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sábado, 12 de outubro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 217. - ALLAN KARDEC.


          O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                     LIVRO SEGUNDO.

                           CAPÍTULO. IV.

      PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.
  
             PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 217. E do caráter físico de suas existências pretéritas conserva o Espírito traços nas suas existências posteriores?

 “O novo corpo que ele toma nenhuma relação tem com o que foi anteriormente destruído. Entretanto, o Espírito se reflete no corpo. Sem dúvida que este é unicamente matéria, porém, nada obstante, se modela pelas capacidades do Espírito, que lhe imprime certo cunho, sobretudo ao rosto, pelo que é verdadeiro dizer-se que os olhos são o espelho da alma, isto é, que o semblante do indivíduo lhe reflete de modo particular a alma. Assim é que uma pessoa excessivamente feia, quando nela habita um Espírito bom, criterioso, humanitário, tem qualquer coisa que agrada, ao passo que há rostos belíssimos que nenhuma impressão te causam, que até chegam a inspirar-te repulsão. Poderias supor que somente corpos bem moldados servem de envoltório aos mais perfeitos Espíritos, quando o certo é que todos os dias deparas com homens de bem, sob um exterior disforme. Sem que haja pronunciada parecença, a semelhança dos gostos e das inclinações pode, portanto, dar lugar ao que se chama ‘um ar de família’.”
Nenhuma relação essencial guardando o corpo que a alma toma numa encarnação com o de que se revestiu em encarnação anterior, visto que aquele lhe pode vir de procedência muito diversa da deste, fora absurdo pretender-se que, numa série de existências, haja uma semelhança que é inteiramente fortuita.
Todavia, as qualidades do Espírito freqüentemente modificam os órgãos que lhe servem para as manifestações e lhe imprimem ao semblante físico e até ao conjunto de suas maneiras um cunho especial. É assim que, sob um envoltório corporal da mais humilde aparência, se pode deparar a expressão da grandeza e da dignidade, enquanto sob um envoltório de aspecto senhoril se percebe freqüentemente a da baixeza e da ignomínia. Não é pouco freqüente observar-se que certas pessoas, elevando-se da mais ínfima posição, tomam sem esforços os hábitos e as maneiras da alta sociedade. Parece que elas aí vêm a achar-se de novo no seu elemento. Outras, contrariamente, apesar do nascimento e da educação, se mostram sempre deslocadas em tal meio. De que modo se há de explicar esse fato, senão como reflexo daquilo que o Espírito foi antes?

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS - Questão 216. - ALLAN KARDEC

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                  LIVRO SEGUNDO.

                      CAPÍTULO. IV.

   PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

       PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 216. Em suas novas existências conservará o Espírito traços do caráter moral de suas existências anteriores?
“Isso pode dar-se. Mas, melhorando-se, ele muda. Pode também acontecer que sua posição social venha a ser outra.
Se de senhor passa a escravo, inteiramente diversos serão os seus gostos e dificilmente o reconheceríeis. Sendo o Espírito sempre o mesmo nas diversas encarnações, podem existir certas analogias entre as suas manifestações, se bem que modificadas pelos hábitos da posição que ocupe, até que um aperfeiçoamento notável lhe haja mudado completamente o caráter, porquanto, de orgulhoso e mau, pode tornar-se humilde e bondoso, se se arrependeu.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 17 de julho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 215. - ALLAN KARDEC.

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                   LIVRO SEGUNDO.

                       CAPÍTULO. IV

  PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.  

      PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 215. Que é o que dá origem ao caráter distintivo que se nota em cada povo?

