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terça-feira, 16 de outubro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 252. - O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!. - ANÔNIMO.


“O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!”

            “Para escapar de ver o que fizemos de errado ao outro, cheios de ressentimentos focamos o que o outro nos fez de errado”.
          (Doze Passos e Doze Tradições do NAR-ANON.)

            Nascido num lar com princípios éticos, morais, sociais e religiosos, que formam o caráter de membros de uma sociedade moderna, sempre procuramos cumprir os compromissos e obrigações acordados dentro da honestidade e da justiça.
            Mas, a vida nos ofereceu oportunidades impar de aprendizados e experiências para a nossa evolução como homem. Por onde andamos caminhamos pautado nos ensinamentos do berço familiar, seguimos o nosso caminho com passos certos e muitas vezes com alguns passos em falso, erramos, mas, nunca ferimos a integridade física e moral de quem quer que seja, sempre fomos os únicos prejudicados pelas nossas decisões irracionais e inconscientes.
            Nos foi ensinado a diferença entre o bem e o mal, entre o bom e o ruim. Com esses princípios gravados no consciente, levamos a nossa vida.
            A partir dessas convenções criadas pela sociologia, aplicamos em nossas vidas, e conscientemente, julgávamos atitudes de outras pessoas contrária aos nossos princípios, como maldade, crime, muitas vezes contra si mesmo. Àqueles que dentro do conhecimento que tínhamos, agiam para melhorar a evolução humana principalmente a sua, dizíamos, esse é bom.  
            Aqueles que diferenciavam-se com seu defeitos de caráter, da grande maioria da sociedade, cometendo crimes, muitos contra inocentes cidadãos, destruindo famílias, com vícios de todos os tipos, derrogando as leis de Deus e dos homens, usufruindo benefícios próprios com certa facilidade (criminosas), tachávamos como marginais, pois viviam a margens das Leis, dos costumes e da regular realidade vivida por aqueles que diante dos nosso olhos se mostravam éticos, justos e honrados.
            O que fazíamos, vestíamos a Toga de juízes, perfeitos, corajosos, honrados e declarávamos a nossa sentença para todos àqueles que viviam desse modo, na nossa concepção eles eram desajustados, marginais, criminosos, deveriam ser excluídos do convívio social.
            Porque agíamos assim?
            Porque desconhecíamos essa situação desagradável, doentia, que muitas famílias viviam, nós não vivíamos esta realidade. Dentro do nosso egoísmo, do nosso orgulho, da nossa vaidade, criamos uma aura de imunidade, pensávamos, isso jamais acontecerá com nenhum dos nossos familiares.
            Com experiência de vida, desde a infância trabalhei muito para conseguir suprir as minhas necessidades. Encontrei uma companheira, com a qual formamos uma família. Vieram os filhos, dois meninos e duas meninas. Um devolvemos para Deus.
            Com muito esforço do casal, criamos os filhos, dando-lhes o necessários e algum supérfluo quando possível. Transmitimos à todos eles igualmente os princípios ético-morais que recebemos dos nossos pais, educando-os, com as virtudes e responsabilidades do trabalho, do respeito, da honestidade.
            Mas, na época em que vivemos, há uma confusão entre educação e informação, Educação é a evolução do caráter através de princípios psíquico, filosófico, social. Instrução é o desenvolvimento mental da pessoa através de um aprendizado escolar, qualificando-a com aptidão e capacidade para se desenvolver em uma área específica.
            Encontraremos seres educados com um baixo nível de escolaridade, e outros com um desenvolvimento invejável em suas áreas específicas, porém, com baixíssimo nível de educação ética e moral.
            Nos dias de hoje, há uma corrente de néscios pensadores, irresponsáveis, que tentam desvirtuar a população com o argumento de uma normalidade geral, para os novos costumes praticados, antes eram reprovados pela sociedade habituada a viver uma vida regrada. Esses mesmos intelectuais dizem que todos podem agir livremente, na época do tudo pode.
            Não somos hipócritas, sabemos que os desvios de caráter sempre existiram em todos os segmentos da sociedade, que eram acobertados por influências sociais, políticas, religiosas e econômicas. Mas a grande maioria sabia que a responsabilidade de atos, defeitos e vícios do caráter prejudicaria muito os membros de uma família.
            Porque a família, foi, é e será a primeira escola. Um autor desconhecido disse-nos: "Saibam que, quando os pais são inseguros, transmitem os seus medos à seus filhos. Tentam evitar que eles sofram o que temem, mergulham na super proteção. Com isso impedem seu desenvolvimento, tolham seu amadurecimento, tornando-os incapazes e fracos".
            Os pais são os espelhos dos filhos em todas as circunstâncias. Somos responsáveis pelo desenvolvimento educacional, familiar, intelectual, religioso, social, e profissional dos nossos descendentes. Dentro do desenvolvimento normal, conforme a idade cronológica da existência, esperando o tempo e a idade certa para ensiná-los. Porém, não somos responsáveis pelos seus desvios de caráter por qualquer que sejam as causas.
