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quinta-feira, 7 de junho de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - /- N º. 243. -APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXX. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                        APOIO FRATERNO.


O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXX.

Pergunta Ouvimos dizer que o fato de a mulher fumar pode também influir na procriação dos filhos. Não será esta uma opinião absurda?

Ramatís - As mulheres que fumam exageradamente tendem a gestar menor quantidade de filhos, e algumas chegam antes do tempo à esterilidade; as que fumam durante a gravidez são mais propensas às náuseas, vômitos, salivação, ataques nervosos, perturbações digestivas e reduzida filtração hepatorrenal, pois a nicotina contrai o calibre das células cônicas hepáticas e dos bacinetes renais.
Em alguns casos, é viável o aborto provocado pela inanição circulatória, quando a nicotina cerceia demais o crescimento do feto pela constrição dos vasos sanguíneos, e também acentua o perigo do colapso nervoso da parturiente. A produção do leite materno também é perturbada, pois alguns dos venenos contidos no tabaco chegam a destruir ou atrofiar grande parte dos germes lácticos, enquanto que o óxido de carbono, que é absorvido na inalação do fumo, inflama a traqueia e reduz os alvéolos bronquiais, causando as tradicionais dispneias de muitas gestantes.
É evidente que muitas camponesas fumam desde jovens, sem que por isso se defrontem com quaisquer dificuldades em sua prodigalidade gestativa, pois superam muitas mulheres residentes nas cidades e protegidas pelos mais modernos tratamentos obstétricos. Mas isso é porque a vida quase toda animal, simples e livre, dos campos, à distância das opressões nervosas das cidades, favorece a reserva de melhores defesas orgânicas e neutraliza com êxito os perigos decorrentes do tabaco, nas gestações. No entanto, a moça que cresce no turbilhão das cidades mergulhadas no seio dos resíduos impuros, afeita à alimentação artificializada, tóxica e errônea, sem gozar do oxigênio puro e recuperador das campinas e das matas vitalizantes, se se viciar com o fumo, será sempre uma vítima de sua imprudência, visto o seu organismo já se encontrar bastante debilitado em suas defesas naturais.
Não pretendemos exprobrar a mulher pela sua debilidade em fumar, mas consideramos que a figura feminina é a convergência delicada da poesia divina modelada na forma humana. Nunca o seu porte delicado se deveria humilhar aos tristes arremedos de vícios detestáveis e próprios da imprudência masculina, como sejam o fumo, o álcool ou a glutoneria. Só poderá restar algo de mais terno e valioso na vida humana tornando-se a mulher a esperança e o símbolo de elevada inspiração espiritual da própria organização humana.
A mulher moderna que se desbraga cada vez mais no vício do cigarro e da bebida torna-se grotesca e ridícula pois, imitando os vícios do homem sem possuir a sua força original, apenas se exibe em infeliz masculinização, que pouco a pouco lhe destrói o encanto milenário. E assim se nivela não aos mesmos direitos masculinos aos quais busca fazer jus na comunidade humana, mas sim ao rol dos vícios perniciosos preferidos pelos homens negligentes e ainda desinteressados de sua própria ventura espiritual. Embora seja mulher, não se esquivará de sofrer no AlémTúmulo os terríveis efeitos da nicotina astral a circular-lhe pelo perispírito, obedecendo fielmente à lei de que “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
Para muitas mulheres que fumam desbragadamente, será muito triste, no futuro, que, por efeito de sua negligência espiritual, também se transformem em exóticas “piteiras vivas” de outras infelizes mulheres torturadas e vencidas pelo desejo do mesmo vício do fumo no AlémTúmulo.
Como o sexo é apenas sinalética saliente no mundo físico, na intimidade do corpo masculino ou feminino reside sempre a alma colhendo de conformidade com a sua sementeira e ligando-se aos campos da vida do Além na conformidade de sua própria afinidade espiritual para com o Bem e para com o Mal; para com o digno ou para com o vicio.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)



terça-feira, 29 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 242. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIX. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                      APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIX.

Pergunta Dissestes, certa vez, que as mulheres que fumam sofrem maiores prejuízos do que os homens. Podeis explicarnos detalhadamente esse assunto?

