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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR. - IRMÃO CÍCERO. - OPÚSCULOS DE MENSAGENS DE EMMANUEL.


 MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.

            Quando vamos viajar, preparamos a bagagem, de acordo com o Roteiro Programado. Estudamos o mapa, o clima, tipo de alimentação, e até quanto deveremos levar em dinheiro levar em dinheiro.

            Ler e estudar tudo, retendo e vivenciando o melhor. É um dos recursos de conhecermos a verdade, para que ela nos liberte da chamada ignorância ou cegueira que tem atrasado o nosso progresso. E com certeza a viagem Maior (após a morte do corpo), divulgada por todas as escolas religiosas será diferente.
            Enquanto o nosso Chico Xavier com idade avançada, apesar de doente do corpo material, pois o espírito é muito mais forte do que imaginamos, continua na disciplina do trabalho sugerida por Emmanuel, desde o seu primeiro reencontro, muitos de nós outros queremos a aposentadoria ainda jovens ou ganharmos na loteria, simplesmente a fim de não fazermos nada. O grande Paulo de Tarso, graças a ele é que temos hoje o Cristianismo, deixou na época uma série de mordomias, e foi tecer para o próprio sustento, a fim de não ser pesado ao próximo.
            Talvez não tenhamos tempo de lermos as mais de 400 obras psicografadas por Francisco C. Xavier. Nós que nos declaramos Cristãos, precisamos ler e estudar com mais atenção o livro “PAULO E ESTEVÃO”, Emmanuel , pelo Chico Xavier, assim teremos condições de compreender melhor o papel de Nosso Senhor Jesus Cristo, em nossas vidas.
            Nós, que através da aposentadoria, onde ganhávamos o pão de cada dia, cedemos o nosso lugar para um jovem, após termos programado o nosso Roteiro como voluntário naquilo em que mais temos afinidade, já que somos capazes, vamos fazer o bem, o máximo que pudermos, pois vale a pena, e assim temos certeza que em nossa Casa Terra ou em outro Mundo, vivemos sempre melhor. 

                                                                       Irmão Cícero - 22/12/1991.

            Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Pudente, SP.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 5 de junho de 2018

- MENSAGEM PARA OS JOVENS. - N º. 243. - ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS! - KARDEC... MÉTODOS DE PESQUISA DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS... - REVISTA INFORMAÇÃO.


ESCLARECENDO AS DÚVIDAS DOS JOVENS!

KARDEC... MÉTODOS DE PESQUISA DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS...

            Sabe-se que Kardec usou como método de pesquisas dos fenômenos mediúnicos, perguntas aos espíritos manifestantes e posterior análise das respostas. Poderia essa metodologia ser considerada cientifica? Como se encaixaria entre os métodos da ciência moderna?

            Os procedimentos sados por Kardec, no seu tempo, podem ser considerados científicos, embora, é claro, não esgotassem – como não poderiam esgotar - as investigações dos mais diversos fenômenos. A investigação de Kardec foi pioneira no campo da fenomenologia espírita e outros lhes sucederam, dirigindo as pesquisas para campos mais especializados, como Crookes, Lombroso e outros. Mas Kardec, na avidez de buscar a verdade das intrigantes mesinhas girantes, acabou descobrindo que aquilo não era uma mera brincadeira e que muita coisa séria estava atrás do fenômeno. Seu trabalho foi o de um cientista: coletar os fatos; buscar o maior número de informações possível; elaborar uma hipótese com base na compreensão dos próprios fatos; examinar criticamente a hipótese, submetendo ao crivo da razão; comparar as deduções com os fatos observados, verificando a autenticidade das informações. Esse exame crítico de Kardec é o que a Ciência faz para descobrir suas verdades, seguindo as velhas formulações cartesianas. (Ver “Nas Fronteiras da Ciência e da Parapsicologia”, Alfred Still, Ibrasa.)

Fonte: Revista Informação – Ano XI – Nº. 129. - Agosto de 1987.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR. - EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)


MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.

