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terça-feira, 29 de abril de 2014

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO IV. - TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS. - QUESTÃO N º. 79. - ALLAN KARDEC

                                SEGUNDA PARTE.

     DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                                      CAPÍTULO IV.

            TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS.

79. Quando se faz o vácuo sob a campana da maquina pneumática, esta campana adere com uma tal força que é impossível levantá-la por causa do peso da coluna de ar que pesa sobre ela. Que se deixe entrar o ar, e a campana se levanta com a maior facilidade, porque o ar de baixo faz contrapeso com o ar de cima, entretanto, abandona a si mesma, ficará sobre o prato em virtude da lei da gravidade. Agora, que o ar de baixo seja comprimido, que tenha uma densidade maior que a de cima, e a campana será erguida mal grado a lei da gravidade; se acorrente de ar for rápida e violenta, poderá ser sustentada no espaço sem nenhum apoio visível, a maneira desses bonecos que se faz voltear sobre um jato de água. Por que, pois, o fluido universal, que é o elemento de toda a matéria, estando acumulado ao redor da mesa, não teria a prioridade de diminuir-lhe ou aumentar-lhe o peso específico relativo, como o ar o faz com a campana da máquina pneumática, como o gás de hidrogênio o faz com os balões, sem que sejam, por isso, derrogadas as leis da gravidade? Conheceis todas as propriedades e toda a força desse fluido? Não; muito bem! Não negueis, pois, um fato porque não podeis explicá-lo.

            Fonte: “Livro dos Médiuns“, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, páginas 57 e 58, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)

quinta-feira, 13 de março de 2014

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO IV. - TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS. - ITEM N º. 78. - ALLAN KARDEC.

                          SEGUNDA PARTE.

  DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                                CAPÍTULO IV.

        TEORIA MANIFESTAÇÕES FÍSICAS.

78.       Os incrédulos também objetam que o fato da suspensão da mesa sem ponto de apoio é impossível, porque é contrário à lei da gravidade. Responderemos, desde logo, que sua negação não é uma prova; em segundo lugar, que, se o fato existe, por mais contrário a todas as leis conhecidas, isso provaria uma coisa: que repousa sobre uma lei desconhecida e que os negadores não podem ter a pretensão de conhecer todas as leis da Natureza. Acabamos de Explicar esta lei, mas não é uma razão para que seja aceita por eles, precisamente porque foi dada pelos Espíritos que tiraram sua roupa terrestre, em lugar de ser por Espíritos que a têm ainda e que se sentam na Academia. De tal sorte que se o Espírito de Arago vivo tivesse apresentado essa lei, a teriam aceito de olhos fechados; mas dada pelo Espírito Arago morto, é uma utopia, e por que isso? Porque crêem que estando Arago morto, tudo está morto nele. Não temos a pretensão de dissuadi-los; entretanto, como esta objeção poderia embaraçar certas pessoas, vamos ensaiar em respondê-la, desde seu ponto de vista, quer dizer, fazendo abstração, por um instante, da teoria da animação factícia.

            Fonte, “Livro dos Médiuns“, Allan Kardec, 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - CAPÍTULO. IV. - PRINCÍPIO VITAL. - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS. - Questão. Nº. 65. – ALLAN KARDEC

                O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                                   CAPÍTULO. IV.

                              PRINCÍPIO VITAL.

    SERES  ORGÂNICOS E INORGÂNICOS.

            Questão. Nº. 65. – O princípio vital reside em alguns dos corpos que conhecemos? 

            - Ele tem sua fonte no fluido universal; é o que chamais de fluido magnético ou fluido elétrico animalizado. É o intermediário, o elo entre o espírito e a matéria.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec – 54 a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - CAPÍTULO. IV. - PRINCÍPIO VITAL. - SERES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS. - Questão. Nº. 61. - ALLAN KARDEC.

                   O LIVRO DOS ESPÍRITOS.                    

                                     CAPÍTULO. IV.

                                PRINCÍPIO VITAL.

 SERES  ORGÂNICOS E INORGÂNICOS.

            Questão. Nº. 61. – Existe alguma diferença entre a matéria dos corpos orgânicos e aquela dos corpos inorgânicos?

            - A matéria é sempre a mesma, porém, nos corpos orgânicos, está animalizada.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec – 54 a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.


                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - CAPÍTULO IV. - SISTEMAS. - 46. Continuação. – Sistema pessimista, diabólico ou demoníaco. - ALLAN KARDEC.



                                               CAPÍTULO IV.

                                                      SISTEMAS.

