Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Ocorre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ocorre. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N . 255. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

  GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

           POR QUE ISSO OCORRE?

            Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇÃ. N º. 236. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

         POR QUE ISSO OCORRE?

            Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 16 de junho de 2015

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 140. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

         GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                 POR QUE ISSO OCORRE?

                   Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 140. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

         GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                 POR QUE ISSO OCORRE?

                   Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 31 de maio de 2015

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA A MULHER. - N º. 139. - HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO. - AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE. - TERCEIRO CASO. - WALTER BARCELOS.


   HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO.

           Esclarecidos de que o sexo é mental, é psicológico, vejamos agora a explicação dos Espíritos em três situações nas quais fazem surgir a homossexualidade.

AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE:  

            TERCEIRO CASO: - Espíritos cultos e sensíveis com a mente acentuadamente feminina ou masculina, reencarnam em corpos diferentes de sua estrutura psicológica, para execução de tarefas especializadas no campo do desenvolvimento intelectual, moral e espiritual da Humanidade.

            O Espírito de André Luiz continua explicando-nos:

            (...) os grandes corações eos belos caracteres que, em muitas circunstâncias, reencarnam em corpos qe lhes não correspondem aos mais recônditos sentimentos, posição solicitada por eles próprios, no intuito de operarem com mais segurança e valor, não só o acrisolamento moral de si mesmos, como também a execução de tarefas especializadas, através de estágios perigosos de solidão, em favor do campo social terrestre que se lhes vale de renúncia construtiva para acelerar o passo no entendimento da vida e no progresso espiritual”.

            Nesse caso os Espíritos não serão levados para comportamentos inconvenientes e abusos sexuais, como pode ocorrer nos dois primeiros casos, pois já possuem elevação moral e espiritual que lhes confere a disciplina das emoções e desejos. O que mais lhes interessa é a garantia de cumprir bem sua missão na experiência humana. Essa inversão temporária não choca, não perturba e nem arrasa com sua personalidade; ao contrário, vai dar-lhe maior segurança e tranquilidade para a concretização de seus trabalhos, em benefício da Humanidade. Não deixarão de sofrer também momentos difíceis e experiências amargas, principalmente no campo do sentimento, mas suportarão a solidão afetiva com fé, coragem, amor e idealismo superior.

            O Espírito Emmanuel fala-nos:

            “Escolhem com isso viver temporariamente ocultos na armadura carnal, com que se garantem contra arrastamentos irreversíveis, no mundo afetivo, de maneira a perseverarem, sem maiores dificuldades, nos objetivos que abraçam”.

                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO”  - Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA MULHER. - N º. 138. - HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO. - AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE: - SEGUNDO CASO. - WALTER BARCELOS.

      HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO.

            Esclarecidos de que o sexo é mental, é psicológico, vejamos agora a explicação dos Espíritos em três situações nas quais fazem surgir a homossexualidade.

AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE:  

          SEGUNDO CASO: - Espírito com a mente marcadamente masculina em processo de expiação reencarna em corpo feminino. 

            Se é a mente que comanda o corpo, é lógico que o Espírito irá manifestar-se através do corpo feminino, com todos os seus característicos masculinos, apesar de o corpo ser diferente de seus impulsos mentais. A masculinidade psicológica irá moldar o corpo feminino para o comportamento de homem, dentro do possível. Vejamos as causas por que o Espírito masculino reencarna em corpo morfologicamente feminino, dentro dos estatutos da Justiça Divina. Explica-nos o médico do mundo espiritual:

              “(...) em muitas ocasiões, quando o homem tiraniza a mulher, furtando-lhe os direitos e cometendo abusos, em nome de sua pretensa superioridade, desorganiza-se ele próprio a tal ponto que, inconsciente e desequilibrado, é conduzido pelos agentes da Lei Divina a renascimento doloroso, em corpo feminino, para que, no extremo desconforto íntimo, aprenda a venerar na mulher sua irmã e companheira, filha e mãe, diante de Deus (...)

                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO”  - Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 18 de maio de 2015

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA A MULHER. - N º. 137. - HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO. - AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE. - PRIMEIRO CASO. - WALTER BARCELOS.

  HOMOSSEXUALIDADE E REENCARNAÇÃO.

            Esclarecidos de que o sexo é mental, é psicológico, vejamos agora a explicação dos Espíritos em três situações nas quais fazem surgir a homossexualidade.

AS TRÊS SITUAÇÕES EM QUE OCORRE A HOMOSSEXUALIDADE:  

            PRIMEIRO CASO: - Espírito com a mente acentuadamente feminina, reencarna em processo de expiação, em corpo masculino.

            O corpo masculino vai contrariar e criar muitas dificuldades para a manifestação dos impulsos e tendências da mente feminina. O Espírito reencarnado, não aceitando  a sua nova posição, fará todo o possível para moldar o corpo masculino, a fim de atender a sua sensibilidade feminina. A inversão não é da mente, porém do corpo físico passageiro.
            Vejamos agora a causa por que o Espírito feminino reencarna, em processo expiatório, em corpo de homem. André Luiz continua nos iluminando:

            “(...) a mulher criminosa que, depois de arrastar o homem à devassidão e à delinqüência, cria para si mesma terrível alienação para alienação mental para além do sepulcro, requisitando, quase sempre a internação em corpo masculino, a fim de que, nas teias do infortúnio de sua emotividade, saiba edificar no seu ser o respeito que deve ao homem, perante o Senhor”.