            Quando vamos viajar, preparamos a bagagem, de acordo com o Roteiro Programado. Estudamos o mapa, o clima, tipo de alimentação, e até quanto deveremos levar em dinheiro levar em dinheiro.

            Ler e estudar tudo, retendo e vivenciando o melhor. É um dos recursos de conhecermos a verdade, para que ela nos liberte da chamada ignorância ou cegueira que tem atrasado o nosso progresso. E com certeza a viagem Maior (após a morte do corpo), divulgada por todas as escolas religiosas será diferente.
            Enquanto o nosso Chico Xavier com idade avançada, apesar de doente do corpo material, pois o espírito é muito mais forte do que imaginamos, continua na disciplina do trabalho sugerida por Emmanuel, desde o seu primeiro reencontro, muitos de nós outros queremos a aposentadoria ainda jovens ou ganharmos na loteria, simplesmente a fim de não fazermos nada. O grande Paulo de Tarso, graças a ele é que temos hoje o Cristianismo, deixou na época uma série de mordomias, e foi tecer para o próprio sustento, a fim de não ser pesado ao próximo.
            Talvez não tenhamos tempo de lermos as mais de 400 obras psicografadas por Francisco C. Xavier. Nós que nos declaramos Cristãos, precisamos ler e estudar com mais atenção o livro “PAULO E ESTEVÃO”, Emmanuel , pelo Chico Xavier, assim teremos condições de compreender melhor o papel de Nosso Senhor Jesus Cristo, em nossas vidas.
            Nós, que através da aposentadoria, onde ganhávamos o pão de cada dia, cedemos o nosso lugar para um jovem, após termos programado o nosso Roteiro como voluntário naquilo em que mais temos afinidade, já que somos capazes, vamos fazer o bem, o máximo que pudermos, pois vale a pena, e assim temos certeza que em nossa Casa Terra ou em outro Mundo, vivemos sempre melhor. 

                                                                       Irmão Cícero - 22/12/1991.

            Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Pudente, SP.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 20 de julho de 2017

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.- IRMÃO CÍCERO.



             MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.

            Quando vamos viajar, preparamos a bagagem, de acordo com o Roteiro Programado. Estudamos o mapa, o clima, tipo de alimentação, e até quanto deveremos levar em dinheiro levar em dinheiro.

            Ler e estudar tudo, retendo e vivenciando o melhor. É um dos recursos de conhecermos a verdade, para que ela nos liberte da chamada ignorância ou cegueira que tem atrasado o nosso progresso. E com certeza a viagem Maior (após a morte do corpo), divulgada por todas as escolas religiosas será diferente.
            Enquanto o nosso Chico Xavier com idade avançada, apesar de doente do corpo material, pois o espírito é muito mais forte do que imaginamos, continua na disciplina do trabalho sugerida por Emmanuel, desde o seu primeiro reencontro, muitos de nós outros queremos a aposentadoria ainda jovens ou ganharmos na loteria, simplesmente a fim de não fazermos nada. O grande Paulo de Tarso, graças a ele é que temos hoje o Cristianismo, deixou na época uma série de mordomias, e foi tecer para o próprio sustento, a fim de não ser pesado ao próximo.
            Talvez não tenhamos tempo de lermos as mais de 400 obras psicografadas por Francisco C. Xavier. Nós que nos declaramos Cristãos, precisamos ler e estudar com mais atenção o livro “PAULO E ESTEVÃO”, Emmanuel , pelo Chico Xavier, assim teremos condições de compreender melhor o papel de Nosso Senhor Jesus Cristo, em nossas vidas.
            Nós, que através da aposentadoria, onde ganhávamos o pão de cada dia, cedemos o nosso lugar para um jovem, após termos programado o nosso Roteiro como voluntário naquilo em que mais temos afinidade, já que somos capazes, vamos fazer o bem, o máximo que pudermos, pois vale a pena, e assim temos certeza que em nossa Casa Terra ou em outro Mundo, vivemos sempre melhor. 

                                                                       Irmão Cícero - 22/12/1991.

            Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Prudente, SP.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 28 de maio de 2013

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR. - IRMÃO CÍCERO.

         MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.

