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quinta-feira, 9 de maio de 2019

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XIV. - HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE. - QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS? - ITEM N º 5. - ALLAN KARDEC.


 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                   CAPÍTULO XIV.

HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE.

Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?

5. E, tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão grande multidão, que eles nem sequer podiam fazer sua refeição. Sabendo disso, vieram seus parentes para se apoderarem dele, pois diziam que perdera o espírito.
Entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos e conservando-se do lado de fora, mandaram chamá-lo. Ora, o povo se assentara em torno dele e lhe disseram: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te chamam.” — Ele lhes respondeu: “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?” — E, perpassando o olhar pelos que estavam assentados ao seu derredor, disse: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos; pois, todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Marcos, 3:20, 21, 31 a 35; Mateus, 12:46 a 50.)

6. Singulares parecem algumas palavras de Jesus, por contrastarem com a sua bondade e a sua inalterável benevolência para com todos. Os incrédulos não deixaram de tirar daí uma arma, pretendendo que Ele se contradizia. Fato, porém, irrecusável é que sua doutrina tem por base principal, por pedra angular, a lei de amor e de caridade. Ora, não é possível que Ele destruísse de um lado o que do outro estabelecia, donde esta consequência rigorosa: se certas proposições suas se acham em contradição com aquele princípio básico, é que as palavras que se lhe atribuem foram ou mal reproduzidas, ou mal compreendidas, ou não são suas.

7. Causa admiração, e com fundamento, que, neste passo, mostrasse Jesus tanta indiferença para com seus parentes e, de certo modo, renegasse sua mãe.
Pelo que concerne a seus irmãos, sabe-se que não o estimavam. Espíritos pouco adiantados, não lhe compreendiam a missão: tinham por excêntrico o seu proceder e seus ensinamentos não os tocavam, tanto que nenhum deles o seguiu como discípulo. Dir-se-ia mesmo que partilhavam, até certo ponto, das prevenções de seus inimigos. O que é fato, em suma, é que o acolhiam mais como um estranho do que como um irmão, quando aparecia à família. João diz, positivamente (7:5), “que eles não lhe davam crédito”.
Quanto à sua mãe, ninguém ousaria contestar a ternura que lhe dedicava.
Deve-se, entretanto, convir igualmente em que também ela não fazia ideia muito exata da missão do filho, pois não se vê que lhe tenha seguido os ensinos, nem dado testemunho dele, como fez João Batista. O que nela predominava era a solicitude maternal. Supor que Ele haja renegado sua mãe fora desconhecer-lhe o caráter. Semelhante ideia não poderia encontrar guarida naquele que disse: Honrai a vosso pai e a vossa mãe.
Necessário, pois, se faz procurar outro sentido para suas palavras, quase sempre envoltas no véu da forma alegórica.
Ele nenhuma ocasião desprezava de dar um ensino; aproveitou, portanto,
a que se lhe deparou, com a chegada de sua família, para precisar a diferença que existe entre a parentela corporal e a parentela espiritual.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 259. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 4 º Princípio: PAIS E FILHOS NÃO SÃO IGUAIS.- GRUPO APOIO FRATERNO.

                        APOIO FRATERNO.

          Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                        CAPÍTULO. I.

                     PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                  4 º Princípio: PAIS E FILHOS NÃO SÃO IGUAIS. 

            Pais que acreditam que precisam, antes de tudo, ser amigos de seus filhos e que, como amigos, tratam-se de igual para igual, tem problemas, pais os filhos precisam de regras e limites.
            Os pais precisam ser pais para que os filhos possam ser educados e orientados.
            Ser amigo do filho, é ajudá-lo a ser pessoa certa para si mesma e para o mundo em que vive, tratando o próximo como gostaria de ser tratado.
Os pais amam o filho, independente do que ele é ou do que ele pode oferecer. Amam-no tal como é, simplesmente por ser seu filho, podendo, no entanto, não concordar com determinadas atitudes dele.
Daí a importância da hierarquia, sem autoritarismo, mas com coerência e competência para o desenvolvimento da personalidade do filho.
Estamos tratando da disciplina ministrada por pais que dirigem o lar e orientam o filho, alicerçado em valores éticos e morais nos quais acreditam.
“Quando os pais hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de seus filhos, se não alcançam êxito, não tem de que se inculpar a si mesmos e podem conservar tranqüila a consciência. À amargura muito natural que então lhe advém da improdutividade de seus esforços. Deus reserva grande e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A ingratidão dos filhos e os laços de família, capítulo XIV, item 9).

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 5 de janeiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º 258. -APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 3 º Princípio: OS RECURSOS SÃO LIMITADOS.- GRUPO APOIO FRATERNO.


                         APOIO FRATERNO.

            Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                         CAPÍTULO. I.

                   PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            3 º Princípio: OS RECURSOS SÃO LIMITADOS.

