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segunda-feira, 13 de maio de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 12 º Princípio: O AMOR. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                  APOIO FRATERNO.

   Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                CAPÍTULO. I.

          PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            12 º Princípio: O AMOR.

            O que é o amor?

            Amor é um sentimento de doação, de bondade, de desprendimento.
            Em português conhecemos duas palavras: gostar e amar.
            GOSTAR vem do latim “gustare” e significa gosto, sabor ou diferentes formas de prazer e é normalmente usado no sentido de estimar, achar bom, sentir prazer.
            AMAR significa querer muito bem, ter afeição, apreciar muitíssimo, sentir ternura, ter amor, dedicação.
            Amar faz parte da evolução espiritual, da eternidade. Possui um sentido de perfeição, de disciplina, de cobrança e de dedicação;nunca de um prazer superficial ou passageiro.
            O amor possui compromisso com valores maiores do que a satisfação de desejos.
            Amar é ajudar o outro a crescer como ser humano; ajudá-lo a perceber e a reconhecer em si mesmo tudo aquilo que ele tem de melhor, transformando em realidade o que já existe potencialmente e moralmente de bom no indivíduo.
            Amar é auxiliar a outra pessoa a realizar tudo aquilo que Deus planejou para ela; é agir corretamente para consigo mesmo, para com Deus e para com os filhos e a família.
            Amar o filho e nesse sentido amar o dependente não é fazer tudo por ele ou dar-lhe tudo o que é possível. Amá-lo é, essencialmente, indicar o melhor caminho, para si próprio e para os outros, pois só assim ele se sentirá seguro, realizado e feliz.
            Cada vez que fazemos por uma pessoa o que ela mesma pode fazer, roubamos dela a possibilidade de realização. E esse roubo de realização não pode ser amor.
            Quando se tem um familiar em dificuldade, tudo parece ainda mais complicado e amar torna-se um grande desafio, ma é um desafio perfeitamente possível de se vencer.
            O amor deve vir antes da exigência e deve ser um amor aberto, pronto para dar sem preocupar-se em receber, traduzido gestos, em atitudes de paciência, compreensão e respeito; sem egoísmo, nem comodismo.
            Quem ama, apoia, orienta e educa.

            Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, tal como Jesus entendia? 

            “Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”

            O amor e caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos que nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: amai-vos uns aos outros como irmãos. (...)” (O Livro dos Espíritos, questão 886)

            “Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viciosos se reformarão, quando observarem os benefícios resultantes da prática deste preceito: Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam: fazei-lhes, ao contrário, todo o bem que vos esteja ao alcance fazer-lhes.

            Não acrediteis na esterilidade e no endurecimento do coração humano; ao amor verdadeiro, ele, a seu mau grado, cede. É um imã a que não lhe é possível resistir. O Contato desse amor vivifica e fecunda os germens que dele existem, em estado latente, nos vossos corações. A Terra, orbe de provação e de exílio, será então purificado por esse fogo sagrado e verá praticados na sua superfície a caridade, a humildade, a paciência, o devotamento, a abnegação, a resignação e o sacrifico, virtudes todas filhas do amor. Não vos canseis, pois, de escutar as palavras de João, o Evangelista. Como sabeis, quando a enfermidade e a velhice o obrigaram a suspender o curso de suas prédicas, limitava-se a repelir estas suavíssimas palavras: Meus filhinhos, amai-vos uns aos outros”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A lei de amor; capítulo XI, item 9.)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 6 de maio de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - Nº. 266. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 11 º Princípio: EXIGÊNCIA OU DISCIPLINA. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                 APOIO FRATERNO.
  
    Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                               CAPÍTULO. I.

            PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            11 º Princípio: EXIGÊNCIA OU DISCIPLINA.

            A postura dos codependentes que participam do grupo é a de quem ama o dependente, mas não aceita o que ele faz de errado.