Ramatís - Já nos referimos, há pouco, à ação venenosa da nicotina, que causa a contração dos vasos sanguíneos, retardando o afluxo de sangue aos centros cerebrais superiores e às camadas sensitivas situadas externamente no córtex cerebral. A prova evidente dessa contração dos vasos sanguíneos está em que os fumantes mais exagerados sofrem às vezes de certo “esquecimento” nas extremidades dos dedos, provocado pela exiguidade de circulação capilar. Muitas clínicas médicas já estão comprovando que as doenças do coração são mais frequentes entre os fumantes, devido à proverbial contração que a nicotina provoca nas veias coronárias, crescendo então o surto da “falsa angina”, cada vez mais comum entre os tabagistas inveterados.
Essa influência tabagista e tóxica é muito mais branda no organismo masculino, devido à sua natureza mais rija e viril, enquanto que se torna profundamente molesta e gravosa no corpo feminino, pois a mulher é portadora de maior quantidade de vasos sanguíneos do que o homem, a fim de poder atender com êxito às trocas do quimismo nas fases criticas e nas épocas de procriação. Por possuir um organismo muito mais delicado d profundamente sensível, e que, por ser o vaso procriador da vida, situa-se entre as forças astrais da vida oculta e as energias da animalidade do mundo material, a mulher sofre muito mais que o homem os efeitos perigosos das substâncias nocivas contidas no fumo, tais como a nicotina, a amônia, os ácidos oxálico, tânico, nítrico e o óxido de carbono, que se produzem durante a queima do cigarro.
Em face da propriedade específica da nicotina, de contrair os vasos sanguíneos, não será difícil imaginar quão nocivo é o fumo para os órgãos, glândulas e sistema sanguíneo da mulher, que é muito mais provida de sangue em sua rede vascular do que o organismo masculino. E evidente que, em qualquer diminuição do sangue necessário para irrigar-lhe normalmente os órgãos e os sistemas procriativos na função expulsora das toxinas menstruais, a nicotina, ao contrair-lhe os vasos sanguíneos, também reduz o êxito dessa operação benfeitora e aumenta-lhe a carga tóxica na circulação delicada.
As estatísticas do vosso mundo provam que muita mulher que fuma envelhece mais rapidamente do que aquela que não fuma, pois a constrição sanguínea provocada pela nicotina rouba-lhe pouco a pouco o rosado da pele, devido à diminuição circulatória à superfície das faces. Então as rugas surgem mais cedo, pois, reduzindo-se a quantidade de sangue necessária para irrigar a pele e remover as suas impurezas, os resíduos nocivos e gordurosos se demoram mais tempo e formam-se então as petrificações subcutâneas, que depois se revelam na forma de manchas, rugas, cravos e sardas. Depois disso não adianta à mulher defender-se heroicamente por detrás dos potes de cremes, tinturas, ou por meio do quimismo que lhe fornecem os salões modernos de beleza, pois o artifício já não evita de se mostrarem velhas precoces e, além disso, com os dedos e os dentes manchados pela nicotina! Nenhum creme ou pomada miraculosa conseguirá substituir essa deficiência provocada pela inanição circulatória e característica da nicotina, cujo tóxico, por sua vez, ainda atua no delicado sistema glandular, interferindo na harmonia da função ováriotireóidica e podendo até perturbar-lhe o temperamento. O uso do fumo influi pouco a pouco na progênie feminina e, se a mulher teimar em manter tal vício pernicioso à sua delicada constituição, é certo que, em breve, os bons geneticistas hão de reconhecer os efeitos daninhos e o estigma nocivo da nicotina no metabolismo tão sensível da mulher.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º 241.- APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVIII. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                       APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVIII.

Pergunta - Para que um fumante possa deixar aos poucos o vício do fumo quais as providências preliminares que ele deve tomar para lograr o êxito desejado?

Ramatís - Já vos dissemos que o mais importante para isso é esclarecer a mente e eliminar a idéia de que o cigarro possa causar prazer ou inspirar idéias. O fumante deve-se lembrar de que, assim como não apreciaria ingerir coisas repugnantes, também não deve sentir-se satisfeito em sugar fumaça acre e com ela encher os pulmões, que não foram feitos para isso. Convém que ele examine, à luz da razão severa e consciente, quais as vantagens de se fumar ou não fumar e o grau de inteligência ou de estultícia da pessoa que absorve tóxicos, sem proveito.
Aquele que não se pode livrar imediatamente do tabaco deve fazer um planejamento mental proveitoso, assim como o comando militar investiga as manhas e as vulnerabilidades do seu adversário, para depois dominá-lo de modo seguro e vencê-lo pela tenaz resistência. A vontade deve ser treinada constantemente sob reflexões sensatas e inteligentes, a fim de, pouco a pouco, exercer a sua ação modificadora no subconsciente e convencê-lo da realidade perniciosa do fumo. Para o tabagista inveterado e incapaz de uma libertação imediata do vício, não há outro recurso senão o de manter um estado de alerta incessante e luta heróica contra si mesmo. Há que conseguir viver com o cigarro no bolso, mas com força suficiente para protelar a satisfação do vício, como se desejasse humilhá-lo antes de atender-lhe à sugestão perniciosa. Muitas vezes atenderá até ao pedido de “fogo” do companheiro viciado mas, embora sentindo despertar em si o desejo de fumar, há que protelá-lo tanto quanto possível.
Malgrado o fato de o fumante ainda se ver obrigado a incinerar cigarros, já o deve fazer vigiando a extensão do vício e abandonando o cigarro bem antes de se sentir satisfeito. Então a força de vontade, que até então estava dominada pelo fumo, retorna aos poucos sob essa severa vigilância mental e recuperação psíquica, assim como o adversário belicoso recua ante a ação tenaz e vigorosa do general decidido. Junto de fumantes ou de odores de tabaco, o mais acertado não é fugir por medo de ceder à aparente delícia e tentação do cigarro; o importante será enfrentar a situação de modo calmo e vigilante, analisando sempre a estultícia e o ridículo que existe na absorção da fumaça de ervas fétidas. Há que se convencer de que as tabacarias são lugares onde se explora o bolso do infeliz viciado do fumo, representando um comércio mais próprio dos velhos bororós ou tupinambás, de costumes atrasados e entregues a vícios por vezes repelentes.
Naturalmente, cada criatura representa um temperamento e uma força psíquica à parte, pelo qual não se pode preceituar para todos os fumantes um módulo de libertação do vício do cigarro.
O próprio fumante deveria se sentir ferido em sua dignidade, ante a humilhação de se deixar vencer tão facilmente por um vício tão detestável. O tabaco é o cérebro indesejável que o domina a seu bel prazer, dirige-lhe a vontade e se intromete em todos os seus atos cotidianos; suja-lhe os dedos, os dentes e as roupas, lesa-lhe a dinâmica respiratória e intoxica-lhe o estômago e a circulação sanguínea, obrigando-o ainda a gastos inúteis. Infelizmente, aquele que ainda não pode exercer domínio sobre si mesmo ou recuperar-se de um vício tão pernicioso, também não conseguirá livrar-se de outras investidas nocivas à sua integridade psíquica. E, acima de tudo, não convém que o fumante esqueça a probabilidade de se tornar uma detestável “piteira viva” de outros espíritos delinquentes do Além, que espreitam continuamente toda a intimidade espiritual que se debilita no vício do fumo. Além disso, é depois da morte que advêm as piores consequências para o fumante, porque o desejo de fumar continua a atuar com mais veemência no seu perispírito, causando-lhe a mais terrível angústia ante a impossibilidade de satisfazer esse vício nocivo e tolo.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 14 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON!. - / - N º. 240. - APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVII. - RAMATÍS. (HERCÍLI MAES.)

