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sábado, 22 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 257. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E
                       
   ATITUDES SOLUCIONADORAS.

            - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
            - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
            - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
            - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tãnia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
            - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
            - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 2 de maio de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 238. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


    GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

  PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E

    ATITUDES SOLUCIONADORAS.

            - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
            - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
            - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
            - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tãnia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
            - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
            - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 22 de junho de 2015

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 142. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

        GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS.

            - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
            - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
            - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
            - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tãnia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
            - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
            - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

- MENSAGEM ESPECIAL. - A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I. - DESSAT.

 A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I.

            O DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP, realiza este trabalho a mais de 35 anos.
            Com o passar do tempo, os seus componentes enriqueceram os seus conhecimento e as suas experiências a ponto deles poderem afirmar, por exemplo, que “A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA”.
            Revelou-lhes também que a maior percentagem dos que se envolvem com drogas, fazem-no por não encontrarem nos pais a compreensão e o apoio de que se sentem necessitados para se ajustarem às turbulências deste mundo.
            Baseados na consciência do problema, adquirida nesse tempo, organizaram um roteiro para aqueles que se vêem envolvidos nos problemas das drogas o que reproduzimos a seguir:

Primeira Parte: 

            Como evitar que um traficante adote seu filho?

            1 º. - Os pais atuam como modelo, exemplo para os filhos. Assim sendo, respeito mútuo e diálogo asseguram uma relação harmônica e, como decorrência desta relação, podemos ter co crescimento promovendo sempre o redimensionamento entre os membros integrantes não da nossa casa, mas do “lar”.
            2 º. - A automedicação deve ser evitada, senão estaremos incentivando indevidamente o uso inapropriado às drogas.
            3 º. - Quando medicar o seu filho, nunca associe este fato a algo prazeroso, tal como comer uma barra de chocolate. Procure associar o remédio â necessidade de combater a doença.
            4 º. - O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarros é incentivado pela sociedade a ponto de induzir ao “sucesso” os seus usuários. Os adolescentes em busca de auto-afirmação se identificam com o adulto (o pai, a mãe e outros), procura fumar e beber, mesmo sem gostar.
            5 º. - Apoio, atenção e amora cada filho, respeitando a sua individualidade de se expressar, implicando a aceitação da maneira como ele é e não como gostaria que ele fosse.
            6 º. - Estimular o crescimento, despertando o senso crítico do filho, dando a ele a oportunidade de expressar seu ponto de vista, discutir, avaliar situações e caminhar sobre suas próprias pernas.
            7 º. - Não submeta seu filho às suas idéias. Diante da televisão, leituras e as demais situações sociais, deixe que seu filho, num processo lento e gradativo, obtenha sua consciência crítica estruturada dentro da dinâmica familiar. A proposta é discutir e não proibir.
            8 º. - É saudável não invadir os espaços, portanto, deixe que seu filho traga amigos para dentro de casa.
            9 º. - Considerando-se a adolescência um período de transição, de fronteira, canalize o diálogo como forma de redimensionar as relações com vias ao crescimento dos jovens como dos pais.
            10 º. - “Adolescer è ainda um sonho por fazer, um esboço a concretizar, um intuito de viver e inventar”. Assim sendo, o adolescente sente-se em “cima do muro” por não ser criança e também não ser adulto. Diversões, lazer e “embolada” em grupo são necessários.
            11 º. – A vigilância dos pais é importante, com a dosagem não policial, porém, amorosa, companheira de quem zela pelo bem do filho e nele confia.
            12 º. – Observar o grupo, a “patota”, com quem o filho anda, uma vez que a influência do meio social é forte na adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            13 º. – A família que cedo começou o diálogo com o filho, encontrará, na sua adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            14 º. – Vale mais “falar um ano antes, do que cinco minutos depois”. Assim sendo, os pais devem se atualizar e reciclar para acompanhar a evolução do tempo: é fundamental acompanhar o momento do seu filho.
            15 º. – Abordar sobre as conseqüências do uso indevido de drogas, com naturalidade e dentro da verdade científica. Nunca mentir ou fazer especulações sobre certos assuntos porque o efeito poderá ser contraditório.
            16 º. - Não se acomodar diante do cansaço e desânimo das tarefas diárias. Também dê um tempo para o seu filho, compartilhe com ele alegrias, preocupações, seja amigo da criança e do jovem, eles precisam muito desta troca.

Fonte: - DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP. (Retirada da Revista Informação, ano XVI, N º. 192, de Novembro de 1992.)

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 18 de março de 2014

- PROBLEMAS DE DROGAS? - / - N º. 108. - APOIO FRATERNO. - A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA II. - GRUPO APOIO FRATERNO.

A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA II.