            Quando temos filhos incapacitados por doenças de nascença ou adquiridas, temos o dever de socorrê-los e auxiliá-los em sua existência, oferecendo oportunidades que possam, eles mesmos, se desenvolverem dentro das suas capacidades inatas.
            Mas, nunca devemos nos sentir culpados por atos por eles praticados que fugiram das nossas orientações éticas e morais mesmo que tenhamos exemplificado errado, distorcendo os ensinamentos verbais que proferimos. A teoria e prática se completam. Quando na prática distorcemos o que ensinamos, confundimos à aqueles a quem nos dirigimos e com isso damos-lhes oportunidades para fazer o que fazemos.
            Muitas dessas informações educativas, são consideradas ultrapassadas, a moda é outra. Os filhos não podem ser repreendidos, ou levar umas palmadas na bunda por prejudica o desenvolvimento da criança, responsabilidades só podem assumir após os dezesseis anos, a criança têm que brincar. Na escola que é a extensão do lar as professores nem sequer podem exigir respeito, que os expertes em educação e pedagogia, levam os professores às autoridades competentes.
            As leis não permitem cobrar os resultados da instrução oferecida na sala de aula. È impossível para um professor ajudar na formação do caráter de uma criança ou jovem, pois, as regras a serem cumpridas estimulam a preguiça, a incompetência, o desrespeito dos alunos, desmoralizando os professores, os auxiliares direto dos pais. Esses, por sua vez acabam perdendo a motivação do seu trabalho de educar e instruir os homens do amanhã.
            Desatentos das influências inferiores e negativas do mundo, que gratuitamente adentram as nossas casas, influenciando a liberalidade dos costumes, está é a máscara que vestimos com o nome de liberdade. Somos livres para agirmos conforme os nossos desejos, porém com responsabilidade. Essa liberdade tem limites para nós, que vai até a onde começa os nossos deveres e obrigações para com os outros seres humanos e com a sociedade.
            Hoje, pais e professores se debatem com suas técnicas e experiências numa luta inglória, pois, a mídia oferece cigarro como símbolo de desportista, bebida com símbolo de diversão, alegria e status, sensualidade com símbolo de beleza, prostituindo meninas muito jovens com o adágio do amor (sexo) livre, remédios são oferecidos por pessoas influentes que brincam de faz de conta com a nossa saúde, para uso em tratamentos sem recomendação especializada, esquecendo a ética e o respeito ao profissional qualificado (os médicos), que conhece os seus efeitos colaterais, muitos causam dependência química, principalmente os recomendados para emagrecimento.
            Nas diversões familiares, assistimos filmes brutais, violentos, que instigam a coragem dos jovens e pessoas de mente fraca a demonstrarem suas valentia diante de crianças e idosos indefesos, covardemente, através de agressões insanas, as vezes para com os próprios familiares, que receosos se inibem, permitindo assim o afloramento de um marginal, que pode perder-se em vícios, assaltos, roubos, morte, em corridas de automóveis desenfreadas em lugares públicos, colocando em risco a sua e a vida de outros, ferindo e matando pessoas.
            Outros filmes mostram o dia-a-dia no suicido programado por eles mesmos, através do uso de substâncias prejudiciais ao seu organismo (drogas e bebidas). No final de duas horas de diversão cinematográficas, ou teatrais, dirigidas por mentes doentias, que enriquecem os seus bolsos através desses ensinamentos gratuitos, ludibriando dessa forma os pais e a sociedade com um divertimento. E nós aplaudimos consentido que assistam e até estimulando, sugerindo algum filme que tenha nos impressionado.
            Nos desenhos infantis, para os meninos, não existe mais a pureza e ingenuidade dos personagem, ou de animais, agora os heróis infantis defendem-se ou salvam as pessoas agredindo e matando os contendores.
            Nos desenhos para as meninas aprimoram-se os trejeitos sensuais, os mesmos das musas inspiradoras, artistas, modelos, as musicas não falam em poemas líricos, de romance e da beleza natural da vida, é só droga, palavrão, sexo e violência. A adolescência não conhece Machado de Assis, Olavo Bilac, José de Alencar, mas conhecem todos os atores  de filmes e novelas das televisões, que vendem fantasias, de roupas, utensílios e costumes pessoais, irreais, para mentes envolvidas em sentimentos, excluindo da sua vida o uso da razão, para avaliarem o que lhes é de melhor.
            Se perguntarem quem foi Tiradentes, vamos ouvir, foi um Dentista trouxa que se enforcou, por um ideal.. Assim por diante.
            O pior é que os pais de boa vontade e os professores dedicados são os excluídos da vida moderna, pois são taxados de intransigentes, irresponsáveis, tolos, são os culpados, pois, seus métodos estão ultrapassados. Pagam por constrangimentos desnecessários diante das atitudes dos nossos filhos, muitas vezes avalizadas por nós. Estamos semeando a deteriorização moral dos nossos familiares.
            Os Pais precisam trabalhar doze horas por dia para sustentar os filhos, para cumprirem os compromissos assumidos diante do “P.S.”, para educá-los e instruí-los. Os professores com o mesmo problema na sua família são tachados de incompetentes, incapazes, preguiçosos. Isto ocorre em todos os níveis da sociedade, desde o mais pobre, onde encontramos a carapaça de se fazerem de vítima, no abonado a vestimenta da máscara da impunidade e do poder das autoridades para com eles.

