro período da vida humana: a INFÂNCIA, período que vai aproximadamente até os sete anos, fase da inocência, da conduta, da simplicidade, da fragilidade. É a fase da alegria, esperança, beleza, movimento.
            Premissa que nunca devemos esquecer: o espírito possui experiências milenares, retornado às lides terrenas para prosseguir em seu esforço evolutivo.
            Allan Kardec, na questão 379 do “Livro dos Espíritos” (1 - Editora EME), indagara aos Espírito quanto ao espírito que anima o corpo de uma criança ser tão desenvolvido quanto o de um adulto. “pode mesmo ser mais, se ele mais progrediu, pois são apenas os órgãos imperfeitos que o impelem de se manifestar”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 27 de junho de 2019

- EVANGELHO NO LAR. - REALIZANDO O CULTO CRISTÃO NO LAR. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 REALIZANDO O CULTO CRISTÃO NO LAR.

            “Debalde se improvisarão sociólogos para substituir a educação no lar por sucedâneos obstrusos que envenenam a alma”.

                                   Emmanuel - Livro: Caminho, Verdade e Vida - FEB.

            O culto cristão no lar é uma reunião singela e fraterna em que os membros da família, juntos em torno de uma mesa, consagram minutos importantes para falar no Cristo, dedicar-se à oração e alimentar a alma, fugindo ao burburinho e correria que diariamente enfrentam pela sobrevivência material, cheios de afazeres w obrigações.
            Nele começa a grande obra da família, pois, quando sabemos dedicar energia e tempo para fins superiores, demonstramos boa vontade e fé para recebermos do Mais alto incumbências e obrigações.
            Nossa semeadura, mesmo que em breves dedicados aos valores espirituais, reverterá amanha em fortuna real incorrosível dos sentimentos e virtudes a se aquilatarem em nossos corações.
            O culto no lar não é uma reunião eminentemente espírita; os adeptos de qualquer religião podem e devem realizá-lo, pois se fundamenta No Evangelho do Cristo, cuja linguagem de amor e sabedoria é universal.
            O que não podemos é deixar a preguiça e as preocupações materiais absorverem-nos, de tal modo, que não sobrem sequer alguns minutos por semana para imergimos no mar da lição cristã. Temos nossas necessidades espirituais, que somente serão sanadas trabalhando-se a alma, como bem explicou Allan Kardec: “há um elemento que não se ponderou bastante e sem o que a ciência econômica não passa de teoria: a educação. Não a educação intelectual, mas a moral”.
            Essa reunião é tão importante, que é utilizada pela Espiritualidade como instante de socorro a espíritos sofredores, como grupo de estudos, de comunhão com as entidades que nos amparam e assistem no dia a dia e até mesmo, como posto avançado de trabalho de colônias espirituais, logicamente que tudo isso em lares onde há disciplina evangélica e equilíbrio cristão, o que equivale a dizer onde há sinceridade, esforço e amor ao Cristo.
            Para os pais, representa extraordinário recurso educativo, por possibilitar o aconselhamento, a discussão de temas de interesse de toda a família à luz do Espiritismo, a implantação de serenidade no instituto doméstico. E, tendo em vista a responsabilidade dos pais, é excelente, já que se trata de grande dever, conforme inferimos nas palavras de Allan Kardec: “O espírito dos pais tem a missão de desenvolver o dos filhos pela educação; isso é para ele uma tarefa. Se nada falhar, será culpado”.
            E nos lares baldos de tranqüilidade e paz, precisando de assistência moral e espiritual, o culto no lar abre as portas da serenidade e espiritualidade, pois lhe franqueia conhecer Jesus, sem o qual não há pouso seguro. Thereza de Brito adverte: “O lar sofre a carência do Cristo, vivo e ativo, em suas engrenagens, em processo de emperramento”.


            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

- EVANGELHO NO LAR. - A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA.

 “O lar é o santuário em que a Bondade de Deus te situa.”

         Emmanuel – Livro: Família- Lição Jesus em casa.