“Também os Espíritos se grupam em famílias, formando-as pela analogia de seus pendores mais ou menos puros, conforme a elevação que tenham alcançado. Pois bem! um povo é uma grande família formada pela reunião de Espíritos simpáticos. Na tendência que apresentam os membros
dessas famílias, para se unirem, é que está a origem da semelhança que, existindo entre os indivíduos, constitui o caráter distintivo de cada povo. Julgas que Espíritos bons e humanitários procurem, para nele encarnar, um povo rude e grosseiro? Não. Os Espíritos simpatizam com as coletividades, como simpatizam com os indivíduos. Naquelas em cujo seio se encontrem, eles se acham no meio que lhes é próprio.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 214. - ALLAN KARDEC.

          O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                        CAPÍTULO. IV.

     PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

          PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 214. Que se deve pensar dessas histórias de crianças que lutam no seio materno?
“Lendas! Para significarem quão inveterado era o ódio que reciprocamente se votavam, figuram-no a se fazer sentir antes do nascimento delas. Em geral, não levais muito em conta as imagens poéticas.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 28 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 213. - ALLAN KARDEC.

         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                        CAPÍTULO. IV.

      PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS

           PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 213. Pois que nos gêmeos os Espíritos encarnam por simpatia, donde provém a aversão que às vezes se nota entre eles?
“Não é de regra que sejam simpáticos os Espíritos dos gêmeos. Acontece também que Espíritos maus entendam de lutar juntos no palco da vida.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 24 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 212. - ALLAN KARDEC.

       O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                      LIVRO SEGUNDO.

                            CAPÍTULO. IV.

    PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

        PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 212.  Há dois Espíritos, ou, por outra, duas almas, nas crianças
cujos corpos nascem ligados, tendo comuns alguns órgãos?
“Sim, mas a semelhança entre elas é tal que faz vos pareçam, em muitos casos, uma só.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 21 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 211. - ALLAN KARDEC.


         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                          CAPÍTULO. IV.

   PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. 

         PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 211. Donde deriva a semelhança de caráter que muitas vezes existe entre dois irmãos, mormente se gêmeos?

“São Espíritos simpáticos que se aproximam por analogia de sentimentos e se sentem felizes por estar juntos.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 17 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 210. - ALLAN KARDEC.


         O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                     LIVRO SEGUNDO.

                           CAPÍTULO. IV.

    PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

        PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 210. Pelos seus pensamentos e preces podem os pais atrair para o corpo, em formação, do filho um bom Espírito, de preferência a um inferior?
“Não, mas podem melhorar o Espírito do filho que lhes nasceu e está confiado. Esse o dever deles. Os maus filhos são uma provação para os pais.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 10 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 209. - ALLAN KARDEC.


        O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                   LIVRO SEGUNDO.

                        CAPÍTULO. IV.

   PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

         PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 209. Por que é que de pais bons e virtuosos nascem filhos de natureza perversa? Por outra: por que é que as boas qualidades dos pais nem sempre atraem, por simpatia, um bom Espírito para lhes animar o filho?
“Não é raro que um mau Espírito peça lhe sejam dados bons pais, na esperança de que seus conselhos o encaminhem por melhor senda e muitas vezes Deus lhe concede o que deseja.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 7 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 208. - ALLAN KARDEC.


          O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                   LIVRO SEGUNDO.

                         CAPÍTULO. IV.

    PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.
  
         PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 208. Nenhuma influência exercem os Espíritos dos pais sobre o filho depois do nascimento deste?

“Ao contrário: bem grande influência exercem. Conforme já dissemos, os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar-se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS. - Questão 207 a - ALLAN KARDEC.

       O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                 LIVRO SEGUNDO.

                      CAPÍTULO. IV.

   PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.
  
         PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 207 a) - Donde se originam as parecenças morais que costuma haver entre pais e filhos?

“É que uns e outros são Espíritos simpáticos, que reciprocamente se atraíram pela analogia dos pendores.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 1 de junho de 2019

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - LIVRO SEGUNDO. - CAPÍTULO. IV. - PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS. - PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS - Questão 207. - ALLAN KARDEC


          O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                    LIVRO SEGUNDO.

                         CAPÍTULO. IV.

PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS.

