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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 256. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS?

            A “vítima” silenciosa neste problema é o filho ou a filha que chegará ao mundo, já enfrentando seu primeiro problema. Colocamos a palavra vítima entre aspas porque sabemos que ninguém é cem por cento vítima e o retorno desse espírito ao orbe terreno se faz dentro das leis demérito e necessidade.
            Os avós é que tem arcado, na maior parte dos casos, com a renúncia de criar uma criança que nasce carregado consigo toda a esperança de uma nova vida.
            Isso acarreta vários problemas na criação desses filhos, que crescerão sem a figura de um pai e de uma mãe assumindo seu papel.
            O correto é que os pais assumindo sua posição e suas responsabilidades. Divaldo Pereira Franco esclarece-nos: “Quando dois seres, jovens ou não, se buscam e se deixam abrasar pelo desejo, devem arcar com os efeitos desse ato, desde que toda ação produz uma reação equivalente”.
            Mesmo que represente sacrifícios ao jovem casal, estejam eles dispostos a assumir, deverão os pais apoiá-los sem querer tornar para si tal tarefa, a titulo de exonerá-los das lutas com as quais eles mesmos se comprometeram.
            Os homens descobriram o prazer do sexo antes do casamento; devem encarregar-se de todas as consequências que daí advenham. Não estamos adotando atitudes puritanistas, mas afirmando que a sexualidade tem que estar a serviço do amor, e o amor jamais tem pressa. Somos livres para buscar qualquer sensação, porém somos escravos em seus resultados. Debalde tentaremos fugir de nossos compromissos. Se fugirmos nesta vida, eles nos alcançarão, mais dia, menos dia.
            Podemos buscar a prática sexual a qualquer momento, em qualquer posição da vida; mas que o façamos com bom senso e maturidade, conscientes dos riscos e dispostos a cumprir nossos encargos.
            Portanto a gravidez na adolescência deve ser levada a termo e o rebento da relação deve, se possível, ser abraçado pelos que o conceberam.
            Richard Simonetti recorda-nos: “Deus sustenta a vida, mas sua manifestação, condição e qualidade dependem de nossas iniciativas”.
            Saibamos que exercer sexualidade com alguém é empenhar-se perante esse alguém. Se esse alguém se apaixonar, se matar, sentir-se desprezado, entrar em quadro de neurose, depressão, frustrações, psicoses, tristeza, desespero, amargura, seria lícito abandoná-lo?
            Sexo antes de casamento cada um decide, mas como ficam as pessoas depois, se não mais quisermos a afeição?
            Não é e nunca será justo o filho pagar o preço, o tributo da transitória união dos pais...
            Em qualquer tipo de vínculo, a responsabilidade perante a Justiça Divina é imensa. Foge à irresponsabilidade, para não agarrares teus problemas. Afirmamos co Emmanuel: “o sexo é energia curativa, mas o amor necessita estar junto dele, a funcionar por leme seguro”.
           
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - “Somos Responsáveis Por Nossos Irmãos Mais Novos, Os Animais”. - CHICO XAVIER.

CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.       

   “Somos Responsáveis Por Nossos Irmãos Mais Novos, Os Animais”.

            Em encontro de espíritas de vários estados brasileiros, em maio de 1991, Em Uberaba, Minas Gerais, Chico Xavier assim se expressou sobre o relacionamento dos homens com os animais.
            “Nossos benfeitores espirituais nos esclarecem que é preciso que todos nós consideremos que os animais diversos, a nos rodear a existência de seres humanos em evolução no planeta Terra, são os nossos irmãos menores, desenvolvendo em si mesmo o próprio princípio inteligente. Se nós, seres humanos, já alcançamos os domínios da inteligência, desenvolvemos agora as potências intuitivas. Eles, os animais, estão aperfeiçoando, paulatinamente, seus instintos, na busca da inteligência. Da mesma maneira que nós, humanos, aspiramos alcançar, algum dia, a angelitude da Vida Maior, personificada em nosso Mestre e Senhor Jesus, eles, os animais, aspiram ser no futuro distante homens e mulheres inteligentes e livres. Podemos nos considerar como irmãos e mais experimentados dos animais.
            Ora, se nós já sabemos que a lei divina institui a solidariedade entre os seres, por isso podemos facilmente concluir que a nós, seres humanos, Deus outorgou a condução e a proteção de nossos irmãos mais novos, os animais”.


