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quarta-feira, 17 de julho de 2019

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - SOFRIMENTOS NA MEDIUNIDADE XXI. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

 SOFRIMENTOS NA MEDIUNIDADE XXI.

         Sempre que buscado pelos atormentados espirituais da Erraticidade Inferior, em momento algum recusou-se ao intercâmbio, falando-lhes e socorrendo-os, na condição de Médico Divino.

                                                           Joanna de Ângelis. – Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- A ARTE DE VIVER COM...- RENOVAÇÃO. - N º. 327. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)


                            RENOVAÇÃO. 

                   “(...) e a vida que vivo agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. Paulo. (Gálatas, 2:20.)

                   Ontem éramos mortos para a verdadeira vida. Vivíamos sem noção do que seria o futuro. Éramos matéria que tínhamos tido um começo e após determinado tempo de existência teríamos um fim.
                   Pensávamos ser só matéria, e, com isso vivíamos em busca constante do ter, possuir, poder, atitudes egoístas que nos deixavam vaidosos e prepotentes. Criávamos preconceitos para tudo e para com todos, temíamos perder o que possuíamos, em bens matérias, em poder sobre os outros, o amor de quem amávamos, da nossa maneira, aprisionando aquele ser que conosco viva, banindo-o de uma vida social e familiar livre.
Pensávamos deter todos os conhecimentos e que tínhamos imunidade contra a dor física e o sofrimento sentimental e espiritual, que nada que não desejássemos aconteceria para nós.
O que não cultivamos em nossos sentimentos foram a humildade, a caridade, a generosidade, vivíamos apreensivos, desvairado no nosso orgulho insano, até que um belo dia a vida pediu licença dizendo, eis agora chegou a hora de transmitir-lhe mais uma lição.
E neste dia a nossa torre de vaidade desmoronou, perdemos o posto que tínhamos, os companheiros que pensávamos serem nossos amigos, suportavam-nos por ocuparmos um lugar de destaque.
A certeza que tínhamos que éramos indispensáveis acabou, era falsa, portas se fecharam, pois, criamos uma maneira de vida que era insuportável para outras pessoas, e, o retorno do que tínhamos praticado para com os outros estava próximo de nós.
O que fazer?
Bem, dentro do nosso coração orgulhoso. Nada há a fazer. Pensávamos que tínhamos capacidade para retomar a nossa vida, do nosso modo. Ledo engano, a cada dia distanciava-nos das soluções. Começamos a nos sentirmos fracos, impotentes, desesperados.
Num dado momento de paz aparente, ouvimos alguém dizer: “A cada um segundo as suas obras!” Pensamos quem foi autor desta máxima?
Preocupado em descobrir, num relampejo de inspiração, descobrimos, foi Jesus Cristo, o filho de Deus.
Antes da nossa desdita Ele não existia. Ele era só para os fracos, os derrotados os pobres da matéria e de cultura. Mas, hoje sem forças para nos erguemos, Ele existe como sempre existiu, nós é que havíamos deixado-O fora das nossas vidas.
Questionamo-nos novamente, - o que fazer?
Só existe um caminho a seguir, o da “renovação de nossas vidas”. E o primeiro passo a dar é o de nos colocarmos em Suas mãos resignados para que se cumpra a sua vontade,
Arrependidos, esperamos conseguir tirar as escamas que cobriam os olhos do nosso Espírito, e, como Paulo voltarmos a enxergar a beleza da vida terrena como preparo para a vida futura, a espiritual.
Deixarmos de nos preocuparmos com o ter, e voltarmo-nos para a essência de ser, renovados em espírito e verdade como nos ensina o Cristo. Deixarmos de viver só a vida da carne, da matéria e começarmos a viver a vida para o Espírito.
Em alegria com o Cristo, Jesus.

                                                                       Dr. Humberto.

                   (Mensagem recebida em Piracicaba, 10 de Julho de 2012, às 22,29 horas. Pela Mediunidade Intuitiva do médium Dr. Carlos.)

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 6 de junho de 2019

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 315. - CONCERNENTES AO ESPIRITISMO - 17 DE JANEIRO DE 1857. - PRIMEIRA NOTÍCIA DE UMA NOVA ENCARNAÇÃO - ALLAN KARDEC.

CONCERNENTES AO ESPIRITISMO.