                                               SOU UM NAR-ANON EM RECUPERAÇÃO

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 14 de março de 2018

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 272. - O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO VIII. - VIII — O VERBO SE FEZ CARNE - ALLAN KARDEC


 O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO VIII

              VIII — O VERBO SE FEZ CARNE

“No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. — Ele estava no princípio com Deus. — Todas as coisas foram feitas por ele e nada do que foi feito o foi sem ele. - Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens. - E a luz brilhou nas trevas e as trevas não a compreenderam.
“Houve um homem enviado de Deus, que se chamava João. -  Ele veio para servir de testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por ele. — Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho daquele que era a luz.
“Aquele era a verdadeira luz que ilumina todo homem que vem a este mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. — Ele veio à sua casa e os seus não o receberam. - Mas, ele deu a todos que o receberam o poder de se tornarem filhos de Deus, àqueles que crêem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus mesmo.
“E o Verbo foi feito carne e habitou entre nós e vimos a sua glória, qual a que o Filho único havia de receber do Pai; e ele, digo, habitou entre nós, cheio de graça e de verdade.” (S. João, 1:1 a 14.)
Esta passagem dos Evangelhos é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus; é também a que serviu de base, mais tarde, à controvérsia a tal respeito.
A questão da divindade de Jesus surgiu gradativamente; nasceu das discussões levantadas a propósito das interpretações que alguns deram às palavras Verbo e Filho. Só no quarto século uma parte da Igreja a adotou, em princípio. Semelhante dogma resultou, pois, de decisão dos homens e não de uma revelação divina.
É de notar-se, antes de tudo, que as palavras acima citadas são de João e não de Jesus e que, ainda quando se admita que não tenham sido alteradas, elas não exprimem, na realidade, mais que uma opinião pessoal, uma indução, em que se depara com o misticismo habitual da sua linguagem; não poderiam, pois, prevalecer contra as reiteradas afirmações do próprio Jesus.
Mesmo, porém, aceitando-as tais quais são, elas não resolvem de modo algum a questão no sentido da divindade, porquanto se aplicariam igualmente a Jesus, criatura de Deus.
Com efeito, o Verbo é Deus, porque é a palavra de Deus.
Tendo recebido diretamente de Deus a palavra, com a missão de a revelar aos homens, ele a assimilou. A palavra divina, de que se penetrara, encarnou nele; ele a trouxe consigo ao nascer e assim é que João pôde com razão dizer: O Verbo foi feito carne e habitou entre nós. Jesus podia, pois, ter sido encarregado de transmitir a palavra de Deus, sem ser o próprio Deus, como um embaixador transmite as palavras do seu soberano, sem ser o soberano. Segundo o dogma da divindade, é Deus quem fala; na outra hipótese, ele fala pela boca do seu enviado, o que nada tira à autoridade das suas palavras.
Mas, quem autoriza esta suposição, de preferência a outra? A única autoridade competente para decidir a questão é a das próprias palavras de Jesus, quando diz: “Não tenho falado por mim mesmo; aquele que me enviou foi quem me prescreveu, por seu mandamento, o que tenho de dizer. — A doutrina que prego não é minha, mas daquele que me enviou; a palavra que tendes ouvido não é palavra minha, mas de meu Pai que me enviou.” A ninguém fora possível exprimir-se com mais clareza e precisão.
