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terça-feira, 12 de março de 2019

- MENSAGEM PARA O DIA 25 DE FEVEREIRO.

  Mensagens do Mês de Fevereiro Dia:25 

                              “A mente é fonte criadora”.                                                            
                                                                                  Emmanuel.

                                MUDANÇAS.
           
            “Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém.” – (LUCAS, 9:53.)

            Digna de nota a presente passagem de Lucas.
            Reparando os samaritanos que Jesus e os discípulos se dirigiam a Jerusalém, negaram-se a recebê-los.
            Identificaram-nos pelo aspecto.
            Se fossem viajores com destino a outros lugares, talvez lhes oferecessem hospedagem, reconforto, alegria...
            Não se verifica, até hoje, o mesmo fenômeno com os verdadeiros continuadores do Mestre?
            Jerusalém, para nós, simboliza aqui testemunho de fé.
            E basta que alguém se encaminhe resolutamente a semelhante domínio espiritual, para que os homens comuns, desorientados e discutidores, lhe cerrem as portas do coração.
            Os descuidados, que rumam na direção dos prazeres fáceis, encontram imediato acolhimento entre os novos samaritanos do mundo.
            Mulheres inquietas, homens enganadores e doentes espirituais bem apresentados possuem, por enquanto na Terra, luzida assembléia de companheiros.
            Todavia, quando o aprendiz de Jesus acorda na estada humana, verificando que é indispensável fornecer testemunho da sua confiança em Deus, com a negação de velhos caprichos, na maior parte das vezes é constrangido a seguir sem ninguém.
            É que habitualmente, em tais ocasiões, o homem se revela modificado.
            Não dá a impressão comum da criatura disposta a satisfazer-se.
            É Alguém resolvido a renunciar aos próprios defeitos e anulá-los, a golpes de imenso esforço, para esposar a cruz redentora que o identificará com o Mestre Divino...
            Por essa razão, mesmo portas a dentro do lar, quase sempre não será plenamente reconhecido, por seu aspecto sofreu metamorfose profunda... Ele mostra o sinal de quem tomou o rumo da definitiva renovação interior para Deus, disposto a consagrar-se ao eterno bem e a soerguer seu coração no grande caminho...

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. - 1982.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sábado, 11 de março de 2017

- PRECES ESPÍRITAS. - A PRECE. - LEON DENIS.



            “É através da oração, a Bênção Divina te fará perceber onde guardas também contigo a brecha triste do lado fraco.“
                                                                                                          EMMANUEL