            A proposta tem o objetivo de ordenar, organizar, esclarecendo com verdadeira disciplina, o rumo que se quer dar à vida da família, começando por pequenas coisas exteriores, para chegar afinal às grandes mudanças, as reais mudanças de atitudes.
            Para isso, é importante determinar claramente os limites emocionais, físicos e econômicos, bem como estabelecer as regras da casa que toda a família deve seguir , com firmeza.
            Codependentes e dependentes tem compromissos uns com os outros, não é por acaso que estão juntos nesta jornada, têm metas a serem cumpridas, cada qual a seu modo, com direitos e deveres, com respeito e responsabilidades mútuas.

            “Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A Parentela corporal e a parentela espiritual; capítulo XIV, item 8.)

            O Apoio Fraterno não aconselha a expulsão dos dependentes de casa. A proposta não é essa. Depois de se ter tentado tudo para controlar o comportamento inadequado, chegando ao limite máximo dos codependentes, ou da família, o dependente deve fazer a sua escolha: ou entra no esquema de cooperação de horário, respeito às regras e consideração com as pessoas, ou vai viver por sua conta, de forma que lhe convém.

            “Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior: a estudá-los devem os pais aplicar-se. Todos os males se originam do egoísmo e do orgulho. Espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores do gérmen de tais vícios e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas. Façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore. Se deixarem se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não se espantem de serem mais tarde pagos com a ingratidão”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A Ingratidão dos filhos e os laços de família; capítulo XIV, item 9.)

            O dependente possui o livre-arbítrio; ficou sob a responsabilidade dos codependentes enquanto eles puderam ajudá-lo; agora, terá que assumir suas escolhas e enfrentar as consequências, sejam elas quais forem.
            O dependente deve ser compreendido; é de seu direito sair de perto dos codependentes com quem não tem afinidades. Se quiser usar drogas ou prostituir-se, como impedi-lo? Viver sozinho é um direito dele. Sendo dono de sua vida, pode fazer com ela o que bem quiser, mas deve aceitar que não será financiado.
            Os codependentes não o ajudarão a manter uma vida que não aprovam. E têm o direito de ser felizes, independentemente das escolhas do dependente.

            Se alguns Espíritos escolhem, por provação, o contato com o vício, haverá os que busquem por simpatia e pelo desejo de viverem num meio conforme aos seus gostos, ou para poderem entregar-se materialmente aos seus pendores matérias?  

            “Há, sem dúvida, mas somente entre aqueles cujo senso moral ainda está pouco desenvolvido. A prova vem por si mesmo e eles a sofrem por mais tempo. Cedo ou tarde, compreendem que a satisfação de suas paixões brutais lhes traz consequências deploráveis, que sofrerão durante um tempo que lhe parecerá eterno. Deus poderá deixá-los nesse estado, até que compreendam seus erros e, por iniciativa própria, peçam para repará-los, mediante úteis provações”. (O Livro dos Espíritos, questão 265)

            É de grande importância que os codependentes frequentem um grupo de apoio, falem das coisas que os magoam, peçam ajuda. Mas façam planos próprios. Cada um sabe o que precisa ou o que pode suportar. Não devem deixar que a timidez, o medo, a vergonha ou a culpa os imobilizem. Os codependentes devem fazer algo por si, por sua família, pelo dependente. O grupo será a força para ajudar a família e seu familiar difícil, rebelde ou dependente.
            Se ele for menor de idade, procurem o juiz ou promotor, exponham a situação, peçam-lhe ajuda, reconhecendo a impotência da família diante da agressividade e violência do adolescente.
            É bom saber que existe falsa menoridade: jovens de 13,14 ou 16 anos que sabem muito mais de malandragem e maldade do que muitos adultos. Assim como existe falsa maioridade: adultos de 25, 30 ou 40 anos que dependem inteiramente dos pais. Por isso, o indivíduo é considerado adulto no momento em que tem consciência de seus deveres e compromissos morais.