A qualidade de Messias ou enviado, que lhe é atribuída em todo o curso dos Evangelhos, implica uma posição subordinada com relação àquele que ordena; o que obedece não pode ser igual ao que manda. João caracteriza esta posição secundária e, por conseguinte, estabelece a dualidade de entidades, quando diz: E vimos a sua glória, tal como o Filho único devia recebê-la do Pai, visto que aquele que recebe não pode ser o que dá e aquele que dá a glória não pode ser o igual daquele que a recebe. Se Jesus é Deus, possui a glória por si mesmo e não a espera de ninguém; se Deus e Jesus são um único ser sob dois nomes diferentes, entre eles não poderia existir supremacia, nem subordinação. Ora, não havendo paridade absoluta de posições, segue-se que são dois seres distintos.
A qualificação de Messias divino não exprime que haja mais igualdade entre o mandatário e o mandante, do que a de enviado real entre um rei e seu representante.
Jesus era um messias divino pelo duplo motivo de que de Deus é que tinha a sua missão e de que suas perfeições o punham em relação direta com Deus.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 213. - O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM! - APOIO FRATERNO.

“O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!”

            “Para escapar de ver o que fizemos de errado ao outro, cheios de ressentimentos focamos o que o outro nos fez de errado”.          (Doze Passos e Doze Tradições do NAR-ANON.)

            Nascido num lar com princípios éticos, morais, sociais e religiosos, que formam o caráter de membros de uma sociedade hioderna, sempre procuramos cumprir os compromissos e obrigações acordados dentro da honestidade e da justiça.
            Mas, a vida nos ofereceu oportunidades impar de aprendizados e experiências para a nossa evolução como homem. Por onde andamos caminhamos pautado nos ensinamentos do berço familiar, seguimos o nosso caminho com passos certos e muitas vezes com alguns passos em falso, erramos, mas, nunca ferimos a integridade física e moral de quem quer que seja, sempre fomos os únicos prejudicados pelas nossas decisões irracionais e inconscientes.
            Nos foi ensinado a diferença entre o bem e o mal, entre o bom e o ruim. Com esses princípios gravados no consciente, levamos a nossa vida.
            A partir dessas convenções criadas pela sociologia, aplicamos em nossas vidas, e conscientemente, julgávamos atitudes de outras pessoas contrária aos nossos princípios, como maldade, crime, muitas vezes contra si mesmo. Àqueles que dentro do conhecimento que tínhamos, agiam para melhorar a evolução humana principalmente a sua, dizíamos, esse é bom.  
            Aqueles que diferenciavam-se com seu defeitos de caráter, da grande maioria da sociedade, cometendo crimes, muitos contra inocentes cidadãos, destruindo famílias, com vícios de todos os tipos, derrogando as leis de Deus e dos homens, usufruindo benefícios próprios com certa facilidade (criminosa), tachávamos como marginais, pois viviam a margens das Leis, dos costumes e da regular realidade vivida por aqueles que diante dos nosso olhos se mostravam éticos, justos e honrados.
            O que fazíamos, vestíamos a Toga de juízes, perfeitos, corajosos, honrados e declarávamos a nossa sentença para todos àqueles que viviam desse modo, na nossa concepção eles eram desajustados, marginais, criminosos, deveriam ser excluídos do convívio social.
            Porque agíamos assim?
            Porque desconhecíamos essa situação desagradável, doentia, que muitas famílias viviam, nós não vivíamos esta realidade. Dentro do nosso egoísmo, do nosso orgulho, da nossa vaidade, criamos uma aura de imunidade, pensávamos, isso jamais acontecerá com nenhum dos nossos familiares.
            Com experiência de vida, desde a infância trabalhei muito para conseguir suprir as minhas necessidades. Encontrei uma companheira, com a qual formamos uma família. Vieram os filhos, dois meninos e duas meninas. Um devolvemos para Deus.
            Com muito esforço do casal, criamos os filhos, dando-lhes o necessários e algum supérfluo quando possível. Transmitimos à todos eles igualmente os princípios ético-morais que recebemos dos nossos pais, educando-os, com as virtudes e responsabilidades do trabalho, do respeito, da honestidade. (...)