Manuscrito composto com especial cuidado por Allan Kardec e do qual nenhum capítulo fora ainda publicado.

                         17 de janeiro de 1857.
      (Em casa do Sr. Baudin; médium: Srta. Baudin)

PRIMEIRA NOTÍCIA DE UMA NOVA ENCARNAÇÃO

O Espírito prometera escrever-me uma carta por ocasião da entrada do ano. Tinha, dizia, qualquer coisa de particular a me dizer. Havendo-lha eu pedido numa das reuniões ordinárias, respondeu que a daria na intimidade ao médium, para que este ma transmitisse. É esta a carta:
“Caro amigo, não te quis escrever terça-feira última diante de toda a gente, porque há certas coisas que só particularmente se podem dizer.
“Eu queria, primeiramente, falar-te da tua obra, a que mandaste imprimir. (O Livro dos Espíritos entrara para o prelo.) Não te afadigues tanto, da manhã à noite; passarás melhor e a obra nada perderá por esperar.
“Segundo o que vejo, és muito capaz de levar a bom termo a tua empresa e tens que fazer grandes coisas. Nada, porém, de exagero em coisa alguma. Observa e aprecia tudo judiciosa e friamente. Não te deixes arrastar pelos entusiastas, nem pelos muito apressados. Mede todos os teus passos, a fim de chegares ao fim com segurança. Não creias em mais do que aquilo que vejas; não desvies a atenção de tudo o que te pareça incompreensível; virás a saber a respeito mais do que qualquer outro, porque os assuntos de estudo serão postos sob as tuas vistas.
“Mas, ah! a verdade não será conhecida de todos, nem crida, senão daqui a muito tempo! Nessa existência não verás mais do que a aurora do êxito da tua obra. Terás que voltar, reencarnado noutro corpo, para completar o que houveres começado e, então, dada te será a satisfação de ver em plena frutificação a semente que houveres espalhado pela Terra.
“Surgirão invejosos e ciosos que procurarão infamar-te e fazer-te oposição: não desanimes; não te preocupes com o que digam ou façam contra ti; prossegue em tua obra; trabalha sempre pelo progresso da Humanidade, que serás amparado pelos bons Espíritos, enquanto perseverares no bom caminho.
‘Lembras-te de que, há um ano, prometi a minha amizade aos que, durante o ano, tivessem tido um proceder sempre correto? Pois bem! declaro que és um dos que escolhi entre todos.”
Teu amigo que te quer e protege. — Z.

NOTA - Já tive ocasião de dizer que Z. não era um Espírito superior, porém muito bom e muito benfazejo. Talvez fosse mais adiantado do que o deixava supor o nome que tomara. Legitimavam essa suposição o caráter sério e a sabedoria de suas comunicações, conforme as circunstâncias. Sob a capa daquele nome, ele se permitia usar de uma linguagem familiar apropriada ao meio onde se manifestava e dizer, como freqüentemente sucedia, duras verdades, sob a forma leve do epigrama. Como quer que seja, dele guardei sempre grata recordação e muito reconhecimento pelas boas advertências que sempre me deu e pelo devotamento que me testemunhou. Desapareceu com a dispersão da família Baudin, dizendo que em breve reencarnaria.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 7 de junho de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - /- N º. 243. -APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXX. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                        APOIO FRATERNO.


O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXX.

Pergunta Ouvimos dizer que o fato de a mulher fumar pode também influir na procriação dos filhos. Não será esta uma opinião absurda?

