Mensagens do Mês
de Novembro Dia: 11
“Por mais
sejamos martelados pelas forças adversas da sombra, com o Amparo Divino todos
estamos teoricamente na altura dos compromissos que recebemos, de vez que a
Divina Providência não nos permite tomar qualquer fardo superior às nossas
forças.”
CUIDADOS.
“Não
vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si
mesmo”. – Jesus. (MATEUS, 6:34.)
Os
preguiçosos de todos os tempos nunca perderam o ensejo de interpretar falsamente
as afirmações evangélicas.
A
recomendação de Jesus, referente a inquietude, é daquelas que mais se prestaram
aos argumentos dos discutidores ociosos.
Depois
de reporta-se o Cristo aos lírios do campo, não foram poucos os que se
reconheceram a si mesmos na condição de flores, quando não passam, ainda, de
plantas espinhosas.
Decididamente,
o lírio não fia, nem tece, consoante ao ensinamento do Senhor, mas cumpre a
vontade de Deus. Não solicita a admiração alheia, floresce no jardim ou na
terra inculta, dá seu perfume ao vento que passa, enfeita a alegria ou conforta
a tristeza, é útil à doença e à saúde, não se revolta quando fenece o brilho
que lhe é próprio ou quando mãos egoístas o separam do berço em que nasceu.
Aceitaria
o homem inerte o padrão do lírio, em relação à existência na comunidade?
Recomendou
Jesus não guarde a alma qualquer ânsia nociva, relativamente à comida, ao
vestuário ou às questões acessórias do campo material; asseverou que o dia,
constituindo a resultante de leis gerais do Universo, atenderia a si próprio.
Para
o discípulo fiel, agasalhar-se e alimentar-se são verbos de fácil conjugação e
o dia representa oportunidade sublime de colaboração na obra do bem. Mas
basear-se nessas realidades simples para afirmar que homem deva marchar, sem
cuidado consigo, seria menoscabar o esforço do Cristo, convertendo-lhe a
plataforma salvadora em campanha de irresponsabilidade.
O
Homem não pode nutrir a pretensão de retificar o mundo ou os seus semelhantes
de um dia para outro, atormentando-se em aflições descabidas, mas deve ter
cuidado de si, melhorando-se, educando-se e iluminando-se, sempre mais.
Realmente,
a ave canta, feliz, mas edifica a própria casa.
A
flor adorna-se, tranqüila; entretanto, obedece aos desígnios do Eterno.
O
homem deve viver confiante, sempre atento, todavia, em engrandecer-se na
sabedoria e no amor para as obras divina da perfeição.
Fonte: Livro
“VINHA DE LUZ” - EMMANUEL - Psicografado Por FRANSCICO C. XAVIER - 10º. Edição
- Editora FEB - Rio de Janeiro – 1982.
RHEDAM.
(mzgcar@gmail.com)

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