                                                                                  Chico Xavier.

Fonte: Documento Verdade - Editora Escala - No. 4 - 2002.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de setembro de 2018

- A ARTE DE VIVER COM... - CUMPRINDO OS NOSSOS DEVERES. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)


CUMPRINDO OS NOSSOS DEVERES.                        

“Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor mútuo, pois quem ama o próximo cumpre a lei”. Paulo - (Romanos, 13:8).

            Nesta mensagem de Paulo, o Apóstolo, têem muito haver com as vossas obrigações pessoais diante de Deus e dos homens para o cumprimento das vossas tarefas familiares, profissionais, religiosas e sociais.
            Devem manter em vossas vidas sempre os melhores princípios éticos e morais para com todos, sem angariarem qualquer débito para com aqueles com quem conviverem.
            Aprendam que a vida terrena tem quer ser pautada dentro do amor para com todos, expressando-o através do respeito e do perdão à aqueles que tentam vos prejudicar.  Praticando a justiça ensinada por Jesus – “daí à Cesar o que é de Cesar; e à Deus o que é de Deus”, - cumprindo essa Lei crescem diante d’Ele. Assim, aprenderão a praticar a maior das Leis deixada pelo Cristo que, vos habilitam a salvação evolutiva de vossas vidas, a da caridade. Disse-vos Ele: “Fora da Caridade não há Salvação”.   
            A ética e a moral Cristã não vos cobram nada, apenas vos alertam para exercitarem a fé na vida após a morte que, construirão conforme a aplicação das Leis naturais ao vosso modo de viver.
            O Espiritismo vos ensina todas as formas para viverem em harmonia convosco mesmo e com os vossos irmãos da jornada terrena. Por ser ele, o cristianismo redivivo, esclarece-vos, tudo sobre as escolhas que devem fazer para a vossa evolução futura.
            Na presente existência são os cultivadores de vossas dores e sentimentos inferiores que expiarão quando na vida espiritual. Mas, também são os artífices das vossas alegrias e das vossas realizações positivas que, haverão de viver na erraticidade, conquistadas, pelas boas ou más escolhas e atitudes que realizarem quando encarnados.
            Devem seguir o ensinamento do Cristo que vos alertou: “antes de fazer a tua oferta, doação, aos necessitados, vá reconciliar-te com o teu irmão”, para que os dissabores terrenos entre vós sejam esclarecidos ainda nesta vida e não os levem para a vida futura. Pois, através dos sentimentos inferiores entre os envolvidos, poderão quando desencarnados agravar a vossa situação, como obsessores e obsediados. 
            Desse modo, estarão libertos de infrações comprometedoras para com alguém, livres, com as simples soluções de – amar o seu semelhante como a si mesmos – perdoando e sendo perdoados sem levarem o ônus do débito por tempo indeterminado, para a vida espiritual. Esse é o verdadeiro exemplo do Humilde de Assis, que deverá ser seguidos por todos os Cristãos Espíritas ou não Espíritas, na presente existência.
            Saldar débitos do passado e do presente, aqui e agora, é um passo para o vosso aprimoramento espiritual no futuro.

            Evoluir sempre com a paz e o perdão.

                                                                                              Dr. Humberto.

 (Mensagem recebida em Piracicaba, em 16, Fevereiro de 2017, às 14,55, horas. Pela Mediunidade Intuitiva do médium Dr. Carlos.)


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 18 de julho de 2018

- PROBLEMAS DE DROGAS EM SUA FAMÍLIA E AMIGOS? - PROCURE O NAR-ANON! - N º. 247. - ATENÇÃO CONSTANTE - PREPARAR NOSSOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

ATENÇÃO CONSTANTE - PREPARAR NOSSOS FILHOS.

