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sexta-feira, 31 de maio de 2019

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 272. - ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - TODOS POSSUEM UM PROTETOR... - REVISTA INFORMAÇÃO.


ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!
           
            Se, realmente, todos possuem um protetor, por que ele não intercede evitando que incorramos em erro e sejamos vítimas de violências (até físicas), em casos de assaltos, etc.?

            - Todos temos um protetor espiritual que é um espírito de maior elevação que o seu protegido. Sua tarefa é acompanhá-lo e ajudá-lo na experiência da vida.
            Mas ele a cumpre de acordo com as suas possibilidade, porque, evidentemente, porque não consegue fazer o que está fora do seu alcance. Somos nós, os encarnados, que pomos obstáculos à atuação do protetor, porque gozamos de livre arbítrio, de liberdade de escolha e de ação. Ele nos procura ajudar, mas jamais interfere em nosso livre-arbítrio. Assim, os erros que comentemos depende mais de nós mesmos; o máximo que o protetor pode fazer é inspirar-nos para que não caiamos em erro. Nós, contudo, podemos atender ou não.
            Quanto aos acontecimentos desagradáveis (assaltos, violências, etc.) , de duas uma; ou eles se dão porque faziam parte do nosso plano de vida ou então, como geralmente, dão-se por causa de nossa imprudência, de negligência, obstinação. Neste caso, não ouvimos, de forma alguma, os conselhos do protetor. É bom lembramos que o espírito amigo, como um bom pai, procura fazer tudo por nós, mas não pode ser bom em nosso lugar, porque ser bom, sensato, previdente são atributos pessoais - ninguém.  

Fonte: Revista Informação - No. 84. - Novembro de 1983.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

- MENSAGEM ESPECIAL. - EM PAZ COM TODOS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


                EM PAZ COM TODOS.

            Muitas vezes, na trilha evangélica, fica o vazio deixado pelas afeições que nos exoneram do carinho maior, fica o travo da desilusão à frente dos que jornadeavam conosco ainda ontem e hoje se retiram, desorientados, da estrada que partilhávamos em serviço comum... Entretanto, isso é natural e fatal. Peçamos a Deus por eles. Nem mesmo nós que os amamos e que, pela solidão passageira somos induzidos à capacidade de maiores reflexões, conseguimos saber quantas dores e quantas provas carregam!...
            Sigamos, pois à frente, abençoando a todos.
            Que a luz do Senhor a todos alcance e proteja sempre.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 5 de maio de 2018

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. SEGUNDA PARTE. CAPÍTULO XVI. MÉDIUNS ESPECIAIS. 188. ESPÉCIES COMUNS A TODOS OS GÊNEROS DE MEDIUNIDADE - ITEN N º. 188.- ALLAN KARDEC.


        O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                      SEGUNDA PARTE.

                         CAPÍTULO XVI.

               MÉDIUNS ESPECIAIS.

ESPÉCIES COMUNS A TODOS OS GÊNEROS DE MEDIUNIDADE

188.   Médiuns sensitivos: pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos, por uma impressão geral ou local, vaga ou material. A maioria dessas pessoas distingue os Espíritos bons dos maus, pela natureza da impressão. (Nº 164.)
“Os médiuns delicados e muito sensitivos devem abster- se das comunicações com os Espíritos violentos, ou cuja impressão é penosa, por causa da fadiga que daí resulta.”
Médiuns naturais ou inconscientes: os que produzem espontaneamente os fenômenos, sem intervenção da própria vontade e, as mais das vezes, à sua revelia. (Nº 161.)
Médiuns facultativos ou voluntários: os que têm o poder de provocar os fenômenos por ato da própria vontade. (Nº 160.)
“Qualquer que seja essa vontade, eles nada podem, se os Espíritos se recusam, o que prova a intervenção de uma força estranha.”


                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 13 de março de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - EM PAZ COM TODOS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                  EM PAZ COM TODOS.

            Muitas vezes, na trilha evangélica, fica o vazio deixado pelas afeições que nos exoneram do carinho maior, fica o travo da desilusão à frente dos que jornadeavam conosco ainda ontem e hoje se retiram, desorientados, da estrada que partilhávamos em serviço comum... Entretanto, isso é natural e fatal. Peçamos a Deus por eles. Nem mesmo nós que os amamos e que, pela solidão passageira somos induzidos à capacidade de maiores reflexões, conseguimos saber quantas dores e quantas provas carregam!...
            Sigamos, pois à frente, abençoando a todos.
            Que a luz do Senhor a todos alcance e proteja sempre.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

- MENSAGEM ESPECIAL. - EM PAZ COM TODOS.- BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)

                          EM PAZ COM TODOS.