            Quando vamos viajar, preparamos a bagagem, de acordo com o Roteiro Programado. Estudamos o mapa, o clima, tipo de alimentação, e até quanto deveremos levar em dinheiro levar em dinheiro.

            Ler e estudar tudo, retendo e vivenciando o melhor. É um dos recursos de conhecermos a verdade, para que ela nos liberte da chamada ignorância ou cegueira que tem atrasado o nosso progresso. E com certeza a viagem Maior (após a morte do corpo), divulgada por todas as escolas religiosas será diferente.
            Enquanto o nosso Chico Xavier com idade avançada, apesar de doente do corpo material, pois o espírito é muito mais forte do que imaginamos, continua na disciplina do trabalho sugerida por Emmanuel, desde o seu primeiro reencontro, muitos de nós outros queremos a aposentadoria ainda jovens ou ganharmos na loteria, simplesmente a fim de não fazermos nada. O grande Paulo de Tarso, graças a ele é que temos hoje o Cristianismo, deixou na época uma série de mordomias, e foi tecer para o próprio sustento, a fim de não ser pesado ao próximo.
            Talvez não tenhamos tempo de lermos as mais de 400 obras psicografadas por Francisco C. Xavier. Nós que nos declaramos Cristãos, precisamos ler e estudar com mais atenção o livro “PAULO E ESTEVÃO”, Emmanuel , pelo Chico Xavier, assim teremos condições de compreender melhor o papel de Nosso Senhor Jesus Cristo, em nossas vidas.
            Nós, que através da aposentadoria, onde ganhávamos o pão de cada dia, cedemos o nosso lugar para um jovem, após termos programado o nosso Roteiro como voluntário naquilo em que mais temos afinidade, já que somos capazes, vamos fazer o bem, o máximo que pudermos, pois vale a pena, e assim temos certeza que em nossa Casa Terra ou em outro Mundo, vivemos sempre melhor. 

                                                                       Irmão Cícero - 22/12/1991.

           Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Pudente, SP.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 35.


                                                     CAPÍTULO III.

                                                           MÉTODO.


            35. Aqueles que quiserem adquirir esses conhecimentos preliminares pela leitura de nossas obras, eis a ordem que lhes aconselharíamos:

            1. º O que é o Espiritismo? Esta brochura, de penas uma centena de páginas, é uma exposição sumária dos princípios da Doutrina Espírita, um esboço geral que permite abraçar o conjunto sob um quadro restrito. Em poucas palavras, vê-se o objetivo e pode-se julgar sua importância. Por outro lado, nele se encontra a resposta às principais questões ou objeções que estão naturalmente dispostas a fazerem as pessoas novatas. Esta primeira leitura, que não requer senão um pouco de tempo, é uma introdução que facilita o estudo mais aprofundado.

            2. º O Livro Dos Espíritos; contem a doutrina completa, ditada pelos próprios Espíritos, com toda a sua filosofia e todas as suas conseqüências morais, é a revelação da destinação do homem, a iniciação à natureza dos Espíritos e aos mistérios da vida de além túmulo. Lendo-o, compreende-se que o Espiritismo tem um objetivo sério, e não é um passatempo frívolo.

            3. º O Livro dos Médiuns; destina-se a guiar, na prática das manifestações, pelo conhecimento dos meios mais próprios para comunicar-se com os Espíritos; é um guia, seja para os médiuns seja para os evocadores, é o complemento de O Livro dos Espíritos.

            4. º A revista Espírita; é uma coletânea variada de fatos, de explicações teóricas e trechos destacado que completa o que se disse das duas obras precedentes, e que lhes é, de alguma forma, a aplicação. Sua leitura pode ser feita ao mesmo tempo com elas, mas será mais proveitosa e mais inteligível sobre tudo após a leitura de O Livro dos Espíritos.