            A primeira atitude dos pais deverá ser a da atenção para com os seus filhos, orientando e estando alerta para evitar o contato com a droga.
            Ensiná-los a lidar com o convite aos tóxicos, não aceitando coisas de estranhos, não se enganando com desafios que nos levem a experimentá-los (tóxicos), prevenindo-os dos perigos e prejuízos de tal consumo, orientando-os a não se envolverem com pessoas ligas ao tráfico ou distribuição com os entorpecentes, acompanhando-lhes as reações ante os problemas da vida.
            Desde os primeiros dias da infância, não ministrar remédios a esmo nem estimulá-los à automedicação, nem deixar que terceiros o façam, dando você mesmo a dose necessária.
            Buscar descobrir, quanto antes possível, se seu filho está usando drogas, ou se já usou, a não se tornar dependentes delas. A recuperação de jovens no início do contato, alcança sucesso de até 90%; já, como dependentes profundos, alcança apenas 10 a 20%.
            Observar sintomas que em conjunto (individualmente significam outro problema médico e psicológico) possam trazer indícios de envolvimento: mudanças de comportamento, apatia, indiferença, falta de apetite, desinteresse pelos estudos e esportes, desleixo com a própria aparência, troca do dia pela noite e outras na mesma direção.
            Estes cuidados permanentes podem cansar, contudo lembramos certa afirmativa de Chico Xavier, cuja obra deslembramos: “Nossos filhos são tesouros  ao mesmo tempo, tesouras para cortar nossas arestas...”
            A melhor atitude dos pais para prevenir é das mesmas que veremos adiante para corrigir e suportar o problema. Aqui colocamos alguns cuidados para evitar que nossos tutelados caiam nessa armadilha. Alias, prevenção será sempre mais barato e mais fácil do remediar.
            Abracemos o alerta da nossa querida Joana de Ângelis: “Se és pai ou mãe, não pense que o teu lar estará poupado. Observa o comportamento dos filhos, mantém-te atento, cuida deles desde ante da ingerência e do comprometimento nos embalos dos estupefacientes e dos alucinógenos, em cuja oportunidade podes auxiliá-los e preservá-los”.
            O que vem acontecendo nos lares é que a maioria dos pais e das mães estão despreparados para enfrentar as dificultas do trabalho educativo e acabam por tomar atitudes erradas, tanto na prevenção quanto na terapêutica, para corrigir os problemas que surgem.
            A maioria é muito complacente em relação à conduta de seus rebentos, influenciados pelo liberalismo que vige nos dias atuais, apesar de já estar havendo uma mudança no enfoque e na necessidade do não.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 4 de junho de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 243. EDUCANDO NO LAR. - A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS. - JOAMA ZANELINI NAZARETH.


                                   EDUCANDO NO LAR.

            A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS.

            “Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo”.

                                                                       Emmanuel – Livro: Vida e Sexo – FEB.
  
            É inegável a importância das energias genésicas na construção dos ideais humanos. A sexualidade é energia e vibração presente nas criaturas, fazendo com que o ser humano busque a afetividade como aspiração maior, propiciando a existência da família, da própria civilização, tudo do aprimoramento da sociedade humana, das experiências que enriquecem a todos nós, acontecendo em nome das relações afetivas os grandes progressos, bem como inúmeras guerras e tragédias cotidiana.
            Conforme a frase inicial de Emmanuel, percebemos o respeito e a compreensão que devemos a esta força divina, irradiadora de paz e harmonia, quando encaminhada na direção correta. Não esqueçamos que esta força está presente em todos os seres, em qualquer nível evolutivo, logicamente diferenciado em função do grau de aprimoramento espiritual, até alcançarmos o amor puro no degrau mais alto da escada. Do instinto do animal ao sentimento divino que condena e mantém o Universo em funcionamento perfeito, tudo é fruto da manifestação do que já carregamos em nosso coração.
            O instinto sexual e, portanto, o amor em fase de crescimento. Não podemos circunscrever a sexualidade a contatos momentâneos de corpos físicos. A nossa sexualidade traduz muito mais do que instantes de prazer. É a manifestação de todos os nosso sentimentos, desejos, tendências e ideais. Está presente em nossas palavras, em nossos pensamentos, em nosso olhar, em nossos sonhos. A troca de energias não se resume a um momento de clímax; mas na amizade, no respeito, no toque das mãos, no carinho da convivência sadia, na alegria, nas pequenas boas coisas da vida, em todos os instantes do nosso dia.
            Meditemos com Emmanuel: “em nenhum caso, ser-nos-á lícito subestimar a importância da energia sexual que, na essência, verte da criação divina para a constituição e sustentação de todas as criaturas”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 30 de abril de 2018

