Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Provas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Provas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

- A ARTE DE VIVER COM... - NOSSAS PROVAS. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)

                               NOSSAS PROVAS.

                   “Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor Deus prometeu aos que o amam”. Paulo - (Tiago, 1:12).

                   A perseverança é a garantia íntima de que vamos conquistar o que almejamos, é a força criadora que nos da um sustentáculo de esperança, desenvolve interiormente uma força incalculável que chamamos de fé.
                   A perseverança é uma prova inconteste de paciência, pois, mostra-nos que quanto mais tolerarmos o tempo de espera para a realização dos nossos desejos ou das necessidades, mostra-nos pela intuição que estamos respeitando a vontade do Pai.           Muitas vezes a nossa ansiedade, cria-nos embaraços indesejáveis, pois, queremos a realização e a solução imediata dos nossos problemas. Esquecemos que muitas vezes esse tempo se faz necessário para o nosso aprimoramento íntimo e para provarmos a nós mesmos o tamanho da nossa fé. Sem lamurias vamos preparando o solo fértil da conquista dos nossos objetivos, pois a cada um é dado segundo as suas obras, ela dá-nos a certeza de que Deus nos proverá em tudo e na hora certa de maior necessidade.
                   Perseverar é amar, é respeitar, é aceitar, é dedicar-se cada vez mais por aquilo que desejamos.
                   Perseverar é acreditar no auxílio enviado por Deus, para a nossa sustentação Espiritual, para a nossa evolução moral.
                   Perseverar é caminhar pela estrada escolhida com a certeza de chegar ao ponto final, ileso, mesmo, passando por muitas provas e expiações durante o caminho percorrido.
                   A perseverança alimenta o nosso espírito de alegria, dá-nos segurança de viver, fortifica a nossa essência interna, ilumina o nosso rumo, diminui as nossas dores, engrandece-nos diante dos problemas encontrados, torna-nos cada dia mais forte, esperançoso, para a conquista da nossa própria vitória.
                   Quando perseveramos com os nossos pensamentos, no bem, crescemos, pois, tornamo-nos pertinazes em boas atitudes, sem esperar nada em troca. Ela transforma-nos de frágeis arbustos em frondosas arvores firmemente enraizadas pelo amor à Deus no solo da vida. dessa forma aceitamos tenazmente todas as provas que com inteligência, dedicação e sabedoria devemos ultrapassar.
                   Ser perseverante é ser resistente, e, assim, resistimos a tudo e a todos, pois sabemos da presença de Deus conosco.  

                   Perseverar é cultivar a fé.

                                                                                              Dr. Humberto.

                   (Mensagem recebida em Piracicaba, 26 janeiro de 2006, às 12,30 horas. Pela Mediunidade Intuitiva do Médium Dr. Carlos.)

                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. Nº. 255. - PROVAS E EXPIAÇÕES.- MENSAGEM DO ESPIRITISMO.


              PROVAS E EXPIAÇÕES.

