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terça-feira, 15 de outubro de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - NAS CRISES.- MARIA DOLORES. (CHICO XAVIER.)


                                    NAS CRISES.

                                   Nas crises, lembra esta nota –
                                   Luz da qual jamais descri: -
                                   “Não temas, nem esmoreças,
                                   Que o Senhor cuida de ti

                                                           MARIA DOLORES.

            Fonte: - Livro Chão de Flores, - Autores Diversos, Francisco C. Xavier, - 3 ª. edição, - Editora Instituto Divulgação Editora André Luiz, - São Paulo, SP, - 1978. –

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - Nº.263. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 8 º. Princípio: A CRISE. - GRUPO APOIO FRATERMO.

                APOIO FRATERNO.

       Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                 CAPÍTULO. I.

              PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

                8 º. Princípio: A CRISE.

            De uma crise bem administrada surge a possibilidade de uma verdadeira mudança. Mas é preciso ter coragem e disposição para mudar.

            Daqui para a gente deve haver mais perseverança. Os familiares devem estar alertas e serem capazes de amar seus dependentes, de modo a fazer por eles o que precisa ser feito, sem pena deles ou de si próprios.

            “É necessário que o escândalo venha, porque, estando em expiação na Terra, os homens se punem a si mesmos pelo contacto de seus vícios, cujas primeiras vítimas são eles próprios e cujos inconvenientes acabam por compreender: Quando estiverem cansados de sofre devido ao mal, procurarão remédio no em. A reação desses vícios serve, pois, ao mesmo tempo, de castigo para uns e de provas para outros. É assim que do mal tira Deus o bem e que os próprios homens utilizam as coisas mais ou as escórias.“ (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a; capítulo VIII, item 14)
           
            Este momento é de extrema importância para o sucesso da proposta do Apoio Fraterno.

            Na administração da crise, sugerem-se as seguintes etapas:

1)   Definir o alvo:
a – conhecer o problema, buscando informações, atualizando-se e instruindo-se;
b – Analisar tudo com ponderação e objetividade, sem raiva, sem desequilíbrio emocional, buscando ajuda ou orientação de grupos com tais propósitos.

2) Fixar prioridades:

            a – Tirar a venda dos olhos, não se deixar manipular ou iludir;

            b – Os familiares devem ser um só, ter o mesmo direcionamento quando tratam de recuperação dependente;

            c – É preciso participar de um grupo de apoio e autoajuda;
           
            Feito isso, a próxima etapa é enfrentar o desafio de ajudar o dependente.

            3) Formulação do plano:

            a – O grupo de apoio vai ajudar a avaliar a situação e auxiliar no novo rumo das coisas. Muitas cabeças pensam melhor que uma. O grupo anima, da força e chega mais depressa a resultados positivos;

            b – O Apoio Fraterno sugere que se façam duas listas: uma das qualidades outra dos defeitos de cada membro da família. As qualidades devem ser trabalhadas, valorizadas, ressaltadas, fortalecidas e os defeitos corrigidos, falando deles o menos possível. É importante ter consciência de que precisa ser mudado e começar a agir, iniciando pelas coisas mais simples, mais fáceis de conseguir.

            c – Com pensamentos e atitudes de amor, tranquilidade, disciplina familiar, autodomínio, administrar a crise sem medo; não voltar atrás naquilo que foi estabelecido e lembrar-se de controlar e solicitar o cumprimento de cada regra, de cada limite estabelecido. É importante chamar à responsabilidade aquele que não cumpre as regras, determinando alguma punição a ele. Devemos ter o cuidado de não estabelecer responsabilidades difíceis de serem cumpridas, mas tarefas realizáveis. Cumprida esta, retorne ao descumpridor o seu direito.

            “A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, seos vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se, a malevolência os descobre, tem sempre pronto uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção”.

            A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, vetados. Quando criticais, que consequências se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, vistoque estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! Quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

            Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! Tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

            Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita”. (O Evangelho segundo o Espiritismo. A indulgência; capítulo X, item 16)

            4) Execução do plano

            Só há uma saída: agir, fazer a sua parte para chegar à solução do problema, mas deixando que o responsável aprenda, sofrendo as consequências do que fez. Nunca esquecer a crise. Ir em frente, lutar, tentar com todas as forças de ser feliz.