“(...) Admitamos, ao contrário, uma série de existências progressivas anteriores e tudo se explica. Os homens trazem, ao nascerem, a intuição do que aprenderam antes; são mais ou menos adiantados, conforme o número de existências por que passaram, conforme já estejam mais ou menos afastados do ponto de partida, exatamente como, numa reunião de indivíduos de todas as idades, cada um terá desenvolvimento proporcional ao número de anos que tenha vivido. (...)” (O Livro dos Espíritos, questão 222.)

            Os codependentes não devem ter medo, devem ser firmes, a fim de auxiliar o dependente.
            Para terem o sucesso, é importante que familiares e amigos entendam sua atitude e não se coloquem uns contra os outros, pondo a perder todo o esforço dos codependentes para a reorganização familiar. Acolher o dependente, nesse momento, só vai funcionar se as regras, os deveres e os direitos forem iguais aos estabelecidos pela família.
            É importante também ter coragem e confiança. Parece um paradoxo, mas quando os codependentes têm coragem de pôr em risco a vida do dependente, permitido seu confronto genuíno com a vida de viciado, aí sim, acabam por recuperá-lo.

            “Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas quem perder a sua vida por amor a mim, esse a salvará!” (Lucas, capítulo 9, versículo 24)

            “O caráter essencial das penas irrevogáveis é a ineficiência do arrependimento, e Jesus nunca disse que o arrependimento não mereceria a graça do Pai. Ao contrário, sempre que se lhe deparou ensejo, ele falou de um Deus clemente, misericordioso, solícito em receber o filho pródigo que voltasse ao lar paterno; inflexível, sim, pelo perdão do culpado, porém, pronto sempre a trocar o castigo pelo perdão do culpado sinceramente arrependido. Esse não é, por certo, o traço de um Deus sem piedade. Também convém assinalar que Jesus nunca pronunciou contra quem quer que fosse, mesmo contra os maiores culpados, a condenação irremissível”. ( Céu e o Inferno, Primeira Parte, capítulo VI, item 7.)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 2 de março de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 265. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 10 º. Princípio: COOPERAÇÃO. - GRUPO APOIO FRATERNO.


                 APOIO FRATERNO.

    Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                  CAPÍTULO. I.

              PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            10 º. Princípio: COOPERAÇÃO.

            Cooperação é a união de pessoas em volta de um trabalho para o bem de todos. Assim senso, não cabe aos codependentes poupar ou defender seus dependentes de qualquer encargo, sempre os servindo. Isso não funciona! A essência da família repousa na cooperação.
            Antigamente os jovens eram criados respeitando a todos, e tinham o prazer de trabalhar por eles ou com eles. Com o passar dos tempos, os pais foram assumindo responsabilidade dos filhos ou colocando empregados para fazer o que os filhos deveriam executar, deixando a eles mais tempo para estudar e ser criança. Assim, os pais esqueceram que o trabalho valoriza a pessoa e ajuda o jovem a crescer, preparando-o para vida.
            O trabalho é instrumento de união e de valorização de cada membro da família e da comunidade. Os familiares devem despertar uns nos outros a responsabilidade de cada pessoa em seu grupo familiar, tendo assim, encargos e responsabilidades.
            É preciso instalar na família o primeiro e principal núcleo de formação do indivíduo socialmente responsável, uma verdadeira comunidade, onde se respeita e se é respeitado.
            Os dependentes só terão o direito de reivindicar alguma coisa, quando, com uma postura e séria, tornam-se membros cooperadores e organizadores do grupo familiar. Facilitando a cooperação, os codependentes das oportunidades aos dependentes de mudarem seu rumo, de se valorizarem também.

            “Quem quer que seja depositário de autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre o seu servo, até a do soberano sobre seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo; que responsável pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em conseqüência dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para conduzir ao bem. Tom homem nem na Terra uma missão, grande ou pequena; qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem; falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho.”  (O Evangelho segundo o Espiritismo. Os Superiores e os inferiores, capítulo XVII, item 9). 

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 264. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 9 º Princípio: GRUPO DE APOIO. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                 APOIO FRATERNO.

    Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.
                        
                                CAPÍTULO. I.
                
             PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            9 º Princípio: GRUPO DE APOIO.

