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quarta-feira, 3 de julho de 2019

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - Nº. 280. - APOIO FRATERNO. - DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO. - PRIMEIRA PARTE.- GRUPO APOIO GRATERNO.


 DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO

                   APOIO FRATERNO.

            A dinâmica de trabalho proposta pelo Apoio fraterno sugere que o tempo das reuniões, que devem ser privativas e com a presença somente dos voluntários capacitados à tarefa e das pessoas que buscam o auxílio, não ultrapasse uma hora e meia, sendo dividido em três partes.

            PRIMEIRA PARTE:

            No grupo único, um voluntário faz a abertura dos trabalhos, da seguinte forma:
                        - Dá as boas vindas a todos;
                        - Realiza aprece inicial;
                        - Convida a todos para fazer a Oração da Serenidade e o Lema de Compromisso;
                        - Expõem como serão os trabalhos do grupo, dando detalhes sobre horários, divisão de grupos, etc. sugere-se que em grupos com bastante pessoas um dos voluntários faça em separado essas explicações para os que chegam pela primeira vez ao trabalho, a fim de otimizar o tempo;
                        - Apresentação individual (nome e o motivo de sua presença);
                        - Apresentação e discussão de um dos princípios, com destaque no princípio que está sendo estudado naquele mês. (Os 12 princípios são citados neste livro);
                        - Sugerimos eventualmente, a substituição de um princípio pela exemplificação do Evangelho No Lar ou Estudo das Drogas (segundo capítulo deste livro);
                        - Separação, em dois grupos, um de codependentes (familiares ou aigos de dependentes) e outro de dependentes (pessoas dependentes de substâncias químicas, ou que estão na abstinência do uso destas), em salas diferentes.
                        - Esta primeira parte não deverá ultrapassar 40 minutos.

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO XVI. - MÉDIUNS ESPECIAIS. - ITEM N º. 197. BONS MÉDIUNS - ALLAN KARDEC.


       O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                     SEGUNDA PARTE.

                         CAPÍTULO XVI.

                MÉDIUNS ESPECIAIS.

197. BONS MÉDIUNS

Médiuns sérios: os que unicamente para o bem se servem de suas faculdades e para fins verdadeiramente úteis.
Acreditam profaná-las, utilizando-se delas para satisfação de curiosos e de indiferentes, ou para futilidades.

Médiuns modestos: os que nenhum reclamo fazem das comunicações que recebem, por mais belas que sejam. Consideram- se estranhos a elas e não se julgam ao abrigo das mistificações. Longe de evitarem as opiniões desinteressadas, solicitam-nas.

Médiuns devotados: os que compreendem que o verdadeiro médium tem uma missão a cumprir e deve, quando necessário, sacrificar gostos, hábitos, prazeres, tempo e mesmo interesses materiais ao bem dos outros.

Médiuns seguros: os que, além da facilidade de execução, merecem toda a confiança, pelo próprio caráter, pela natureza elevada dos Espíritos que os assistem; os que, portanto, menos expostos se acham a ser iludidos. Veremos mais tarde que esta segurança de modo algum depende dos nomes mais ou menos respeitáveis com que os Espíritos se manifestem.
“É incontestável, bem o sentis, que, epilogando assim as qualidades e os defeitos dos médiuns, isto suscitará contrariedades e até a animosidade de alguns; mas, que importa? A mediunidade se espalha cada vez mais e o médium que levasse a mal estas reflexões, apenas uma coisa provaria: que não é bom médium, isto é, que tem a assisti-lo Espíritos maus. Ao demais, como já eu disse, tudo isto será passageiro e os maus médiuns, os que abusam, ou usam mal de suas faculdades, experimentarão tristes conseqüências, conforme já se tem dado com alguns. Aprenderão à sua custa o que resulta de aplicarem, no interesse de suas paixões terrenas, um dom que Deus lhes outorgara unicamente para o adiantamento moral deles. Se os não puderdes reconduzir ao bom caminho, lamentai-os, porquanto, posso dizê-lo, Deus os reprova.” (ERASTO.)
“Este quadro é de grande importância, não si para os médiuns sinceros que, lendo-o, procurarem de boa-fé preservar-se dos escolhos a que estão expostos, mas também para todos os que se servem dos médiuns, porque lhes dará a medida do que podem racionalmente esperar. Ele deverá estar constantemente sob as vistas de todo aquele que se ocupa de manifestações, do mesmo modo que a escala espírita, a que serve de complemento.
Esses dois quadros reúnem todos os princípios da Doutrina e contribuirão, mais do que o supondes, para trazer o Espiritismo ao verdadeiro caminho.” (SÓCRATES.)