            A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual.
            A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.
            A inflexibilidade e a dureza para a lei de provas e expiação, não existe para a misericórdia Divina, que, conforme a conduta do Espírito encarnado, pode dispensar na lei, em benefício do homem, quando a sua existência já demonstre certas expressões do amor que cobre a multidão dos pecados.
            Conquistada a consciência e os valores racionais, todos os espíritos são investidos de uma responsabilidade, dentro das suas possibilidades de ação; porém, são raros os que praticam seus legítimos deveres morais, aumentando os seus direitos divinos no patrimônio universal.
            Colocada por Deus no caminho da vida, como discípulo que termina os estudos básicos, a alma nem sempre sabe agir em correlação com seus bens recebidos do Criador, caindo pelo orgulho e pela vaidade, pela ambição ou pelo egoísmo, quebrando a harmonia divina pela primeira vez e penetrando em experi6encia penosas, a fim de restabelecer o equilíbrio da sua existência.
            A Terra é um plano de vida e de evolução como outro qualquer, e, nas esferas mais variadas, a alma pode cair, em sua rota evolutiva, porquanto precisamos compreender que a sede todos os sentimentos bons ou maus, superiores ou indignos, residem no âmago do espírito imperecível e não na carne que se apodrecerá com o tempo.
            Na provação coletiva verificam-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
            O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona então espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas da dívida do pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes intitulais “dolorosos acaso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no momento acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais.
            O ateísmo ou a incredulidade absoluta não existe, a não ser no jogo de palavras dos cérebros desesperados, nas teorias do mundo, no íntimo, todos os de vivência do ser, que lhes é inata. Essa idéia superior pairará acima de todos os negativismos e sairá vitoriosa de todos os decretos de força que se organizem nos Estados terrenos, porque constitui a luz da vida e a mais preciosa esperança das almas.
            Receberemos a dor de acordo coma as necessidades próprias, com vistas ao resgate do passado e à situação espiritual do futuro.
            No capítulo da ofensa, quando a recebemos de alguém que se encontra dentro do nosso nível de compreensão e do plano evolutivo, é certo que se trata de provação bem amarga, indispensável ao nosso processo de regeneração própria.
            Existem, porém, no mundo, as pedradas da ignorância e da má-fé, partidas dos sentimentos inferiores, e convém que o cristão esteja preparado e sereno, de modo a não recebê-las com sensibilidade doentia, mas com o propósito de trabalho e esforço próprio, conhecendo que as mesmas fazem parte do seu plano de vida temporária, a aonde veio para se educar, colaborando ao mesmo tempo na educação de seus semelhantes.
            Relativamente ao suicídio é oportuno repetir que a obra de Deus é a do amor e do bem, de todos os planos de vida, e devemos reconhecer que, se muitos Espíritos reencarnam com a prova das tentações ao suicídio e ao crime, é porque esses devem agir como alunos, que havendo perdido uma prova em seu curso, voltam ao estudo da mesma no ano seguinte, até obterem conhecimento e superioridade da matéria. Muitas almas efetuam a repetição de um mesmo esforço e, por vezes, sucumbem que possamos, de modo algum, imputar a Deus o fracasso de suas esperanças, porque a provid6encia Divina concede a todos os seres as mesmas oportunidades de trabalho e habilitação.

                        RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

- EVANGELHO NO LAR.. - PROVAS E CILÍCIO. - MEIMEI. (MILTES CARVALHO BONNA.)

             EVANGELHO NO LAR.

                  PROVAS E CILÍCIO.

              PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.

Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

 “Perguntai se é permitido ao homem suavizar suas próprias provas?” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 26)

            O estudo dos ensinamentos do mestre os dá condição de analisar o destino, tomando de forma fatalista por alguns. Ele nada mais é que formulações de vida planejada pelo próprio espírito, tendo em vista os atos cometidos no decorrer de sua jornada evolutiva.
            Diante desse planejamento, surgem inúmeras decisões precipitadas que se transformam em provas voluntárias perfeitamente estáveis no transcorrer da vida.
            A lei sábia do Pai nos dá oportunidade de diminuir as nossas dores com a busca dos remédios salutares que as aliviam.
            O exercício da paciência, da resignação e o esforço da inteligência na solução dos problemas são meios colocados nas nossas mãos para amenizar as aflições da alma em ttestes redentores.
            Não há necessidade de multiplicarmos as provas, muitas vezes já bem pesadas.
            Muitos torturam o próprio corpo, numa maceração inútil, privando o espírito das forças orgânicas necessárias ao cumprimento da missão na Terra.
            Qualquer tortura voluntária ou martírio imposto são contrários à Lei de Deus. Essas infrações graves são responsabilidade de quem as pratica.
            Qualquer tipo de abuso traz conseqüências inevitáveis, sujeitas a punições severas da própria natureza.
            Quando nos impomos sofrimentos visando ao alívio da dor do próximo, eles se transformam em sacrifício abençoado por Deus.
            O esforço da doação no trabalho da caridade, não apenas da beneficência, mas a renúncia aos prazeres e ao lazer para atender a um objetivo socorrista de reerguimento do próximo, representa o verdadeiro cilício de quem deseja servir a Deus.
            É o cilício aplicado à alma, e não ao corpo, que recebe as humilhações sem queixa e sem revolta, machucando o amor próprio que esconde o nome de vaidade.
            Dessa forma, a alma encarnada estará testando a coragem e a submissão à vontade de Deus.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