      PARECENÇAS FÍSICAS E MORAIS

Questão 207. Freqüentemente, os pais transmitem aos filhos a parecença física. Transmitirão também alguma parecença moral?

“Não, que diferentes são as almas ou Espíritos de uns e outros. O corpo deriva do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os descendentes das raças apenas há consangüinidade.”

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 19 de junho de 2018

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO XVI. - MÉDIUNS ESPECIAIS. - VARIEDADES DOS MÉDIUNS ESCREVENTES. - 194. 4º — SEGUNDO AS QUALIDADES FÍSICAS DO MÉDIUM. - ALLAN KARDEC.

       O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                     SEGUNDA PARTE.

                        CAPÍTULO XVI.

               MÉDIUNS ESPECIAIS.

VARIEDADES DOS MÉDIUNS ESCREVENTES

194. 4º — SEGUNDO AS QUALIDADES FÍSICAS DO MÉDIUM

Médiuns calmos: escrevem sempre com certa lentidão e sem experimentar a mais ligeira agitação.

Médiuns velozes: escrevem com rapidez maior do que poderiam voluntariamente, no estado ordinário. Os Espíritos se comunicam por meio deles com a rapidez do relâmpago.
Dir-se-ia haver neles uma superabundância de fluido, que lhes permite identificarem-se instantaneamente com o Espírito. Esta qualidade apresenta às vezes seu inconveniente: o de que a rapidez da escrita a torna muito difícil de ser lida, por quem quer que não seja o médium.
“É mesmo muito fatigante, porque desprende muito fluido inutilmente.”

Médiuns convulsivos: ficam num estado de sobreexcitação quase febril. A mão e algumas vezes todo o corpo se lhes agitam num tremor que é impossível dominar. A causa primária desse fato está sem dúvida na organização, mas também depende muito da natureza dos Espíritos que por eles se comunicam. Os bons e benévolos produzem sempre uma impressão suave e agradável; os maus, ao contrário, produzem-na penosa.
“É preciso que esses médiuns só raramente se sirvam de sua faculdade mediúnica, cujo uso freqüente lhes poderia afetar o sistema nervoso.” (Capítulo “Da identidade dos Espíritos”, diferenciação dos bons e maus Espíritos.)

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA A MULHER. - N º. 167. - SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA. - Secreções elétricas da epífise e a prática dos esportes pela juventude. A beleza física e os desregramentos emocionais. - WALTER BARCELOS.

               SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA.

        - Secreções elétricas da epífise e a prática dos esportes pela juventude. A beleza física e os desregramentos emocionais

Os cientistas e estudiosos materialistas de todo o mundo, percebendo os efeitos danosos para o organismo, em virtude do saturamento das forças nervosas, e no intuito de preservar, na estrutura fisiológica, a juventude, a plástica e a eugenia, recomendaram, acertadamente, a prática dos esportes como medida de saúde, principalmente para os jovens:

“(...) Contra os perigos possíveis, na excessiva acumulação de forças nervosas, como são chamadas as secreções elétricas da epífise, aconselharam aos moços de todos os países o uso do remo, da bola, do salto, da barra, das corridas a pé. Desse modo, preservavam-se os valores orgânicos, legítimos e normais, para as funções da hereditariedade.” (“Missionários da Luz” – André Luiz/Chico Xavier.)

A ciência terrena, ainda incapaz de ver a alma no corpo, permanece com as medidas que procuram atender da melhor maneira possível ao organismo humano, garantindo a saúde física, o equilíbrio psíquico, o porte atlético e a beleza da forma, com indiferença quase que completa pelos valores morais para a personalidade juvenil.
Estagia a juventude nos respeitáveis, organizados e belos estabelecimentos de ensino do mundo, no desenvolvimento da cultura, da inteligência nos diversos ramos do conhecimento humano, acrescidos das atividades desportivas, mas lamentavelmente distanciada de um trabalho de orientação no campo do caráter e do sentimento. A medida para resguardar a saúde da juventude ainda é insuficiente:

“(...) A medida, embora satisfaça em parte, é, contudo, incompleta e defeituosa.
Incontestavelmente, a ginástica e o exercício controlados são fatores valiosos de saúde;
a competição esportiva honesta é fundamento precioso de socialização; no entanto,
podem circunscrever-se a meras providências, em benefício dos ossos e, por vezes,
degeneram-se em elástico das paixões menos dignas.” (“Missionários da Luz” – André Luiz/Chico Xavier.)