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 28 de junho de 2016

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMILIA OU AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - / - N º. 182. - DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO APOIO FRATERNO. - PRIMEIRA PARTE. - GRUPO APOIO FRATERNO.


  DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO

                             APOIO FRATERNO.

            A dinâmica de trabalho proposta pelo Apoio fraterno sugere que o tempo das reuniões, que devem ser privativas e com a presença somente dos voluntários capacitados à tarefa e das pessoas que buscam o auxílio, não ultrapasse uma hora e meia, sendo dividido em três partes.

            PRIMEIRA PARTE:

            No grupo único, um voluntário faz a abertura dos trabalhos, da seguinte forma:
                        - Dá as boas vindas a todos;
                        - Realiza aprece inicial;
                        - Convida a todos para fazer a Oração da Serenidade e o Lema de Compromisso;
                        - Expõem como serão os trabalhos do grupo, dando detalhes sobre horários, divisão de grupos, etc. sugere-se que em grupos com bastante pessoas um dos voluntários faça em separado essas explicações para os que chegam pela primeira vez ao trabalho, a fim de otimizar o tempo;
                        - Apresentação individual (nome e o motivo de sua presença);
                        - Apresentação e discussão de um dos princípios, com destaque no princípio que está sendo estudado naquele mês. (Os 12 princípios são citados neste livro);
                        - Sugerimos eventualmente, a substituição de um princípio pela exemplificação do Evangelho No Lar ou Estudo das Drogas (segundo capítulo deste livro);
                        - Separação, em dois grupos, um de codependentes (familiares ou aigos de dependentes) e outro de dependentes (pessoas dependentes de substâncias químicas, ou que estão na abstinência do uso destas), em salas diferentes.
                        - Esta primeira parte não deverá ultrapassar 40 minutos.

            Fonte: Livro APOIO FRATERNO - Edson Luis dos Santos Cardozo e Autores Diversos - 3ª edição - Grupo Espírita Seara Do Mestre - Santo Ângelo, RS - Julho 2010.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 17 de março de 2016

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VII. - BICORPORIEDADE E TRANSFIGURAÇÃO. - QUESTÃO N º. 123. - ALLAN KARDEC.

              O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                               SEGUNDA PARTE.

                                   CAPÍTULO VII.

    BICORPORIEDADE E TRANSFIGURAÇÃO.

123.     A transfiguração, em certos casos, pode originar-se de uma simples contração muscular, capaz de dar à fisionomia expressão muito diferente da habitual, ao ponto de tornar quase irreconhecível a pessoa. Temo-lo observado freqüentemente com alguns sonâmbulos; mas, nesse caso, a transformação não é radical. Uma mulher poderá parecer jovem ou velha, bela ou feia, mas será sempre uma mulher e, sobretudo, seu peso não aumentará, nem diminuirá. No fenômeno com que nos ocupamos, há mais alguma coisa.
A teoria do perispírito nos vai esclarecer.
Está, em princípio, admitido que o Espírito pode dar ao seu perispírito todas as aparências; que, mediante uma modificação na disposição molecular, pode dar-lhe a visibilidade, a tangibilidade e, conseguintemente, a opacidade; que o perispírito de uma pessoa viva, isolado do corpo, é passível das mesmas transformações; que essa mudança de estado se opera pela combinação dos fluidos. Figuremos agora o perispírito de uma pessoa viva, não isolado, mas irradiando-se em volta do corpo, de maneira a envolvê-lo numa espécie de vapor. Nesse estado, passível se torna das mesmas modificações de que o seria, se o corpo estivesse separado. Perdendo ele a sua transparência, o corpo pode desaparecer, tornar-se invisível, ficar velado, como se mergulhado numa bruma. Poderá então o perispírito mudar de aspecto, fazer-se brilhante, se tal for a vontade do Espírito e se este dispuser de poder para tanto. Um outro Espírito, combinando seus fluidos com os do primeiro, poderá, a essa combinação de fluidos, imprimir a aparência que lhe é própria, de tal sorte, que o corpo real desapareça sob o envoltório fluídico exterior, cuja aparência pode variar à vontade do Espírito. Esta parece ser a verdadeira causa do estranho fenômeno e raro, cumpra se diga, da transfiguração.
Quanto à diferença de peso, explica-se da mesma maneira por que se explica com relação aos corpos inertes. O peso intrínseco do corpo não variou, pois que não aumentou nele a quantidade de matéria. Sofreu, porém, a influência de um agente exterior, que lhe pode aumentar ou diminuir o peso relativo, conforme explicamos acima, nos 78 e seguintes. Provável é, portanto, que, se a transformação se produzir, tomando a pessoa o aspecto de uma criança, o peso diminua proporcionalmente.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