            As famílias precisam dar e receber apoio em sua comunidade. Para mudar o rumo das coisas é preciso ajudar e ser ajudado. Como os alcoólicos anônimos sabem disso! Antigamente, a revolução dos valores começava na mente de um só indivíduo. Agora estamos convencidos de que só dará certo se nos juntarmos, se houve um esforço coletivo um trabalho em grupo, em comunidade.

            Para o Apoio Fraterno, o fato de esconder-se, fazer de conta, ou se isolar diante de um problema, é não querer resolvê-lo.

            Sozinhos, sem vivência dessa situação específica, sem poder compartilhar e trocar experiências, os coodependentes se sentem perdidos cansados e carentes de incentivo e compreensão.

            Assim, os codependentes percebem que não estão sozinhos. Pouco a pouco, o medo, o pudor de mostrar os problemas e de expor uma suposta incompetência ou fraqueza desaparece. Já não pensam que estão marcando o dependente com uma fama que poderá vir a prejudicá-lo, tornando-se irreversível.
           
            Sabem que estão entre irmãos, nos quais podem confiar. E aí, unidos ao grupo, tomam atitudes seguras e confiantes que os farão alcançar suas metas.

            Ao buscar a sociedade, o homem obedece tão somente a um sentimento pessoal, ou há nesse sentimento um objetivo providencial de ordem mais geral? 

            “O homem deve progredir. Sozinho, isto não lhe é possível, por não dispõe de todas as faculdades; precisa do contato com os outros homens. No isolamento ele se embrutece e definha”.

            Nenhum homem dispõe de faculdades completas. Mediante a união social eles se completam mutuamente, para assegurarem o seu bem-estar e progredirem. É por isso que, precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não isolados. (O Livro dos Espíritos, questão 768)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - Nº.263. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 8 º. Princípio: A CRISE. - GRUPO APOIO FRATERMO.

                APOIO FRATERNO.

       Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                 CAPÍTULO. I.

              PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                8 º. Princípio: A CRISE.

            De uma crise bem administrada surge a possibilidade de uma verdadeira mudança. Mas é preciso ter coragem e disposição para mudar.

            Daqui para a gente deve haver mais perseverança. Os familiares devem estar alertas e serem capazes de amar seus dependentes, de modo a fazer por eles o que precisa ser feito, sem pena deles ou de si próprios.

            “É necessário que o escândalo venha, porque, estando em expiação na Terra, os homens se punem a si mesmos pelo contacto de seus vícios, cujas primeiras vítimas são eles próprios e cujos inconvenientes acabam por compreender: Quando estiverem cansados de sofre devido ao mal, procurarão remédio no em. A reação desses vícios serve, pois, ao mesmo tempo, de castigo para uns e de provas para outros. É assim que do mal tira Deus o bem e que os próprios homens utilizam as coisas mais ou as escórias.“ (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a; capítulo VIII, item 14)
           
            Este momento é de extrema importância para o sucesso da proposta do Apoio Fraterno.

            Na administração da crise, sugerem-se as seguintes etapas:

1)   Definir o alvo:
a – conhecer o problema, buscando informações, atualizando-se e instruindo-se;
b – Analisar tudo com ponderação e objetividade, sem raiva, sem desequilíbrio emocional, buscando ajuda ou orientação de grupos com tais propósitos.

2) Fixar prioridades:

            a – Tirar a venda dos olhos, não se deixar manipular ou iludir;

            b – Os familiares devem ser um só, ter o mesmo direcionamento quando tratam de recuperação dependente;

            c – É preciso participar de um grupo de apoio e autoajuda;
           
            Feito isso, a próxima etapa é enfrentar o desafio de ajudar o dependente.