            Encontramos, nos dias atuais, a crescente preocupação da sociedade para com o tema “FAMÍLIA”.O Espiritismo, que não se atém a modismos ou ações meramente passageiras, oferece, desde os primeiros dias da Codificação, orientações seguras e elevadas acerca de tão relevante tema, no qual reside a base das maiores realizações humanas.
            Os ensinos trazidos pela Espiritualidade à Terra mostram o desvelo do Cristo para com a assistência do núcleo familiar, célula básica do corpo social. Não há sociedade equilibrada sem haver lares equilibrados; não haverá paz entre os homens enquanto não se plantar a verdadeira paz nos corações que convivem entre as paredes do templo doméstico.
            Abraçando a orientação do Divino Mestre e aplicando as leis santificadas de seu código de fraternidade e elevação moral é que transformaremos nosso planeta num manancial de paz, justiça e amor entre os homens. Por isso não se fará renovação verdadeira sem que se renovem nossos valores morais, sem que se elevem nossos ideais, sem que cresçamos em nossa fé.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 265. - A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA. - VIVER EM FAMÍLIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA.
  
                 VIVER EM FAMÍLIA.

            Quando as criaturas se reúnem no lar – não por obra do acaso, sim pelas leis de reajuste e afetividade, estão sendo colocados em ação programas espirituais visando seu aperfeiçoamento e engrandecimento espiritual. Cada alma ali presente carrega sua história, seus acertos e desacertos, suas conquistas morais, as afeições já construídas e também os desafetos carreados por condutas menos dignas.
            Como pais, filhos ou irmãos, estamos reencontrando companheiros de outrora para dar continuidade ao esforço evolutivo de cada um de nós. A quantidade de almas mobilizadas na Espiritualidade para que nosso lar seja alavanca moral, onde todos sejam vitoriosos em suas lutas e compromissos espirituais, é enorme. Costumamos lembrar que o “investimento espiritual” feito em relação ao nosso mergulho na reencarnação é muito alto, sendo inúmeros os detalhes calculados para ter os instrumentos necessários ao bom desempenho de nossa programa.
            Aprendamos a edificar as defesas dos nossos lares através da conduta diária. A bondade, a tolerância, o carinho, o respeito, a paciência, a gentileza, a ternura, o perdão, a gratidão e sobretudo o AMOR não devem ser apenas bonitas palavras guardados em algum empoeirado livro de estante, mas MATERIAL DE TRABALHO NO ESCRITÓRIO DA CONVIVÊNCIA, onde conjuguemos todos os verbos que edifiquem no organismo doméstico o foco de fraternidade, justiça e amor, irradiando luz nos corações que ali vivem, espalhando exemplos dignos às almas que dele se aproximem.
            Ouçamos o convite de Emmanuel: “Procura entender e auxiliar a todos em casa, para que todos em casa te entendam e auxiliem na luta cotidiana, tanto quanto lhes seja possível”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.Est. Livro Dos Médiuns.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 264. - A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


 A EVANGELIZAÇÃO EM FAMÍLIA.


  “O lar é o santuário em que a Bondade de Deus te situa.”

                 Emmanuel – Livro: Família- Lição Jesus em casa.

            Encontramos, nos dias atuais, a crescente preocupação da sociedade para com o tema “FAMÍLIA”.O Espiritismo, que não se atém a modismos ou ações meramente passageiras, oferece, desde os primeiros dias da Codificação, orientações seguras e elevadas acerca de tão relevante tema, no qual reside a base das maiores realizações humanas.
            Os ensinos trazidos pela Espiritualidade à Terra mostram o desvelo do Cristo para com a assistência do núcleo familiar, célula básica do corpo social. Não há sociedade equilibrada sem haver lares equilibrados; não haverá paz entre os homens enquanto não se plantar a verdadeira paz nos corações que convivem entre as paredes do templo doméstico.
            Abraçando a orientação do Divino Mestre e aplicando as leis santificadas de seu código de fraternidade e elevação moral é que transformaremos nosso planeta num manancial de paz, justiça e amor entre os homens. Por isso não se fará renovação verdadeira sem que se renovem nossos valores morais, sem que se elevem nossos ideais, sem que cresçamos em nossa fé.



Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º.263. - AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS. - EQUILÍBRIO NA AUTORIDADE. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS.

   EQUILÍBRIO NA AUTORIDADE.