            Isto pelo que concerne. Aqueles que querem tudo conhecer numa ciência, devem necessariamente ler tudo o que está escrito sobre a matéria, ou, pelo menos, as coisas principais, e não se limitar a um só autor; devem ler o pró e o contra, as criticas como também as apologias, iniciar-se nos diferentes sistemas a fim de poder julgar pela comparação. Sob esse aspecto, não preconizamos nem criticamos nenhuma obra, nem queremos influir em nada sobre a opinião que se pode delas formar; trazendo nossa pedra ao edifício. Colocamo-nos nas fileiras; não nos cabe ser juiz e parte, e não temos a pretensão ridícula de sermos os únicos dispensadores da luz; cabe ao leitor apartar o bom do mau, o verdadeiro do falso.  

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

sábado, 24 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO. Nº. 34.


                                                  CAPÍTULO III.

                                                         MÉTODO.

            34. Equivocar-se-ia estranhamente sobre nossa maneira de ver, se se supusesse que aconselhamos negligenciar de ver, fatos; que chegamos à teoria; é verdade que necessitamos, para isso, de um trabalho assíduo de vários anos e milhares de observações; mas, uma vez que os fatos nos sirvam e nos servem todos os dias, seríamos inconsequentes conosco mesmo em contestar-lhes a importância, sobretudo quando fazemos um livro destinado a fazer conhecê-los. Dizemos apenas que, sem o raciocínio, não bastam para determinar a convicção; que uma explicação preliminar, afastando as prevenções e mostrando que não contrariam a razão, dispõe a aceitá-los. Isso é tão verdadeiro que, sobre dez pessoas completamente iniciantes que assistissem a uma sessão de experimentação, fosse ela amais satisfatória no ponto de vista dos adeptos, haveria nove que sairiam sem estarem convencidas, e algumas mais incrédulas do que antes, porque as experiências não responderam às suas expectativas. Ocorreria de outra forma com aquelas que pudessem compreendê-las por um conhecimento teórico antecipado; para elas,é um meio de controle, mas nada as surpreende, mesmo o insucesso, porque sabem em que condições os fatos se produzem, e que não se pode pedir-lhes o que não podem dar. A inteligência prévia dos fatos as coloca, pois, em condições de não só compreenderem todas as anomalias, mas também de perceberem uma multidão de detalhes, de nuanças freqüentemente muito delicadas, que são para elas meio de convicção e que escapam ao observador ignorante. Tais são os motivos que nos levam a não admitir, em nossas sessões experimentais, senão as pessoas que possuam noções preparatórias suficientes para compreender o que o que nelas se faz, persuadidos de que as outras ali perderiam seu tempo e nos fariam perder o nosso.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. QUESTÃO Nº. 33.


                                                       CAPÍTULO III.

                                                            MÉTODO.

            33.       De resto, não seria exato dizer que aqueles que começam pela teoria deixam de ter motivos de observações práticas; ao contrário, eles têm e, aos seus olhos, devem ter um valor maior que aqueles que se poderiam produzir diante deles, e que são os numerosos fatos de manifestações espontâneas de que falaremos nos capítulos seguintes. Há poucas pessoas que delas não tenham conhecimento pelo menos por ouvi dizer; muitos tiveram pessoalmente e não lhes prestaram senão uma atenção medíocre. A teoria tem por efeito dar-lhes explicações e nós dizemos sobre testemunhos irrecusáveis, porque não se pode supor nem preparação com conivência. Se os fenômenos provocados não existissem, os fenômenos espontâneos não teria os substituíram menos, e o Espiritismo não teria por resultado senão dar-lhes uma solução racional, o que já seria muito. Por isso, a maioria, daqueles que leem antes, liga seus conhecimentos a esses fatores, que são para eles como uma confirmação da teoria.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

domingo, 11 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 32.


                                                   CAPÍTULO III.

                                                        MÉTODO.