            Muitas vezes, na trilha evangélica, fica o vazio deixado pelas afeições que nos exoneram do carinho maior, fica o travo da desilusão à frente dos que jornadeavam conosco ainda ontem e hoje se retiram, desorientados, da estrada que partilhávamos em serviço comum... Entretanto, isso é natural e fatal. Peçamos a Deus por eles. Nem mesmo nós que os amamos e que, pela solidão passageira somos induzidos à capacidade de maiores reflexões, conseguimos saber quantas dores e quantas provas carregam!...
            Sigamos, pois à frente, abençoando a todos.
            Que a luz do Senhor a todos alcance e proteja sempre.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 23 de junho de 2015

- MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 22. - A TODOS OS ESPÍRITAS! - BEZERRA DE MENEZES. (TÂNIA DE SOUZA LOPES.)

      MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES.

                  A TODOS OS ESPÍRITAS!

              Filhos amados,
              Que a paz do Mestre envolva os corações e as consciências de todos vós!
            Saudamo-vos, a todos que laboram na seara do anjo Bendito do Senhor e aos que se ombreiam, lado a lado, no trabalho que não é de ninguém ou de nenhuma entidade particular, pois que todo que ele se inicia no fulcro amoroso do coração do Filho do Homem que, sob a égide do Criador, permitiu-nos aqui viéssemos, réprobos de um passado tenebroso, refazer, fio por fio, a teia de Penélope na tessitura da qual, por incúria e desmazelo, perdemos tanto tempo, preciosa dádiva do Pai no carreiro evolutivo de cada um de seus filhos.
            Compreendamos – todos os que a suprema bondade permitiu que aqui nos reuníssemos em torno do trabalho, na tarefa da difusão do Evangelho do Cristo, de que a humanidade carece cada vez mais em meio as suas atrozes dores, a fim de que ela possa atingir o estágio evolutivo ao qual a bondade divina a designou – que a tarefa conjunta é de máxima importância, mas importa não esqueçais de que grande é a responsabilidade individual de cada trabalhador. Utilizando-vos da pena e da palavra, colocai-vos no papel de arautos das verdade divina urge não esqueçais jamais que sois os responsáveis únicos pelas consequências de vossas letras e de vossos escritos; que cabe a vós, individualmente, a responsabilidade pela versão que derdes do Evangelho do Senhor e pela imagem que através dele formardes nas consciências de cada um que os ler. Não olvideis também que sois aquinhoados com uma nova luz, um novo amparo para os vossos labores. Que possais escudar-vos no conselho do Senhor, que vos advertiu da necessidade de vigiar e de orar onde quer que vos encontreis, em quais tarefa vos dediqueis. Espíritos falidos e falíveis, estais todos sujeitos às armadilhas do orgulho e das vaidades humanas, aos apelos da matéria em um mundo em que as correntes materialista quase que como abafam as legítimas flores divinas que desabrocham no seio de todo aquele que na humildade de sua oficina de trabalho se dedica com sinceridade ao labor no jardim perfumoso do Evangelho.
            Lembrai-vos companheiros amigos, que há necessidade urgentede que o Cristo fale por vossas penas, que as verdades imorredoura da Manjedoura transcendam de cada tarefa, de cada página e de cada palavra vossa no labor a que vos dedicais.
            Filhos, não podeis imaginar a responsabilidade que sobre vossos espíritos aira, pois que muito será pedido a quem muito foi dado. Que neste mundo de matéria e por ela ainda dominado, onde os sofrimentos morais e físicos se avolumam como derradeiro chamamento às ovelhas tresmalhadas do rebanho do Pai, fostes agraciados com a esperança trazida pela certeza nas vidas sucessivas que esclarecem vossas dores lembrando-vos, minto a minuto, que a cada um será dado segundo suas obras; aclara-vos o pensamento e a certeza de que todos vivemos sob o império da lei de causa e efeito e que seu autor , o Pai que tudo prove e de quem tudo promana, não dá ma pedra ao filho que le pede um pão; marca-vos a fronte o sinal do Cristo e mostrar-vos que tendes n’alma a necessidade de perdoar, de amar e de trabalhar em prol da difusão do Evangelho do Senhor.
            Com todo isso n’alma e com a certeza de que Ele, o Senhor dos Espíritos, vos acompanha e vos ampara em cada passo que derdes na consecução dos objetivos do Pai na Terra podeis considerar-vos privilegiados. Em um mundo que naufraga, tendes uma canoa singela; na escuridão em que teima em reinar, tendes vela humilde e vos garantir tênue luz. Não deixeis, todavia, que as vagas do orgulho humano venham fazer soçobrar vossa canoa; não permitais que o vento da vaidade e do egoísmo apague a chama humílima, pois sereis culpados pela perda, pelo descaminho de cada alma que não puder abrigar-se ou guiar-se pelas vossas canoas ou vela, porque as deixastes destruir e apagar.
            Não olvideis que outrora fostes náufragos em meio a tempestades humanas e qe graças à bondade do Pai achastes quem vos abrigasse, quem iluminasse vossos passos no difícil inicio da caminhada pelo caminho estreito. Sempre que sentirdes as bestas feras dos maus sentimentos que ainda residem em nós todos atacarem vossas individualidade, refugiai-vos na prece, na união com o Pai a fim de vencerdes a vós próprios, pois que após isto o mundo e suas iniquidades também serão dominados por vós.
            Orai, companheiros e amigos, a fim de cada palavra, escrita ou falada, possa converter-se em uma página viva do muito que o Evangelho do Senhor pode fazer por vossos espíritos rebeldes. Lembrai antes de tudo que uma vontade suprema rege os orbes do Universo, que sem a sua permissão nada se faz e que deste modo vos tornais permissionários do Seu amor neste mudo de expiação e provas, cujas reforma se iniciará no seio de cada lar, de cada oficina, de cada entidade civil ou religiosa que se curvar humildemente às vontades do Pai amoroso e bom.
            Que a paz do Filho e o amor do Pai envolvam a todos vós.
            Vosso servo,