sexta-feira, 15 de junho de 2018

- EVANGELHO NO LAR. - EXPIAÇÃO E PROVA MAS NEM SEMPRE PROVA É EXPIAÇÃO. - MEIMEI. ( MILTES CARVALHO BONNA).


               EVANGELHO NO LAR.

EXPIAÇÃO E PROVA MAS NEM SEMPRE PROVA É EXPIAÇÃO.

                                   PARA CRIANÇAS DE 8 A 80 ANOS.
           
Do Espírito Meimei. - Psicografado pela médium Miltes Carvalho Bonna.

            “O homem nem sempre é punido, ou completamente punido em sua existência presente, mas nunca escapa às conseqüências de suas faltas”. (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 6)

            Quando sentimos o pulsar da mensagem de Jesus e já começamos a analisar o porque das nossas dores e aflições, iniciamos nossa caminhada progressiva.
            Descobrimos que as aflições inexplicáveis nesta vida, dentre elas a perda de entes queridos, de fortuna sólida, as calamidades públicas e outras mais, relacionam-se com fatos individuais e coletivos cujas origens estão em vidas anteriores.
            Diante dessas causas, a comodidade em analisar como fatalismo deve ser evitada, pois a bondade de Deus dá condições de melhorar, a cada dia, as situações impostas, testemunhamos a capacidade de cada espírito em solucionar os seus problemas.
            Não existe o destino cego: o homem pode melhorar a sua trajetória da vida de Deus. Pai Misericordioso, em Sua justiça, fornece campo e crescimento para todos.
            Diante da perda de um ente querido, a fatalidade é costumeiramente apontada, entretanto a lei se faz presente trabalhando o coração dos familiares para a aceitação do fato e a busca da compreensão dos porquês que levaram a essa prova, bem como para o estudo da imortalidade da alma, dando a esperança de um reencontro no mundo maior.
            O caso de perda de fortuna sólida, que se desfaz repentinamente, sem aproveitamento de ninguém, reflete a incapacidade demonstrada em outras existências na manipulação dos bens, que não beneficiam coletivamente, como deveriam, grande número de pessoas.
            Nas calamidades coletivas, inúmeras vezes as provas servem de alerta aos governantes, para cuidarem com mais critério do planejamento das obras públicas,  no tocante ao saneamento básico, buscando medidas profiláticas de higiene, evitando, assim epidemias.
            As catástrofes, os terremotos e demais fenômenos da natureza em que não há possibilidade de ação socorrista do homem, também são efeitos relacionados às causas anteriores, convidando a todos ao estudo das leis de Deus, cuja justiça infinita faculta o resgate coletivo das violências cometidas no passado.
            Vândalos de outrora, integrantes de hordas de bárbaros que violentavam e matavam populações humildes e tranqüilas, invadindo suas aldeias para saquear, hoje retornam ao cenário da vida, como vítimas inocentes, sofrendo a mesma violência.
            A desgraça, imerecida aparentemente, tem uma razão de ser, e todo o coração que à sente está convidado a dizer: “Perdoai-me, Senhor, porque um dia errei”.
            Cada um sofre na medida em que fez sofrer ou de acordo com a sua escolha.
            A justiça de Deus nunca falha; quem conseguir analisar as calamidades dentro de um todo, encadeando-as a outras reencarnações, compreenderá a bondade do Pai dando oportunidades para o resgate das faltas cometidas.
            Somente pedir perdão verbal não basta! A escolha consciente de caminhos para levar o espírito arrependido ao pagamento de suas faltas demonstra sinal de progresso.
            A reparação do erro cometido é perdão que a justiça e a bondade de Deus nos oferecem.
            Nem sempre sofrimento é fruto de uma falta. Trata-se, muitas vezes, de prova escolhida pelo espírito para o seu próprio adiantamento.
            “A EXPIAÇÃO SERVE SEMPRE DE PROVA, MAS A PROVA NÉM SEMPRE É EXPIAÇÃO.” (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. 5, Item n º. 9)

