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terça-feira, 16 de junho de 2015

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 141. - SEARA DOS MÉDIUNS. - O ARGUMENTO, -EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

                       SEARA DOS MÉDIUNS.

                               O ARGUMENTO, 

            Reunião pública de 22-1-1960. – L. M. Questão n º. 29.

            Ante os amados que te não compreendem, estimarias que todos cressem conforme crês.
            Alguns jazem desesperados nas trevas do pessimismo.
            Outros caem, pouco a pouco, no abismo da negação
            Há muitos que te lançam insulto em rosto, como se a tua convicção fosse pessoa loucura.
            E surpreendes, em cada canto, aqueles que te falam pelo diapasão da ironia.
            Mergulhas-te, muitas vezes, no oceano revolto das palavras veementes que os opositores, de imediato, não podem admitir; em outras ocasiões, desejas acontecimentos inusitados, que lhes alterem o modo de pensar e de ser.
                                                           *
            Entretanto, recordemos o Cristo.
            Ninguém, quanto ele, deixou na retaguarda tantas demonstrações de poder celeste
            Deu nova estrutura a forma dos elementos.
            Apaziguou as energias desvairadas da Natureza.
            Reaqueceu corpos que a morte imobilizava.
            Restituiu a visão aos cegos.
            Restauro paralíticos.
            Limpou ferimentos.
            Curou alienados mentais.
            Operou maravilhas, somente atribuíveis à ciência divina.
            Contudo, não foi pelos deslumbramentos produzidos que se converteu em mentor excelso da humanidade.
            Jesus agiganta-se, na esteira dos séculos, pela força do exemplo.
            Anjo – caminhou entre os homens.
            Senhor do mundo não reteve uma pedra para repousar a cabeça.
            Sábio – foi simples.
            Grande – alinhou-se entre os pequenos.
            Juiz dos juízes – espalhou a misericórdia.
            Caluniado – lançou bênçãos.
            Traído – não reclamou.
            Acusado – humilhou a si mesmo.
            Ferido – esqueceu toda ofensa.
            Injuriado – silenciou.
            Crucificado – pediu perdão para os próprios verdugos.
            Abandonado – voltou para auxiliar.
                                                           *
            Ação é voz que fala à razão.
            Se aspiras, assim, a convencer os que te rodeiam, quanto à verdade, não olvides que, acima de todos os fenômenos passageiros e discutíveis, o único argumento edificante de que dispões é o de tua própria conduta, no livro da própria vida.

                                                                                  EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)

            Livro: “SEARA DOS MÉDIUNS”, - Emmanuel, - Psicografado por Francisco Cândido Xavier, - 12 ª edição, - Editora F E B, - Rio de Janeiro, RJ, - Abril de 2000.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

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