                                                           BEZERRA DE MENEZES.

            (Página psicografada pela médium Tânia de Souza Lopes, durante o VII CBJEE, na Federação Espírita Brasileira, no Rio de Janeiro, RJ – Reunião Pública de 16 de novembro de 1979.)


            Fonte: - O Reformador – Ano 98 – Março, 1980 – N º. 1.812. – Pág. 10 – F.E.B.

                                            RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 25 de maio de 2015

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 176. - DIREITOS IGUAIS PARA TODOS... - ALLAN KARDEC.

              DIREITOS IGUAIS PARA TODOS...

            “(...) A obrigação de respeitar os direitos alheios, de modo algum, tira ao homem o de pertencer-se a si mesmo. Porquanto este é um direito que lhe vem da Natureza”.

                                                                                     Allan Kardec.

 Fonte: Obras Básicas da Doutrina Espírita.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

- MENSAGEM À TODOS. - LEITORES E SEGUIDORES DO BLOG.

                  MENSAGEM À TODOS.

 - LEITORES E SEGUIDORES DO BLOG.

                 Tendo em vista a problemas de saúde não foi possível continuar postando nos últimos 60 dias.
             Espero que a partir de agora possa postar mensagens diárias até completar a data atual. Após completar a postagem desses dias, voltaremos a trabalhar no projeto diário completo.
                Sabedor da estima e consideração pelo blog, pedimos escusas e desejamos muito ”AMOR, LUZ E PAZ”, para todos vós.

                                                                       Rhedam.

Piracicaba, SP, 11 de Julho de 2014.-

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

- NOTAS ESPIRITUAIS.- INFORMAÇÃO A TODOS. - ELAINE ALDROVANDI.

                     INFORMAÇÃO A TODOS.

              Não haverá estabilidade social enquanto houver seres humanos passando fome.
            O instinto de conservação, do qual todo é dotados, nos projeta na busca do alimento preservador da vida; na impossibilidade de adquiri-lo através do trabalho honesto e do salário justo, o homem miserável e faminto, se humilde, resigna-se a mendigar; porém, se orgulhoso, investe contra sociedade, que o exclui e massacra, para roubar e matar, respondendo com violência, para ser preso e punido, retornando, posteriormente, ao convívio social, ainda mais embrutecido e violento do que antes.

                        (Médica Elaine Aldrovandi, in “Nos Passos da Violência”).

Fonte: Agenda Renascer - 2002 - Editora EME.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA. Nº. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO. Nº. 61. - TODOS SOMOS MÉDIUNS. - ODILON FERNANDES. (CARLOS A BACCELLI.)


                                    –TODOS SOMOS MÉDIUNS.