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 238. EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS. - ATENÇÃO CONSTANTE - PREPARAR NOSSOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


EDUCAÇÃO - DROGAS UM DESAFIO PARA OS PAIS.

ATENÇÃO CONSTANTE - PREPARAR NOSSOS FILHOS.

            A primeira atitude dos pais deverá ser a da atenção para com os seus filhos, orientando e estando alerta para evitar o contato com a droga.
            Ensiná-los a lidar com o convite aos tóxicos, não aceitando coisas de estranhos, não se enganando com desafios que nos levem a experimentá-los (tóxicos), prevenindo-os dos perigos e prejuízos de tal consumo, orientando-os a não se envolverem com pessoas ligas ao tráfico ou distribuição com os entorpecentes, acompanhando-lhes as reações ante os problemas da vida.
            Desde os primeiros dias da infância, não ministrar remédios a esmo nem estimulá-los à automedicação, nem deixar que terceiros o façam, dando você mesmo a dose necessária.
            Buscar descobrir, quanto antes possível, se seu filho está usando drogas, ou se já usou, a não se tornar dependentes delas. A recuperação de jovens no início do contato, alcança sucesso de até 90%; já, como dependentes profundos, alcança apenas 10 a 20%.
            Observar sintomas que em conjunto (individualmente significam outro problema médico e psicológico) possam trazer indícios de envolvimento: mudanças de comportamento, apatia, indiferença, falta de apetite, desinteresse pelos estudos e esportes, desleixo com a própria aparência, troca do dia pela noite e outras na mesma direção.
            Estes cuidados permanentes podem cansar, contudo lembramos certa afirmativa de Chico Xavier, cuja obra deslembramos: “Nossos filhos são tesouros  ao mesmo tempo, tesouras para cortar nossas arestas...”
            A melhor atitude dos pais para prevenir é das mesmas que veremos adiante para corrigir e suportar o problema. Aqui colocamos alguns cuidados para evitar que nossos tutelados caiam nessa armadilha. Alias, prevenção será sempre mais barato e mais fácil do remediar.
            Abracemos o alerta da nossa querida Joana de Ângelis: “Se és pai ou mãe, não pense que o teu lar estará poupado. Observa o comportamento dos filhos, mantém-te atento, cuida deles desde ante da ingerência e do comprometimento nos embalos dos estupefacientes e dos alucinógenos, em cuja oportunidade podes auxiliá-los e preservá-los”.
            O que vem acontecendo nos lares é que a maioria dos pais e das mães estão despreparados para enfrentar as dificultas do trabalho educativo e acabam por tomar atitudes erradas, tanto na prevenção quanto na terapêutica, para corrigir os problemas que surgem.
            A maioria é muito complacente em relação à conduta de seus rebentos, influenciados pelo liberalismo que vige nos dias atuais, apesar de já estar havendo uma mudança no enfoque e na necessidade do não.

            Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JoamarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 27 de abril de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA; - N º. 237. - GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. - E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS? - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

  GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

 E OS FILHOS DE NOSSOS FILHOS?