                                    A PRECE

            A Prece deve ser uma expansão íntima da alma para com Deus, um colóquio solitário, uma meditação sempre útil, muitas vezes fecunda. É, por excelência, o refúgio dos aflitos, dos corações magoados.
            Nas horas de acabrunhamento, de pesar íntimo e de desespero, quem não achou na prece à calma, o reconforto e o alivio de seus males? Um diálogo misterioso se estabelece entre alma sofredora e potência evocada. A alma expõe suas angústias, seus desânimos: implora socorro, apoio, indulgência, uma voz secreta responde; é a voz dÁquele donde dimana toda a força para as lutas deste mundo, todo o bálsamo para as nossas feridas, toda a luz para as nossas incertezas. E essa voz consola, reanima, persuade; traz-nos a coragem, a submissão, a resignação estóica. E então nos erguemos menos tristes, menos atormentados; um raio de sol divino luziu em nossa alma, fez despontar nela a esperança.
            Há homens que desdenham a prece, que a acham banal e ridícula. Esses jamais oraram, ou talvez nunca tenham sabido orar. Ah! sem dúvida, se só se trata de padre-nossos proferidos sem convicção, de responsos tão vãos quanto intermináveis, de todas essas orações classificadas e numeradas, que os lábios balbuciam, mas nas quais o coração não toma parte, pode-se compreender tais críticas; porém nisso não consiste a prece. A prece é uma elevação acima de todas as coisas terrestre, um ardente apelo às potências superiores, um impulso, um vôo para as regiões que não são perturbadas pelos murmúrios, pelas agitações do mundo material e onde o ser bebe as inspirações que lhe são necessárias. Quanto maior for o seu alcance, tanto mais sincero é seu apelo, tanto mais distintas e esclarecidas se revelam as harmonias, as vozes, as belezas dos mundos superiores. É como uma janela que se abre para o Invisível, para o Infinito, e pela qual ela percebe mil impressões consoladoras e sublimes. Impregna-se, embriaga-se e retempera-se nessas impressões, como num bando fluídico e regenerador.
            Nos colóquios da alma com a Potência suprema a linguagem não deve ser preparada ou organizada com antecedência; sobretudo não deve ser fórmula, cujo tamanho é proporcional ao seu importe monetário, pois isso seriam uma profanação e quase um sacrilégio. A linguagem da prece deve variar, segundo as necessidades, segundo o estado do espírito humano. É um grito, um lamento, uma efusão, um cântico de amor, um manifesto de adoração, ou um exame de seus atos, um inventário moral que se faz sob a vista de Deus, ou ainda um simples pensamento, uma lembrança, um olhar erguido para o céu.
            Não há horas para prece. Sem dúvida, é conveniente elevar-se o coração a Deus no começo e no fim do dia. Mas, se vos sentirdes indispostos, não ore; é melhor não fazer nenhuma prece do que orar somente pelos lábios.
            Em compensação, quando sentirdes vossa alma enternecida, agitada por um sentimento profundo, pelo espetáculo do infinito, deveis fazer a prece, mesmo que seja à beira dos oceanos, sob a claridade do dia, ou debaixo da cúpula brilhante das noites; no meio dos campos e dos bosques sombreados, no silêncio das florestas, pouco importa; é grande e boa toda causa que, produzindo lágrimas em nossos olhos ou dobrando os nossos joelhos, faz também irromper do nosso coração um hino de amor, um brado de admiração para com a Potência eterna que guia os nossos passos por entre os abismos.
            Seria um erro julgar que tudo podemos obter pela prece, que sua eficácia é assaz grande para desviar as provações inerentes à vida. A lei de imutável justiça não se curva aos nossos caprichos. Os males que desejaríamos afastar de nós são muitas vezes a condição necessária do nosso progresso. Se fossem suprimidos, o efeito disso seria tornar estéril a nossa vida. De outro modo, como poderia Deus atender a todos os desejos que os homens exprimem nas suas preces? À maior parte destes seria incapaz de discernir o que convém, o que é proveitoso. Alguns pedem a fortuna, ignorando que esta, dando um vasto campo para as suas paixões, seria uma desgraça para eles.
            Na prece que diariamente dirige ao Eterno, o sábio não pede que o seu destino seja feliz; não deseja qual a dor, as decepções, os reveses lhe sejam afastados. Não! o que ele implora é o conhecimento da lei para poder melhor cumpri-la; o que ele solicita é o auxílio do Altíssimo, o socorro dos Espíritos benévolos, a fim de suportar dignamente os maus dias. E os bons Espíritos respondem ao seu apelo. Não procuram desviar o curso da justiça ou entravar a execução dos decretos divinos. Sensíveis aos sofrimentos humanos, que conheceram e suportaram, eles trazem a seus irmãos da Terra a inspiração que os sustém contra as influências materiais; favorecem esses nobres e salutares pensamentos, esses impulsos do coração que, levando-os para altas regiões, os libertam das tentações e das armadilhas da carne. A prece do sábio, feita com recolhimento profundo, isolada de toda a preocupação egoísta, desperta essa intuição do dever, esse superior sentimento do verdadeiro, do bem e do justo, que o guiam através das dificuldades da existência e o mantém em comunicação íntima com a grande harmonia universal.
            Mas, a potência soberana não só representa a justiça; é também a bondade, imensa, infinita e caritativa. Ora, por que não obteríamos por nossas preces tudo o que a bondade pode conciliar com a justiça? Podemos pedir apoio e socorro nas ocasiões da angústia, mas somente Deus pode saber o que é mais conveniente para nós e, na falta daquilo que lhe pedimos, nos enviara proteção fluídica e resignação.
            Logo que uma pedra fende as águas, vêem-se as superfícies destas vibrar em ondulações concêntricas. Assim também o fluído universal vibra pelas nossas preces e pelos nossos pensamentos, com a diferença de que a vibração das águas é limitada, enquanto que a do fluído universal se sucede ao infinito. Todos os seres, todos os mundos estão banhados nesse elemento, assim como nós o estamos na atmosfera terrestre. Dai resulta que o nosso pensamento, quando é atuado por grande força de impulsão, por sua vontade perseverante, vai impressionar as almas a distâncias incalculáveis. Uma corrente fluídica se estabelece entre umas as outras e permite que os Espíritos elevados nos influenciem e respondam aos nossos chamados, mesmo que estejam nas profundezas do espaço.
