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segunda-feira, 20 de maio de 2019

- MENSAGEM ESPECIAL. - POR DENTRO DE NÓS. - CAMILO CHAVES. (GIVA F. TEIXEIRA OLIVEIRS)


             POR DENTRO DE NÓS.

            Tenhamos reto o proceder, se queremos a saúde da alma e do corpo.
            Muitos entendem que a correta postura da vida é representada pelo dever cumprido no âmbito social e na tarefa que o mundo assinala.
            Viver eticamente, viver equilibradamente, é compromisso que marca, sobretudo, nossa vida íntima, nossos sentimentos e movimentos de nossa alma, porque ninguém jamais espargirá a paz em torno, se ela não nascer dentro de si, no contínuo aprimoramento da sensibilidade e das intenções.
            Higidez e harmonia por dentro, para que reflitamos a paz que nasce em nós. Esse o compromisso do cristão que já pressente em si a felicidade integral que o aguarda, sob as vistas de Deus.

Fonte: Livro Caminhemos Junto. - CAMILO CHAVES - Médium Giva F. Teixeira Oliveira - 2a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG. - novembro 2003.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 19 de junho de 2018

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - N º. 246. - PASSE POR DENTRO. - MIRAMEZ. (JOÃO NUNES MAIA.)



            PASSE POR DENTRO.

O passe é um socorro urgente que a Doutrina Espírita adotou e vem aprimorando cada vez mais nos anos que decorrem da sua existência benfeitora. A aplicação do passe está ao alcance de muitas criaturas, desde que tenham o dom de curar. No entanto, até determinados limites, todos os homens podem aliviar os enfermos pela imposição das mãos e fluidificação das águas.
Podes observar muitas pessoas, mesmo familiares, doentes e machucados, que melhoraram ao simples toque das mãos! Isto acontece todos os dias. As mãos são dotadas de grande poder curador, principalmente quando são movidas por mente que não desconhece as leis do amor, da fraternidade e da fé.
O agente divino circula em todo o nosso corpo e passa pelas mãos, por ordem mental, indo restabelecer o órgão em desequilíbrio ou o tecido desajustado. A mente educada entra em cadeia com outra mente desencarnada que tenha o mesmo ideal e eis que se operam maravilhas em nome da caridade.
A vida é um eterno fluxo e refluxo de energias circulando em ondas, que se fazem e refazem nas gamas correspondentes à harmonia, onde esta se mostrar necessária. A linfa divina vibra em toda parte à espera do pedido, como se fosse oração. É obediente ao comando dos pensamentos e estes, educados com o Cristo, restabelecem os desajustes onde eles estiverem, criam condições de paz onde esta se faz necessária e mantém serenidade onde haja carência de um ambiente tranqüilo.
Tudo de bom está ao alcance das mãos. Em torno da nossa mente vibram e cantam, em todas as faixas, ondas de luz de todos os tipos, desejando ser usadas por leis que assessoram o Bem Universal. Como coadjuvante da restauração se encontra o amor, inspirando a mente para exercitar os dons de cura em si mesmo e em todos os companheiros que se encontram sofrendo.
Como aqui tratamos do passe de curar por dentro, este não deixa de ser um autotratamento que o médium, ou a criatura que deseja se curar, pode fazer em si mesmo, confiando nos poderes de Deus e naquilo que pode usar em seu favor. O primeiro passo é a fé. Ela ativa variados meios no organismo para que este se predisponha no sentido de receber o agente curador que, neste caso, pode ser a água fiuidificada. Tomar água fluidificada é tomar o passe por dentro. Todavia, deves cooperar com a disposição mental, de modo que te sintas tomando os melhores remédios do mundo. A fé ativa a luz interior em muitas freqüências e oferece o restabelecimento para várias enfermidades ou desequilíbrios, inclusive os psíquicos.
Ajuda-te, meu irmão, que o céu te ajudará, dependendo de abrires as portas do teu coração. Começa pela prece, pois ela pode descobrir em ti o tesouro da fé e da crença nas forças superiores da Vida. Descobre Deus em teu próprio coração e pede a Cristo que te leve a essa fonte inesgotável de vida, para que possas viver bem. 0 nosso interior ainda é desconhecido por nós. Nele reside tudo: o céu, a terra e as estrelas, como cópia exata do Universo.
Que queres mais? Dá os primeiros passos, que os caminhos aparecerão. "Pedi e obtereis", disse Jesus. Pede o que desejas, mas aprende a pedir. Se tens sede, busca a água, pois o Mestre nos disse: "Buscai e achareis". Deus evita ensinar claramente aos Seus filhos quais os caminhos a tomar, apresentando-nos apenas a direção maior. Nós é que temos de decifrar o código que nos revela a nossa felicidade. O médium, principalmente, deve aprender a tratar de si mesmo, recorrendo aos irmãos de crença em último caso, libertando-se da costumeira dependência. Não queremos, com isso, colocar-te sob a influência do orgulho e ia vaidade.
O passe no centro espírita não deve ser obrigatório, para não cair no fanatismo. Quem está assistindo a uma reunião bem orientada já respira, por lei, os eflúvios superiores que são carreados para ali, em favor de todos os participantes. O passe é mesmo um socorro para quem não sabe manejar as suas próprias qualidades, ou para um doente que não sai do leito ou, ainda, para um que esteja sob forte provação. O passe requer tempo e energias, muitas vezes vindas de longe. A maior intenção da espiritualidade superior é a de que aprendamos os conceitos de Jesus e vivamos neles todos os dias, sem medo de que sejam condicionados na nossa mente.
Procura as causas das enfermidades e não seus efeitos, como fazem na Terra. Consta no Evangelho que não devemos misturar vinho novo em odres velhos, nem remendar roupas velhas com pano novo. E, acima da cura das enfermidades do corpo, existem as doenças da alma, que são as piores. O passe por dentro que devemos receber, encarnados e desencarnados, é a reforma dos nossos costumes, tão falada e anunciada pela nossa literatura.
Esquece o ódio, desconhece o ciúme e a vingança, foge das críticas e das ofensas, porque nesse regime de conserto interior, estamos curando por dentro as velhas enfermidades que nos fazem sofrer. Mas, antes disso, até chegares lá, toma a tua água magnetizada pelo amor e faze a tua terapia no ambiente da oração, pois a alegria não faz esperar e o amor te falará brevemente de Jesus nascendo em teu coração, a dizer-te: "A paz esteja contigo".