               32. - O estudo preliminar da teoria tem outra vantagem,

            O estudo preliminar da teoria tem uma outra vantagem, qual seja a de mostrar, imediatamente, a grandeza do objetivo e a importância desta ciência; aquele que se inicia por ver uma mesa girar ou bater esta mais inclinado á zombaria, porque dificilmente imagina que de uma mesa possa sair uma doutrina regeneradora da humanidade. Nós sempre mencionamos que aqueles que creem antes de ter visto, porque leram e compreenderam, longe de seres superficiais são, ao contrário, os que refletem mais; apegando-se mais ao fundo do que a forma, para eles a parte filosófica é a principal, os fenômenos propriamente ditos são acessórios, e dizem a si mesmos que se os fenômenos não existissem, restaria pelo menos uma filosofia, a única que resolve problemas insolúveis até hoje; a única que dá, ao passado do homem ao seu futuro, a teoria mais racional; ora, eles preferem uma doutrina que explica à que nada explica ou que explica mal. Todo aquele que reflete, compreende muito bem que se poderia fazer abstração das manifestações vêm corroborá-la, confirmá-la, mas não lhe são a base essencial; o observador sério não as repele mais, ao contrário, espera as circunstâncias favoráveis que lhe permitirão testemunhá-las. A prova do que dissemos é que antes de ter ouvido falar das manifestações, muitas pessoas tiveram intuição dessa doutrina, que não fez mais do que dar um corpo, um conjunto, às suas ideias.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

sábado, 3 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 31.



                                                            CAPÍTULO III.

                                                                  MÉTODO.

            31. Para se proceder, no ensino do Espiritismo, como se faria nas ciências ordinárias, seria preciso passar em revista toda a série de fenômenos que podem se produzir, começando pelos mais simples e alcançando sucessivamente os mais complicados; ora, é o que não se pode, porque seria impossível fazer um curso de Espiritismo experimental como se faz um curso de física e de química. Nas ciências naturais opera-se sobre a matéria bruta que se manipula à vontade, e se está quase certo de poder regular seus efeitos; no Espiritismo, trata-se com inteligências que têm sua liberdade, e nos provam, a cada instante, que não se submetem aos nossos caprichos; é preciso, pois observar, esperar os resultados e apanhá-los de passagem; também dissemos claramente que todo aquele que se gabasse de os obter à vontade, não pode ser senão um ignorante um impostor; por isso ao Espiritismo verdadeiro não se porá jamais em obstáculo, e jamais subirá ao palco. Há mesmo alguma coisa ilógica em supor que os Espíritos vêm desfilar e se submeter à investigação como objetos de curiosidade. Os fenômenos, portanto, podem faltar quando deles se tem necessidade, ou se apresentar de maneira diferente daquela que se deseja. Ajuntemos, ainda, que, para se obter, é preciso pessoas dotadas de faculdades especiais, e que essas faculdades variam ao infinito, segundo a aptidão dos indivíduos; ora, como é extremamente raro que a mesma pessoa tenha todas as aptidões, há uma dificuldade a mais, porque seria preciso ter sempre sob a mão uma verdadeira coleção de médiuns, o que não possível.
            O meio de obviar esses inconveniente é muito simples, e é o de começar pela teoria; por ela todos os fenômenos são passados em revista; são explicados, podendo-se deles se inteirar, compreender-lhes a possibilidade, conhecer as condições nas quais podem se produzir e os obstáculos que podem encontrar; então, qualquer que seja a ordem à qual são conduzidos pelas circunstâncias, não têm nada que se surpreender. Esse caminho oferece ainda uma outra vantagem, a de poupar àquele que quer operar, uma multidão de decepções; premunido contra as dificuldades, pode manter-se em guarda e evitar adquirir experiências a suas próprias custas.
            Depois que nos ocupamos com o Espiritismo, nos seria difícil dizer que o número de pessoas que vieram junto a nós, e, entre estas, quantas vimos permanecrem indiferentes, ou incrédulas, em presença de fatos os mais patentes, e que não se convenceram senão mais tarde por uma explicação racional;Quantas outras estavam predispostas à convicção pelo raciocínio; quantas enfim, foram persuadidas sem nada ter visto, mas unicamente porque haviam compreendido. É, pois, por experiência que falamos, e é também porque dizemos que o melhor método de ensino espírita é o de se dirigir à razão antes de se dirigir aos olhos. É o que seguimos em nossas lições, e não temos senão que nos aplaudir.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

domingo, 28 de outubro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 30.