                       APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVII.

Pergunta Alguns de nossos amigos conseguiram abandonar repentinamente o vício de fumar, mas a falta repentina do cigarro os fez sofrerem dantescamente! É essa a melhor solução para o caso?

Ramatís Indubitavelmente, os que assim procederam são bastante dignos de louvores, por haverem demonstrado ser donos de uma mente enérgica e bastante capacitada para modificar ou dominar os desejos perigosos do seu psiquismo, pois o dificílimo não é assumir a decisão de não fumar mas, acima de tudo, poder suportar depois os efeitos aflitivos do condicionamento criado pelo fumo no organismo humano. Durante a etapa viciosa, as antitoxinas orgânicas são exclusivamente mobilizadas para manter a defesa do organismo e neutralizar os venenos oriundos do tabaco; por isso, logo depois da abstenção do fumo, elas passam a atuar de modo intenso, exigindo peremptoriamente o tóxico que estavam habituadas a combater.
Lembram um grande exército que deve ser lançado incontinenti contra os objetivos para os quais foi mobilizado e que se acha com inquietante expectativa que pode levá-lo a indisciplina ante a falta de imediata aplicação de sua força represada.
A recuperação psíquica, após o abandono do vício de fumar, deve ser de natureza profundamente mental, sem os paliativos dos bombons ou das distrações forçadas, pois um vício não deve ser compensado por outro embora menos ofensivo, porquanto o problema fundamental consiste em fortificar a vontade e conservar a mente desperta, como segurança contra a investida de outros vícios perniciosos. A solução verdadeira implica, pois, extirpar-se da mente a ideia de que o fumo é gozo de distração, ou meio de acalmar os nervos, quando, na realidade, é vício nocivo e ridículo, que depõe contra a própria inteligência e sensatez.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON! - / - N º. 239. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVI.- RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)

                     APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVI.

Pergunta - Que dizeis sobre a forma mais prática de se deixar de fumar?

Ramatís É óbvio que o problema não se resume em “largar o cigarro”, como costumais dizer, mas em readquirir o poder da vontade, que se acha escravizado por ele. Se o homem abandonar o fumo, a carne ou o álcool, mas continuar mentalmente a fumar, a comer carne e a ingerir álcool, pouco importa que esteja fugindo do objeto do vício, pois é certo que ainda não é dono de sua vontade. E na mente do homem que, antes de tudo, deve ser empreendida uma campanha sadia contra o vício; através de reflexões inteligentes, deve ele se convencer da estultícia de se submeter a prejuízos físicos, psíquicos e econômicos, causados pelo cigarro, o charuto ou o cachimbo. A ofensiva, portanto, não deve ser iniciada contra o objeto do vício, que é o fumo, mas no sentido de recuperação do comando mental perdido; há que ser retomado novamente o psiquismo diretor dos fenômenos da vida de relação entre a alma e o meio! É preciso que o homem se torne outra vez o senhor absoluto dos seus atos, desprezando as sugestões tolas e perniciosas do vício que o domina. É certo que a libertação do vício de fumar será muito mais difícil se, por afinidade de vícios ou devido a qualquer desregramento moral, a criatura já estiver sendo cercada por entidades do astral inferior, atraídas para junto de si. Neste caso, a libertação não só requer o domínio da própria vontade, como ainda a adoção de um modo de vida que provoque o desligamento de outra vontade viciosa e livre, do AlémTúmulo.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 3 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! -/ - N º. 238. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXV. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                        APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXV.