            O Espírito com mente feminina, pela reencarnação, habitando em corpo masculino, continuará expressando a sua personalidade, seu caráter, suas tendências, aptidões e sensibilidade feminina. Não é a mente feminino, envergando transitoriamente um corpo masculino, vai apresentar sua afeição e simpatia, não propriamente por uma mulher, mas sim por um outro homem, pois na essência, é uma mulher. Sente atração sexual pelo mesmo sexo enquanto corpo, mas não enquanto estrutura psicológica – pois essas são realmente diferentes. O mentor de Chico Xavier (Emmanuel) afirma:

            “(...) a individualidade em transito, da experiência feminina para a masculina ou vice-versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese o corpo em formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referência à mulher nas mesmas circunstâncias”.

                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO” - Walter Barcelos – 4 a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 87. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

                    GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                          POR QUE ISSO OCORRE?

            Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
            Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
            A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
            A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
            Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
            Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
            Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
            Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
            O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
            Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
            Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
            Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
            Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
            Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
            Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
            E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. Nº. 40. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - POR QUE ISSO OCORRE? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


          GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

                   POR QUE ISSO OCORRE?

Primeiramente, podemos dizer que para o jovem não basta informação: é preciso manutenção.
Outro fator é a qualidade da informação recebida, A jornalista Regina Castro lembra que “a educação do adolescente foi entre a mídia e ao consumo”. O que temos na mídia são 5% de reportagens sérias e programas bem-intencionados e 95% de confusão e sensualismo, desde filmes, novelas e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor até livros ensinando técnicas de conquistas e prazeres na cama, semelhando a livros ensinando a caçar e cozinhar, com tal frieza e hipocrisia, que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a humanidade. Falar em valores da família chega a ser difícil.
A prática física do sexo também passou a ser uma obrigação social, e os que buscam pensar e agir diferente são por vezes discriminados pelos outros jovens. O sexo hoje está universalizando e os valores vigentes apontam para um desejo sexual desequilibrado, prazer sem preço, promiscuidade, obrigatoriamente do sexo no namoro, satisfação de fantasias, infidelidade, e resvala amiúde na prostituição feminina, masculina e homossexual.
A iniciação sexual, que era mais possível aos rapazes, e a idade varia dos 13 aos 16 anos, hoje reduziu o prazo para começar, estando iguais as possibilidades para meninas e meninos, e a idade dos 10 aos 14 anos.
Iniciando mais cedo e estando suscetíveis a influências, os adolescentes são vítimas das induções psicológicos sexuais negativas na atualidade, tais como o mau exemplo dos pais, ao mercado de ofertas, a literatura de estímulo, às revistas especializadas, ao forte mercado do sexo e da  pornografia, as festas de cada dia cada vez mais liberais, à utilização de drogas e álcool, à moda sensualista, à proliferação dos disque-sexo, ao uso da Internet como busca do prazer sexual, às fitas de vídeo facilmente locáveis, ao interesse comercial em se explorar tão rentável faixa de público consumidor entre outras.
Muito se fala de prazer e pouco se fala de responsabilidade, de conseqüências de nossos atos sexuais, acabando por construir-se na maior propaganda enganosa de nossos tempos.
Com o materialismo tão em voga como hoje, sentimos o esquecimento dos valores morais e éticos por parte da sociedade e mesmo das famílias, culminando com o amor livre, tão pregado quão praticado em meio a juventude, trazendo compromissos espirituais sérios e prejuízos morais para toda a Humanidade.
Eis aí o reflexo de nossa imperfeição: usamos mal os recursos criadores do sexo em nossas vidas pregressas e modernamente usamos a liberdade que recebemos para consertar nossos erros, de modo a complicá-los ainda mais.
O principal motivo para que ocorra esse problema está na educação do lar.
Pais abandonaram seus filhos ao aprendizado do mundo. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, deixam mães e pais que aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Achamos interessante a expressão “órfãos de educação sexual”, que define bem a situação. A TV, com seus péssimos exemplos em maioria, é hoje a maior fonte de aprendizado sobre sexo.
Na mesma reportagem Regina Castro coletou que os jovens se informam sobre sexo mais em conversas com amigos (90% dos jovens que responderam à pesquisa), em informações em revistas (76%), programa de TV (63%), conversa com os pais (50%). Indagados sobre qual seria a melhor forma, a maioria preferiria as conversas com os pais.
Os pais devem participar mais das descobertas de seus filhos.
Certos espíritos afinizam-se mais com os jovens descuidados e os “hipnotizam”, buscando abrir a porta da reencarnação, provocando a gravidez indesejada e inesperada nas adolescentes, que, imaturas e desamparadas de melhor orientação educativa dentro do ambiente doméstico, acabam por cair na cilada do prazer fácil e sem medir conseqüências físicas, morais espirituais.
Outros experimentam a prática sexual com a desculpa de que precisam testa em todas as tentativas de afeição para saber se há amor entre os parceiros, pois, se não der certo o relacionamento, é porque não deveriam permanecer juntos. Querem tentar até achar o par ideal para casar... Pobre ilusão! E os que ficam casados 20, 30 e 40 anos e depois se separam, qual a desculpa? Não tiveram tempo para se conhecer? Não se mede afeição pela prática física do sexo, mas por inúmeras variantes (entre elas o sexo, sem dúvida) mais complexas.
Nunca achar que somente poderá ocorrer com a filha dos outros, ou, se achar que poderá ocorrer com a nossa, tentar resolver o problema com censuras, agressões verbais, violência, expulsão de casa.
E sobretudo jamais olvidar que nós recebemos nossos filhos hoje, no mesmo ponto em que os deixamos no passado, elucidando-nos Emmanuel que “a filha detida nos desregramentos do coração é a jovem que, noutro tempo, induzimos ao desequilíbrio e à crueldade”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Jeomar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

RHEDAM. (rhedam@gmail,com)