Ramatís - As mulheres que fumam exageradamente tendem a gestar menor quantidade de filhos, e algumas chegam antes do tempo à esterilidade; as que fumam durante a gravidez são mais propensas às náuseas, vômitos, salivação, ataques nervosos, perturbações digestivas e reduzida filtração hepatorrenal, pois a nicotina contrai o calibre das células cônicas hepáticas e dos bacinetes renais.
Em alguns casos, é viável o aborto provocado pela inanição circulatória, quando a nicotina cerceia demais o crescimento do feto pela constrição dos vasos sanguíneos, e também acentua o perigo do colapso nervoso da parturiente. A produção do leite materno também é perturbada, pois alguns dos venenos contidos no tabaco chegam a destruir ou atrofiar grande parte dos germes lácticos, enquanto que o óxido de carbono, que é absorvido na inalação do fumo, inflama a traqueia e reduz os alvéolos bronquiais, causando as tradicionais dispneias de muitas gestantes.
É evidente que muitas camponesas fumam desde jovens, sem que por isso se defrontem com quaisquer dificuldades em sua prodigalidade gestativa, pois superam muitas mulheres residentes nas cidades e protegidas pelos mais modernos tratamentos obstétricos. Mas isso é porque a vida quase toda animal, simples e livre, dos campos, à distância das opressões nervosas das cidades, favorece a reserva de melhores defesas orgânicas e neutraliza com êxito os perigos decorrentes do tabaco, nas gestações. No entanto, a moça que cresce no turbilhão das cidades mergulhadas no seio dos resíduos impuros, afeita à alimentação artificializada, tóxica e errônea, sem gozar do oxigênio puro e recuperador das campinas e das matas vitalizantes, se se viciar com o fumo, será sempre uma vítima de sua imprudência, visto o seu organismo já se encontrar bastante debilitado em suas defesas naturais.
Não pretendemos exprobrar a mulher pela sua debilidade em fumar, mas consideramos que a figura feminina é a convergência delicada da poesia divina modelada na forma humana. Nunca o seu porte delicado se deveria humilhar aos tristes arremedos de vícios detestáveis e próprios da imprudência masculina, como sejam o fumo, o álcool ou a glutoneria. Só poderá restar algo de mais terno e valioso na vida humana tornando-se a mulher a esperança e o símbolo de elevada inspiração espiritual da própria organização humana.
A mulher moderna que se desbraga cada vez mais no vício do cigarro e da bebida torna-se grotesca e ridícula pois, imitando os vícios do homem sem possuir a sua força original, apenas se exibe em infeliz masculinização, que pouco a pouco lhe destrói o encanto milenário. E assim se nivela não aos mesmos direitos masculinos aos quais busca fazer jus na comunidade humana, mas sim ao rol dos vícios perniciosos preferidos pelos homens negligentes e ainda desinteressados de sua própria ventura espiritual. Embora seja mulher, não se esquivará de sofrer no AlémTúmulo os terríveis efeitos da nicotina astral a circular-lhe pelo perispírito, obedecendo fielmente à lei de que “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
Para muitas mulheres que fumam desbragadamente, será muito triste, no futuro, que, por efeito de sua negligência espiritual, também se transformem em exóticas “piteiras vivas” de outras infelizes mulheres torturadas e vencidas pelo desejo do mesmo vício do fumo no AlémTúmulo.
Como o sexo é apenas sinalética saliente no mundo físico, na intimidade do corpo masculino ou feminino reside sempre a alma colhendo de conformidade com a sua sementeira e ligando-se aos campos da vida do Além na conformidade de sua própria afinidade espiritual para com o Bem e para com o Mal; para com o digno ou para com o vicio.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)



terça-feira, 29 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 242. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIX. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                      APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIX.

Pergunta Dissestes, certa vez, que as mulheres que fumam sofrem maiores prejuízos do que os homens. Podeis explicarnos detalhadamente esse assunto?