                                               Carlos. Sou mais um Nar-anon em recuperação.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - / - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. - N º. 153. - O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM! - 4 º. Parte. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 “O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” – 4 º. Parte.

            Nas diversões familiares, assistimos filmes brutais, violentos, que instigam a coragem dos jovens e pessoas de mente fraca a demonstrarem suas valentia diante de crianças e idosos indefesos, covardemente, através de agressões insanas, as vezes para com os próprios familiares, que receosos se inibem, permitindo assim o afloramento de um marginal, que pode perder-se em vícios, assaltos, roubos, morte, em corridas de automóveis desenfreadas em lugares públicos, colocando em risco a sua e a vida de outros, ferindo e matando pessoas.
            Outros filmes mostram o dia-a-dia no suicido programado por eles mesmos, através do uso de substâncias prejudiciais ao seu organismo (drogas e bebidas). No final de duas horas de diversão cinematográficas, ou teatrais, dirigidas por mentes doentias, que enriquecem os seus bolsos através desses ensinamentos gratuitos, ludibriando dessa forma os pais e a sociedade com um divertimento. E nós aplaudimos consentido que assistam e até estimulando, sugerindo algum filme que tenha nos impressionado.
            Nos desenhos infantis, para os meninos, não existe mais a pureza e ingenuidade dos personagem, ou de animais, agora os heróis infantis defendem-se ou salvam as pessoas agredindo e matando os contendores.
            Nos desenhos para as meninas aprimoram-se os trejeitos sensuais, os mesmos das musas inspiradoras, artistas, modelos, as musicas não falam em poemas líricos, de romance e da beleza natural da vida, é só droga, palavrão, sexo e violência. A adolescência não conhece Machado de Assis, Olavo Bilac, José de Alencar, mas conhecem todos os atores  de filmes e novelas das televisões, que vendem fantasias, de roupas, utensílios e costumes pessoais, irreais, para mentes envolvidas em sentimentos, excluindo da sua vida o uso da razão, para avaliarem o que lhes é de melhor.
            Se perguntarem quem foi Tiradentes, vamos ouvir, foi um Dentista trouxa que se enforcou, por um ideal.. Assim por diante.
            O pior é que os pais de boa vontade e os professores dedicados são os excluídos da vida moderna, pois são taxados de intransigentes, irresponsáveis, tolos, são os culpados, pois, seus métodos estão ultrapassados. Pagam por constrangimentos desnecessários diante das atitudes dos nossos filhos, muitas vezes avalizadas por nós. Estamos semeando a deteriorização moral dos nossos familiares. E daí?(...)


                                               Carlos. Sou mais um Nar-anon em recuperação.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO N º. 152. - O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” – 3 º. Parte. - CARLOS. (SOU MAIS UM NAR-ANON EM RECUPERAÇÃO.)