Pergunta - Visto o uso do fumo ser assim tão pernicioso ao homem, não teria sido porventura mais sensato que Deus não houvesse criado a planta “Nicotiana tabacum“, com cujas folhas se prepara o fumo?

Ramatís - Acreditais que Deus haja criado alguma coisa perniciosa? Porventura a medicina terrena não se utiliza atualmente de venenos, ácidos e drogas mortíferas que, no emprego terapêutico, logram salvar milhares de criaturas? O próprio veneno das aranhas, escorpiões e cobras não tem sido aplicado com êxito para debelar diversos males considerados incuráveis? Na planta a que vos referis existe grande quantidade de elementos que podem ser aplicados com excelente utilidade na indústria, na medicina, no comércio e noutras esferas de trabalho pacífico. Não consta na tradição espiritual de nosso plano que o Criador haja criado o tabaco para o homem mascá-lo, sugá-lo queimado ou torrá-lo para metê-lo dentro das narinas ou, ainda, chupar a fumaça de suas folhas secas e enroladas sob vistosos rótulos coloridos.
Certos índios mastigavam as folhas de fumo ou as chupavam enroladas, porque ainda lhes faltavam o senso estético e o conhecimento médico dos atuais civilizados. No entanto, os homens modernos, substituindo os antigos penduricalhos de ossos, dos silvícolas, por piteiras elegantes, continuam a sugar as mesmas folhas do tabaco! A diferença está em que se iludem pelo fato de arrumá-las em artísticas caixinhas de madeira ou então as queimarem reduzidas a fiapos metidos em papel acetinado ou entre palha de milho.
A planta “Nicotiana tabacum” não é coisa perniciosa criada por Deus; é o homem que a transforma em fumo, e então perde o seu comando mental e se transforma num obsidiado do cigarro, que lhe controla até os nervos motores e o obriga a render-lhe tributo desde a madrugada até a noite!

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 27 de abril de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE NAR-ANON! - / - N º. 237. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIV. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)

                       APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIV.

Pergunta — Supondose o caso de um indivíduo de alma excelsa que, depois de desencarnado, merecesse até a visão de Jesus, que lhe aconteceria se ele houvesse sido um fumante inveterado, na Terra?
Ramatís Seria semelhante a um balão cativo que, tendo-se livrado de noventa e nove amarras, ainda lutasse aflitivamente para se desprender da última e frágil corda de seda que o impedisse de se alar ao espaço! Essa alma santificada, embora pudesse ingressar imediatamente no seio de uma humanidade feliz e com ela gozar de todos os benefícios e alegrias de uma vida superior, sentiria de vez em quando turvar-se a sua ventura, ante o desejo insólito e condicionado, do cigarro, vibrando ainda na sua intimidade astral. Diante da Lei justa de ascensão espiritual, tanto usufruímos das glórias merecidas por uma vida humana santificada, como também teremos de sofrer o resultado de qualquer descuido ou imprudência, que tenhamos praticado na forma de vícios ou de paixões da carne.
Eis por que o sofrimento na vida futura pode atingir mesmo aqueles que já lograram desenvolver os bens superiores do espírito, mas que se hajam descuidado de extinguir algum vício ou hábito alimentado na carne. Algumas almas desencarnadas, de cujo perispírito já se desprendem refulgências de luzes, não se podem furtar, de vez em quando, ao fato de a sua mente ser perturbada pelo insofreável desejo, do fumo, do churrasco ou mesmo do uísque fidalgo ou da cachaça pobre. “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes sobre a Terra será ligado também no céu, e tudo o que desligardes na Terra será desligado também no céu” (Mateus 18:18). Como se vê, nesse admirável conceito de Jesus está implícito o ensinamento de que só habitaremos o céu no mais completo estado de paz, liberdade e alegria depois que nos desligarmos completamente de todas as coisas, desejos e vícios do mundo carnal. Então, o que na Terra foi desatado pela própria vontade e consciência do Espírito, também será desatado no Além. Aquele que fuma, bebe ou se alimenta descontroladamente na Terra fica ligado a esses prazeres terrenos, até que o próprio espírito se esqueça deles, visto que a morte não o obriga a deixar os vícios com o corpo físico no túmulo da matéria. O corpo de carne apenas revela as sensações do espírito no mundo físico; por isso, os desejos inferiores, que vivem na intimidade da alma, continuam a se manifestar mesmo ante as munificências dos ambientes celestiais.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 236. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIII. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                     APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIII.