            O ponto de equilíbrio está nos pais que buscam a compreensão como arbítrio da relação com os filhos, onde ambos se expressam,tendo no DIÁLOGO um instrumento comum. Ambos argumentam, se expressam, sem ferir a autoridade dos pais, aplicando com discernimento e respeito.
            Confirmamos com Emmanuel a atitude mais equilibrada: “Darás aos teus filhos, com a luz Do Exemplo no dever cumprido, a devida oportunidade para a troca de impressões e de experiências... – sobretudo, não adies o momento de fazer-lhes e de ouvi-los”.
            No relacionamento diário, pais e filhos devem criar um ambiente de harmonia, confiança e respeito, onde os pais cumpram integralmente com os deveres que lhe competem: os de preparação dos filhos para o porvir, e esses possam sentir a segurança e o apoio dos genitores. Os pais, mesmo em posição de comando, busquem ouvir, esclarecer, orientar e explicar o porquê das decisões, mantendo sempre aberta a porta do entendimento, que será vital para a manutenção da amizade, sentimento imprescindível no decorrer do tempo, quando o vendaval das lutas e tentações do mundo balançarem o barco da experiência dos filhos, e nesse momento eles sentirão nos seus protetores o porto seguro para se abrigarem, abrindo seus sentimentos.
            A receita estará sempre no equilíbrio,conforme lembra Emmanuel: “Nem freio que os mantenha na servidão, nem licença que os arremesse ao charco da libertinagem”.
            Somente assim, no exercício cristão da autoridade, com o uso da disciplina, é que a EDUCAÇÃO conseguirá triunfar, multiplicando os frutos do aperfeiçoamento espiritual no grande pomar da evolução, onde todos somos os pomicultores de Jesus, a serviço da vida e do progresso, na imensa fazenda universal de nosso Pai Amado.
            Afinal, educar não é somente conduzir corpos para um crescimento sadio; é reconduzir almas eternas para o real roteiro de ascensão à luz, na estrada divina da eternidade.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 ª. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 261. AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS. - DIVERGÊNCIAS - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS.

                          DIVERGÊNCIAS

            Quanto ao conflito de opiniões que surgirá no exercício da autoridade, devemos lembrar que são naturais. Todos trazemos nossa própria personalidade (individualidade) e, ainda não estando muito evangelizados, ocorrerão divergências no relacionamento interpessoal, principalmente, onde haja hierarquia.
            Como país, não somente dizemos sim, mas, por vezes, será necessário dizer não, proibir, impor regras e criar limites para a manifestação de nossos filhos.
            A maneira pela qual, como pais, superarmos estas divergências, mostra o grau de maturidade na resolução destes problemas de relacionamento no lar.
            Outras vezes surgem aqueles que resolvem o conflito com o uso de violência, castigos, intimidação, mostrando autoritarismo e baseando a relação no MEDO.
            Noutros momentos, encontramos pais que controlam os filhos, dando presentes e concessões constantes, só havendo entendimento se houver “lucros” para eles. Prejudicam, ao não fazê-los respeitarem os valores morais, a importância das conquistas,mostrando fraqueza e baseando a relação no interesse.
  
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 261. - PAIS INSATISFEITOS: FILHOS PROBLEMÁTICOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH

  AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS.

PAIS INSATISFEITOS: FILHOS PROBLEMÁTICOS.

            Pais que não utilizam da autoridade natural a eles conferida pela Lei Divina passam a viver inseguros e impotentes quanto à orientação de seus tutelados, não suportando com o tempo, a convivência co os “pequenos generais” domésticos.
            Se na condição de responsáveis, os genitores não ensinarem aos filhos respeito e disciplina, como serão eles adultos moralmente sadios, amanha? Observando-os (aos filhos) sem aceitarem o não, sem tolerarem qualquer contrariedade, altamente egoístas e personalistas, querendo dominar as pessoas, sem maturidade nas relações pessoais, encontramos aí a resposta de tantos problemas que assolam e desgostam a sociedade moderna.
            Allan Kardec detectou o problema dos pais descontentes: “quantos pais são infelizes com seus filhos, por que não lhes combateram desde o princípio as más tendências!”
            Deixá-los num mar de liberdade excessiva, em meio às vagas das lutas humanas, é iludi-los e mostrar o desconhecimento quanto aos mecanismos da vida, à lei de reencarnação, às imperfeições que trazemos, como espíritos milenares em aprimoramento que somos.
            Emmanuel reforça: “Não abandones teus filhos à onda perigosa de paixões insofreadas, sob o pretexto de garantir-lhes personalidade e emancipação”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 12 de janeiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA.- N º. 260. - AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS. - DISCIPLINA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

    AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS.