            Também sucede o mesmo com todas as almas sofredoras. A prece opera nelas qual magnetização à distância. Penetra através dos fluidos espessos e sombrios que envolvem os espíritos infelizes; atenua suas magoas e tristezas. É a flecha luminosa, a flecha de ouro rasgando as trevas. É a vibração harmônica que dilata e rejubila a alma oprimida. Quanta consolação para esses Espíritos ao sentirem que não estão abandonados, quando vêem seres humanos se interessando ainda por sua sorte! Sons, alternativamente poderosos e ternos, se elevam como um cântico na extensão e repercutem com tanto maior intensidade quanto mais amorosa for à alma donde emanam. Chegam até eles, comovem-nos e penetram profundamente. Essa voz longínqua e amiga lhes dá a paz, a esperança e a coragem. Se pudéssemos avaliar o efeito produzido por uma prece ardente, por uma vontade generosa e enérgica sobre os desgraçados, os nossos votos seriam muitas vezes a favor dos deserdados, dos abandonados do espaço, desses em quem ninguém pensa e que estão mergulhados em sombrio desânimo.
            Orar pelos Espíritos infelizes, orar com compaixão, com amor, é uma das formas mais eficazes de caridade. Todos podem exercê-las, todos podem facilitar o desprendimento das almas, abreviarem o tempo de perturbação por que eles passam depois da morte, atuando por um impulso caloroso do pensamento, por uma lembrança benévola e afetuosa. A prece facilita a desagregação corporal, ajuda o Espírito a libertar-se dos fluídos grosseiros que o ligam à matéria. Sob a influência das ondulações magnéticas projetadas por uma vontade poderosa, o torpor cessa, o Espírito se reconhece e se assenhoreia a si próprio.
            A prece por outrem, pelos nossos parentes, pelos infortunados e enfermos, quando feita com sentimentos sinceros e fé ardente, pode também produzir efeitos salutares. mesmo quando as leis do destino lhes são um obstáculo, quando a provação deve ser cumprida até o fim, a prece não é inútil. Os fluídos benéficos que traz em si acumulam para, no momento da morte, recair sobre o perispírito do ser amado.
            “Reuni-vos para orar”, disse o apóstolo Paulo. A prece feita em comum é um feixe de vontades, de pensamentos, raios, harmonias e perfumes, que se dirige mais poderosamente ao seu alvo. Pode adquirir uma força irresistível, uma força capaz de agitar, de abalar as massas fluídicas. Que alavanca poderosa para a alma entusiasta, que dá ao seu impulso tudo quanto há de grandioso, de puro e de elevado em si! Nesse estado, seus pensamentos irrompem como corrente impetuosos, de abundantes e potentes eflúvios. Tem-se visto, algumas vezes, a alma em prece, desprender-se do corpo e inebriada pelo êxtase, seguir o pensamento fervoroso que se projetou como seu precursor sobre o infinito. O homem traz em si um motor, incomparável, de que apenas sabe tirar medíocre proveito. Entretanto, para fazê-lo agir bastam duas coisas: a fé e a vontade.
            Considerada sob tais aspectos, a prece perde todo o caráter místico. O seu alvo não é mais a obtenção de uma graça, de um favor, mas sim a elevação da alma e as relações desta com as potências superiores, fluídicas e morais. A prece é o pensamento inclinado para o bem, são o fio luminoso que liga os mundos obscuros aos mundos divinos, os Espíritos encarnados às almas livres e radiantes. Desdenhá-la seria desprezar a única força que nos arranca ao conflito das paixões e dos interesses, que nos transporta acima das coisas transitórias e nos une ao que é fixo permanente e imutável no Universo.
            Em vez de repelirmos a prece, por causa dos abusos ridículos e odiosos de que foi objeto, não será melhor nos utilizarmos dela com critério e medida? É com recolhimento e sinceridade, é com sentimento que se deve orar. Evitemos as fórmulas banais usadas em certos meios. Nessas espécies de exercícios espirituais, apenas a nossa boca se move, pois a alma se conserva muda. No fim de cada dia, antes de nos entregarmos ao repouso, perscrutemos a nós mesmos, examinemos cuidadosamente as nossas ações. Saibamos condenar o que foi mau, a fim de o evitarmos, e louvemos o que melhor foi feito de bom e útil. Solicitemos a Sabedoria Suprema que nos ajude a realizar em nós e ao nosso redor a beleza moral e perfeita. Longe das coisas mundanas, elevemos os nossos pensamentos. Que nossa alma se eleve alegre e amorosa para o Eterno. Ela descerá então dessas alturas com tesouros de paciência e de coragem, que tornarão fácil o cumprimento dos seus deveres e da sua tarefa de aperfeiçoamento.
            E se, em nossa incapacidade para exprimir os sentimentos, é absolutamente necessário um texto, uma fórmula, digamos:
            “Meu Deus, vós que sois grandes, que sois tudo, deixai cair sobre mim, humilde, sobre mim que não existo senão pela vossa vontade, um raio de divina luz. Fazei que, penetrado do vosso amor, me seja fácil fazer o bem o que eu tenha aversão do mal; que animado pelo desejo de vos agradar, meu espírito vença os obstáculos que se opõem à vitória da verdade sobre o erro da fraternidade sobre o egoísmo; fazei que, em cada companheiro de provações, eu veja um irmão, assim como vedes um filho em cada um dos seres que de vós emanam e para vós devem voltar. Dai-me o amor do trabalho, que é o dever de todos sobre a Terra, e, com auxilio do archote que colocaste ao meu alcance, esclarecei-me sobre as imperfeições que retardam meu adiantamento nesta vida e na vindoura.“
            Unamos nossas vozes às do infinito. Tudo ora, tudo celebra a alegria de viver, desde o átomo que se agita na Lua até o Astro imenso que flutua no éter. A adoração dos seres forma um concerto prodigioso que se expande no espaço e sobe a Deus. É a saudação dos filhos ao Pai, é a homenagem prestada pelas criaturas ao Criador. Interrogai a Natureza no esplendor dos dias de sol, na calma das noites estreladas. Escutem as grandes vozes dos oceanos, os murmúrios que se elevam no seio dos desertos e da profundeza dos bosques, os acentos misteriosos que desprendem da folhagem repercutem nos desfiladeiros solitários, sobem as planícies, os vales, franqueiam as alturas e espalham-se pelo Universo. Por toda parte, em todos os lugares, considerando, ouvireis o cântico admirável que a Terra dirige à grande Alma. Mais solene ainda é a prece dos mundos, o canto suave e profundo que faz vibrar a imensidade e cuja significação sublime somente os Espíritos elevados podem compreender.

