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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANAON! - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 2 º Princípio: OS PAIS TAMBÉM SÃO GENTES. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                         APOIO FRATERNO.
  
             Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                        CAPÍTULO. I.

                   PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            2 º Princípio: OS PAIS TAMBÉM SÃO GENTES.

            Fomos estimulados a distanciar as fraquezas e a assumir o papel de pais infalíveis, super-pais, capazes de tudo.
            Entretanto, essa postura é falsa, não contribui na educação dos filhos.
            Os pais são humanos. Não são super-heróis nem se tornam perfeitos ao se tornarem pais. Continuam a ser filhos, errando e aprendendo pela vida a fora.
            Devem assumir suas limitações, suas fraquezas, conscientes da experiência, da vivência como eternos aprendizes do amor por seus filhos, o que os torna insubstituíveis na vida deles e na comunidade a que pertencem. O que não implica em acomodar-se e sim, ir em busca da reforma íntima, o que será bom para ambos.
            “Pois que Deus possui a perfeição infinita em todas as coisas, esta proposição: ‘Sede perfeitos, como perfeito é vosso Pai celestial’, tomada ao pé da letra, pressuporia a possibilidade de atingir-se a perfeição absoluta. Se à criatura fosse dado ser tão perfeita quanto o Criador, tornar-se-ia ela igual a este, o que é inadmissível. Mas, os homens a quem Jesus falava não compreenderiam essa nuança, pelo que se limitou a lhes apresentar um modelo e a dizer-lhes que se esforçassem pelo alcançar”.
(O Evangelho Segundo o Espiritismo. Caracteres da perfeição, capítulo XVII, item 2)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 4 de maio de 2018

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - A SÃO PEDRO DE PIRACICABA. - GUSTAVO TEIXEIRA. (CHICO XAVIER.)


 A SÃO PEDRO DE PIRACICABA.

Último instante, derradeira imagem
Nas procissões da sombra em longas filas...
Era a morte, cerrando-me as pupilas
No doloroso termo da romagem.

Graças a Deus, a crença era meu pajem
E buscando-lhe, ansioso, as mãos tranqüilas,
Chorei de gratidão ao pressenti-las,
Conduzindo-me à luz doutra paisagem.

Ó terra de São Pedro, que amo tanto,
Com que angústias te vi, banhado em pranto,
Nos supremos e tristes estertores!...

Trabalha e espera sob os céus risonhos,
Que a morte é vida para os nossos sonhos,
E paraíso para as nossas dores.

                                          Gustavo Teixeira

PAULISTA, nascido na cidade de São Pedro, em março de 1881. Escreveu Ementário, Poemas Líricos, Último Evangelho e outras obras assaz estimadas, falecendo em 1937.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - AUTORES DIVERSOS. - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - A INDULGÊNCIA. - ITEM N º. 16.- ALLAN KARDEC.

 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.

         BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

                              A INDULGÊNCIA.

16.      Espíritas, queremos falar-vos hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso.
A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se a malevolência os descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção.
A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, velados.
Quando criticais, que consequência se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, visto que estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?
Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros.
Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.
Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita. – José, Espírito protetor. (Bordeaux, 1863.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de julho de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO. - ITEM N º. 10. - ALLAN KARDEC

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.


         BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

              O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO.

10.       Uma das insensatezes da Humanidade consiste em vermos o mal de outrem, antes de vermos o mal que está em nós. Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: Que pensaria eu se visse alguém fazer o que faço? Incontestavelmente, é o orgulho que induz o homem a dissimular, para si mesmo, os seus defeitos, tanto morais quanto físicos. Semelhante insensatez é essencialmente contrária à caridade, porquanto a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente. Caridade orgulhosa é um contrassenso, visto que esses dois sentimentos se neutralizam um ao outro.
Com efeito, como poderá um homem, bastante presunçoso para acreditar na importância da sua personalidade e na supremacia das suas qualidades, possuir ao mesmo tempo abnegação bastante para fazer ressaltar em outrem o bem que o eclipsaria, em vez do mal que o exalçaria? Por isso mesmo, porque é o pai de muitos vícios, o orgulho é também a negação de muitas virtudes. Ele se encontra na base e como móvel de quase todas as ações humanas. Essa a razão por que Jesus se empenhou tanto em combatê-lo, como principal obstáculo ao progresso.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 30 de junho de 2017

- PRECES ESPÍRITAS. ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS.


ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS.

                                   Senhor!

                                   Faze de mim um instrumento de tua paz!

                                   Onde houver ódio, que eu leve o amor,

                                   Onde houver ofensa - que eu leve o perdão,

                                   Onde houver discórdia - que eu leve a união,

                                   Onde houver dúvidas - que eu leve a fé,

                                   Onde houver erros - que eu leve a verdade,

                                   Onde houver desespero - que eu leve a esperança,

                                   Onde houver tristeza - que eu leve a alegria,

                                   Onde houver trevas - que eu leve a luz!

                                   Ó Mestre!

                                   Faze que eu procure mais consolar, que ser consolado,

                                   Compreender que ser compreendido,

                                   Amar, que ser amado...

                                   Pois:

                                   É dando que se recebe,

                                   É perdoando que se é perdoado,

                                   E é morrendo que se nasce para a Vida Eterna.

                                                           QUE ASSIM SEJA.


                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 27 de junho de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - O SACRIFÍCIO MAIS AGRADÁVEL A DEUS. - ITEM N º. 7. - ALLAN kARDEC.

  EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.

         BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

O SACRIFÍCIO MAIS AGRADÁVEL A DEUS.