                                                         CAPÍTULO III.

                                                                MÉTODO.

            30. É útil procurar convencer um incrédulo obstinado? Dissemos que isso depende das causas e da natureza de sua incredulidade; frequentemente, a insistência que se põe em persuadi-lo, leva-o a crer que a sua importância pessoal, o que lhe é uma razão para mais se obstinar. Aquele que não está convencido nem pelo raciocínio nem pelos fatos, deve suportar ainda a prova da incredulidade; é preciso deixar à Providência o cuidado de lhe proporcionar circunstâncias mais favoráveis; muita gente não pode se não receber a luz, para não perder seu tempo com aqueles que a recusam; dirigi-vos, pois, aos homens de boa vontade, cujo número é maior do que se crê, e seu exemplo, em se multiplicando, vencerá mais resistência do que as palavras. O verdadeiro espírita não deixará jamais o bem por fazer; corações aflitos a aliviar, consolações a dar, desesperos a acalmar, reforma morais a operar, aí está sua missão, nisso também encontrará sua verdadeira satisfação. O Espiritismo esta no ar; se espalha pela força das coisas e porque torna feliz os que professam. Quando coisas e porque torna feliz os que professam. Quando seus adversários sistemáticos o ouvirem ressoar ao seu redor, mesmo entre amigos, compreenderão seu isolamento e serão forçados ou a se calar ou a se render.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 29.


                                                        CAPÍTULO III.

                                                             MÉTODO.

            29. Os meios de convicção variam extremamente segundo os indivíduos; o que persuade alguns, não produz nada nos outros; tal é convencido por certas manifestações materiais, tal como por comunicações inteligentes, a maioria pelo raciocínio. Podemos mesmo dizer que, para amaioria que não estão preparados para o raciocínio, os fenômenos materiais são de pouco peso; quanto mais esses fenômenos são extraordinários, e mais se afastam das leis conhecidas, mas encontram oposição, e isso por uma razão muito simples: a de ser naturalmente levado a duvidar de uma coisa que não tem sansão racional; cada um a encara sob seu ponto de vista e se explica à sua maneira: o materialista nela vê uma causa puramente física ou uma fraude; o ignorante o supersticioso uma causa diabólica ou sobrenatural, ao passo que uma explicação preliminar tem por efeito subtrair as ideias preconcebidas e mostrar, senão a realidade, pelo menos a possibilidade da coisa; compreende-se antes de ter visto; ora, desde o movimento em que a possibilidade está reconhecida, a convicção tem três quartas partes feitas.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                      


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO. Nº. 28.


                                                    CAPÍTULO III.

                                                             MÉTODO.

             28. Entre aqueles que um estudo direto convenceu pode-se distinguir:

            1º. Os que creem pura e simplesmente nas manifestações. O espiritismo é para eles uma simples ciência de observação, uma série de fatos mais, ou menos, curiosos; nós os chamaremos espíritas experimentadores;

            2º. Os que veem no espiritismo outra coisa além dos fatos; compreendem a sua parte filosófica e admiram a moral que dele decorre, mas não a praticam. Sua influência sobre o seu caráter é insignificante ou nula; não mudam nada em seus hábitos e não se privariam de um só prazer; o avaro é sempre de uma avareza sórdida, o orgulhoso pleno de si mesmo, o invejoso e o ciumento sempre hostis; para eles a caridade cristã não é senão uma bela máxima; são os espíritos imperfeitos;

            3º. Os que se contentam em admirar a moral espírita, mas a praticam e aceitam todas as suas consequências. Convencidos de que a existência terrestre é uma prova passageira, esforçam-se por aproveitarem seus curtos instantes caminhando na única via de progresso que os pode elevar na hierarquia do mundo dos Espíritos, esforçando-se por fazer o bem e repremir suas más tendências; suas relações são sempre seguras, porque sua convicção os distancia de todo pensamento do mal. A caridade, em todas as coisas, é a regra de sua conduta: são os verdadeiros espíritas, ou melhor, os espíritas cristãos.