Ramatís - Já nos referimos, há pouco, à ação venenosa da nicotina, que causa a contração dos vasos sanguíneos, retardando o afluxo de sangue aos centros cerebrais superiores e às camadas sensitivas situadas externamente no córtex cerebral. A prova evidente dessa contração dos vasos sanguíneos está em que os fumantes mais exagerados sofrem às vezes de certo “esquecimento” nas extremidades dos dedos, provocado pela exiguidade de circulação capilar. Muitas clínicas médicas já estão comprovando que as doenças do coração são mais frequentes entre os fumantes, devido à proverbial contração que a nicotina provoca nas veias coronárias, crescendo então o surto da “falsa angina”, cada vez mais comum entre os tabagistas inveterados.
Essa influência tabagista e tóxica é muito mais branda no organismo masculino, devido à sua natureza mais rija e viril, enquanto que se torna profundamente molesta e gravosa no corpo feminino, pois a mulher é portadora de maior quantidade de vasos sanguíneos do que o homem, a fim de poder atender com êxito às trocas do quimismo nas fases criticas e nas épocas de procriação. Por possuir um organismo muito mais delicado d profundamente sensível, e que, por ser o vaso procriador da vida, situa-se entre as forças astrais da vida oculta e as energias da animalidade do mundo material, a mulher sofre muito mais que o homem os efeitos perigosos das substâncias nocivas contidas no fumo, tais como a nicotina, a amônia, os ácidos oxálico, tânico, nítrico e o óxido de carbono, que se produzem durante a queima do cigarro.
Em face da propriedade específica da nicotina, de contrair os vasos sanguíneos, não será difícil imaginar quão nocivo é o fumo para os órgãos, glândulas e sistema sanguíneo da mulher, que é muito mais provida de sangue em sua rede vascular do que o organismo masculino. E evidente que, em qualquer diminuição do sangue necessário para irrigar-lhe normalmente os órgãos e os sistemas procriativos na função expulsora das toxinas menstruais, a nicotina, ao contrair-lhe os vasos sanguíneos, também reduz o êxito dessa operação benfeitora e aumenta-lhe a carga tóxica na circulação delicada.
As estatísticas do vosso mundo provam que muita mulher que fuma envelhece mais rapidamente do que aquela que não fuma, pois a constrição sanguínea provocada pela nicotina rouba-lhe pouco a pouco o rosado da pele, devido à diminuição circulatória à superfície das faces. Então as rugas surgem mais cedo, pois, reduzindo-se a quantidade de sangue necessária para irrigar a pele e remover as suas impurezas, os resíduos nocivos e gordurosos se demoram mais tempo e formam-se então as petrificações subcutâneas, que depois se revelam na forma de manchas, rugas, cravos e sardas. Depois disso não adianta à mulher defender-se heroicamente por detrás dos potes de cremes, tinturas, ou por meio do quimismo que lhe fornecem os salões modernos de beleza, pois o artifício já não evita de se mostrarem velhas precoces e, além disso, com os dedos e os dentes manchados pela nicotina! Nenhum creme ou pomada miraculosa conseguirá substituir essa deficiência provocada pela inanição circulatória e característica da nicotina, cujo tóxico, por sua vez, ainda atua no delicado sistema glandular, interferindo na harmonia da função ováriotireóidica e podendo até perturbar-lhe o temperamento. O uso do fumo influi pouco a pouco na progênie feminina e, se a mulher teimar em manter tal vício pernicioso à sua delicada constituição, é certo que, em breve, os bons geneticistas hão de reconhecer os efeitos daninhos e o estigma nocivo da nicotina no metabolismo tão sensível da mulher.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º 241.- APOIO FRATERNO. O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVIII. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                       APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXVIII.

Pergunta - Para que um fumante possa deixar aos poucos o vício do fumo quais as providências preliminares que ele deve tomar para lograr o êxito desejado?