            Expiação e prova demonstra a inferioridade do espírito a ser trabalhada.
            Há espíritos que escolhem testes para medir, com resignação cristã, as maiores dores, sem reclamar, buscando na confiança em Deus a proteção para seguirem em frente. São espíritos dívidas, mas, voluntariamente, escolhem provas difíceis, intercendendo por outros afins, necessitados de expiar, em encarnações compulsórias, as faltas cometidas no passado. É o caso de mães que se santificam, já na Terra, pela doação, renúncia e sacrifício a filhos enfermos agressivos ou maus.
            A ninguém é dado aspirar à felicidade enquanto estiver de imperfeições.
            As provas bem suportadas fazem progredir; as expiações, quando bem aceitas, apagam as faltas cometidas.
            Provas e expiações são remédios que curam as chagas da alma; e quando as feridas forem mais graves, o remédio deverá ser sempre mais forte.
            A resignação torna proveitoso o sofrimento, que se transforma em degrau de ascensão e crescimento espiritual para Deus.

            Fonte: Livro Evangelho no Lar, - autor espiritual Meimei, - Psicografia de Miltes Carvalho Bonna, - 1ª. edição – editora PETIT, - São Paulo, SP. – Verão de 2009.

                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

quarta-feira, 2 de maio de 2018

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 279. - PROFISSÃO DE FÉ ESPÍRITA RACIOCINADA. - II — A ALMA - 6. O Espiritismo prova a existência da alma. - ALLAN KARDEC.


PROFISSÃO DE FÉ ESPÍRITA RACIOCINADA.

                            II — A ALMA

6. O Espiritismo prova a existência da alma.

Provam a existência da alma os atos inteligentes do homem, por isso que eles hão de ter uma causa inteligente e não uma causa inerte. Que ela independe da matéria está demonstrado de modo patente pelos fenômenos espíritas que a mostram agindo por si mesma e o está, sobretudo,pelo seu insulamento durante a vida, o que lhe permite manifestar-se, pensar e agir sem o corpo.
Pode-se dizer que, se a química separou os elementos da água; se, dessa maneira, pôs a descoberto as propriedades desses elementos e se pode, à sua vontade, fazer e desfazer um corpo composto, o Espiritismo, igualmente, pode isolar os dois elementos constitutivos do homem: o Espírito e a matéria, a alma e o corpo, separá-los e reuni-los à vontade, o que não deixa dúvida sobre a independência de uma e outro.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 265. - O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO I. - I - FONTES DAS PROVAS SOBRE A NATUREZA DO CRISTO - ALLAN KARDEC.


O ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO I.