                                    DISCIPLINA.

          No Antigo Testamento, em “Provérbios”, encontramos um sábia exortação: “Quem poupa a vara, odeia seu filho; que o ama, castiga-o na hora”.
            Obviamente, não devemos entender a vara como símbolo de violência, mas sim, como nosso companheiro Walter Barcelos em A corrigenda dos filhos, “a vara, segundo o evangelho, deve ser: a disciplina, a energia, a vigilância, a análise das más tendências, seguida de agentes reparadores, a orientação evangelizada, a palavra amorosa e firme nas decisões, o sim e o não no momento certo, a ordem paterna que leve ao cumprimento dos deveres”.
       Tanto o abuso quanto a falta de autoridade geram situações equivocadas, desaguando na insatisfação dos filhos ou dos pais.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” – Autor JoamarZanolini Nazareth. – 3ª. Edição. – Minas Editora. – Araguari, MG. – 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 259. - AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


   AUTORIDADE DOS PAIS ESPÍRITAS.

          “Instinto a solta na infância para o desequilíbrio.”

                                Emmanuel – Livro: “Família”. – Lição Infância.

            Toda vez que houver inversão de valores, criar-se-á uma situação de prejuízo para os envolvidos.
            Pais, ao obedecerem aos caprichos dos filhos, para não contrariá-los, acabam por frustrarem-se, criando nos mesmos a ilusão de felicidades, que a vida lhes dará.
            E os pais espíritas? Devem exercer sua autoridade?
            A chave do uso da autoridade sem autoritarismo reside no equilíbrio de sua aplicação.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 29 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 258. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - ORIENTAÇÕES ESPÍRITAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


         GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                ORIENTAÇÕES ESPÍRITAS.

            - O melhor remédio será sempre o exemplo dos pais no lar. Pais equilibrados, lares equilibrados, lares equilibrados, filhos equilibrados, mesmo que escorreguem em algumas falhas. Colocamos aqui asserção de mesmo de Emmanuel: “Os pais são os mestres da educação sexual de seus filhos”;
            - Viger sempre no lar a Educação Sexual de nossos filhos, sem tabus ou timidez desnecessária, com suavidade e disciplina;
            - Falar-lhes sempre das leis divinas, da consciência, dos sentimentos, da conduta reta, da felicidade e infelicidade, da eternidade do espírito da lei de sintonia, das obsessões, do vampirismo, da lei de ação e reação, da reencarnação, da virtudes, etc.;
            - Iluminá-los com as normas libertadoras do Evangelho de Jesus;
            - Conduzi-los a melhor conhecerem sua sexualidade à luz dos ensinos da Doutrina Espírita, com estudos específicos, ouvindo expositores doutrinários competentes, cursos programados, diálogos e debates em torno da temática sexual espírita, e muito conversar com eles sobre Espiritismo e moral evangélica;
            - Convidá-los a participarem de mocidades espíritas ou grupo de jovens religiosos (se não-espírita);
            - Não proibi-los ou obrigá-los à abstinência, porém estimular-lhes educação, controle e responsabilidade:
            - Explicar-lhes que a construção da felicidade não depende unicamente do instinto sexual satisfeito: depende do intercâmbio salutar de forças, da sintonia entre as almas, dos sentimentos sinceros, da consciência enobrecida no esforço do aprimoramento individual e da relação afetiva. Dona Laura, em palestra edificante com André Luiz, aborda: “O homem encarando saberá, mais tarde, que a conservação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal – patrimônios que se derivam naturalmente do amor profundo – constituem sólidos alimentos para a vida em si.
            - Não deixá-los entregues às orientações materializadas sobre sexo, de buscarem apenas prazer egoístico.
            - Elucidar-lhes que sexo é energia divina, função criadora, transferência de cargas magnéticas, troca de sentimentos, reencontro, maternidade sagrada;
            - Ressaltar-lhes o valor da oração, que será auxílio constante na direção dos desejos e sentimentos;
            - De modo algum, agredi-los fisicamente ou verbalmente, nem passar-lhes a ideia de decepção pela situação concorrida, transmitindo-lhes o desagrado pelo ato imaturo e a postura de que deverá consertar seu erro e utilizar-se de outro maior;
            - Auxilia-los quando passem pela experiência da gravidez inesperada, amparando-os para que assumam a obrigação que carrearam para si, dando condições para que iniciem uma vida a dois e colham suas experiências. Mesmo que não gostemos do genro ou da nora e mesmo pensando que o melhor seria criar nossos netos e liberar nossos tutelados, faz-se mister que abracem seus deveres e assumam o resultado de seus anos;
            Amá-los sempre e incondicionalmente, não importando- o que façam, com disciplina e energia, todavia com brandura e perdão, pois, se Deus os confiou a nós, é porque sabia da nossa capacidade de amar e educar.
            Como fecho, colocamos aqui rico pensamento de Chico Xavier: “Deveríamos educar os nossos filhos e descendentes, para que eles se conscientizem nas responsabilidades do amor, com mais educação para ávida afetiva”.
            A gravidez na adolescência é um problema a ser tratado preventivamente, contudo, ocorrendo, transformar-se-á em manancial de alegrias e bênçãos, se soubermos conduzi-la no espírito cristão. De pântanos pútridos podemos colher belos lírios, como sinal da natureza de que nada é ruim e negativo, se trazemos o coração com luz e a beleza do Evangelho. Sejamos pais equilibrados, socorrendo as fraquezas de nossos resultados sem abundar-lhes a irresponsabilidade, caminhando com eles na trilha da renúncia e do sacrifício para reconstruir-lhes o caminho da felicidade, sem precisar pisotear o jardim do próximo.
            Sejamos felizes, vivendo no oceano da consciência tranquila, onde Jesus sempre conduzirá o barco e onde nem mesmo a tempestade da vida conseguem tirar a serenidade das águas.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 22 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 257. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E
                       