O brilhantismo da inteligência, o cérebro enobrecido pela cultura, o corpo esculturado pelos exercícios e competições esportivas não são suficientes para dar equilíbrio, alegria e paz reais à alma da juventude. A medida é incompleta e defeituosa, porque atende ao corpo, mas não dá equilíbrio a personalidade espiritual. É o que nos fala o mentor espiritual Telésforo, nas palavras do Espírito André Luiz:

“(...) à medida que se suprimem sofrimentos do corpo, multiplicam-Se aflições da alma
(...). Atendido, porém, o corpo revelará as necessidades da alma (...)“. (“Os Mensageiros” – André Luiz/Chico Xavier.)

Intensificam-Se no mundo as atividades respeitáveis dos esportes, promovendo junto aos jovens a saúde, o vigor físico, a alegria, a confraternização cultural, mas ao mesmo tempo proliferam também os desmandos do prazer sexual irresponsável, levando a mocidade aos desregramentos das emoções dos vícios do álcool e dos tóxicos,
com prejuízos enormes para a família e a sociedade, retardando o progresso espiritual da
Humanidade.

                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO”  - Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - FENÔMENOS DE TRANSPORTE. - ITEM N º. 99. - ALLAN KARDEC.

              O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                              SEGUNDA PARTE.

                                     CAPÍTULO V.

  MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

            FENÔMENOS DE TRANSPORTE.

99. Continuação... Este fenômeno oferece uma particularidade bastante singular, e é que certos médiuns não obtém senão no estado sonambúlico, e isso se explica facilmente. Há, no sonambulismo, um desprendimento natural, uma espécie de isolamento do Espírito e do perispírito, que deve facilitar a combinação dos fluidos necessários. Tal é o caso dos transportes, dos quais fomos testemunha. As questões seguintes foram endereçadas ao Espírito que os havia produzido, mas suas respostas, por vezes, de sua insuficiência; nós as submetemos ao Espírito Erasto, muito mais esclarecido do ponto de vista teórico, e que as completou com observações muito judiciosas. Um é o artesão, o outro o sábio, e a própria comparação dessas duas inteligências é um estudo instrutivo, porque prova que não basta ser Espírito para tudo compreender.
            18. Como introduzistes esses objetos, outro dia, pois o quarto estava fechado?
Fi-los entrarem comigo, envolvidos, por assim dizer, na minha substância;quanto a vos dizer mais, isso não é explicável. 
            19. Como fizestes para tornar visíveis esses objetos que estavam invisíveis um instante antes?
            Retirei a matéria que os envolvia.

            Nota de Erasto. Não é a matéria, propriamente dita, que os envolve, mas um fluido tomado metade do perispírito do médium, metade do Espírito que opera.

            20. (A Erasto). Um objeto pode ser transportado num lugar perfeitamente fechado, em uma palavra, O Espírito pode espiritualizar um objeto material, de maneira que possa penetrar a matéria?
            Esta questão é complexa. Para os objetos transportados, o Espírito pode torná-los invisíveis, mas não penetráveis; não pode romper a agregação da matéria, o que seria a destruição do objeto. Tornando invisível esse objeto, pode transportá-lo quando quiser, e não apartar-se dele senão no momento conveniente para fazê-lo aparecer. Ocorre de outra forma para aqueles que nós o compomos; como não introduzimos senão os elementos da matéria e como esses elementos são essencialmente penetráveis; e como penetramos, nós mesmos, e atravessamos os corpos mais condensados, com tanta facilidade como os raios solares atravessamos as vidraças, podemos perfeitamente dizer que introduzimos o objeto num lugar, por mais fechado que seja; mas é somente neste caso.  