            “Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A paciência, capítulo IX, item 7)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - NOS MOMENTOS DE CRISE. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


        NOS MOMENTOS DE CRISE.

            Às vezes é preciso que a luta se faça constrangedora e terrível para que os amores que possuímos se mostrem na expressão mais ampla de sua própria grandeza, assim como é preciso que anoiteça para que vejamos do mundo as estrelas que acendem a vida eterna na imensidade... Nas horas de aflição pensemos nisso, meditemos simplesmente nisso e levantemos as próprias energias, que o Senhor elastecerá e abençoará.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 13 de junho de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - NOS MOMENTOS DE CRISE. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                       NOS MOMENTOS DE CRISE.

            Às vezes é preciso que a luta se faça constrangedora e terrível para que os amores que possuímos se mostrem na expressão mais ampla de sua própria grandeza, assim como é preciso que anoiteça para que vejamos do mundo as estrelas que acendem a vida eterna na imensidade... Nas horas de aflição pensemos nisso, meditemos simplesmente nisso e levantemos as próprias energias, que o Senhor elastecerá e abençoará.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 164. APOIO FRATERNO. - - CAPÍTULO. I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 8 º. Princípio: A CRISE. - GRUPO APOIO FRATERNO.

                                APOIO FRATERNO.


                    Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                               CAPÍTULO. I.

                           PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            8 º. Princípio: A CRISE.

            De uma crise bem administrada surge a possibilidade de uma verdadeira mudança. Mas é preciso ter coragem e disposição para mudar.

            Daqui para a gente deve haver mais perseverança. Os familiares devem estar alertas e serem capazes de amar seus dependentes, de modo a fazer por eles o que precisa ser feito, sem pena deles ou de si próprios.

            “É necessário que o escândalo venha, porque, estando em expiação na Terra, os homens se punem a si mesmos pelo contacto de seus vícios, cujas primeiras vítimas são eles próprios e cujos inconvenientes acabam por compreender: Quando estiverem cansados de sofre devido ao mal, procurarão remédio no em. A reação desses vícios serve, pois, ao mesmo tempo, de castigo para uns e de provas para outros. É assim que do mal tira Deus o bem e que os próprios homens utilizam as coisas mais ou as escórias.“ (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a; capítulo VIII, item 14)
           
            Este momento é de extrema importância para o sucesso da proposta do Apoio Fraterno.

            Na administração da crise, sugerem-se as seguintes etapas:

1)   Definir o alvo:
a – conhecer o problema, buscando informações, atualizando-se e instruindo-se;
b – Analisar tudo com ponderação e objetividade, sem raiva, sem desequilíbrio emocional, buscando ajuda ou orientação de grupos com tais propósitos.

2) Fixar prioridades:

            a – Tirar a venda dos olhos, não se deixar manipular ou iludir;

            b – Os familiares devem ser um só, ter o mesmo direcionamento quando tratam de recuperação dependente;

            c – É preciso participar de um grupo de apoio e autoajuda;
           
            Feito isso, a próxima etapa é enfrentar o desafio de ajudar o dependente.

            3) Formulação do plano:

            a – O grupo de apoio vai ajudar a avaliar a situação e auxiliar no novo rumo das coisas. Muitas cabeças pensam melhor que uma. O grupo anima, da força e chega mais depressa a resultados positivos;

            b – O Apoio Fraterno sugere que se façam duas listas: uma das qualidades outra dos defeitos de cada membro da família. As qualidades devem ser trabalhadas, valorizadas, ressaltadas, fortalecidas e os defeitos corrigidos, falando deles o menos possível. É importante ter consciência de que precisa ser mudado e começar a agir, iniciando pelas coisas mais simples, mais fáceis de conseguir.

            c – Com pensamentos e atitudes de amor, tranquilidade, disciplina familiar, autodomínio, administrar a crise sem medo; não voltar atrás naquilo que foi estabelecido e lembrar-se de controlar e solicitar o cumprimento de cada regra, de cada limite estabelecido. É importante chamar à responsabilidade aquele que não cumpre as regras, determinando alguma punição a ele. Devemos ter o cuidado de não estabelecer responsabilidades difíceis de serem cumpridas, mas tarefas realizáveis. Cumprida esta, retorne ao descumpridor o seu direito.