Pergunta - Todos os fumantes inveterados, depois que desencarnam, sofrem no Além os efeitos perniciosos do vício cultivado na Terra?
Ramatís - Após a desencarnação, é a lei de correspondência vibratória que realmente regula o sofrimento ou o prazer de cada criatura, em conformidade com sua escravidão ou libertação dos vícios da carne; assim, o sofrimento causado pela impossibilidade de fumar, entre as almas desencarnadas, varia conforme o grau de sua escravidão ao vício do fumo. As pessoas que fumam acidentalmente ou por esporte, isto é, que só de vez em quando tomam de um cigarro, não contribuem para a criação do desejo astral que mais tarde as poderá acicatar com veemência no Além. Mas convém saberdes que, embora a bondade, o amor, a pureza, a renúncia e a honestidade proporcionem às almas desencarnadas uma situação de paz e entendimento espiritual, a saudade ou os estigmas dos vícios adquiridos na terra continuarão a acicatar-lhes o perispírito, malgrado sejam elas dignas da admiração do mundo! Daí a conveniência de se abandonar o vício do fumo antes da desencarnação, pois o vício terreno é assunto individual, cuja solução requer a decisão interior do próprio espírito e não depende da mudança de um para outro plano da vida.
Há equívoco por parte de muitos reencarnacionistas, e mesmo de alguns espíritas, em julgarem que as sensações da matéria, tais como a fome, a sede, o desejo de ingerir bebidas alcoólicas ou de fumar, desaparecem com o corpo físico, na terra. Doutrinadores há que insistem junto às entidades infelizes e viciadas, que se comunicam em seus trabalhos mediúnicos, para que deixem de pensar no fumo, no álcool, na sede ou na fome, porque tudo isso é apenas ilusão trazida da vida carnal já extinta. Ignoram essas pessoas que o “desejo” reside no corpo astral e não no corpo carnal, motivo pelo qual os infelizes que partem da Terra ainda escravizados às paixões perniciosas e aos vícios perigosos, embora deixem de pensar nos mesmos, são perseguidos pelo desejo vicioso e violento, porque partiram para o Espaço sobrecarregados de resíduos tóxicos, que lhes acicatam acerbamente o corpo astral. Só depois de os drenarem para fora de sua indumentária perispiritual, é que se poderão livrar dos desejos desregrados.
Na verdade, os vícios terrenos não devem ser encarados como “pecados” ofensivos a Deus, mas apenas como grandes obstáculos e empecilhos terríveis que, em seguida à desencarnação, se transformam em uma barreira indesejável mantendo o espírito desencarnado sob o comando das sensações inferiores.
Quando através dos médiuns combatemos o uso do álcool, do fumo, a ingestão da carne e outros costumes que causam embaraços à alma em sua vida perispiritual, não o fazemos na condição de novos missionários ou profetas que excomungam pecados e pecadores.
Agimos mais por espírito de solidariedade fraterna, compungidos ante a visão dos quadros dolorosos que todos os dias presenciamos no lado de cá, vividos por aqueles que partem da Terra profundamente viciados ao fumo, ao álcool, à carne e outras práticas prejudiciais. Na verdade, o fumante que não tenta vencer o seu vício, quando encarnado, arrisca-se a revivê-lo ainda mais intensamente quando desencarnado.
Visto que o objetivo fundamental da evolução do espírito é a libertação de todas as paixões, mazelas e desejos próprios dos mundos físicos, deve a alma exercitar-se para a sua mais breve alforria espiritual e desligação definitiva dos vícios que podem prendê-la cada vez mais aos ciclos tristes das encarnações retificadoras. E o cigarro, embora vos pareça um vicio sem importância, é exigente senhor que, ainda depois da desencarnação, obriga o espírito a render-lhe a homenagem do desejo veemente e insatisfeito.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 235. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXII. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                      APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXII.

Pergunta - Quais os prejuízos espirituais para a criatura que perde o seu domínio mental sobre o vício do fumo?

Ramatís - Se o indivíduo, em virtude de se submeter completamente ao jugo do vício do fumo, vier a enfraquecer a sua conduta moral, arriscar-se-á a se transformar numa exótica e oportuna “piteira viva” para saciar o vício dos fumantes desencarnados do astral inferior, pois as almas desregradas e malfeitoras que, além disso, eram viciadíssimas na Terra com o uso do fumo, ficam presas ou chumbadas à crosta terráquea, vivendo momentos de angústia inenarráveis, em virtude de não poderem satisfazer o desejo de fumar, devido à falta do corpo carnal que deixaram na cova do cemitério. Só lhes resta então um recurso maquiavélico para poderem saciar o desejo veemente de fumar, qual seja o de se aproximarem de criaturas encarnadas que possam vibrar simpaticamente com suas auras enfermiças, e assim transmitir-lhes as sensações etéricas da queima do fumo.
Essas almas envidam esforços para ajustar os seus perispíritos aos perispíritos dos encarnados que, além de se igualarem a elas na conduta moral, ainda sejam escravos do vício do fumo; colam-se a eles como se fossem moldes invisíveis, procurando por todos os meios haurir desesperadamente as emanações desprendidas do cigarro. Isso acontece porque o fumo, além de sua característica volátil no mundo material, interpenetra as baixas camadas do mundo astral, devido a possuir, como tudo, a sua cópia fluídica, que então é absorvida avidamente pelos desencarnados que se conseguem afinizar à aura dos fumantes encarnados.
Mas isso não os deixa completamente satisfeitos, porquanto é bastante reduzida a quota que podem absorver no eterismo do tabaco incinerado; então lançam mão do recurso de acicatar suas vítimas para que aumentem a sua ração diária de cigarros, donde se descobre a causa de muitos fumantes se dizerem dominados por estranha força oculta que os impede de se livrarem do vício e ainda os faz fumar cada vez mais.
É claro que essa desagradável sujeição a espíritos atrasados só pode ocorrer para com aqueles que, além do vício escravizante do fumo, ainda se entregam a deslizes morais perigosos, que podem atrair para junto de si muitos desencarnados delinquentes e viciados.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 9 de abril de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - 234. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXI.- RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                                 APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXI.