domingo, 6 de março de 2016

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VII. - BICORPORIEDADE E TRANSFIGURAÇÃO. - ITEM N º. 121. - ALLAN KARDEC.

               O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                 SEGUNDA PARTE.

                                     CAPÍTULO VII.

         BICORPORIEDADE E TRANSFIGURAÇÃO.

121. Tem, pois, dois corpos o indivíduo que se mostra simultaneamente em dois lugares diferentes. Mas, desses dois corpos, um somente é real, o outro é simples aparência.
Pode-se dizer que o primeiro tem a vida orgânica e que o segundo tem a vida da alma. Ao despertar o indivíduo, os dois corpos se reúnem e a vida da alma volta ao corpo material.
Não parece possível, pelo menos não conhecemos disso exemplo algum, e a razão, ao nosso ver, o demonstra, que, no estado de separação, possam os dois corpos gozar, simultaneamente e no mesmo grau, da vida ativa e inteligente.
Demais, do que acabamos de dizer ressalta que o corpo real não poderia morrer, enquanto o corpo aparente se conservasse visível, porquanto a aproximação da morte sempre atrai o Espírito para o corpo, ainda que apenas por um instante. Daí resulta igualmente que o corpo aparente não poderia ser matado, porque não é orgânico, não é formado de carne e osso. Desapareceria, no momento em que o quisessem matar1.
1 Ver na Revue Spirite, janeiro de 1859: O Duende de Baiona; fevereiro de 1859: Os agêneres; meu amigo Hermann; maio de 1859:

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sábado, 27 de fevereiro de 2016

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º 171. - TUA PARTE. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



                          SEARA DOS MÉDIUNS.

                                         TUA PARTE.

Reunião pública de 20/5/1960. - Questão nº 233

Toda produção medianímica é a soma do mensageiro espiritual com o médium e as influências do meio.
Partilhando a equipe de intercâmbio, a parcela de teu concurso é inevitável na equação.
Em cada setor de trabalho, a obra dá sempre o troco do que lhe damos.
A vida conta em ti mesmo o que lhe fazes.
O campo dá noticias do lavrador.
*
Por mais respeitável seja o médium a quem recorras, não exijas que ele forneça, sozinho, a solução de tuas necessidades, porque o Criador fez a Criação de tal modo que todas as criaturas se interdependam em qualquer construção, por mais simples que seja.
Se entre os ingredientes de um bolo for adicionada pequena colher de cinza a dezenas de colheres outras de material puro e nobre, o elemento estranho deturpará toda a peça, ainda mesmo quando preparado num vaso de ouro.
Paganini tocava numa corda só, mas a cravelha e o braço, o cavalete e o tampo harmônico do violino sustentavam a melodia.
Ticiano pintava admiravelmente aos noventa e nove anos de Idade; contudo, não dispensava paletas e pincéis, telas e tintas na condição adequada.
Um técnico de eletricidade fará luz, banindo as trevas de qualquer parte; no entanto, necessitará de recursos com que possa captar, dinamizar, distribuir e reter a força.
*
E não digas que apenas a má fé provoca o desastre quando o desastre aparece.
Desleixo é crueldade em máscara diferente.
Se um malfeitor coloca deliberadamente uma pedra no leito da ferrovia, para descarrilar o comboio, ou se o guarda desprevenido esquece o calhau no trilho, o efeito é sempre o mesmo.
Se queres a sopa Imaculada, traze prato limpo à beira da concha.
Médiuns e mediunidades poderão prestar-te grandes favores, mas, para que atuem com segurança e correção, no serviço que te é necessário, precisam igualmente de segurança e correção na parte que te compete.