            Nota. Veja-se, adiante, para a teoria da formação espontânea dos objetos, o capítulo intitulado: Laboratório do mundo invisível.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 19 de maio de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. SEGUNDA PARTE. CAPÍTULO V. MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. FENÔMENOS DE TRANSPORTE. 99.

            O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                            SEGUNDA PARTE.

                                   CAPÍTULO V.

  MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

           FENÔMENOS DE TRANSPORTE.

99. Continuação... Este fenômeno oferece uma particularidade bastante singular, e é que certos médiuns não obtém senão no estado sonambúlico, e isso se explica facilmente. Há, no sonambulismo, um desprendimento natural, uma espécie de isolamento do Espírito e do perispírito, que deve facilitar a combinação dos fluidos necessários. Tal é o caso dos transportes, dos quais fomos testemunha. As questões seguintes foram endereçadas ao Espírito que os havia produzido, mas suas respostas, por vezes, de sua insuficiência; nós as submetemos ao Espírito Erasto, muito mais esclarecido do ponto de vista teórico, e que as completou com observações muito judiciosas. Um é o artesão, o outro o sábio, e a própria comparação dessas duas inteligências é um estudo instrutivo, porque prova que não basta ser Espírito para tudo compreender.
            15. Algumas vezes, há desaparecimento de objetos cuja causa é ignorada, e que seria obra dos espíritos?
            Isso acontece muito freqüentemente, com mais freqüência do que pensais, e isso poderia ser remediado pedindo ao Espírito para trazer de volta o objeto desaparecido.

            16. Há efeitos que se consideram como sendo fenômenos naturais e que são devidos à ação de certos Espíritos?
            Vossos dias estão repletos desses fatos que não compreendeis, porque não os haveis sonhado, e que um pouco de reflexão vos faria ver claramente.
             Nota de Erasmo. Não atribuais aos Espíritos o que é obra da humanidade; mas crede na sua influência oculta, constante, que faz nascer, ao vosso derredor, mil circunstâncias, mil incidentes necessários ao cumprimento dos vossos atos, da vossa existência.
            17. Entre os objetos transportados há os que podem ser fabricados elos Espíritos; quer dizer, produzidos espontaneamente pelas modificações que os Espíritos podem impor ao fluido ou ao elemento universal?  
            Não por mim, porque não tenho permissão para isso; só um Espírito elevado pode fazê-lo.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 14 de maio de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - FENÔMENOS DE TRANSPORTE. ITEM N º. 99. - ALLAN KARDEC.

            O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                          SEGUNDA PARTE.

                                 CAPÍTULO V.

MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

         FENÔMENOS DE TRANSPORTE.

99. Continuação... Este fenômeno oferece uma particularidade bastante singular, e é que certos médiuns não obtém senão no estado sonambúlico, e isso se explica facilmente. Há, no sonambulismo, um desprendimento natural, uma espécie de isolamento do Espírito e do perispírito, que deve facilitar a combinação dos fluidos necessários. Tal é o caso dos transportes, dos quais fomos testemunha. As questões seguintes foram endereçadas ao Espírito que os havia produzido, mas suas respostas, por vezes, de sua insuficiência; nós as submetemos ao Espírito Erasto, muito mais esclarecido do ponto de vista teórico, e que as completou com observações muito judiciosas. Um é o artesão, o outro o sábio, e a própria comparação dessas duas inteligências é um estudo instrutivo, porque prova que não basta ser Espírito para tudo compreender.
            11. A produção do fenômeno de transporte, causa-vos alguma dificuldade, um embaraço qualquer? 
            Não nos causa nenhuma dificuldade quando para isso temos permissão; poderia causar-nos, e muito grande, se quiséssemos produzir estes efeitos sem estarmos para isso autorizados.
            Nota de Erasto. Não quer admitir sua dificuldade, embora seja real, uma vez que está forçado a fazer uma operação, por assim dizer, material.