            O DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP, realiza este trabalho a mais de 35 anos.
            Com o passar do tempo, os seus componentes enriqueceram os seus conhecimento e as suas experiências a ponto deles poderem afirmar, por exemplo, que “A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA”.
            Revelou-lhes também que a maior percentagem dos que se envolvem com drogas, fazem-no por não encontrarem nos pais a compreensão e o apoio de que se sentem necessitados para se ajustarem às turbulências deste mundo.
            Baseados na consciência do problema, adquirida nesse tempo, organizaram um roteiro para aqueles que se vêem envolvidos nos problemas das drogas o que reproduzimos a seguir:

Segunda Parte: 

Ao detectar um filho com problemas, por onde caminhar?

             1 – Não deixe o desespero tomar conta de você, pois desta forma os pais não usam a razão.
             2 – Não se culpe, responsabilize-se.
            3 – Não dramatize nem use atitudes primitivas e drásticas, como surrar, xingar, porque tudo isso só agrava mais o problema.
              4 – Tenha como meta a busca de segurança e saúde para seu filho.
            5 – Sensibilize-o mostrando envolvimento e as conseqüências. Use de firmeza, mostrando-lhe que ele está doente e que pode contar com o apoio familiar para se recuperar.
            6 – Institua um processo disciplinar no sistema de vida, mesmo ele sabendo que vocês estão atuando de firma mais incisiva. É necessário paciência, compreensão, firmeza e acima de tudo muita garra.
        7 – Procurar um profissional ou outra pessoa de confiança para ajudar você e seu filho e, se necessário, encaminhe-o para tratamento.
            8 – Algumas vezes se faz necessário cortar o assédio de determinados companheiros que podem emperrar o tratamento. Bom senso, afeto e tato estes momentos.
            9 - Os pais devem se comprometer a acompanhar o processo de recuperação do filho e não delegar este papel ou até mesmo esperar que os professores responsáveis o façam.
            10 – Desmistifique idéias primárias como sentir medo ou vergonha por ter um “drogatido” na família. O único mal que pode haver é não estar ao lado do doente, desconsiderá-lo, tratá-lo como um marginal que está desonrando a família. O que interessa, realmente, é o seu bem estar e a sua vida.
           11 – Reintegrá-lo na sociedade através de seus ideais, lazer, estudo, compromissos e vínculos sadios com todos que o rodeiam.
        12 – Procure inteirar-se dos grupos de tratamentos especializados para doentes químicos. Nunca interne em hospital psiquiátrico sem a devida recomendação de especialistas. Lembre-se que cada caso é único e particular, o que requer uma atenção clínica para se instituir o tratamento em busca de recuperação.

Fonte: - DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP. (Retirada da Revista Informação, ano XVI, N º. 192, de Novembro de 1992.)

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 10 de março de 2014

- PROBLEMAS DE DROGAS? - APOIO FRATERNO! - / - 107. - A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I. - DESSAT. Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”.

 A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA I.

            O DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Pauliceia, São Bernardo do Campo, SP, realiza este trabalho a mais de 35 anos.
            Com o passar do tempo, os seus componentes enriqueceram os seus conhecimento e as suas experiências a ponto deles poderem afirmar, por exemplo, que “A PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS COMEÇA EM CASA”.
            Revelou-lhes também que a maior percentagem dos que se envolvem com drogas, fazem-no por não encontrarem nos pais a compreensão e o apoio de que se sentem necessitados para se ajustarem às turbulências deste mundo.
            Baseados na consciência do problema, adquirida nesse tempo, organizaram um roteiro para aqueles que se vêem envolvidos nos problemas das drogas o que reproduzimos a seguir:

Primeira Parte:  

            Como evitar que um traficante adote seu filho?