Ramatís - Já vos dissemos que o mais importante para isso é esclarecer a mente e eliminar a idéia de que o cigarro possa causar prazer ou inspirar idéias. O fumante deve-se lembrar de que, assim como não apreciaria ingerir coisas repugnantes, também não deve sentir-se satisfeito em sugar fumaça acre e com ela encher os pulmões, que não foram feitos para isso. Convém que ele examine, à luz da razão severa e consciente, quais as vantagens de se fumar ou não fumar e o grau de inteligência ou de estultícia da pessoa que absorve tóxicos, sem proveito.
Aquele que não se pode livrar imediatamente do tabaco deve fazer um planejamento mental proveitoso, assim como o comando militar investiga as manhas e as vulnerabilidades do seu adversário, para depois dominá-lo de modo seguro e vencê-lo pela tenaz resistência. A vontade deve ser treinada constantemente sob reflexões sensatas e inteligentes, a fim de, pouco a pouco, exercer a sua ação modificadora no subconsciente e convencê-lo da realidade perniciosa do fumo. Para o tabagista inveterado e incapaz de uma libertação imediata do vício, não há outro recurso senão o de manter um estado de alerta incessante e luta heróica contra si mesmo. Há que conseguir viver com o cigarro no bolso, mas com força suficiente para protelar a satisfação do vício, como se desejasse humilhá-lo antes de atender-lhe à sugestão perniciosa. Muitas vezes atenderá até ao pedido de “fogo” do companheiro viciado mas, embora sentindo despertar em si o desejo de fumar, há que protelá-lo tanto quanto possível.
Malgrado o fato de o fumante ainda se ver obrigado a incinerar cigarros, já o deve fazer vigiando a extensão do vício e abandonando o cigarro bem antes de se sentir satisfeito. Então a força de vontade, que até então estava dominada pelo fumo, retorna aos poucos sob essa severa vigilância mental e recuperação psíquica, assim como o adversário belicoso recua ante a ação tenaz e vigorosa do general decidido. Junto de fumantes ou de odores de tabaco, o mais acertado não é fugir por medo de ceder à aparente delícia e tentação do cigarro; o importante será enfrentar a situação de modo calmo e vigilante, analisando sempre a estultícia e o ridículo que existe na absorção da fumaça de ervas fétidas. Há que se convencer de que as tabacarias são lugares onde se explora o bolso do infeliz viciado do fumo, representando um comércio mais próprio dos velhos bororós ou tupinambás, de costumes atrasados e entregues a vícios por vezes repelentes.
Naturalmente, cada criatura representa um temperamento e uma força psíquica à parte, pelo qual não se pode preceituar para todos os fumantes um módulo de libertação do vício do cigarro.
O próprio fumante deveria se sentir ferido em sua dignidade, ante a humilhação de se deixar vencer tão facilmente por um vício tão detestável. O tabaco é o cérebro indesejável que o domina a seu bel prazer, dirige-lhe a vontade e se intromete em todos os seus atos cotidianos; suja-lhe os dedos, os dentes e as roupas, lesa-lhe a dinâmica respiratória e intoxica-lhe o estômago e a circulação sanguínea, obrigando-o ainda a gastos inúteis. Infelizmente, aquele que ainda não pode exercer domínio sobre si mesmo ou recuperar-se de um vício tão pernicioso, também não conseguirá livrar-se de outras investidas nocivas à sua integridade psíquica. E, acima de tudo, não convém que o fumante esqueça a probabilidade de se tornar uma detestável “piteira viva” de outros espíritos delinquentes do Além, que espreitam continuamente toda a intimidade espiritual que se debilita no vício do fumo. Além disso, é depois da morte que advêm as piores consequências para o fumante, porque o desejo de fumar continua a atuar com mais veemência no seu perispírito, causando-lhe a mais terrível angústia ante a impossibilidade de satisfazer esse vício nocivo e tolo.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 3 de maio de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! -/ - N º. 238. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXV. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                        APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXV.

Pergunta - Visto o uso do fumo ser assim tão pernicioso ao homem, não teria sido porventura mais sensato que Deus não houvesse criado a planta “Nicotiana tabacum“, com cujas folhas se prepara o fumo?

Ramatís - Acreditais que Deus haja criado alguma coisa perniciosa? Porventura a medicina terrena não se utiliza atualmente de venenos, ácidos e drogas mortíferas que, no emprego terapêutico, logram salvar milhares de criaturas? O próprio veneno das aranhas, escorpiões e cobras não tem sido aplicado com êxito para debelar diversos males considerados incuráveis? Na planta a que vos referis existe grande quantidade de elementos que podem ser aplicados com excelente utilidade na indústria, na medicina, no comércio e noutras esferas de trabalho pacífico. Não consta na tradição espiritual de nosso plano que o Criador haja criado o tabaco para o homem mascá-lo, sugá-lo queimado ou torrá-lo para metê-lo dentro das narinas ou, ainda, chupar a fumaça de suas folhas secas e enroladas sob vistosos rótulos coloridos.
Certos índios mastigavam as folhas de fumo ou as chupavam enroladas, porque ainda lhes faltavam o senso estético e o conhecimento médico dos atuais civilizados. No entanto, os homens modernos, substituindo os antigos penduricalhos de ossos, dos silvícolas, por piteiras elegantes, continuam a sugar as mesmas folhas do tabaco! A diferença está em que se iludem pelo fato de arrumá-las em artísticas caixinhas de madeira ou então as queimarem reduzidas a fiapos metidos em papel acetinado ou entre palha de milho.
A planta “Nicotiana tabacum” não é coisa perniciosa criada por Deus; é o homem que a transforma em fumo, e então perde o seu comando mental e se transforma num obsidiado do cigarro, que lhe controla até os nervos motores e o obriga a render-lhe tributo desde a madrugada até a noite!