            “A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se, a malevolência os descobre, tem sempre pronto uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção”.

            A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, vetados. Quando criticais, que consequências se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, vistoque estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! Quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

            Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! Tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

            Sede indulgentes, meus amigos, por quanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita”. (O Evangelho segundo o Espiritismo. A indulgência; capítulo X, item 16)

            4) Execução do Plano

            Só há uma saída: agir, fazer a sua parte para chegar à solução do problema, mas deixando que o responsável aprenda, sofrendo as consequências do que fez. Nunca esquecer a crise. Ir em frente, lutar, tentar com todas as forças de ser feliz.

            “Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A paciência, capítulo IX, item 7)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 18 de outubro de 2015

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA A MULHER. - N º. 159, - O TESTEMUNHO INDIVIDUAL ANTE A CRISE MORAL DA HUMANIDADE. - WALTER BARCELOS.


        AMOR LIVRE RESPONSABILIDADE.

 O TESTEMUNHO INDIVIDUAL ANTE A CRISE MORAL DA HUMANIDADE.

            A Humanidade está em crise, mas principalmente em crise moral e espiritual. O amor livre é uma das enfermidades dessa crise. Deus sempre tira do mal o bem. Dentre desses gigantescos conflitos, Deus aproveita para avaliar cada Espírito reencarnado. Encontramo-nos na época da aferição dos valores do Espírito. Chegou a hora de cada um dar o seu testemunho individual, de amor-paixão ou de amor espiritualizado, apresentando o seu aproveitamento dentro das lições superiores que o Mestre Jesus endereçou a todos nós.

                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO”- Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - Nº. 49. - APOIO FRATERNO. - CAPÍTULO I. - PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO. - 8º. PRINCÍPIO. - A CRISE.


                                             APOIO FRATERNO.


                        Auxiliando Almas a Vencer a Dependência Química.

                                                          CAPÍTULO. I.

                            PRINCÍPIOS DO APOIO FRATERNO.

            8º. Princípio: A CRISE.

            De uma crise bem administrada surge a possibilidade de uma verdadeira mudança. Mas é preciso ter coragem e disposição para mudar.

            Daqui para a gente deve haver mais perseverança. Os familiares devem estar alertas e serem capazes de amar seus dependentes, de modo a fazer por eles o que precisa ser feito, sem pena deles ou de si próprios.

            “É necessário que o escândalo venha, porque, estando em expiação na Terra, os homens se punem a si mesmos pelo contacto de seus vícios, cujas primeiras vítimas são eles próprios e cujos inconvenientes acabam por compreender: Quando estiverem cansados de sofre devido ao mal, procurarão remédio no em. A reação desses vícios serve, pois, ao mesmo tempo, de castigo para uns e de provas para outros. É assim que do mal tira Deus o bem e que os próprios homens utilizam as coisas mais ou as escórias.“ (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a; capítulo VIII, item 14)
           
            Este momento é de extrema importância para o sucesso da proposta do Apoio Fraterno.

            Na administração da crise, sugerem-se as seguintes etapas:

1)   Definir o alvo:
a – conhecer o problema, buscando informações, atualizando-se e instruindo-se;
b – Analisar tudo com ponderação e objetividade, sem raiva, sem desequilíbrio emocional, buscando ajuda ou orientação de grupos com tais propósitos.

2) Fixar prioridades:

            a – Tirar a venda dos olhos, não se deixar manipular ou iludir;

            b – Os familiares devem ser um só, ter o mesmo direcionamento quando tratam de recuperação dependente;

            c – É preciso participar de um grupo de apoio e autoajuda;
           
            Feito isso, a próxima etapa é enfrentar o desafio de ajudar o dependente.