   ATITUDES SOLUCIONADORAS.

            - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
            - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
            - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
            - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tãnia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
            - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
            - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 256. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS?

            A “vítima” silenciosa neste problema é o filho ou a filha que chegará ao mundo, já enfrentando seu primeiro problema. Colocamos a palavra vítima entre aspas porque sabemos que ninguém é cem por cento vítima e o retorno desse espírito ao orbe terreno se faz dentro das leis demérito e necessidade.
            Os avós é que tem arcado, na maior parte dos casos, com a renúncia de criar uma criança que nasce carregado consigo toda a esperança de uma nova vida.
            Isso acarreta vários problemas na criação desses filhos, que crescerão sem a figura de um pai e de uma mãe assumindo seu papel.
            O correto é que os pais assumindo sua posição e suas responsabilidades. Divaldo Pereira Franco esclarece-nos: “Quando dois seres, jovens ou não, se buscam e se deixam abrasar pelo desejo, devem arcar com os efeitos desse ato, desde que toda ação produz uma reação equivalente”.
            Mesmo que represente sacrifícios ao jovem casal, estejam eles dispostos a assumir, deverão os pais apoiá-los sem querer tornar para si tal tarefa, a titulo de exonerá-los das lutas com as quais eles mesmos se comprometeram.
            Os homens descobriram o prazer do sexo antes do casamento; devem encarregar-se de todas as consequências que daí advenham. Não estamos adotando atitudes puritanistas, mas afirmando que a sexualidade tem que estar a serviço do amor, e o amor jamais tem pressa. Somos livres para buscar qualquer sensação, porém somos escravos em seus resultados. Debalde tentaremos fugir de nossos compromissos. Se fugirmos nesta vida, eles nos alcançarão, mais dia, menos dia.
            Podemos buscar a prática sexual a qualquer momento, em qualquer posição da vida; mas que o façamos com bom senso e maturidade, conscientes dos riscos e dispostos a cumprir nossos encargos.
            Portanto a gravidez na adolescência deve ser levada a termo e o rebento da relação deve, se possível, ser abraçado pelos que o conceberam.
            Richard Simonetti recorda-nos: “Deus sustenta a vida, mas sua manifestação, condição e qualidade dependem de nossas iniciativas”.
            Saibamos que exercer sexualidade com alguém é empenhar-se perante esse alguém. Se esse alguém se apaixonar, se matar, sentir-se desprezado, entrar em quadro de neurose, depressão, frustrações, psicoses, tristeza, desespero, amargura, seria lícito abandoná-lo?
            Sexo antes de casamento cada um decide, mas como ficam as pessoas depois, se não mais quisermos a afeição?
            Não é e nunca será justo o filho pagar o preço, o tributo da transitória união dos pais...
            Em qualquer tipo de vínculo, a responsabilidade perante a Justiça Divina é imensa. Foge à irresponsabilidade, para não agarrares teus problemas. Afirmamos co Emmanuel: “o sexo é energia curativa, mas o amor necessita estar junto dele, a funcionar por leme seguro”.
           