            A “vítima” silenciosa neste problema é o filho ou a filha que chegará ao mundo, já enfrentando seu primeiro problema. Colocamos a palavra vítima entre aspas porque sabemos que ninguém é cem por cento vítima e o retorno desse espírito ao orbe terreno se faz dentro das leis demérito e necessidade.
            Os avós é que tem arcado, na maior parte dos casos, com a renúncia de criar uma criança que nasce carregado consigo toda a esperança de uma nova vida.
            Isso acarreta vários problemas na criação desses filhos, que crescerão sem a figura de um pai e de uma mãe assumindo seu papel.
            O correto é que os pais assumindo sua posição e suas responsabilidades. Divaldo Pereira Franco esclarece-nos: “Quando dois seres, jovens ou não, se buscam e se deixam abrasar pelo desejo, devem arcar com os efeitos desse ato, desde que toda ação produz uma reação equivalente”.
            Mesmo que represente sacrifícios ao jovem casal, estejam eles dispostos a assumir, deverão os pais apoiá-los sem querer tornar para si tal tarefa, a titulo de exonerá-los das lutas com as quais eles mesmos se comprometeram.
            Os homens descobriram o prazer do sexo antes do casamento; devem encarregar-se de todas as consequências que daí advenham. Não estamos adotando atitudes puritanistas, mas afirmando que a sexualidade tem que estar a serviço do amor, e o amor jamais tem pressa. Somos livres para buscar qualquer sensação, porém somos escravos em seus resultados. Debalde tentaremos fugir de nossos compromissos. Se fugirmos nesta vida, eles nos alcançarão, mais dia, menos dia.
            Podemos buscar a prática sexual a qualquer momento, em qualquer posição da vida; mas que o façamos com bom senso e maturidade, conscientes dos riscos e dispostos a cumprir nossos encargos.
            Portanto a gravidez na adolescência deve ser levada a termo e o rebento da relação deve, se possível, ser abraçado pelos que o conceberam.
            Richard Simonetti recorda-nos: “Deus sustenta a vida, mas sua manifestação, condição e qualidade dependem de nossas iniciativas”.
            Saibamos que exercer sexualidade com alguém é empenhar-se perante esse alguém. Se esse alguém se apaixonar, se matar, sentir-se desprezado, entrar em quadro de neurose, depressão, frustrações, psicoses, tristeza, desespero, amargura, seria lícito abandoná-lo?
            Sexo antes de casamento cada um decide, mas como ficam as pessoas depois, se não mais quisermos a afeição?
            Não é e nunca será justo o filho pagar o preço, o tributo da transitória união dos pais...
            Em qualquer tipo de vínculo, a responsabilidade perante a Justiça Divina é imensa. Foge à irresponsabilidade, para não agarrares teus problemas. Afirmamos co Emmanuel: “o sexo é energia curativa, mas o amor necessita estar junto dele, a funcionar por leme seguro”.
           
Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 27 de março de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - O REINO DO CÉUS PODE ESTAR NOS NOSSOS CORAÇÕES. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)


                        EVANGELHO NO LAR.


 O REINO DO CÉUS PODE ESTAR NOS NOSSOS CORAÇÕES. 


PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.
            
                 Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “(...) pelo ensinamento da lei de Jesus, ganha-se o Céu pela caridade e doçura.”
       (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, CAP. 4, ITEM 11)

            Todos desejamos conquistar o reino dos Céus, mas sabemos ser com total sacrifício das próprias vaidades que nos candidatamos a desfrutar a paz no mundo espiritual.
            Lembramos que o reino dos Céus precisa ser muito bem entendido como um estado de elevação do espírito-centelha de luz que continuará brilhando pela eternidade.
            Ele não poderá ser tomado como um reinado do mundo, repleto de palácios e tronos.
            Esse estado represente trabalho contínuo para seus habitantes – espíritos que atingiram um grau de perfeição e passaram, assim, a colaborar na grande obra do Criador, no reerguimento dos homens na busca da perfeição.
            Em todos sacrificados. Dentre eles, João batista que foi decapitado em virtude de suas pregações não serem aceitas na época, pois a energia do seu caráter não apoiava a corrupção dos costumes.
            João Batista era um profeta, um médium. Por intermédio dele, os espíritos do Senhor, encarregados de despertar a humanidade, falavam.
            No Evangelho de Mateus, Jesus tornou a confirmar que João Batista era o Elias que havia de vir, conforme enunciado nas Escrituras, Jão Batista era Elias reencarnado.
            Quando o Mestre falava “o que ouvidos de ouvir ouça”, sabia de imediato que nem todos estavam a altura de entender o fenômeno da reencarnação, mas deixava os seus ensinos para que, mais tarde a inteligência, desenvolvida pelo esforço e estudo do homem, viesse a analisar e a compreender certas verdades.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.