            12.  Quais são as dificuldades que encontrais?   
            Nenhuma outra a não ser as más disposições fluídicas que podem nos ser contrárias.
            13. Como transportais o objeto; os prendeis com as mãos?  
            Não, nós o envolvemos em nós.
            Nota de Erasto. Ele não explica claramente sua operação, porque não envolve o objeto com sua própria personalidade; mas, como seu fluido pessoal é dilatável, penetrável e expansível, combina uma parte desse fluido com uma parte do fluido animalizado do médium, e é nessa combinação que ele esconde e transporá o objeto motivo do transporte. Não é, pois, justo dizer que o envolve nele.
            14. Transportaríeis com a mesma facilidade um objeto de um peso considerável, de 50 quilos, por exemplo?     
            O peso não é nada para nós; transportamos flores porque isso pode ser mais agradável do que um peso volumoso.
            Nota de Erasto. É justo: pode transportar cem ou duzentos quilos de objetos, porque a gravidade que existe para vós, está anulada para ele; mas, ainda aqui, não se rende contado que se passa. A massa dos fluidos combinados é proporcional à massa dos objetos, em uma palavra, a força deve estar em razão da resistência; de onde se segue que, se o Espírito não transporta senão uma flor ou um objetoleve, freqüentemente, é porque não encontra no médium, ou nele mesmo, os elementos necessários para um esforço mais considerável.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - FENÔMENOS DE TRANSPORTE. - ITEM N º. 99. - ALLAN KARDEC.

                       O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                        SEGUNDA PARTE.

                                                CAPÍTULO V.

           MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

                        FENÔMENOS DE TRANSPORTE.

99. Continuação... Este fenômeno oferece uma particularidade bastante singular, e é que certos médiuns não obtém senão no estado sonambúlico, e isso se explica facilmente. Há, no sonambulismo, um desprendimento natural, uma espécie de isolamento do Espírito e do perispírito, que deve facilitar a combinação dos fluidos necessários. Tal é o caso dos transportes, dos quais fomos testemunha. As questões seguintes foram endereçadas ao Espírito que os havia produzido, mas suas respostas, por vezes, de sua insuficiência; nós as submetemos ao Espírito Erasto, muito mais esclarecido do ponto de vista teórico, e que as completou com observações muito judiciosas. Um é o artesão, o outro o sábio, e a própria comparação dessas duas inteligências é um estudo instrutivo, porque prova que não basta ser Espírito para tudo compreender.

            7. Mas os anéis tem um valor; onde os tomastes? Isso não prejudicou àquele de quem tirastes?
            Apanhei em lugares desconhecidos a todos, de maneira que ninguém possa ter algum prejuízo.

            Nota de Erasto. Creio que o fato está explicado de um modo insuficiente em razão da capacidade do Espírito que respondeu. Sim; pode isso ter causado um mal real; mas o Espírito não quis passar por ter subtraído alguma coisa. Um objeto não pode ser substituído senão por um outro objeto idêntico, da mesma forma, do mesmo valor; consequentemente, se um Espírito tinha a faculdade de substituir um objeto com o que toma, não teria motivos para tomá-lo, e deveria dar aquele que serve para substituir.

            8. É possível trazer flores de outro planeta? 
            Não, isso não é possível.

            (A Erasto) Outros Espíritos teriam esse poder? 
            Não, isso não é possível em razão do meio ambiente.

            9. Poderíeis transporta flores de outro hemisfério, dos trópicos por exemplo?
            Desde o momento que estejam na Terra, eu o posso.

            10. Os objetos que transportastes, poderíeis fazê-lo desaparecer e trazê-los de volta.
             Assim como os trouxe, posso levá-los à minha vontade.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)