            Fomos também levados de um extremo a outro. Antes era para a criança, nada, hoje para a criança tudo.
            Mas a valorização excessiva, sem limitação, da criança e do jovem é um erro. Os pais não são uma fonte ilimitada de recursos.
            É preciso dizer não as crianças. Equivoca-se quem pensa que as crianças compreendem e aceitam as nossas razões. Elas se acostumam rapidamente ao sim e se condicionam a só querer ganhar e nunca ceder. É preciso saber dizer não seriamente.
            Educar os filhos é desenvolver o bem, a moral que está adormecida dentro deles.
            É essencial ajudá-los a entender deveres e responsabilidades, levando em conta que aprendem facilmente a obter direitos e vantagens. Ora, aquilo que aprendem facilmente a obter direitos e vantagens. Ora aquilo que não se aprende em casa, a vida vai ensinar filhos e pais.
             Portanto, tanto os pais quanto os filhos devem aprender os seus limites físicos, emocionais e econômicos, sabendo seguramente que o amor incondicional é de extrema valia para transporem problemas.

             Os pais que tem filhos que lhe causam desgostos não são desculpáveis pelo fato de não lhes dispensarem a ternura a que teriam direito, em caso contrário? 

            “Não, porque é um encargo que lhes é confiado e a missão deles consiste em se esforçarem por encaminhar os filhos para o bem. Ademais, esses desgostos resultam, freqüentemente, dos maus hábitos que se deixaram que seus filhos tomassem desde o berço. Colhem, então, o que semearam”. (O Livro dos Espíritos, questão 892)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 1 de setembro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - OS ANIMAIS SÃO BONS TERAPEUTAS. - EDITOR DA REVISTA DE PSICOLOGIA.

 OS ANIMAIS SÃO BONS TERAPEUTAS.

            Cenário: um sanatório em Columbus, Ohio.
            Personagens: Obie, um cãozinho de 6 anos, os pacientes e o pessoal do sanatório.
            Constatação: os pacientes que recebem visitas regulares do cachorro são mais eloqüentes e mostram maior interesse pelo que se passa em volta do que os pacientes que não contam com a a presença de Obie em sua vida diária. Quanto ao pessoal, as enfermeiras tratam melhor os pacientes na presença de Obie.

            Na França uma pesquisa mostrou o impacto positivo da presença de um animal entre os seres humanos. Para os idosos, o animal é um auxílio na luta contra a solidão – dos 99% das pessoas que falam com os seus animais, 94% se dirigem a eles como a uma pessoa e 20% lhes contam os acontecimentos do dia. a partir dos cuidados dedicados ao animal de estimação, os idosos conservam o hábito de se interessar pelos demais, o que contribui para evitar a depressão.
            Há indicação de que tocar e acariciar um animal age sobre o sistema cardiovascular e sobre o psiquismo. Todas as experiências provaram que os pacientes cardíacos que possuíam um animal apresentam um índice de sobrevida mais elevado do que os que não tinham nenhum. De modo geral, a presença do animal leva a uma melhora no estado de saúde, sobretudo quando se trata de um cachorro, que pelo instinto e a sensibilidade é mais próximo do homem.

                                                                       Editor da Revista Psicologia.

            Fonte: Revista Psicologia. – N º. 30. – Janeiro e fevereiro de 1983. Pág. 6. – São Paulo, SP.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 6 de junho de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - SINCRONIA PERFEITA, MENTE SÃ EM CORPO SÃO! - MEIMEI.(MILTES CARVALHO BONNA.)

               EVANGELHO NO LAR.

SINCRONIA PERFEITA, MENTE SÃ EM CORPO SÃO!

                PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

 Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

“Portanto, aquele que está certo de ser infeliz apenas por um dia, e de serem melhores os dias seguintes, exercita a paciência?” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 15)

            A fé na vida futura, a calma e a resignação ao ao espírito condições novas para enfrentar os fatos difíceis do caminho e servem de prevenção contra o suícidio e aloucura.
            O espírito estudioso conscientiza-se da continuidade da vida após o túmulo, com o desaparecimento das dores e com o nascer de um novo dia, em umanova dimensão.
            A lei sábia do Pai, que tudo governa, não pode ser desrespeitada. Compreendemos, assim, os desígnios dessa lei e, portanto, não poderemos ser juízes de nós mesmos, exterminando a própria vida.
            Quem se suicida tem aumentados os seus desgostos e não pode usufruir da paz e das alegrias do reencontro com os entes queridos no plano espiritual. Por isso, esforcemo-nos por merecer esse momento. A paciência e a misericórdia de Deus nos darão essa ventura.
            O socorro da desobsessão tem diminuído os casos de candidatos ao suicídio e a loucura,pois trabalha cada coração para a reforma interior, facultando uma vivência evangélica diária, sublimando pensamentos para conduta irrepreensível.
            Em casos de loucura ou suicídio motivados pela inconsciência do indívíduo, influenciados por obsessores, a misericórdia divina atua como compressa balsamizante, dando condição de reerguimento ao aflito, que buscará, em provas expiatórias benéficas, o ressarcimento da dívida pretérita.
            Por outro lado, o espírito responsável por tal cometimento terá resgates dolorosos a cumprir, em futuro próximo.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. CAPÍTULO X. BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - A INDULGÊNCIA. - ITEM N º. 17. - ALLAN KARDEC



                   EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                                            CAPÍTULO X.