Pergunta O vício do fumo pode influir no caráter humano?

Ramatís É certo que não se deve considerar o fumo como responsável por subversões do caráter humano, tais como a do vício da embriaguez, que realmente avilta e influi no cunho moral do homem, a ponto de levá-lo à degradação completa. O vício do fumo, embora possa causar perturbações fisiológicas naqueles que a ele se entregam, é bem menos degradante e não tem a força suficiente para modificar o caráter do homem, porque não o leva à hipnose ou ao aviltamento completo, como o fazem o álcool e os entorpecentes. No entanto, é fora de dúvida que aquele que fuma desbragadamente abdica de sua vontade e se escraviza a um vício inútil, tolo e prejudicial, o que, em verdade, revela claramente certa debilidade ou negligência psíquica para consigo mesmo.
O hábito de fumar não indica uma subversão de caráter, mas comprova a insuficiência psíquica do individuo para dominar a tirania mental do algoz invisível, que é o fumo.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 28 de março de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - - / - Nº. 233. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XX.- RAMATÍS. ( HERCÍLIO MAES)


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O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XX.

Pergunta — No entanto, alguns homens de alta capacidade produtiva e dinamismo comercial consideram que o cigarro ou o charuto significalhes o maior amigo de todas as horas! Como se explica que, para uns, o fumo seja considerado deprimente, enquanto que outros o louvam como poderoso estimulante?

Ramatís - Mesmo quanto ao uso do fumo, não há regra sem exceção, pois a sua ação tóxica varia de conformidade com a resistência orgânica do fumante.
Conforme vós mesmos lembrastes, os escravos africanos atingiam mais de cem anos e fumavam ininterruptamente, enquanto muitos outros aldeões também atingiam a longevidade, malgrado o excessivo abuso do fumo. Evidentemente, esses homens poderiam ser mais sadios e bem mais dispostos se não fumassem, pois a saúde a que vos referistes e a imunidade contra o fumo eram apenas consequência dos seus bons antecedentes biológicos e não da inofensividade do fumo. A maioria da humanidade terrena, que vive doente e debilitada no seu sistema nervoso, muito melhoraria o seu estado de saúde se abandonasse definitivamente o uso do fumo, pois, se o tabaco não consegue minar o organismo dos homens de saúde resistente, é fora de dúvida que pode aniquilar aqueles que são propensos às enfermidades mais comuns. Qual o homem que pode assegurar hoje, com absoluta certeza, que o seu organismo, imune atualmente aos tóxicos do fumo, também o será aos seus efeitos lesivos só constatáveis do futuro? O homem inteligente e prudente opta pelo não fumar.
Quando são colocados em cargos onde se exige muita acuidade mental, muitos homens que fumam exageradamente se sentem deprimidos bem antes daqueles que não fumam, pois a sua memória é mais letárgica e os seus erros mais numerosos. Artistas, escritores, desportistas e oradores que abandonaram o uso do fumo não podem deixar de reconhecer que ficaram aumentadas as suas energias, o apetite, e até o gosto e o olfato se sensibilizaram a ponto de eles se tornarem receptivos a diversos paladares e odores antes desconhecidos.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 20 de março de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 232. -APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XIX. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


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O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XIX.

Pergunta - E por que, à medida que a humanidade conhece melhor os prejuízos decorrentes do uso do fumo, aumenta o número de fumantes? Crescem as advertências sobre os perigos do fumo e, no entanto, as estatísticas demonstram que os homens cada vez fumam mais?