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 15 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N . 255. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

  GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

           POR QUE ISSO OCORRE?

            Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 254. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - O TAMANHO DO PROBLEMA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

    O TAMANHO DO PROBLEMA.

            As estatísticas mostram que apenas um em cada dez jovens usa camisinha ou algum outro método contraceptivo. A discussão quanto ao seu uso, que faremos em outra obra, está relacionado com o tema deste capítulo. Com ou sem desses métodos, busca-se o prazer desmedidamente. Isso atesta o estado atual da Humanidade em relação à sexualidade. Já o comentará Allan Kardec. “Que pensar dos usos que têm por fim deter a reprodução, em vistas à satisfação da sexualidade? Isso prova a predominância do corpo sobre a alma e o quanto o homem está imerso na matéria”.
            Segundo dados da Organização Mundial da saúde, em 1997, no Brasil, cerca de 1 milhão (isso mesmo) de meninas entre 15 e 19 anos tornaram-se mães. Fora as engravidaram e abortaram.
            Dados de 1999 indicam que houve um aumento de 30% no número de adolescentes entre 10 e 14 anos grávidas.
            Já não é mais novidades gravidez em meninas de 10, 11 e 12 anos.
            Esta vida sexual ativa precoce leva também a outros problemas graves: prostituição infantil e juvenil, aborto, perda de auto-estima, escravidão sexual, problemas futuro de saúde.
            80% das mulheres que engravidaram são solteiras e 28% das adolescentes engravidaram nos três primeiros meses após o início da atividade sexual.
            Como pais, devemos combater tal situação dentro dos nossos lares com os recursos corretos e não arcaicos, como a surra e a proibição.
            Há um abono por parte dos pais quando isso ocorre, por acharem que o problema é grande demais ou porque pensam que os jovens tenham estrutura para tudo resolverem e tudo enfrentarem. Ledo engano! Esta é a faze em que mais necessitam de orientação e direção.
            Sexo que supera o amor traduz-se em destruição e arraso total dos bons sentimentos.
            Não esqueçamos que por trás de nossos atos na vida material está uma legião de espíritos convivendo e participando conosco, seja na alegria do dever cumprido e da satisfação sadia, seja na degradação de nossos sentimentos e de nossas atitudes, Se do Sexo fazemos apenas instrumentos de prazer, vincularemos a nós espíritos de mesma condição, muitos querendo reencarnar a qualquer custo...
            Importante lembrar que Deus não estabelece programação de gravidez indesejada...

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 253. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

            “Companheiros da Terra, à frente de todas as complicações e problemas de sexo, abstende-vos de censura e condenação”.

                        Emmanuel (Chico Xavier.) - Livro “Vida e sexo”. FEB

            Nunca a geração jovem esteve tão bem informada! Livros, revistas, músicas, televisão, rádio, imprensa, internet, programas de computador, e a lista prossegue com tantos canais de cultura e informação!
            Há espaço exclusivo para os jovens discutirem sobre sexualidade, para receberem orientação: suplementos de jornais, revistas, programas de televisão ou mesmos colunas próprias naqueles destinados ao público em geral. Contam-se hoje nas bancas mais de 30 publicações regulares destinadas a esse público. Até o governo vem se utilizando dos meios de comunicação, fazendo campanhas, esclarecendo sobre AIDS, camisinha, gravidez, etc.
            A explosão da sexualidade nessa fase não representa início de experiência, mas recomeço da vida sexual do ponto onde a deixamos no passado, ou seja, em nossas precedentes existenciais. E, como encontramos hoje tamanho acesso às possibilidade de se extravasar os instintos, o resultado é a “liberdade” que vige nos dias atuais.
            Com isso, surgem os inúmeros problemas relacionados ao comportamento sexual das criaturas; doenças sexualmente transmissíveis, sexualidade precoce nos adolescentes, gravidez indesejada, abusos de toda a ordem, problemas de ordem psicológica, mudança de postura em relação ao relacionamento afetivo sério, etc.
            Então perguntamos: Quem não tem problemas sexuais? Ou, melhorando a pergunta, qual lar não tem alguma dificuldade a resolver quanto ao comportamento sexual dos que ali vivem?
            A carga do passado surge em todos nós, espíritos eternos e ricos em experiências positivas e negativas. Os mais jovens, ainda imaturos, mais sofrem.
            Allan Kardec, no “Livro dos Espíritos, na questão 385, Editora EME, conscientiza-nos: “Quando as crianças não mais necessitam da nossa proteção, dessa assistência que lhes foi dispensada durante quinze a vinte anos, seu caráter real e individual reaparece em toda a sua nudez”. Ajudá-los é compromisso de todos os que já amadureceram na jornada da vida.
            E dentre os problemas que mais vêm crescendo, está a gravidez na adolescência.
            Tratemos dele lembrando que nossos jovens não são inimigos a serem combatidos, são nossos continuadores a serem orientados.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º 252. - EVANGELHO - A MAIOR FONTE DE ORIENTAÇÃO. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