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 236. - APOIO FRATERNO. - O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIII. - RAMATÍS. (HERCÍLIO MAES.)


                     APOIO FRATERNO.

O VÍCIO DE FUMAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS FUTURAS XXIII.

Pergunta - Todos os fumantes inveterados, depois que desencarnam, sofrem no Além os efeitos perniciosos do vício cultivado na Terra?
Ramatís - Após a desencarnação, é a lei de correspondência vibratória que realmente regula o sofrimento ou o prazer de cada criatura, em conformidade com sua escravidão ou libertação dos vícios da carne; assim, o sofrimento causado pela impossibilidade de fumar, entre as almas desencarnadas, varia conforme o grau de sua escravidão ao vício do fumo. As pessoas que fumam acidentalmente ou por esporte, isto é, que só de vez em quando tomam de um cigarro, não contribuem para a criação do desejo astral que mais tarde as poderá acicatar com veemência no Além. Mas convém saberdes que, embora a bondade, o amor, a pureza, a renúncia e a honestidade proporcionem às almas desencarnadas uma situação de paz e entendimento espiritual, a saudade ou os estigmas dos vícios adquiridos na terra continuarão a acicatar-lhes o perispírito, malgrado sejam elas dignas da admiração do mundo! Daí a conveniência de se abandonar o vício do fumo antes da desencarnação, pois o vício terreno é assunto individual, cuja solução requer a decisão interior do próprio espírito e não depende da mudança de um para outro plano da vida.
Há equívoco por parte de muitos reencarnacionistas, e mesmo de alguns espíritas, em julgarem que as sensações da matéria, tais como a fome, a sede, o desejo de ingerir bebidas alcoólicas ou de fumar, desaparecem com o corpo físico, na terra. Doutrinadores há que insistem junto às entidades infelizes e viciadas, que se comunicam em seus trabalhos mediúnicos, para que deixem de pensar no fumo, no álcool, na sede ou na fome, porque tudo isso é apenas ilusão trazida da vida carnal já extinta. Ignoram essas pessoas que o “desejo” reside no corpo astral e não no corpo carnal, motivo pelo qual os infelizes que partem da Terra ainda escravizados às paixões perniciosas e aos vícios perigosos, embora deixem de pensar nos mesmos, são perseguidos pelo desejo vicioso e violento, porque partiram para o Espaço sobrecarregados de resíduos tóxicos, que lhes acicatam acerbamente o corpo astral. Só depois de os drenarem para fora de sua indumentária perispiritual, é que se poderão livrar dos desejos desregrados.
Na verdade, os vícios terrenos não devem ser encarados como “pecados” ofensivos a Deus, mas apenas como grandes obstáculos e empecilhos terríveis que, em seguida à desencarnação, se transformam em uma barreira indesejável mantendo o espírito desencarnado sob o comando das sensações inferiores.
Quando através dos médiuns combatemos o uso do álcool, do fumo, a ingestão da carne e outros costumes que causam embaraços à alma em sua vida perispiritual, não o fazemos na condição de novos missionários ou profetas que excomungam pecados e pecadores.
Agimos mais por espírito de solidariedade fraterna, compungidos ante a visão dos quadros dolorosos que todos os dias presenciamos no lado de cá, vividos por aqueles que partem da Terra profundamente viciados ao fumo, ao álcool, à carne e outras práticas prejudiciais. Na verdade, o fumante que não tenta vencer o seu vício, quando encarnado, arrisca-se a revivê-lo ainda mais intensamente quando desencarnado.
Visto que o objetivo fundamental da evolução do espírito é a libertação de todas as paixões, mazelas e desejos próprios dos mundos físicos, deve a alma exercitar-se para a sua mais breve alforria espiritual e desligação definitiva dos vícios que podem prendê-la cada vez mais aos ciclos tristes das encarnações retificadoras. E o cigarro, embora vos pareça um vicio sem importância, é exigente senhor que, ainda depois da desencarnação, obriga o espírito a render-lhe a homenagem do desejo veemente e insatisfeito.

            Fonte: Livro FISIOLOGIA DA ALMA. – RAMATIS. – Psicografado pelo Médium HERCILIO MAES. – 15 ª edição. – Editora do Conhecimento – Limeira, SP. – Ano 2010. 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)