         § I — FONTES DAS PROVAS SOBRE A NATUREZA
DO CRISTO

A questão da natureza do Cristo foi debatida desde os primeiros séculos do Cristianismo e pode-se dizer que ainda não se acha solucionada, pois que continua a ser objeto de discussão. Foi a divergência das opiniões sobre este ponto que deu origem à maioria das seitas que dividiram a Igreja há dezoito séculos, sendo de notar-se que todos os chefes dessas seitas foram bispos ou membros titulados do clero.
Eram, por conseguinte, homens esclarecidos, muitos deles escritores de talento, abalizados na ciência teológica, que não achavam concludentes as razões invocadas a favor do dogma da divindade do Cristo. Entretanto, como hoje, as opiniões se firmaram mais sobre abstrações do que sobre fatos. Sobretudo, o que se procurou foi saber o que o dogma continha de plausível, ou de irracional, deixando-se, geralmente, de um lado e de outro, de assinalar os fatos capazes de lançar sobre a questão uma luz decisiva. Mas, onde encontrar esses fatos, senão nos atos e nas palavras de Jesus?
Nada tendo Ele escrito, seus únicos historiadores foram os apóstolos que, tampouco escreveram coisa alguma quando o Cristo ainda vivia. Nenhum historiador profano, seu contemporâneo, havendo falado a seu respeito nenhum documento mais existe, além dos Evangelhos, sobre a sua vida e a sua doutrina. Aí somente é que se há de procurar a chave do problema. Todos os escritos posteriores, sem exclusão dos de S. Paulo, são apenas, e não podem deixar de ser, simples comentários ou apreciações, reflexos de opiniões pessoais, muitas vezes contraditórias, que, em caso algum, poderiam ter a autoridade da narrativa dos que receberam diretamente do Mestre as instruções.
Sobre esta questão, como sobre as de todos os dogmas, em geral, o acordo entre os Pais da Igreja e outros escritores sacros não seria de invocar-se como argumento preponderante, nem como prova irrecusável a favor da opinião de uns e outros, uma vez que nenhum deles citou um só fato, fora do Evangelho, concernente a Jesus; que nenhum deles descobriu documentos novos que seus predecessores desconhecessem.
Os autores sacros nada mais conseguiram do que girar dentro do mesmo círculo, produzindo apreciações pessoais, deduzindo corolários acordemente com seus pontos de vista, comentando sob novas formas e com maior ou menor desenvolvimento as opiniões contrárias às suas. Pertencendo ao mesmo partido, tiveram todos de escrever no mesmo sentido, senão nos mesmos termos, sob pena de serem declarados heréticos, como o foram Orígenes e tantos mais. Naturalmente, a Igreja só incluiu no número dos seus Pais os escritores ortodoxos, do seu ponto de vista; somente exalçou, santificou e colecionou aqueles que lhe tomaram a defesa, ao passo que repudiou os outros e lhes destruiu quanto pôde os escritos. Nada, pois, de concludente
exprime o acordo dos Pais da Igreja, visto que formam uma unanimidade arranjada a dedo, mediante a eliminação dos elementos contrários. Se se fizesse um confronto de tudo que foi escrito pró e contra, difícil se tornaria dizer para que lado se inclinaria a balança.
Isto nada tira ao mérito pessoal dos sustentadores da ortodoxia, nem ao valor que demonstraram como escritores e homens conscienciosos. Sendo advogados de uma mesma causa e defendendo-a com incontestável talento, haviam forçosamente de adotar as mesmas conclusões.
Longe de intentarmos apontá-los no que quer que fosse, apenas quisemos refutar o valor das conseqüências que se pretende tirar do acordo de suas opiniões.
No exame, que vamos fazer, da questão da divindade do Cristo, pondo de lado as sutilezas da escolástica, que unicamente serviram para tudo embaralhar sem esclarecer coisa alguma, apoiar-nos-emos exclusivamente nos fatos que ressaltam do texto do Evangelho e que, examinados friamente, conscienciosamente e sem espírito de partido, superabundantemente facultam todos os meios de convicção que se possam desejar.
Ora, entre esses fatos, outros não há mais preponderantes, nem mais concludentes, do que as próprias palavras do Cristo, palavras que ninguém poderá refutar, sem infirmar a veracidade dos apóstolos. Pode-se interpretar de diferentes maneiras uma parábola, uma alegoria; mas, afirmações precisas, sem ambigüidades, repetidas cem vezes, não poderiam ter duplo sentido. Ninguém pode pretender saber melhor do que Jesus o que ele quis dizer, como ninguém pode pretender estar mais bem informado do que ele sobre a sua própria natureza. Desde que ele comenta suas palavras e as explica para evitar todo equívoco, é a ele que devemos recorrer, a menos lhe neguemos a superioridade que lhe é atribuída e nos sobreponhamos à sua própria inteligência. Se ele foi obscuro em certos pontos, por usar de linguagem figurada, no que concerne à sua pessoa não há equívoco possível. Antes de examinar as palavras, vejamos os atos.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - PROVA E FORÇA.- EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



                                    PROVA E FORÇA.