                 EDUCANDO NO LAR.

  EVANGELHO - A MAIOR FONTE DE ORIENTAÇÃO.

            A verdadeira fonte de renovação e orientação é o EVANGELHO, única capaz de solucionar todos os problemas de ordem moral da criaturas.
            E, como representa o mais elevado código de conduta ética existente na Humanidade, logicamente constitui a melhor orientação para todos, inclusive no campo da sexualidade.
            Quando as criaturas souberem pautar seus atos em normas de equilíbrio e respeito, a felicidade será recurso próximo a todos e o sofrimento será desnecessário na convivência entre as criaturas.
            - Pais, não se descuidem da obrigação de preparar seus filhos para jornada da vida. Pode ser missão difícil, porém, se bem cumprida, lhes dará uma das maiores satisfações da vida: ver os filhos deixarem esta encarnação em situação melhor do que quando a ela chegaram.
            Recordemos Emmanuel: “Em torno do sexo, será justo sintetizarmos todas as digressões nas seguintes normas:
                        - não proibição, mas educação;
                        - não abstinência imposta, mas emprego digno;
                        - não indisciplina, mas controle;
                        - não impulso livre, mas responsabilidade”.
            Portanto auxiliaremos nossos filhos em seus problemas sexuais afetivos, sem rigores ou proibições, através do amor, da paciência e da disciplina.
            Seja a sexualidade uma força que nos dirija para a frente e para o alto, deixando-nos livre das algemas da ilusão, direcionando-nos em progressos e conquistas, carregando inexoravelmente em nossos corações as máximas do Cristo, inspirando-nos a amar ao próximo como a nós mesmos e fazer a todos aquilo que queiramos, com tanto amor e bondade, nos façam.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 251. - EDUCANDO NO LAR. - VALORES A TRANSMITIR. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


               EDUCANDO NO LAR.

         VALORES A TRANSMITIR.

Os valores a transmitir são todos aqueles que signifiquem conduzir os filhos à condição de almas equilibradas, que se esforce por buscar sentimentos nobres e conduta reta.
Devem os pais passar-lhes os valores da amizade sincera, do entendimento, da simpatia, da concórdia, da gentileza, do apoio mútuo, da lealdade, da bondade, etc.
E, acima de tudo, grande desafio para os pais é o da exemplificação, tendo uma conduta elevada que dê segurança e confiança aos seus tutelados, já que os lares onde há equilíbrio, há paz e harmonia, e onde houver paz e harmonia, haverá clima favorável à felicidade e à vida saudável, refletindo-se naturalmente na educação.
A chave da renovação da Humanidade está na educação. Lembrando Kardec, “a educação, se for bem entendida, será a chave do progresso moral”. Portanto a chave da conduta sexual correta está na renovação dos valores morais através da educação de todos nós.
Retomando artigo do companheiro Walter Barcelos, ensiná-los a conhecerem a si mesmo para corrigirem seus problemas íntimos; a buscarem disciplina; conhecerem suas emoções e desejos; esclarecê-los sobre o funcionamento da responsabilidade da Justiça Divina diante nossos atos, pensamentos e palavras; fornecer-lhes a coragem moral através da fé e do amor a Deus; estimular-lhes a pureza de intenções; dizer-lhes que a atração sexual sem amor sincero é paixão passageira; dirigir-lhes o sentimento para entenderem que o amor não prescinde de perdão, paciência, tolerância, bondade, humildade e respeito; iluminar-lhes cérebro e coração com a luz do Evangelho de Jesus; falar-lhes que, quando prejudicamos alguém, estamos realmente ferindo nossa própria consciência; e instruí-los com amor, sem precipitação ou exigências de conduta ritilínea.
Completando, sabiamente detecta: “A educação sexual da criança, em primeiro lugar, deverá constituir uma tarefa a ser cumprida amorosamente pelos pais, antes mesmo de receberem os esclarecimentos pelos educadores especializados nas escolas do mundo”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de setembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON! - / - N º. 250. - APOIO FRATERNO. - EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - O QUE OS PAIS DEVEM FAZER. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