            4º. Há, enfim, os espíritas exaltados. A espécie humana seria perfeita se não tomasse sempre senão o lado bom das coisas. O exagero nocivo em tudo; em Espiritismo, dá uma confiança muito cega e, frequentemente, pueril nas coisas do mundo invisível, e leva a aceitar, muito facilmente e sem controle, o que a reflexão e o exame demonstrariam a obscuridade ou a impossibilidade; mas o entusiasmo não se reflete, deslumbra. Essa espécie de adepto é mais nociva do que útil à causa do Espiritismo; são os menos apropriados a convencer, porque desconfia-se com razão, do seu julgamento; são enganados de boa-fé, seja por espíritos mistificadores, seja por homens que procuram explorara a sua credulidade. Se devessem suportar sozinhos as consequências, não haveria senão meio-mal; o pior é que dão, sem o quererem, armas aos incrédulos que procuram antes as ocasiões de zombar do que se convencer, e não deixam de imputar a todos o ridículo de alguns. Isso sem dúvida, não é justo nem racional; mas, sabe-se, os adversários do Espiritismo não reconhecem senão sua razão como sendo de bom quilate, e conhecer a fundo aquilo do que falam é o menor dos seus cuidados.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR. - IRMÃO CÍCERO.


                         MÉTODOS PARA VIVERMOS MELHOR.

            Quando vamos viajar, preparamos a bagagem, de acordo com o Roteiro Programado. Estudamos o mapa, o clima, tipo de alimentação, e até quanto deveremos levar em dinheiro levar em dinheiro.

            Ler e estudar tudo, retendo e vivenciando o melhor. É um dos recursos de conhecermos a verdade, para que ela nos liberte da chamada ignorância ou cegueira que tem atrasado o nosso progresso. E com certeza a viagem Maior (após a morte do corpo), divulgada por todas as escolas religiosas será diferente.
            Enquanto o nosso Chico Xavier com idade avançada, apesar de doente do corpo material, pois o espírito é muito mais forte do que imaginamos, continua na disciplina do trabalho sugerida por Emmanuel, desde o seu primeiro reencontro, muitos de nós outros queremos a aposentadoria ainda jovens ou ganharmos na loteria, simplesmente a fim de não fazermos nada. O grande Paulo de Tarso, graças a ele é que temos hoje o Cristianismo, deixou na época uma série de mordomias, e foi tecer para o próprio sustento, a fim de não ser pesado ao próximo.
            Talvez não tenhamos tempo de lermos as mais de 400 obras psicografadas por Francisco C. Xavier. Nós que nos declaramos Cristãos, precisamos ler e estudar com mais atenção o livro “PAULO E ESTEVÃO”, Emmanuel , pelo Chico Xavier, assim teremos condições de compreender melhor o papel de Nosso Senhor Jesus Cristo, em nossas vidas.
            Nós, que através da aposentadoria, onde ganhávamos o pão de cada dia, cedemos o nosso lugar para um jovem, após termos programado o nosso Roteiro como voluntário naquilo em que mais temos afinidade, já que somos capazes, vamos fazer o bem, o máximo que pudermos, pois vale a pena, e assim temos certeza que em nossa Casa Terra ou em outro Mundo, vivemos sempre melhor. 

                                                                       Irmão Cícero - 22/12/1991.

           Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Pudente, SP.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO III. - MÉTODO. - QUESTÃO Nº. 27.


                                                         CAPÍTULO III.

                                                               MÉTODO.

            27. Se, daí, lançarmos o olhar sobre as diversas categorias de crentes, encontraremos primeiro os espíritas sem o saberem; é, propriamente falando, uma variedade ou uma nuança da classe precedente. Sem jamais terem ouvido falar da Doutrina Espírita, têm o sentimento inato dos grandes princípios que dela decorrem, e esse sentimento se reflete em certas passagens de seus escritos e de seus discursos, a tal ponto que, em os ouvindo, crer-se-ia serem completamente iniciados. Disso se encontram numerosos exemplos nos escritores sacros e profanos, nos poetas, nos oradores, nos moralistas nos filósofos antigos e modernos.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail,com)