            3) Formulação do plano:

            a – O grupo de apoio vai ajudar a avaliar a situação e auxiliar no novo rumo das coisas. Muitas cabeças pensam melhor que uma. O grupo anima, da força e chega mais depressa a resultados positivos;

            b – O Apoio Fraterno sugere que se façam duas listas: uma das qualidades outra dos defeitos de cada membro da família. As qualidades devem ser trabalhadas, valorizadas, ressaltadas, fortalecidas e os defeitos corrigidos, falando deles o menos possível. É importante ter consciência de que precisa ser mudado e começar a agir, iniciando pelas coisas mais simples, mais fáceis de conseguir.

            c – Com pensamentos e atitudes de amor, tranquilidade, disciplina familiar, autodomínio, administrar a crise sem medo; não voltar atrás naquilo que foi estabelecido e lembrar-se de controlar e solicitar o cumprimento de cada regra, de cada limite estabelecido. É importante chamar à responsabilidade aquele que não cumpre as regras, determinando alguma punição a ele. Devemos ter o cuidado de não estabelecer responsabilidades difíceis de serem cumpridas, mas tarefas realizáveis. Cumprida esta, retorne ao descumpridor o seu direito.

            “A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, seos vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se, a malevolência os descobre, tem sempre pronto uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção”.

            A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, vetados. Quando criticais, que consequências se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, vistoque estais a censurar;que valeis mais do que o culpado. Ó homens! Quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

            Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! Tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

            Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita”. (O Evangelho segundo o Espiritismo. A indulgência; capítulo X, item 16)

            4) Execução do plano

            Só há uma saída: agir, fazer a sua parte para chegar à solução do problema, mas deixando que o responsável aprenda, sofrendo as consequências do que fez. Nunca esquecer a crise. Ir em frente, lutar, tentar com todas as forças de ser feliz.

            “Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. A paciência, capítulo IX, item 7)

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 7 de julho de 2012

- NOTAS ESPIRITUAIS. - NO MOMENTO DE CRISE. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


                                         NOS MOMENTOS DE CRISE.

            Às vezes é preciso que a luta se faça constrangedora e terrível para que os amores que possuímos se mostrem na expressão mais ampla de sua própria grandeza, assim como é preciso que anoiteça para que vejamos do mundo as estrelas que acendem a vida eterna na imensidade... Nas horas de aflição pensemos nisso, meditemos simplesmente nisso e levantemos as próprias energias, que o Senhor elastecerá e abençoará.



Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 19 de junho de 2012

- MENSAGEM PARA O DIA 21 DE JUNHO.


Mensagens do Mês de Junho Dia:    21

“A esperança e a alegria são remédios preciosos na farmácia da alma, assegurando êxito e eficiência as terapêuticas indispensáveis à restauração da alma e do corpo.”

                       BATUÍRA.

                                                                  CRISES.

                        “Pai, salva-me desta hora;; mas para isto vim a esta hora”. - Jesus. (João, 12:27.)

                        A lição de Jesus, neste passo do Evangelho, é das mais expressivas.
                        Ia o Mestre provar o abandono dos entes amados, a ingratidão de beneficiários da véspera, a ironia da multidão, o apodo na via pública, o suplício e a cruz, mas sabia que ali se encontrava para isto, consoante os desígnios do eterno.
                        Pede a proteção do Pai e submete-se na condição do filho fiel.
                        Examina a grávida de da hora em curso, todavia reconhece do filho fiel.
                        Examina a gravidade da hora em curso, todavia reconhece a necessidade do testemunho.
                        E todas as vidas na Terra experimentarão os mesmos trâmites na escala infinita das experiências necessárias.
                        Todos os seres e coisas se preparam, considerando as crises que virão. É a crise que decide o futuro.
                        A terra aguarda a charrua.
                        O minério será remetido ao cadinho.
                        A árvore sofrerá a poda.
                        O verme será submetido à luz solar.
                        A ave defrontará com a tormenta.
                        A ovelha esperará a tosquia.
                        O homem será conduzido à luta.
                        O cristão conhecerá testemunhos sucessivos.
                        É por isso que vemos, no serviço divino do Mestre, a crise da cruz que se fez acompanhar pela bênção eterna da Ressurreição.
                        Quando, pois te encontrares em luta imensa, recorda que o Senhor te conduziu a semelhante posição de sacrifício, considerando a probabilidade de tua exaltação, e não te esqueças de que toda crise é fonte sublime de espírito renovador para os que sabem ter esperança.

                                                                       Emmanuel. (Chico Xavier).

Fonte: Livro “VINHA DE LUZ” - EMMANUEL - Psicografado: Por FRANSCICO C. XAVIER - 10º. Edição - Editora FEB - Rio de Janeiro - 1982


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)