   O QUE OS PAIS DEVEM FAZER.

            - Utilizar de disciplinas e medidas fortes nas horas certas. Se tiverem experimentado tóxicos, devem-se suprimir de algumas saídas, cortar a mesada ou os presentes, proibir algumas coisas. Se já experimentaram alguma vez e existe o perigo de se tornarem consumidores, mudança de escola, afastamento do meio onde são tentados, firmeza na cobrança de atitudes.
            Se já se tornaram dependentes, ajuda de especialistas e médico será necessário:
            - Estimular os jovens a experimentar formas não-químicas de obtenção de prazer, tais como atividades artísticas, culturais e esportivas;
            - Conhecê-los melhor em seus gostos, desejos e vontades;
            - Ajudar o jovem a superar a todas as dificuldades da vida com segurança e afeto dos pais;
            - Fazê-los sentirem-se amados apesar de seus defeitos, dificuldades e limitações;
            - Conscientizá-los dos perigos de tal caminho e mostrar-lhe criatura viciadas em triste situação para que vejam e sintam a ruína causada pelos que não resistem;
            - Não dramatizar, em caso de o filho ter-se utilizado de alguma droga. Conversar francamente com ele, buscar as razões pelas quais utilizou e jamais estigmatizá-lo, chamando por apelidos (viciado, maconheiro, etc.).
            - Desde a atenção preste atenção a seus filhos;
            - Ajudá-los a apreciar as boas coisas da vida, buscando experiências válidas e gratificantes;
            -Vivam em paz, mostrando aos filhos harmonia e amor no relacionamento conjugal. Pais que se amam e demonstram desfrutar de vida alegre e sadia são um forte antídoto contra fraquezas dos filhos. O mínimo que os pais devem a si mesmos e aos seus rebentos é o esforço de crescer e desenvolver a relação afetiva. E, mesmo que a experiência do casamento não de certo, conversem com os filhos e jamais resolvam a questão de separação com ódio, mágoa ou revolta;
            - Jamais mintam para seus tutelados;
            -Nunca se embriaguem na frente deles. Se os pais gostam de beber, que o façam com equilíbrio e moderação, deixando claro aos jovens que o melhor seria não beber. A mesma coisa com o fumo;
            - Esforcem-se por deixar seus vícios. Este será um grande exemplo e estímulo para as crianças e adolescentes. Uma das melhores armas é o exemplo. Responde-nos o amigo Divaldo Pereira Franco: “Qual a melhor terapêutica contra os tóxicos A do Lar. A do exemplo do Lar”;
- Apoiem-no em todos os momentos da vida, mesmo eu levando-o a concentrar erros, e mostrem-se sempre amigos e dispostos a auxiliá-lo no que for possível;
- Desenvolver-lhe a disposição para vencer as paixões;
- Manter o equilíbrio o lar. Se pode haver filhos difíceis em lares equilibrados, imaginemos se estes lares não o fossem! Seria mil vezes pior;
- Não habituá-los desde cedo apoiarem-se em remédios, tudo querendo resolver com ajuda de comprimidos e xaropes. Alerta-nos o DR. Lair Ribeiro e DR. Jorge Lordello: “A droga não é um substituto do amor, do carinho e da afeição. Esses sentimentos ajudam a criança a suportar dores ou doenças sem o emprego de muita medicação”;
- Tratamento médico e psicológico para ajudá-los a superar o vício;
-Tratamento espiritual: Passe/vibração, água fluidificada/magnetizada, psicoterapia da palavra, recursos psicológicos,
            - Levá-los a participar de trabalhos de assistência social a carentes e trabalhos a drogados e suas famílias;
            - Utilizar dos antídotos do Evangelho.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)