Fonte:“Depois da Morte - Leon Denis- FEB. (6)

                                   RHEDAM..(mzgcar@gmail.com)

sábado, 4 de março de 2017

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO XI. - SEMATOLOGIA E TIPTOLOGIA. ITEM N º. 142. - ALLAN KARDEC.



             O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                  SEGUNDA PARTE.

                                         CAPÍTULO XI.

             SEMATOLOGIA E  TIPTOLOGIA.

142.     Todos os efeitos que acabamos de indicar podem obter- se de maneira ainda mais simples, por meio de pancadas produzidas na própria madeira da mesa, sem nenhuma espécie de movimento, processo que já descrevemos no capítulo das manifestações físicas, número 64. É a tiptologia interior. Nem todos os médiuns são igualmente aptos às manifestações deste último gênero. Muitos há que só obtêm as pancadas pelo movimento basculatório da mesa.
Contudo, exercitando-se, podem eles, em sua maioria, chegar a consegui-las daquela maneira, que tem a dupla vantagem de ser mais rápida e de oferecer menos azo à suspeita do que o básculo, que se pode atribuir a uma pressão voluntária. Verdade é que as pancadas no interior da madeira também podem ser imitadas por médiuns de má-fé.
As melhores coisas podem ser simuladas, o que, aliás, nada prova contra elas. (Veja-se, no fim deste volume, o capítulo intitulado: Fraudes e embustes.)
Quaisquer, porém, que sejam os aperfeiçoamentos que se possam introduzir nessa maneira de proceder, jamais se conseguirá fazê-la alcançar a rapidez e a facilidade que apresenta a escrita, razão por que, presentemente, já é pouco empregada. Ela, no entanto, é, às vezes, interessantíssima, do ponto de vista do fenômeno, sobretudo para os novatos, e tem, principalmente, a vantagem de provar, de forma peremptória, a absoluta independência do pensamento do médium. Assim se obtêm, não raro, respostas tão imprevistas, de tão flagrantes a propósito, que só uma prevenção bastante determinada será capaz de impedir que os assistentes se rendam à evidência. Daí vem que esse processo constitui, para muitas pessoas, forte motivo de convicção.
Mas, seja ele o empregado, seja qualquer outro, em caso algum os Espíritos se mostram dispostos a prestar-se aos caprichos dos curiosos, que pretendam experimentá-los por meio de questões despropositadas.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 3 de março de 2017

- MENAGEM PARA O DIA 06 DE MARÇO.