        46. Continuação. – Sistema pessimista, diabólico ou demoníaco.

            Cremos que certas pessoas professaram essa doutrina de boa fé; mas cremos, também, que outras o fizeram unicamente para evitarem de se ocupar com essas coisas, por causa das más comunicações a que estão expostos a receber; dizendo que só o diabo se manifesta, quiseram assustar, mais ou menos como quando se diz a uma criança; não toques nisto, porque isso queima. A intenção pode ser boa, mas o fim é errado; porque a proibição só excita a curiosidade, e o medo do diabo retém a bem pouca gente; se quer vê-lo, seja apenas para ver como é feito, e se fica muito admirado de não encontrá-lo tão negro como se havia acreditado.
            Não se poderia ver também um outro motivo nessa teoria do diabo? Há pessoas que acham que todos os que não são de sua opinião estão errados, ora, os que pretendem que todas as comunicações são obra do demônio, não estariam movidas pelo medo de não se acharem os Espíritos de acordo com eles em todos os pontos, mais ainda sobre os que tocam os interesses deste mundo mais do que do outro? Não podendo negar os fatos, quiseram apresentá-los de maneira apavorante; mas esse meio não impediu o avanço mais do que os outros. Onde o medo do ridículo é impotente, é preciso resignar-se a deixar passar as coisas.
            Um muçulmano que ouvisse um Espírito falar contra certas leis do Corão pensaria, certamente, que este era um mau Espírito; o mesmo seria com um judeu no que concerne a certas práticas da lei de Moisés. Quanto aos católicos, ouvimos um deles afirmar que o Espírito que se comunicava não podia ser senão o do diabo, porque se havia permitido pensar de outro modo que ele sobre o poder temporal, ainda que não houvesse, de resto, pregado senão a caridade, a tolerância, o amor ao próximo, e a abnegação das coisas deste mundo, máximas ensinadas pelo Cristo.
            Os Espíritos, não sendo outros que as almas dos homens, e os homens não sendo pereitos, disso resulta que há Espíritos igualmente imperfeitos e cujo caráter se reflete nas suas comunicações. É um fato incontestável que há maus, astuciosos, profundamente hipócritas, e contra os quais é preciso manter-se em guarda; mas, porque se encontram no mundo homens perversos, não é uma razão para se fugir de toda a sociedade. Deus nos deu a razão e o juízo para apreciar os Espíritos, assim como os homens. O melhor meio de se presumir contra os inconvenientes que pode apresentar a prática do Espiritismo, não é o interditá-lo, mas o de fazê-lo compreender. Um medo imaginário não impressiona senão um instante e não afeta todo mundo, a realidade, claramente demonstrada, é compreendida por todos.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)

domingo, 7 de abril de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - CAPÍTULO IV. - SISTEMAS. - 45. – Sistema sonambúlico. - ALLAN KARDEC.


                                            CAPÍTULO IV.

                                                 SISTEMAS.

            45. – Sistema sonambúlico. Este sistema fez mais partidários, e conta mesmo, ainda, com alguns. Como o precedente, admite que todas as comunicações inteligentes têm sua origem na alma ou espírito do médium; mas, para explicar sua aptidão, para tratar de assuntos de fora dos seus conhecimentos, em lugar de supor nele uma alma múltipla, atribui essa aptidão a uma superexcitação momentânea das faculdades mentais, a uma espécie de estado sonambúlico ou extático, que exalta e desenvolve sua inteligência. Não se pode negar, em certos casos, a influência dessa causa; mas basta ter visto operar a maioria dos médiuns para se convencer de que ela não pode resolver todos os fatos, e que ela não pode resolver todos os fatos, e que forma a exceção e não aregra. Poder-se-ia crer que assim ocorre, se o médium tivesse sempre o ar de um inspirado ou extático, aparência, aliás, que poderia perfeitamente simular se quisesse representar uma comédia; mas, como crer na inspiração, quando o médium escreve como uma máquina, sem ter a menor consciência daquilo que obtém, sem a menor emoção, sem se ocupar do que faz, olhando para outra parte, rindo e fazendo diferentes coisas? Concebe-se a superexcitação das idéias, mas não se compreende como possa fazer escrever àquele que não escrever, e ainda mais quando as comunicações são transmitidas por pancadas, ou com a ajuda de prancheta ou de uma cesta. Veremos, na continuação desta obra, a parte que é preciso conceder à influência das idéias do médium; mas os fatos nos quais a inteligência estranha se revela por sinais incontestáveis são tão numerosos e evidentes, que não podem deixar dúvida a seu respeito. O erro da maioria dos sistemas nascidos na origem Espiritismo, foi ter tirado conclusões gerais de alguns fatos isolados.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(rrhedam@gmail.com)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - CAPITULO IV. - SISTEMAS. - QUESTÃO Nº. 40. - ALLAN KARDEC.


                                                  CAPITULO IV.

                                                       SISTEMAS.

            39. Sistema da loucura. Alguns, por condescendência, admitem afastar a suspeita de fraude e pretendem que aqueles que não fazem ingênuos são ingênuos eles mesmos: o que quer dizer que são imbecis. Quando os incrédulos nisso colocam menos formalidade, dizem muito simplesmente que se trata de loucura, atribuindo-se assim, sem cerimônia, o privilégio do bom-senso. Esse é o grande argumento daqueles que não tem uma boa razão a opor. De resto, esse modo de ataque se tornou ridículo por ser banal, e não merece que se perca tempo em refutá-lo. Os espíritas, aliás, pouco se importam com isso; tomam bravamente seu partido e se consolam pensando que têm por companheiros de infortúnio muitas pessoas cujo mérito não poderia ser contestado. É preciso, com efeito, convir que essa loucura, se loucura há, tem um caráter bem singular, que é o de atingir de preferência a classe esclarecida, entre o qual o Espiritismo conta, até o presente, a imensa maioria dos seus adeptos. Se, entre eles, encontram-se algumas excentricidades, não provam mais contra a Doutrina do que os loucos religiosos não provam contra a religião; os melomaníacos contra música; os maníacos matemáticos contra as matemáticas. Todas as idéias encontram fanáticos exagerados, e seria preciso ser dotado de um juízo bem obtuso para confundir a exageração de uma coisa com a própria coisa. Remetemos, para a mais ampla explicações a respeito, à nossa brochura: O que é o Espiritismo? E O Livro dos Espíritos (Introdução, 15).

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                      

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)