                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - N º. 224, - EDUCANDO NO LAR. - A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



                     EDUCANDO NO LAR.

A SEXUALIDADE DE NOSSOS FILHOS.
  
“Sexo é espírito e vida, a serviço da felicidade e da harmonia do Universo”.

                                     Emmanuel – Livro: Vida e Sexo – FEB.

            É inegável a importância das energias genésicas na construção dos ideais humanos. A sexualidade é energia e vibração presente nas criaturas, fazendo com que o ser humano busque a afetividade como aspiração maior, propiciando a existência da família, da própria civilização, tudo do aprimoramento da sociedade humana, das experiências que enriquecem a todos nós, acontecendo em nome das relações afetivas os grandes progressos, bem como inúmeras guerras e tragédias cotidiana.
            Conforme a frase inicial de Emmanuel, percebemos o respeito e a compreensão que devemos a esta força divina, irradiadora de paz e harmonia, quando encaminhada na direção correta. Não esqueçamos que esta força está presente em todos os seres, em qualquer nível evolutivo, logicamente diferenciado em função do grau de aprimoramento espiritual, até alcançarmos o amor puro no degrau mais alto da escada. Do instinto do animal ao sentimento divino que condena e mantém o Universo em funcionamento perfeito, tudo é fruto da manifestação do que já carregamos em nosso coração.
            O instinto sexual e, portanto, o amor em fase de crescimento. Não podemos circunscrever a sexualidade a contatos momentâneos de corpos físicos. A nossa sexualidade traduz muito mais do que instantes de prazer. É a manifestação de todos os nosso sentimentos, desejos, tendências e ideais. Está presente em nossas palavras, em nossos pensamentos, em nosso olhar, em nossos sonhos. A troca de energias não se resume a um momento de clímax; mas na amizade, no respeito, no toque das mãos, no carinho da convivência sadia, na alegria, nas pequenas boas coisas da vida, em todos os instantes do nosso dia.
            Meditemos com Emmanuel: “em nenhum caso, ser-nos-á lícito subestimar a importância da energia sexual que, na essência, verte da criação divina para a constituição e sustentação de todas as criaturas”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - N º. 220. - NOSSOS FILHOS E A VIOLÊNCIA. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



      NOSSOS FILHOS E A VIOLÊNCIA.

            Os pais vivem a problemática, com a responsabilidade de proteger seus filhos, preparando-os para enfrentar a violência do mundo, impondo um padrão de conduta mais elevado, resistindo aos convites do desequilíbrio.
            A violência está presente dentro e fora do domínio de nossos lares. Comentando aquela que ocorre dentro de nossas esferas domésticas, podemos dividi-la em violência externa, como aquela trazida pela televisão (com inúmeros exemplos), jornais etc..., e aquela oriunda de nossas atitudes automáticas, do nosso patrimônio moral, do nosso mundo íntimo: exigências, discussões, gritaria, autoritarismo, ausência de liberdade à criança em suas manifestações, decisão incondicional sobre os destinos de conjugues e filhos, abalos psicológicos oriundos de separações conjugais, abandonos rigor excessivo, falta de diálogo e carinho, surras coações físicas, superproteção, etc.

            Como preparar nosso filhos para enfrentara violência?
            Com certeza, o comportamento dos pais ante os perigos da violência dentro do lar serão uma forte exemplo para os filhos.
            Existe a necessidade de corrigenda e da proteção no trabalho da educação, mas muito mais cuidado para não se romper a linha que separa a autoridade do autoritarismo, a energia do rigor excessivo, para que a criança possa ser verdadeiramente corrigida, sem plantar o pavor e a revolta em seu coração.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor JeomarZanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)