       Mensagens do Mês de Março Dia: 06

“Quando te atormente a fome de sucesso nos temas afetivos e a ventura do coração se te afigure tardia, toma contato com aqueles companheiros que habitam furnas abandonadas, para quem a solidão se fez o prato de cada dia.”

                                                                                EMMANUEL.

                QUEM SERVE, PROSSEGUE.

             “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir.” – Jesus. (MARCOS, 10:45.)

            A Natureza, em toda parte, é um laboratório divino que elege o espírito de serviço por processo normal de evolução.
            Os olhos atilados observam a cooperação e o auxílio nas mais comezinhas manifestações dos reinos inferiores.
            A cova serve à semente. A semente enriquecerá o homem.
            O vento ajuda as flores, permutando-lhes os princípios de vida. As flores produzirão frutos abençoados.
            Os rios confiam-se ao mar. O mar faz a nuvem fecundante.
            Por manter a vida humana, no estágio em que se encontra, milhares de animais morrem na Terra, de hora em hora, dando carne e sangue a benefício dos homens.
Infere-se de semelhante luta que o serviço é o preço da caminhada liberadora ou santificante.
A pessoa que se habitua a ser invariavelmente servida em todas as situações, não sabe agir sozinha em situação alguma.
A criatura que serve pelo prazer de ser útil progride sempre e encontra mil recursos dentrode si mesma, na solução de todos os problemas.
A primeira cristaliza-se.
A segunda desenvolve-se.
Quem reclama excessivamente dos outros, por não estimar a movimentação própria na satisfação de necessidades comuns, acaba por escravizar-se aos servidores, estragando o dia quando não encontra alguém que lhe ponha a mesa. Quem aprende a servir, contudo, sabe reduzir todos os embaraços da senda, descobrindo trilhos novos.
Aprendiz do Evangelho que não improvisa a alegria de auxiliar os semelhantes permanece muito longe do verdadeiro discipulado, porquanto companheiro fiel da Boa Nova está informado de que Jesus veio para servir, e desvela-se, a benefício de todos, até o fim da luta.
Se há mais alegria em dar que em receber, há mais felicidade em servir que em ser servido.
Quem serve, prossegue...

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, R - 1982.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG: - A ARTE DE VIVER COM... SEMANAL.



            A ARTE DE VIVER COM...

            TODOS OS DIAS UMA NOVA MENSAGEM.

            ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG.

                        DOMINGO.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - PRECES ESPÍRITAS.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - MENSAGENS E PENSAMENTOS PARA A MULHER.

5o. - MENSAGEM ESPECIAL.

                        SEGUNDA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO
ESPIRITISMO.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - TEMAS SOBRE A FAMÍLIA.

5o. - ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                        TERÇA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - APRENDENDO COM CHICO XAVIER.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - TEMAS SOBRE O JOVEM E SEUS PROBLEMAS.
- MENSAGENS PARA OS JOVENS.

5o. - MENSAGENS PARA A UNIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO.

CAMPANHA: USE - SÃO PAULO. - FEB.

                        QUARTA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - HISTÓRIA DO ESPIRITISMO.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - GOTAS EVANGÉLICAS.
- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

5o. - EVANGELHO NO LAR - CAMPANHA DE DIVULGAÇÃO.

                        QUINTA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - PARA MEDITAR COM TEMAS DO ESPIRITISMO.
  - PENSAMENTOS AUTORES DIVERSOS.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA.

5o. - DIVULGADO O NAR-ANON.

                        SEXTA FEIRA.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - MENSAGEM SOBRE “A ARTE DE VIVER COM...”.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - DIVULGANDO O LIVRO ESPÍRITA.

5o. - ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

                        SÁBADO.

1o. - MENSAGEM PARA O DIA.

2o. - POEMAS ESPÍRITAS - PARNASO DE ALÉM TÚMULO.

3o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

4o. - VULTOS DO ESPIRITISMO.

5o. - CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.


                                                  RHEDAM.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)