7.      Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós — deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la. (Mateus,5:23 e 24.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 3 de maio de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO X. - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. - ITEMN º. 4. - ALLAN KARDEC


EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                           CAPÍTULO X.

       BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

4.         A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio e o rancor denotam alma sem elevação, nem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada, que paira acima dos golpes que lhe possam desferir. Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fel; a outra é calma, toda mansidão e caridade.
Ai daquele que diz: nunca perdoarei. Esse, se não for condenado pelos homens, sê-lo-á por Deus. Com que direito reclamaria ele o perdão de suas próprias faltas, se não perdoa as dos outros? Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz que cada um perdoe ao seu irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes.
Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar: uma, grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem pensamento oculto, que evita, com delicadeza, ferir o amor-próprio e a suscetibilidade do adversário, ainda quando este último nenhuma justificativa possa ter; a segunda é a em que o ofendido, ou aquele que tal se julga, impõe ao outro condições humilhantes e lhe faz sentir o peso de um perdão que irrita, em vez de acalmar; se estende a mão ao ofensor, não o faz com benevolência, mas com ostentação, a fim de poder dizer a toda gente: vede como sou generoso! Nessas circunstâncias, é impossível uma reconciliação sincera de parte a parte. Não, não há aí generosidade; há apenas uma forma de satisfazer ao orgulho. Em toda contenda, aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra mais desinteresse, caridade e verdadeira grandeza da alma granjeará sempre a simpatia das pessoas imparciais.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. CAPÍTULO X. BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS. PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE. - ITENS, N º.s 1,2, E 3. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                            CAPÍTULO X.

 BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS.

        PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE.

1.         Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia. (Mateus, 5:7.)

2.         Se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados; mas, se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. (Mateus, 6: 14 e 15.)

3.         Se contra vós pecou vosso irmão, ide fazer-lhe sentir a falta em particular, a sós com ele; se vos atender, tereis ganho o vosso irmão. Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro: “Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão, quando houver pecado contra mim? Até sete vezes?” — Respondeu-lhe Jesus: “Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.” (Mateus, 18:15, 21 e 22.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 14 de março de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IX. - BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE SÃO MANSOS E PACÍFICOS. - A CÓLERA. - ITEM N º. 9. - ALLAN KARDEC.

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                     CAPÍTULO IX.

BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE SÃO MANSOS E PACÍFICOS.

                             A CÓLERA.

9.         O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois; a não suportardes uma comparação que vos possa rebaixar; a vos considerardes, ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. Que sucede então? Entregai-vos à cólera.
Pesquisai a origem desses acessos de demência passageira que vos assemelham ao bruto, fazendo-vos perder o sangue-frio e a razão; pesquisai e, quase sempre, deparareis com o orgulho ferido. Que é o que vos faz repelir, coléricos, os mais ponderados conselhos, senão o orgulho ferido por uma contradição? Até mesmo as impaciências, que se originam de contrariedades muitas vezes pueris, decorrem da importância que cada um liga à sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem dobrar.
Em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira: à natureza bruta, aos objetos inanimados, quebrando-os porque lhe não obedecem.
Ah! se nesses momentos pudesse ele observar-se a sangue-frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia! Imagine ele por aí que impressão produzirá nos outros. Quando não fosse pelo respeito que deve a si mesmo, cumpria-lhe esforçar-se por vencer um pendor que o torna objeto de piedade.
Se ponderasse que a cólera a nada remedeia, que lhe altera a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vítima.
Outra consideração, sobretudo, devera contê-lo, a de que torna infelizes todos os que o cercam. Se tem coração, não lhe será motivo de remorso fazer que sofram os entes a quem mais ama? E que pesar mortal se, num acesso de fúria, praticasse um ato que houvesse de deplorar toda a sua vida!
Em suma, a cólera não exclui certas qualidades do coração, mas impede se faça muito bem e pode levar à prática de muito mal. Isto deve bastar para induzir o homem a esforçar-se pela dominar. O espírita, ademais, é concitado a isso por outro motivo: o de que a cólera é contrária à caridade e à humildade cristãs. – Um Espírito protetor. (Bordeaux, 1863.)

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO IX. - BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE SÃO MANSOS E PACÍFICOS. - ITEM N º. 5. - ALLAN KARDEC.



EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                      CAPÍTULO IX.

BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE SÃO MANSOS E PACÍFICOS.

5.         Que queria Jesus dizer por estas palavras: “Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a Terra”, tendo recomendado aos homens que renunciassem aos bens deste mundo e havendo-lhes prometido os do céu?
Enquanto aguarda os bens do céu, tem o homem necessidade dos da Terra para viver. Apenas, o que Ele lhe recomenda é que não ligue a estes últimos mais importância do que aos primeiros.
Por aquelas palavras quis dizer que até agora os bens da Terra são açambarcados pelos violentos, em prejuízo dos que são brandos e pacíficos; que a estes falta muitas vezes o necessário, ao passo que outros têm o supérfluo.
Promete que justiça lhes será feita, assim na Terra como no céu, porque serão chamados filhos de Deus. Quando a Humanidade se submeter à lei de amor e de caridade, deixará de haver egoísmo; o fraco e o pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento. Tal a condição da Terra, quando, de acordo com a lei do progresso e a promessa de Jesus, se houver tornado mundo ditoso, por efeito do afastamento dos maus.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec – Tradução Guillon Ribeiro – 131 a. Edição - Editora FEB – Rio de Janeiro, RJ – janeiro 2013.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)