 “O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” – 3 º. Parte.

            (...) Muitas dessas informações educativas, são consideradas ultrapassadas, a moda é outra. Os filhos não podem ser repreendidos, ou levar umas palmadas no bum-bum por que prejudica o desenvolvimento da criança, responsabilidades só podem assumir após os dezesseis anos, a criança têm que brincar. Na escola que é a extensão do lar as professores nem sequer podem exigir respeito, que os expertes em educação e pedagogia, levam os professores às autoridades competentes.
            As leis não permitem cobrar os resultados da instrução oferecida na sala de aula. È impossível para um professor ajudar na formação do caráter de uma criança ou jovem, pois, as regras a serem cumpridas estimulam a preguiça, a incompetência, o desrespeito dos alunos, desmoralizando os professores, os auxiliares direto dos pais. Esses, por sua vez acabam perdendo a motivação do seu trabalho de educar e instruir os homens do amanhã.
            Desatentos das influências inferiores e negativas do mundo, que gratuitamente adentram as nossas casas, influenciando a liberalidade dos costumes, está é a máscara que vestimos com o nome de liberdade. Somos livres para agirmos conforme os nossos desejos, porém com responsabilidade. Essa liberdade tem limites para nós, que vai até a onde começa os nossos deveres e obrigações para com os outros seres humanos e com a sociedade.
            Hoje, pais e professores se debatem com suas técnicas e experiências numa luta inglória, pois, a mídia oferece cigarro como símbolo de desportista, bebida com símbolo de diversão, alegria e status, sensualidade com símbolo de beleza, prostituindo meninas muito jovens com o adágio do amor (sexo) livre, remédios são oferecidos por pessoas influentes que brincam de faz de conta com a nossa saúde, para uso em tratamentos sem recomendação especializada, esquecendo a ética e o respeito ao profissional qualificado (os médicos), que conhece os seus efeitos colaterais, muitos causam dependência química, principalmente os recomendados para emagrecimento.

                                               Carlos. Sou mais um Nar-anon em recuperação.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON!. - / - APOIO FRATERNO.- N º. 151. - “O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” – 2 º. Parte. - CARLOS. (SOU MAIS UM NAR-ANON EM RECUPERAÇÃO.)

“O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” – 2 º. Parte.

            (...) Mas, na época em que vivemos, há uma confusão entre educação e informação, Educação é a evolução do caráter através de princípios psíquico, filosófico, social. Instrução é o desenvolvimento mental da pessoa através de um aprendizado escolar, qualificando-a com aptidão e capacidade para se desenvolver em uma área específica.
        Encontraremos seres educados com um baixo nível de escolaridade, e outros com um desenvolvimento invejável em suas áreas específicas, porém, com baixíssimo nível de educação ética e moral.
            Nos dias de hoje, há uma corrente de néscios pensadores, irresponsáveis, que tentam desvirtuar a população com o argumento de uma normalidade geral, para os novos costumes praticados que, antes eram reprovados pela sociedade habituada a viver uma vida regrada. Esses mesmos intelectuais dizem que todos podem agir livremente, estamos vivendo na época do tudo pode.
            Não somos hipócritas, sabemos que os desvios de caráter sempre existiram em todos os segmentos da sociedade, que eram acobertados por influências sociais, políticas, religiosas e econômicas. Mas a grande maioria sabia que a responsabilidade de atos, defeitos e vícios do caráter prejudicaria muito os membros de uma família.
            Porque a família, foi, é e será a primeira escola. Um autor desconhecido disse-nos: "Saibam que, quando os pais são inseguros, transmitem os seus medos à seus filhos. Tentam evitar que eles sofram o que temem, mergulham na super proteção. Com isso impedem seu desenvolvimento, tolham seu amadurecimento, tornando-os incapazes e fracos".
            Os pais são os espelhos dos filhos em todas as circunstâncias. Somos responsáveis pelo desenvolvimento educacional, familiar, intelectual, religioso, social, e profissional dos nossos descendentes. Dentro do desenvolvimento normal, conforme a idade cronológica da existência, esperando o tempo e a idade certa para ensiná-los. Porém, não somos responsáveis pelos seus desvios de caráter por qualquer que sejam as causas.
            Quando temos filhos incapacitados por doenças de nascença ou adquiridas, temos o dever de socorrê-los e auxiliá-los em sua existência, oferecendo oportunidades que possam, eles mesmos, se desenvolverem dentro das suas capacidades inatas.
            Mas, nunca devemos nos sentir culpados por atos por eles praticados que fugiram das nossas orientações éticas e morais mesmo que tenhamos exemplificado errado, distorcendo os ensinamentos verbais que proferimos. A teoria e prática se completam. Quando na prática distorcemos o que ensinamos, confundimos a aqueles a quem nos dirigimos e com isso damo-lhes oportunidades para fazer o que fazemos.(...)
                                               Carlos. Sou mais um Nar-anon em recuperação.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - APOIO FRATERNO. - N º. 150. - “O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!” - 1 ª. PARTE. - CARLOS. (SOU MAIS UM NAR-ANON. EM RECUPERAÇÃO.)