            Se a provação te visita, não esmoreças.
            Problema é condição para crescimento.
            Reflete na semente a esforçar-se para vencer o solo que constrange.
            A árvore protetora fala sem palavras quantas vezes agüentou a fúria do vento, a fim de sobreviver.
            Dor é uma proposta do Céu para que te promovas.
            Confia e atravessa a dificuldade.
            O Senhor da vida que te sustentou ontem, sustentar-te-á também hoje.
            Mobiliza a própria fé e caminha adiante.
            Liga-te a Deus e segue.
            Pensa no prodígio da luz e reconhecerás que a força vem de dentro.

                                                                       EMMANUEL.

            Fonte: Livro “SINAIS DE RUMO”  - Espíritos Diversos. – Francisco Cândido Xavier. – GEEM. Grupo Espírita Emmanuel. – São Bernardo do Campo. SP. – 1979.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

- A ARTE DE VIVER COM... - NOSSAS PROVAS. - N º. 246. - Dr. HUMBERTO. (Dr. Carlos.)



                                               NOSSAS PROVAS.

                   “Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor Deus prometeu aos que o amam”. Paulo - (Tiago, 1:12).
 :
                   A perseverança é a garantia íntima de que vamos conquistar o que almejamos, é a força criadora que nos da um sustentáculo de esperança, desenvolve interiormente uma força incalculável que chamamos de fé.
                   A perseverança é uma prova inconteste de paciência, pois, mostra-nos que quanto mais tolerarmos o tempo de espera para a realização dos nossos desejos ou das necessidades, mostra-nos pela intuição que estamos respeitando a vontade do Pai.           Muitas vezes a nossa ansiedade, cria-nos embaraços indesejáveis, pois, queremos a realização e a solução imediata dos nossos problemas. Esquecemos que muitas vezes esse tempo se faz necessário para o nosso aprimoramento íntimo e para provarmos a nós mesmos o tamanho da nossa fé. Sem lamurias vamos preparando o solo fértil da conquista dos nossos objetivos, pois a cada um é dado segundo as suas obras, ela dá-nos a certeza de que Deus nos proverá em tudo e na hora certa de maior necessidade.
                   Perseverar é amar, é respeitar, é aceitar, é dedicar-se cada vez mais por aquilo que desejamos.
                   Perseverar é acreditar no auxílio enviado por Deus, para a nossa sustentação Espiritual, para a nossa evolução moral.
                   Perseverar é caminhar pela estrada escolhida com a certeza de chegar ao ponto final, ileso, mesmo, passando por muitas provas e expiações durante o caminho percorrido.
                   A perseverança alimenta o nosso espírito de alegria, dá-nos segurança de viver, fortifica a nossa essência interna, ilumina o nosso rumo, diminui as nossas dores, engrandece-nos diante dos problemas encontrados, torna-nos cada dia mais forte, esperançoso, para a conquista da nossa própria vitória.
                   Quando perseveramos com os nossos pensamentos, no bem, crescemos, pois, tornamo-nos pertinazes em boas atitudes, sem esperar nada em troca. Ela transforma-nos de frágeis arbustos em frondosas arvores firmemente enraizadas pelo amor à Deus no solo da vida. dessa forma aceitamos tenazmente todas as provas que com inteligência, dedicação e sabedoria devemos ultrapassar.
                   Ser perseverante é ser resistente, e, assim, resistimos a tudo e a todos, pois sabemos da presença de Deus conosco.  

                   Perseverar é cultivar a fé.

                                                                                              Dr. Humberto.

                   (Mensagem recebida em Piracicaba, 26 janeiro de 2006, às 12,30 horas. Pela Mediunidade Intuitiva do Médium Dr. Carlos.)

                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)