            Livro: “SEARA DOS MÉDIUNS”, - Emmanuel, - Psicografado por Francisco Cândido Xavier, - 12 ª edição, - Editora F E B, - Rio de Janeiro, RJ, - Abril de 2000.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - MANIFESTAÇÕES VISUAIS. - ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES. - ITEM N º. 107. - ALLAN KARDEC.

              O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                               SEGUNDA PARTE.

                                     CAPÍTULO VI.

                    MANIFESTAÇÕES VISUAIS.

     ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES.

107. As aparições no estado de vigília não são nem raras e nem novas; houve em todos os tempos e a história relaciona um grande número delas; mas sem remontar tão longe, em nossos dias são muito freqüentes; em muitas pessoas que as tiveram, tomaram-na de inicio o que se convencionou chamar de alucinações. São freqüentes, sobretudo, nos casos de morte de pessoas ausentes que vem visitar seus parentes ou amigos. Frequentemente, não têm um objetivo bem determinado, mas pode-se dizer que, em geral, os Espíritos que assim aparecem são atraídos pela simpatia. Que cada um interrogue suas lembranças, e se verá que são poucas as pessoas que não tenham conhecimento de alguns fatos deste gênero cuja autenticidade não poderia ser posta em dúvida.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES. - ITEM N º. 102. - ALLAN KARDEC.

                     O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                               SEGUNDA PARTE.

                                     CAPÍTULO VI.

     ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES.

102.     As aparições, propriamente ditas, têm lugar no estado de vigília e quando se goza de plenitude e da inteira liberdade das faculdades. Apresentam-se, geralmente, sob uma forma vaporosa e diáfana, algumas vezes vaga e indecisa; à primeira vista, freqüentemente, é um clarão esbranquiçado cujos contornos sedesenham pouco a pouco; de outras vezes, as formas são nitidamente acentuadas, e se distinguem os menores traços fisionômicos, a ponto de se poder fazer uma descrição muito precisa. As maneiras, o aspecto, são semelhantes aos que o Espírito tinha quando encarnado.
Podendo tomar todas as aparências, o Espírito se apresenta sob aquela que melhor o faz reconhecer, se tal é o seu desejo, assim, embora com o Espírito não tenha nenhuma enfermidade corporal, ele se mostrará estropiado, coxo, corcunda, ferido, com cicatrizes, se isso for necessário para se constatar a sua identidade. Esopo, por exemplo, como Espírito, não é disforme; mas, se for evocado como Esopo, embora tenha tido várias existências depois, aparecerá feio e corcunda, com o traje tradicional. Uma coisa notável é que, a menos de circunstâncias particulares, as partes menos desenhadas são os membros inferiores, enquanto que cabeça, o tronco, os braços  e as mãos são sempre nitidamente observados: assim não se o vê quase nunca andar, mas deslizar como as sombras. Quanto ao traje, o mais ordináriamente, se compõe de uma roupagem terminando em um longo franzido flutuante; em todo caso, é com uma cabeleira ondulante e graciosa a aparência dos Espíritos que nada conservam das coisas terrestres; mas os Espíritos vulgares, os que se conheceu, têm, geralmente, o traje que usavam no último período de sua existência. Frequentemente, têm atributos característicos de sua elevação, como uma aureola, ou asas para aqueles que se podem considerar como anjos, enquanto outros têm algo que lembra suas ocupações terrestres: assim, um guerreiro poderá aparecer com sua armadura, um sábio com livros, um assassino com um punhal, etc. Os Espíritos superiores tem uma figura bela, nobre e serena; os mais inferiores têm alguma coisa de selvagem e bestial e , algumas vezes, carregam ainda os traços de crimes que cometeram ou suplícios que tenham suportado, A questão do traje e de todos os seus acessórios pode ser a que mais espanta; voltemos ao assunto em um capítulo especial, porque dá lugar a outros fatos muito importantes.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)