            3) Formulação do plano:

            a – O grupo de apoio vai ajudar a avaliar a situação e auxiliar no novo rumo das coisas. Muitas cabeças pensam melhor que uma. O grupo anima, da força e chega mais depressa a resultados positivos;

            b – O Apoio Fraterno sugere que se façam duas listas: uma das qualidades outra dos defeitos de cada membro da família. As qualidades devem ser trabalhadas, valorizadas, ressaltadas, fortalecidas e os defeitos corrigidos, falando deles o menos possível. É importante ter consciência de que precisa ser mudado e começar a agir, iniciando pelas coisas mais simples, mais fáceis de conseguir.

            c – Com pensamentos e atitudes de amor, tranquilidade, disciplina familiar, autodomínio, administrar a crise sem medo; não voltar atrás naquilo que foi estabelecido e lembrar-se de controlar e solicitar o cumprimento de cada regra, de cada limite estabelecido. É importante chamar à responsabilidade aquele que não cumpre as regras, determinando alguma punição a ele. Devemos ter o cuidado de não estabelecer responsabilidades difíceis de serem cumpridas, mas tarefas realizáveis. Cumprida esta, retorne ao descumpridor o seu direito.

            “A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, seos vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se, a malevolência os descobre, tem sempre pronto uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção”.

            A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, vetados. Quando criticais, que consequências se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, vistoque estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! Quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

            Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! Tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

            Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita”. (O Evangelho segundo o Espiritismo. A indulgência; capítulo X, item 16)

            4) Execução do plano

            Só há uma saída: agir, fazer a sua parte para chegar à solução do problema, mas deixando que o responsável aprenda, sofrendo as consequências do que fez. Nunca esquecer a crise. Ir em frente, lutar, tentar com todas as forças de ser feliz.

            “Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A paciência, capítulo IX, item 7)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 262. APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 7 º Princípio: TOMADA DE ATITUDE.- GRUPO APOIO FRATERNO.

                   APOIO FRATERNO.

      Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                 CAPÍTULO. I.

               PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                 7 º Princípio: TOMADA DE ATITUDE.

            Na formação, na educação e na convivência em família, é necessário tomar atitudes com firmeza e perseverança.

            Quando o relacionamento entre os familiares começa a ficar difícil, a tendência geral, e comumente mais acentuada entre os homens, é racionalizar, inimizando a gravidade dos distúrbios de comportamento dependente, acreditando que isso esteja dentro da moderna regra social de que tudo se corrige com o tempo, sem maiores conseqüências.

            Ao tomar conhecimentos de qualquer inadequação, não pode haver acomodação, mas sim coragem para enxergar e ter condições de mudar o comportamento. Importante ser firme e perseverante ao tomar uma atitude, pois ela quase sempre gera resistência, podendo precipitar uma crise, mas que efetivamente ajudarão dependente a mudar de atitude.

            Haverá casos em que convenha se desvende o mal a outrem?

            “É muito delicado esta questão e, para resolvê-la, necessário se torna apelar para a caridade bem compreendida. Se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, nenhuma utilidade haverá nunca em divulgá-la. Se, porém, podem acarretar prejuízo a terceiros,deve-se atender as preferência ao interesse do maior número. Segundo as circunstâncias, desmascara a hipocrisia e a mentira pode constituir um dever, pois mais vale caia um homem, do que virem muitos a ser suas vítimas. Em tal caso, deve-se pesar a soma das vantagens e dos inconvenientes”. ( O Evangelho Segundo O Espiritismo, capítulo X, item 21)

            “A coragem das opiniões próprias sempre foi tida em grande estima entre os homens porque há mérito em afrontar os perigos, as percepções, as contradições e até os simples sarcasmos, aos quais se expõe, quase sempre, aqueles que não teme proclamar abertamente ideias que não são as de toda gente. Aqui, como em tudo, o merecimento é proporcionado às circunstâncias a à importância do resultado. Há sempre fraqueza em recuar alguém diante das conseqüências que lhe acarreta a sua opinião e em renegá-la; mas, há casos em que isso constitui covardia tão grande, quando fugir no momento do combate”. (O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XXIV,)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - PRINCÍPIOS REDENTORES. - ANDRÉ LUIZ. (CHICO XAVIER.)


         PRINCÍPIOS REDENTORES.

            Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.
            Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.
            Concorde imediatamente com adversários.
            Respeite a opinião dos vizinhos.
            Evite contendas desagradáveis.
            Empreste sem aguardar restituição.
            Dê seu concurso às boas obras, com alegria.
            Não se preocupe com os caluniadores.
            Agradeça ao inimigo pelo valor que ele lhe atribui.
            Ajude as crianças.
            Não desampare os velhos e doentes.
            Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.
            Desculpe sinceramente.
            Não critique a ninguém.
            Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.
            Use á fé e a prudência.
            Aprenda a semear, preparando boa ceifa.
            Não peça uva aos espinheiros.
            Liberte-se do peso de excessivas convenções.
            Cultive a simplicidade.
            Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.
            Estimule as qualidades nobres dos companheiros.
            Trabalhe no bem de todos.
            Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as obrigações.
            Não se aflija.
            Sirva a toda a gente sem prender-se.
            Seja alegre, justo e agradecido.
            Jamais imponha seus pontos de vista.
            Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.
            As ciências sociais de hoje apresentam semelhantes princípios como novidades. No entanto, são antigos. Chegaram à terra, com o Cristo, há quase vinte séculos. Nós outros, porém, espíritos atrasados no entendimento, somos ainda tardios na aplicação.

Fonte: Agenda Cristã - André Luiz - Francisco C. Xavier - Editora FEB - Rio de Janeiro RJ.
  
                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 261. APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 6 º. Princípio: COMPORTAMENTO. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                   APOIO FRATERNO.

    Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                              CAPÍTULO. I.

         PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                6 º. Princípio: COMPORTAMENTO.  

       O comportamento dos dependentes afetas os codependentes, o comportamento dos codependentes afeta os dependentes. Assim, o comportamento agressivo e destrutivo dos dependentes gera atitudes neuróticas e descontroladas nos codependentes.
           
            Os codependentes devem estar conscientes do seu papel no lar e na sociedade. Diante de um comportamento inaceitável não podem competir com ele ou perder a dignidade.

            Uma atitude inconsequente e rebelde não justifica uma reação absurda. É preciso manter o equilíbrio, se quiser dominar a situação, ser dono de sua casa, conduzir sua família no rumo certo.

            Pode parecer que o Apoio Fraterno exige demais dos codependentes e dos dependentes, mas acredita que este é o melhor caminho. É preciso mudar a atitude exterior, pois esta ajuda a mudar a atitude interior; assim uma ajuda a outra.

            Os pais são responsáveis pelo transviamento de um filho que envereda pela senda do mal, apesar dos cuidados que lhe dispensaram?

            “Não; mas quanto piores forem as propensões do filho, tanto mais pesada é a tarefa é a tarefa e tanto maior dos pais, se conseguirem desviá-los do mau caminho”.

            a) Se um filho se torna um homem de bem, a despeito da negligência ou dos maus exemplos de seus pais, tiram estes algum proveito disto?    

            “Deus é justo”. (O Livro dos Espíritos, questão 583).

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 260. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 5 º. Princípio: CULPA. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                          APOIO FRATERNO.

              Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                         CAPÍTULO. I.

                PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

               5 º.  Princípio: CULPA.

            Equivoca-se quem acusa alguém ou alguma coisa para se livrar da responsabilidade do que não está dando certo. Cada pessoa é um ser único, por isso a dinâmica e a estrutura da família ou dos antecedentes familiares não são a causa única dos problemas atuais, podendo estar, inclusive em vidas passadas.

            Freqüentemente os pais transmitem aos filhos uma semelhança física. Transmitirão também uma semelhança moral?
           
            “Não, pois têm almas ou Espíritos diferentes. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os descendentes das raças há apenas consanguinidade”.

a)   De onde vêm as semelhanças morais que algumas vezes se notam entre
pais e filhos? 

            “São Espíritos simpáticos, atraídos pela similitude de suas inclinações”. (O Livro dos Espíritos, questão 207)

            A culpa torna a pessoa indefesa ou sem ação.