Ramatís - Tudo isso decorre da negligência do homem Iara consigo mesmo porquanto, à medida que se torna mais científico e erudito, parece desinteressar-se cada vez mais da sua própria ventura espiritual! O homem do século XX, apesar de excessivamente “intelectualizado”, vive mais em função das razões ou das sugestões do mundo exterior em vez de auscultar as suas próprias necessidades, preferindo seguir a obcecação da maioria, mesmo que isso lhe seja pernicioso.
Mesmo quanto às necessidades mais comuns, ele se submete a essa força sugestiva, seja a da moda feminina, a das inovações, sem importância fundamental, a das tolices e trivialidades que todos os dias o rádio, as revistas e anúncios incutem no cérebro dos seres terrícolas, fazendo-os trocar, comprar ou preferir produtos e coisas de que não necessitam. A propaganda moderna é feita por hábeis e manhosos psicólogos, bastante experimentados no tocante às reações humanas; eles se utilizam de recursos hipnóticos e persistentes, expondo ou anunciando os seus produtos de forma fascinante e agradável!
E assim, à mais inofensiva dor de cabeça ou impaciência nervosa, associais logo à mente o nome de um produto que a inteligente propaganda soube pôr em evidência no momento. De tal modo atuam sobre vós o rádio, o jornal, a revista e o cinema, que viveis em função dessa fascinação imposta pelo mundo do comércio e da indústria para impingir os seus produtos, agindo de modo astucioso; então já não escolheis as coisas; elas é que vos hipnotizam e se impõem a vós como imprescindíveis! O mesmo se dá através dos efeitos sugestivos da hábil propaganda do cigarro, efetuada pelas grandes indústrias tabagistas. Elas aliciam opiniões de cientistas, de homens célebres ou de artistas de cinema famosos, estampando seus retratos em cromos luxuosos, cartazes brilhantes e coloridos, onde os dísticos mais poéticos e as frases mais sugestivas destacam a delícia e a fidalguia de fumar! Os próprios homens que não fumam sentem-se atraídos por tão habilidosa propaganda, muitas vezes deixando-se fascinar pelas frases que elevam o cigarro à categoria de uma distinção imprescindível no meio social. Mais tarde, quando o indivíduo se torna fumante inveterado, já não mais precisa da propaganda sugestiva para fumar e, extremamente viciado, chega a perder a noção de civilidade humana em quase toda parte; ele olvida que nos veículos e nos salões de divertimentos o fumo pode intoxicar, repugnar ou irritar a muitos. Esquece de que, mesmo em outros lugares de reunião, pode ser detestável ao próximo o odor do cigarro de palha, o cheiro forte do charuto ou o do sarro do cachimbo.
Alguns indivíduos fumam até nos salões dos restaurantes, à hora das refeições; outros atingem com a fumaça o rosto dos companheiros nas “filas” dos transportes, pouco se importando com os protestos silenciosos de suas infelizes vítimas! Embora se conclame a fidalguia do cigarro, não é raro o fato de um fumante queimar a roupa do seu companheiro de viagem, causando-lhe por vezes enorme prejuízo!

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 14 de março de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - 231. - APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XVIII - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES. )

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O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XVIII

Pergunta — Embora contrariando em parte as vossas afirmações, devemos dizer que já temos comprovado, em nós mesmos, que os nossos nervos demasiadamente excitados se acalmam ante o recurso do habitual cigarro fumado calmamente. Algumas vezes conseguimos a solução psíquica satisfatória, que tanto desejávamos, após a reflexão vinda depois do uso do cigarro. Como explicais esse fato?

Ramatís — Comumente, o homem excita os seus nervos tanto quanto seja o seu interesse em maior contato com o turbilhão da vida, e principalmente devido à cobiça pelas coisas do mundo material. Aqueles que pretenderem uma existência tranqüila e se quiserem libertar dos ciclos aflitivos da vida física precisarão orientar-se pela inteligente advertência de Jesus, quando diz: “Buscai os tesouros que a traça não rói e a ferrugem não consome”. A não ser assim, ninguém pretenda possuir nervos calmos, mesmo lançando mão do tabaco ou de qualquer outro processo enganoso.
Quando a criatura se põe a fumar intensamente para acalmar os seus nervos, ignora que apenas está reduzindo o contato normal psicofísico com o ambiente, confundindo essa redução com um desejável estado de calma do sistema nervoso. Sob a ação algo hipnótica do fumo frena-se, em parte, a ação do sistema nervoso, reduzindo-se, pois, a sua relação normal com as atividades exteriores e deixando o psiquismo mais liberto de preocupações, tal como ocorre entre os que bebem álcool e obscurecem o seu entendimento.
A preocupação, o susto ou a emoção súbita provocam nas criaturas a produção imediata de certos hormônios, que devem equilibrar os excessos perigosos dos movimentos desordenados ou impactos vigorosos no vagossimpático. Como os vasos sanguíneos costumam contrair-se mais fortemente sob a ação da nicotina, o fumante acredita estar em um estado de “calma” ou de “desafogo psíquico”, quando isso não passa de uma redução no movimento de sua circulação sanguínea. E que o tabaco não só reduziu o metabolismo circulatório, devido à contração dos vasos sanguíneos, como também deprimiu e freou a atividade fisiológica.
Não cremos que a absorção perniciosa do gás de tabaco possa trazer inspiração de qualquer espécie ou mesmo normalizar o sistema nervoso, pois os nervos são o prolongamento vivo do próprio perispírito atuando no mundo físico.
E a serenidade do perispírito não depende de frenamento tóxico e hipnótico, mas fundamentalmente do controle sadio e psíquico da alma.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

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quinta-feira, 8 de março de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 230. - APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XV. - REMATÍS. ( HERCÍLIO MAES.)