                              BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

               A INDULGÊNCIA.

17.    Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam; não julgueis com severidade senão as vossas próprias ações e o Senhor usará de indulgência para convosco, como de indulgência houverdes usado para com os outros.
Sustentai os fortes: animai-os à perseverança. Fortalecei os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento; mostrai a todos o anjo da penitência estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando-as assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro. Compreendei todos a misericórdia infinita de vosso Pai e não esqueçais nunca de lhe dizer, pelos pensamentos, mas, sobretudo, pelos atos: “Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos hão ofendido.” Compreendei bem o valor destas sublimes palavras, nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela veste.
Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão? Será unicamente o olvido das vossas ofensas? Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas,
Ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria. A recompensa não pode constituir prêmio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido. Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação.
Quando perdoardes aos vossos irmãos, não vos contenteis com o estender o véu do esquecimento sobre suas faltas, porquanto, as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares vossos. Levai-lhes, simultaneamente, com o perdão, o amor; fazei por eles o que pediríeis fizesse o vosso Pai celestial por vós. Substituí a cólera que conspurca, pelo amor que purifica. Pregai, exemplificando, essa caridade ativa, infatigável, que Jesus vos ensinou; pregai-a, como Ele o fez durante todo o tempo em que esteve na Terra, visível aos olhos corporais e como ainda a prega incessantemente, desde que se tornou visível tão somente aos olhos do Espírito. Segui esse modelo divino; caminhai em suas pegadas; elas vos conduzirão ao refúgio onde encontrareis o repouso após a luta. Como Ele, carregai todos vós as vossas cruzes e subi penosamente, mas com coragem, o vosso calvário, em cujo cimo está a glorificação. – João, bispo de Bordeaux. (1862.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. - PERDÃO DAS OFENSAS. - ITEM N º. 15. - ALLAN



    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.

         BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

                    INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

                            PERDÃO DAS OFENSAS.

15.    Perdoar aos inimigos é pedir perdão para si próprio; perdoar aos amigos é dar-lhes uma prova de amizade; perdoar as ofensas é mostrar-se melhor do que era. Perdoai, pois, meus amigos, a fim de que Deus vos perdoe, porquanto, se fordes duros, exigentes, inflexíveis, se usardes de rigor até por uma ofensa leve, como querereis que Deus esqueça de que cada dia maior necessidade tendes de indulgência? Oh! ai daquele que diz: “Nunca perdoarei”, pois pronuncia a sua própria condenação. Quem sabe, aliás, se, descendo ao fundo de vós mesmos, não reconhecereis que fostes o agressor? Quem sabe se, nessa luta que começa por uma alfinetada e acaba por uma ruptura, não fostes quem atirou o primeiro golpe, se vos não escapou alguma palavra injuriosa, se não procedestes com toda a moderação necessária? Sem dúvida, o vosso adversário andou mal em se mostrar excessivamente suscetível; razão de mais para serdes indulgentes e para não vos tornardes merecedores da invectiva que lhe lançastes. Admitamos  que, em dada circunstância, fostes realmente ofendido: quem dirá que não envenenastes as coisas por meio de represálias e que não fizestes degenerasse em querela grave o que houvera podido cair facilmente no olvido? Se de vós dependia impedir as consequências do fato e não as impedistes, sois culpados. Admitamos, finalmente, que de nenhuma censura vos reconheceis merecedores: mostrai-vos clementes e com isso só fareis que o vosso mérito cresça.
Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar: há o perdão dos lábios e o perdão do coração. Muitas pessoas dizem, com referência ao seu adversário: “Eu lhe perdoo”, mas, interiormente, alegram-se com o mal que lhe advém, comentando que ele tem o que merece. Quantos não dizem: “Perdoo” e acrescentam: “mas não me reconciliarei nunca; não quero tornar a vê-lo em toda a minha vida.” Será esse o perdão, segundo o Evangelho? Não; o perdão verdadeiro, o perdão cristão é aquele que lança um véu sobre o passado; esse o único que vos será levado em conta, visto que Deus não se satisfaz com as aparências. Ele sonda o recesso do coração e os mais secretos pensamentos. Ninguém se lhe impõe por meio de vãs palavras e de simulacros. O esquecimento completo e absoluto das ofensas é peculiar às grandes almas; o rancor é sempre sinal de baixeza e de inferioridade.
Não olvideis que o verdadeiro perdão se reconhece muito mais pelos atos do que pelas palavras. – Paulo, apóstolo. (Lyon,1861.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - Não julgueis, para não serdes julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado . - ITEM N º.. 11. - ALLAN KARDEC.



    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.

         BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

      Não julgueis, para não serdes julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado

11.    Não julgueis, a fim de não serdes julgados; porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se-á convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. (Mateus, 7:1 e 2.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)