            Não se deve procurar culpados, pois para resolver um problema, uma situação, é preciso libertar-se de qualquer tipo de sentimento de fragilidade.

            Para isso, deve-se instruir, alertar as famílias para que façam sua parte de modo mais completo possível, sabendo que cumpriram com o seu papel.

            Sem nenhum sentimento de culpa, de autopiedade ou de raiva estarão livres para agir e deixar que o dependente cresça e arque com as consequências (boas ou más), do próprio comportamento (livre-arbítrio).

            Em que se baseia a duração dos sofrimentos do culpado?   

            “No tempo necessário ao seu melhoramento. Sendo o estado de sofrimento ou de felicidade proporcional ao grau de purificação do Espírito, a duração e a natureza de seus sofrimentos dependem do tempo em que ele gaste em melhorar-se. À medida que progride e que seus sentimentos se depuram, diminuem e mudam de natureza os seus sofrimentos”. (O Livro dos Espíritos, questão 1004).

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 259. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 4 º Princípio: PAIS E FILHOS NÃO SÃO IGUAIS.- GRUPO APOIO FRATERNO.

                        APOIO FRATERNO.

          Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                        CAPÍTULO. I.

                     PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                  4 º Princípio: PAIS E FILHOS NÃO SÃO IGUAIS. 

            Pais que acreditam que precisam, antes de tudo, ser amigos de seus filhos e que, como amigos, tratam-se de igual para igual, tem problemas, pais os filhos precisam de regras e limites.
            Os pais precisam ser pais para que os filhos possam ser educados e orientados.
            Ser amigo do filho, é ajudá-lo a ser pessoa certa para si mesma e para o mundo em que vive, tratando o próximo como gostaria de ser tratado.
Os pais amam o filho, independente do que ele é ou do que ele pode oferecer. Amam-no tal como é, simplesmente por ser seu filho, podendo, no entanto, não concordar com determinadas atitudes dele.
Daí a importância da hierarquia, sem autoritarismo, mas com coerência e competência para o desenvolvimento da personalidade do filho.
Estamos tratando da disciplina ministrada por pais que dirigem o lar e orientam o filho, alicerçado em valores éticos e morais nos quais acreditam.
“Quando os pais hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de seus filhos, se não alcançam êxito, não tem de que se inculpar a si mesmos e podem conservar tranqüila a consciência. À amargura muito natural que então lhe advém da improdutividade de seus esforços. Deus reserva grande e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A ingratidão dos filhos e os laços de família, capítulo XIV, item 9).

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 5 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º 258. -APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 3 º Princípio: OS RECURSOS SÃO LIMITADOS.- GRUPO APOIO FRATERNO.


                         APOIO FRATERNO.

            Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                         CAPÍTULO. I.

                   PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            3 º Princípio: OS RECURSOS SÃO LIMITADOS.

            Fomos também levados de um extremo a outro. Antes era para a criança, nada, hoje para a criança tudo.
            Mas a valorização excessiva, sem limitação, da criança e do jovem é um erro. Os pais não são uma fonte ilimitada de recursos.
            É preciso dizer não as crianças. Equivoca-se quem pensa que as crianças compreendem e aceitam as nossas razões. Elas se acostumam rapidamente ao sim e se condicionam a só querer ganhar e nunca ceder. É preciso saber dizer não seriamente.
            Educar os filhos é desenvolver o bem, a moral que está adormecida dentro deles.
            É essencial ajudá-los a entender deveres e responsabilidades, levando em conta que aprendem facilmente a obter direitos e vantagens. Ora, aquilo que aprendem facilmente a obter direitos e vantagens. Ora aquilo que não se aprende em casa, a vida vai ensinar filhos e pais.
             Portanto, tanto os pais quanto os filhos devem aprender os seus limites físicos, emocionais e econômicos, sabendo seguramente que o amor incondicional é de extrema valia para transporem problemas.

             Os pais que tem filhos que lhe causam desgostos não são desculpáveis pelo fato de não lhes dispensarem a ternura a que teriam direito, em caso contrário? 