            1 º. - Os pais atuam como modelo, exemplo para os filhos. Assim sendo, respeito mútuo e diálogo asseguram uma relação harmônica e, como decorrência desta relação, podemos ter co crescimento promovendo sempre o redimensionamento entre os membros integrantes não da nossa casa, mas do “lar”.
            2 º. - A automedicação deve ser evitada, senão estaremos incentivando indevidamente o uso inapropriado às drogas.
            3 º. - Quando medicar o seu filho, nunca associe este fato a algo prazeroso, tal como comer uma barra de chocolate. Procure associar o remédio â necessidade de combater a doença.
            4 º. - O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarros é incentivado pela sociedade a ponto de induzir ao “sucesso” os seus usuários. Os adolescentes em busca de auto-afirmação se identificam com o adulto (o pai, a mãe e outros), procura fumar e beber, mesmo sem gostar.
            5 º. - Apoio, atenção e amora cada filho, respeitando a sua individualidade de se expressar, implicando a aceitação da maneira como ele é e não como gostaria que ele fosse.
            6 º. - Estimular o crescimento, despertando o senso crítico do filho, dando a ele a oportunidade de expressar seu ponto de vista, discutir, avaliar situações e caminhar sobre suas próprias pernas.
            7 º. - Não submeta seu filho às suas idéias. Diante da televisão, leituras e as demais situações sociais, deixe que seu filho, num processo lento e gradativo, obtenha sua consciência crítica estruturada dentro da dinâmica familiar. A proposta é discutir e não proibir.
            8 º. - É saudável não invadir os espaços, portanto, deixe que seu filho traga amigos para dentro de casa.
            9 º. - Considerando-se a adolescência um período de transição, de fronteira, canalize o diálogo como forma de redimensionar as relações com vias ao crescimento dos jovens como dos pais.
            10 º. - “Adolescer è ainda um sonho por fazer, um esboço a concretizar, um intuito de viver e inventar”. Assim sendo, o adolescente sente-se em “cima do muro” por não ser criança e também não ser adulto. Diversões, lazer e “embolada” em grupo são necessários.
            11 º. – A vigilância dos pais é importante, com a dosagem não policial, porém, amorosa, companheira de quem zela pelo bem do filho e nele confia.
            12 º. – Observar o grupo, a “patota”, com quem o filho anda, uma vez que a influência do meio social é forte na adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            13 º. – A família que cedo começou o diálogo com o filho, encontrará, na sua adolescência, aceitação, facilidade de reciciar compreensão e confiança em mão dupla.
            14 º. – Vale mais “falar um ano antes, do que cinco minutos depois”. Assim sendo, os pais devem se atualizar e reciclar para acompanhar a evolução do tempo: é fundamental acompanhar o momento do seu filho.
            15 º. – Abordar sobre as conseqüências do uso indevido de drogas, com naturalidade e dentro da verdade científica. Nunca mentir ou fazer especulações sobre certos assuntos porque o efeito poderá ser contraditório.
            16 º. - Não se acomodar diante do cansaço e desânimo das tarefas diárias. Também dê um tempo para o seu filho, compartilhe com ele alegrias, preocupações, seja amigo da criança e do jovem, eles precisam muito desta troca.

Fonte: - DESAAT – Departamento de Socorro Anti-Álcool e Tóxico, do Centro Espírita “OBREIROS DO SENHOR”, Rua Francisco Alves, 275, Paulicéia, São Bernardo do Campo, SP. (Retirada da Revista Informação, ano XVI, N º. 192, de Novembro de 1992.)


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 89. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

         GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

 PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E
                       
            ATITUDES SOLUCIONADORAS.

               - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
           - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
             - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
              - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tânia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
                - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
                - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. Nº. 42. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - PAIS, - PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


                                  GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                PAIS – PREPARAÇÃO, PREVENÇÃO E ATITUDES SOLUCIONADORAS.

            - Conversar com os nossos filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12, 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na adolescência. Diálogos evangelizadores e não futilidades do mundo.
            - Buscar o diálogo espontâneo, sem forçá-los. Diminui os riscos, mas, se acontecer a gravidez, continue dialogando para orientá-los. Sinalizar claramente que o canal de comunicação está aberto para qualquer assunto, seja qual for a gravidade, aumentando as chances de que procurem os pais primeiro e não a rua. O diálogo é fonte constante de cumplicidade e convivência imprescindível, conforme nos diz Chico Xavier: “ Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima da harmonia doméstica, dentro da própria casa, e nunca adiar estas conversações para tempo de desastre sentimental”.
            - Trabalhar para que a nossa filha não busque a tentação do aborto, transformando-se em heroína, mesmo sofrendo incompreensão e dificuldades, sem interromper a sagrada gravidez. Lembrar-lhe que pode ser esta criança um ente querido retornando à nossa convivência, e que maternidade é luz e bênçãos, de modo belo descrito por André Luiz: “Maternidade imprevista (...) Misto de júbilo e sofrimento, missão e prova; maternidade, em qualquer parte, traduz intercâmbio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos”.
            - Ensinar nossos filhos a lidar com suas energias sexuais como, com quem e para que se utilizar desses recursos;
            - Não esperar que perguntem tudo sobre sexo. Ter a habilidade de suscitar-lhes as necessidades de informações sem despertá-los em demasia. Muitas vezes, quando a pergunta vem, é porque algo já ocorreu. Pode começar pela boca do banho os primeiros esclarecimentos. A educadora Tãnia Zagury alerta: “Em assuntos como sexo, deve começar cedo. Afinal não é de um dia para o outro que uma criança se torna adolescente”;
            - Amparar o jovem com nossa experiência e visão de vida;
            - Utilizar-se sempre das orientações espíritas (vide adiante).

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)