            “Toda pessoa que sente, em um grau qualquer, a influência dos Espíritos, por isso mesmo, é médium”. (O Livro dos Médiuns – Segunda Parte – Cap. XIV)

            Todos são médiuns – uns mais, outros menos.
            Mas nem todos renascem para uma tarefa específica na mediunidade.
            A mediunidade é exercitada no dia a dia, das mais variadas formas.
          Como o tato e a visão, que foram desenvolvendo-se no curso dos milênios, a mediunidade vem-se desenvolvendo na criatura, desde tempos remotos.
          Em algumas pessoas, a mediunidade, de usando em quando, da sinal de sua presença, através de pressentimentos, visões, sonhos reveladores.
      Outras podem atravessar a experiência física, sem perceberem em si nenhuma manifestação medinanímica digna de nota.
            A telepatia entre os homens, ou a chamada “telegrafia humana” é uma das nuances da mediunidade. Atentassem os encarnados para o referido fenômeno, e a mediunidade se lhes desenvolveria de forma mais completa.
          Existem pessoas que, seja pelo seu débito cármico, seja pelo seu merecimento, trazem a mediunidade “a flor da pele”... elas tiveram no passado um tipo de vida que lhes possibilitou o progresso nesse sentido. Aprenderam a exercitar a mente, viveram de forma solitária, foram vampirizados por entidades espirituais que lhes “precipitaram” as forças de natureza psíquica.
            Esses irmãos a que nos referimos – pelo menos a grande maioria – são os que trabalham como médiuns nos Centros espíritas, no exercício da caridade legítima. Às vezes, enfrentam dificuldades no que tange à disciplina e à perseverança, já que a mediunidade, embora seja uma conquista, não significa, em si mesma, atestado de evolução moral.
            Raros medianeiros reencarnaram investidos de mandato mediúnico, ou seja, raros Têm uma missão especial a desempenhar na mediunidade.
            Ter mediunidade a desenvolver não significa que a pessoas esteja preparada para ser médium na atual encarnação.
            P dirigente espírita, ou o responsável pela orientação mediúnica no Centro Espírita, deve abster-se de dizer a qualquer um que precisa desenvolver a mediunidade, nos termos pelos quais a maioria entende esse desenvolvimento. É preciso que ele tenha um conhecimento razoável da doutrina e esteja sintonizado com os bons Espíritos, para que, através da intuição, possa promover uma espécie de triagem nos inúmeros candidatos que se apresentam para sentarem-se ao redor de uma mesa.
           É necessário explicar-se que nem todos os médiuns têm a obrigação de “receber Espíritos”. Poderão trabalhar no passe, na visita a enfermos, nas diferentes áreas de serviço de assistência, na oratória...
           Afirmou Paulo de Tarso que há diversidade de dons espirituais e, parafraseando-o, diríamos que há infinitas maneiras de exercer-se a mediunidade.
             Pode acontecer que, seja mais médium quem não recebe Espíritos do que quem recebe.
        Quantos não são convidados para uma reunião mediúnica e desistem, logo nos primeiros dias? Quantos não pensam que a mediunidade lhes substituirá o esforço que cada um deve fazer por si mesmo para progredir? Quantos não são atraídos pelo maravilhoso, pelo sobrenatural, achando que a mediunidade seja um parque de diversões?!...
          Convidamos os companheiros espíritas a refletirmos juntos sobre o assunto, já que observamos muitos amigos que, mal batendo às portas do Centro Espírita, vão logo escutando: - “Você tem que desenvolver a mediunidade...” E a pessoa fica desorientada ou traumatizada, quando não incrédula.

Fonte: Livro Mediunidade e Doutrina - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 1o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP - 1990.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

- NOTAS ESPIRITUAIS. - EM PAZ COM TODOS. - BATUÍRA. (CHICO XAVIER.)


                                             EM PAZ COM TODOS.

            Muitas vezes, na trilha evangélica, fica o vazio deixado pelas afeições que nos exoneram do carinho maior, fica o travo da desilusão à frente dos que jornadeavam conosco ainda ontem e hoje se retiram, desorientados, da estrada que partilhávamos em serviço comum... Entretanto, isso é natural e fatal. Peçamos a Deus por eles. Nem mesmo nós que os amamos e que, pela solidão passageira somos induzidos à capacidade de maiores reflexões, conseguimos saber quantas dores e quantas provas carregam!...
            Sigamos, pois à frente, abençoando a todos.
            Que a luz do Senhor a todos alcance e proteja sempre.

Fonte: Livro “MAIS LUZ” - ANTONIO GONÇALVES DA SILVA - BATUÍRA, psicografado por Francisco Cândido Xavier - 4a. Edição - Editora GEEM - São Bernardo do Campo, SP - 1976.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)