        “O QUE O NAR-ANON FEZ POR MIM!”

           “Para escapar de ver o que fizemos de errado ao outro, cheios de ressentimentos focamos o que o outro nos fez de errado”.          (Doze Passos e Doze Tradições do NAR-ANON.)

            Nascido num lar com princípios éticos, morais, sociais e religiosos, que formam o caráter de membros de uma sociedade hioderna, sempre procuramos cumprir os compromissos e obrigações acordados dentro da honestidade e da justiça.
            Mas, a vida nos ofereceu oportunidades impar de aprendizados e experiências para a nossa evolução como homem. Por onde andamos caminhamos pautado nos ensinamentos do berço familiar, seguimos o nosso caminho com passos certos e muitas vezes com alguns passos em falso, erramos, mas, nunca ferimos a integridade física e moral de quem quer que seja, sempre fomos os únicos prejudicados pelas nossas decisões irracionais e inconscientes.
            Nos foi ensinado a diferença entre o bem e o mal, entre o bom e o ruim. Com esses princípios gravados no consciente, levamos a nossa vida.
            A partir dessas convenções criadas pela sociologia, aplicamos em nossas vidas, e conscientemente, julgávamos atitudes de outras pessoas contrária aos nossos princípios, como maldade, crime, muitas vezes contra si mesmo. Àqueles que dentro do conhecimento que tínhamos, agiam para melhorar a evolução humana principalmente a sua, dizíamos, esse é bom.  
            Aqueles que diferenciavam-se com seu defeitos de caráter, da grande maioria da sociedade, cometendo crimes, muitos contra inocentes cidadãos, destruindo famílias, com vícios de todos os tipos, derrogando as leis de Deus e dos homens, usufruindo benefícios próprios com certa facilidade (criminosa), tachávamos como marginais, pois viviam a margens das Leis, dos costumes e da regular realidade vivida por aqueles que diante dos nosso olhos se mostravam éticos, justos e honrados.
            O que fazíamos, vestíamos a Toga de juízes, perfeitos, corajosos, honrados e declarávamos a nossa sentença para todos àqueles que viviam desse modo, na nossa concepção eles eram desajustados, marginais, criminosos, deveriam ser excluídos do convívio social.
            Porque agíamos assim?
            Porque desconhecíamos essa situação desagradável, doentia, que muitas famílias viviam, nós não vivíamos esta realidade. Dentro do nosso egoísmo, do nosso orgulho, da nossa vaidade, criamos uma aura de imunidade, pensávamos, isso jamais acontecerá com nenhum dos nossos familiares.
            Com experiência de vida, desde a infância trabalhei muito para conseguir suprir as minhas necessidades. Encontrei uma companheira, com a qual formamos uma família. Vieram os filhos, dois meninos e duas meninas. Um devolvemos para Deus.
            Com muito esforço do casal, criamos os filhos, dando-lhes o necessários e algum supérfluo quando possível. Transmitimos à todos eles igualmente os princípios ético-morais que recebemos dos nossos pais, educando-os, com as virtudes e responsabilidades do trabalho, do respeito, da honestidade. (...)

                                               Carlos. Sou mais um Nar-anon em recuperação.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)