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O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XV.

Pergunta — O câncer será uma consequência do vício de fumar?

Ramatís — O fumo não é o exclusivo fator de aparecimento do câncer, mas pode produzi-lo se entre os fumantes inveterados existir algum que seja eletivo ao câncer pulmonar, pois as substâncias alcatroadas do fumo atacam principalmente os pulmões. Certos médicos dizem que o câncer é mais comum entre os homens do que entre as mulheres, talvez porque a espécie masculina é justamente a que mais fuma.
Não se pode atribuir ao fumo a culpa exclusiva da produção do câncer, porquanto até os animais — que não fumam — têm apresentado manifestações cancerígenas, mas convém lembrar que os cientistas terrenos têm verificado que o câncer ataca mais particularmente na boca, entre os hindus mascadores da noz de areca, e que o câncer labial ocorre quase sempre exatamente no ponto do lábio onde mais se usa a piteira, o cigarro ou o cachimbo.
Muitas úlceras gástricas, erradamente atribuídas à vida tensa do cidadão do século XX, têm a sua origem principal nos efeitos corrosivos das substâncias tóxicas e alcatroadas que a excessiva salivação do fumante carreia para a delicada mucosa estomacal, modificando os sucos gástricos, entéricos, e lesando o metabolismo harmônico da digestão.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 228. - APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XV. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)

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O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XV.

Pergunta — Supondose que um homem fume 20 cigarros por dia, qual será a cota de nicotina que absorverá durante esse consumo de fumo?

Ramatis — Cremos que cada cigarro deve conter perto de um grama de fumo; consequentemente, são aspirados 20 gramas de fumo durante o consumo de 20 cigarros. Baseando-nos em experiências dos próprios cientistas terrícolas, que afirmam conter cada grama de tabaco mais ou menos 2,5% de nicotina, conclui-se que 20 cigarros, ou seja, 20 gramas de fumo, hão de conter 50 miligramas de nicotina. Temos então o total de 350 a 400 miligramas de nicotina numa semana, para quem só consome 1 carteira de cigarros por dia.
Entretanto, já se fizeram em vosso mundo experiências que demonstraram que a injeção de apenas 5 a 7 miligramas de nicotina, por via subcutânea ou endovenosa, foi suficiente para matar coelhos e cobaias, enquanto que certas aves mais débeis, ao aspirarem o vapor da nicotina, sucumbiam imediatamente Daí o efeito desastroso que apenas 2,5 miligramas de nicotina, existentes em um grama de fumo contido num cigarro, é capaz de causar ao fumante neófito, produzindo-lhe distúrbios respiratórios, salivação anormal, transtornos hepáticos, tonturas, falta de visão e audição, ou mesmo intensa dor de cabeça, vômitos, fraqueza, cólicas e até disenteria. E certo que, com o tempo, a própria natureza se acostuma à carga venenosa cada vez mais intensa; mas raras são as pessoas que conhecem o tremendo esforço que o corpo humano faz para sobreviver ao impacto venenoso do fumo. Conforme já vos dissemos, mais tarde os efeitos perniciosos do cigarro transformam-se em enfermidades crônicas, que minam as defesas naturais e de proteção do organismo. Uma das mais conhecidas enfermidades crônicas é a célebre “bronquite tabagista”, ou a causada por distúrbios próprios da “asma brônquica”, com a presença do incômodo pigarro, que é produto da irritação constante causada pelo fumo às mucosas respiratórias.
O fumante inveterado vive com a faringe, a laringe, os brônquios, estômago e intestinos supercarregados de nicotina e de todos os derivados tóxicos do fumo, obrigando a sua natureza a permanente vigilância, a fim de se poder manter em relativo contato com os fenômenos da vida física exterior.
Sabe-se que a língua possui pequenas elevações conhecidas cientificamente como “papilas gustativas”; cada uma dessas papilas contém mais de 20 receptores ou borbulhas gustativas, que formam a extremidade de minúsculos feixes de nervos com a função de transmitirem para o cérebro a sensação do gosto das substâncias e líquidos em ingestão. Assim sendo, a língua do tabagista pode ficar atrofiada pelos venenos do fumo que atingem as papilas gustativas, devido à constante inalação de cigarro após cigarro.
Mal o fumante termina as refeições e ingere o costumeiro cafezinho,
Libertam-se e se apuram as antitoxinas, estimuladas pela cafeína, do que surge a vontade imperiosa de fumar, pois as defesas orgânicas já existentes pedem o tóxico tradicional para então combatê-lo.
São forças permanentemente mobilizadas sob um automatismo vicioso, que se excitam até sob os pensamentos incontrolados do fumante inveterado.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCÍLIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

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