            “Não, porque é um encargo que lhes é confiado e a missão deles consiste em se esforçarem por encaminhar os filhos para o bem. Ademais, esses desgostos resultam, freqüentemente, dos maus hábitos que se deixaram que seus filhos tomassem desde o berço. Colhem, então, o que semearam”. (O Livro dos Espíritos, questão 892)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANAON! - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 2 º Princípio: OS PAIS TAMBÉM SÃO GENTES. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                         APOIO FRATERNO.
  
             Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                        CAPÍTULO. I.

                   PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            2 º Princípio: OS PAIS TAMBÉM SÃO GENTES.

            Fomos estimulados a distanciar as fraquezas e a assumir o papel de pais infalíveis, super-pais, capazes de tudo.
            Entretanto, essa postura é falsa, não contribui na educação dos filhos.
            Os pais são humanos. Não são super-heróis nem se tornam perfeitos ao se tornarem pais. Continuam a ser filhos, errando e aprendendo pela vida a fora.
            Devem assumir suas limitações, suas fraquezas, conscientes da experiência, da vivência como eternos aprendizes do amor por seus filhos, o que os torna insubstituíveis na vida deles e na comunidade a que pertencem. O que não implica em acomodar-se e sim, ir em busca da reforma íntima, o que será bom para ambos.
            “Pois que Deus possui a perfeição infinita em todas as coisas, esta proposição: ‘Sede perfeitos, como perfeito é vosso Pai celestial’, tomada ao pé da letra, pressuporia a possibilidade de atingir-se a perfeição absoluta. Se à criatura fosse dado ser tão perfeita quanto o Criador, tornar-se-ia ela igual a este, o que é inadmissível. Mas, os homens a quem Jesus falava não compreenderiam essa nuança, pelo que se limitou a lhes apresentar um modelo e a dizer-lhes que se esforçassem pelo alcançar”.
(O Evangelho Segundo o Espiritismo. Caracteres da perfeição, capítulo XVII, item 2)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 256. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 1 º Princípio: RAÍZES CULTURAIS. - GRUPO APOIO FRATERNO.


                   APOIO FRATERNO.

      Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                  CAPÍTULO. I.

              PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            1 º Princípio: RAÍZES CULTURAIS.

            A família é uma organização social ativa que responde aos estímulos e problemas do mundo que a cerca. A Doutrina Espírita esclarece que ela é composta por Espíritos que trazem verdades e experiências de outras vidas.
            A sociedade atual difere-se da de tempos atrás pelo aumento populacional, globalização das informações e tecnologias, formando, com isso uma nova cultura. Ela prioriza o “ter” ao invés do “ser”, buscando felicidade através da aquisição de bens materiais, esquecendo de valorizar o ser, que é eterno.
            Muitas vezes acontece a prática do erro quando não há ninguém a observar, porém Deus coloca, na consciência de cada ser, meios de distinguir o certo e errado, o herói do anti-herói.
            É preciso pensar, refletir e questionar antes de tomar posição; trabalhar os objetivos de cada membro da família, definindo claramente os papéis, as funções de cada m, para que se ajudem mutuamente.
            É preciso lembrar que as leis de Deus são imutáveis. O respeito a compreensão e o amor devem nortear nosso relacionamento com o mundo.

            O homem conserva em suas novas existências, os traços do caráter moral de sua vidas anteriores? 

            “Sim, isso pode acontecer. Mas, melhorando-se, ele muda. Sua posição social pode, também, não ser a mesma. Se de senhor passa a escravo, seus gostos serão muito diferentes e teríeis dificuldade em reconhecê-lo. Sendo o Espírito sempre o mesmo nas diversas encarnações, podem existir certas analogias entre as suas manifestações, se bem que modificações pelos hábitos de sua nova posição, até que um aperfeiçoamento notável venha mudar completamente o seu caráter, pois, de orgulhoso e mau, pode tornar-se humilde e humano, se se arrependeu”. (O Livro Dos Espíritos, questão 216)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010. (apoiofraterno@searadomestre.com.br)

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)