            Livro: “SEGURANÇA MEDIÚNICA”, - MIRAMEZ., - Psicografado por João Nunes Maia, - 12 ª edição, - Editora Fonte Viva, - BELO HORIZONTE, MG, - 1998..

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

- MENSAGEM ESPECIAL. - POR DENTRO DE NÓS. - CAMILO CHAVES. (GIVA F. TEIXEIRA OLIVEIRA.)



                POR DENTRO DE NÓS.

            Tenhamos reto o proceder, se queremos a saúde da alma e do corpo.
            Muitos entendem que a correta postura da vida é representada pelo dever cumprido no âmbito social e na tarefa que o mundo assinala.
            Viver eticamente, viver equilibradamente, é compromisso que marca, sobretudo, nossa vida íntima, nossos sentimentos e movimentos de nossa alma, porque ninguém jamais espargirá a paz em torno, se ela não nascer dentro de si, no contínuo aprimoramento da sensibilidade e das intenções.
            Higidez e harmonia por dentro, para que reflitamos a paz que nasce em nós. Esse o compromisso do cristão que já pressente em si a felicidade integral que o aguarda, sob as vistas de Deus.

Fonte: Livro Caminhemos Junto. - CAMILO CHAVES - Médium Giva F. Teixeira Oliveira - 2a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG. - novembro 2003.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

- POEMAS ESPÍRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - DENTRO DA NOITE. - AUGUSTO DOS ANJOS..(CHICO XAVIER.)

                             DENTRO DA NOITE.

                        É Noite A Terra volvo. E, lúcido, entro
                        Em relação com o mundo onde concentro
                        O Espírito na queixa atordoadora
                        Da prisioneira, da perpétua grade,
                        - A misérrimae pobre Humanidade,
                        Aterradoramente sofredora!

                        Ausculto a humana dor, que hórrida sinto,
                        Dalma quebrando o cárcere do instinto,
                        Buscando ávida a luz. Por mais que sonde,
                        Mais o enigma do mundo se He aviva,
                        Em diferenciação definitiva,
                        Mais a luz desejada se lhe esconde!

                        É o quadro mesológico, tremendo,
                        De tudo o que ficou no abismo horrendo
                        Da tenebrosa noite dos gemidos;
                        São uivos dos instintos jamais hartos,
                        As dores espasmódicas dos partos,
                        A desgraça dos úteros falidos.

                        É a ânsia afrodisíaca das bocas,
                        Que nas bestialidades se unem loucas,
                        As bactérias mais vis ambas trocando;
                        As dolorosas mágoas dos enfermos,
                        Sentindo-se em seus  leitos como em ermos,
                        Deplorando o destino miserando.

                        São os ais dos leprosos desprezados,
                        Tendo os seus organismos devastados
                        Pela fome insaciável dos micróbios,
                        Sentindo os próprios membros carcomidos,
                        Verminados, cruéis, apodrecidos,
                        Plantando a dor no chão dos seus cenóbios...

                        É o grito, o anseio, a lágrima do homem
                        Agrilhoado aos prantos que o consomem,
                        Preso às dores que se agrilhoaram;
                        É a imprecação de todos os lamentos
                        Dentro do mundo de padecimentos,
                        Dos desejos que não se realizaram.

                        Pábulo sou dessa hórrida agonia
                        E nos abismos de hiperestesia
                        Experimento, além das catacumbas,
                        Essa angústia indomável, atrocíssima,
                        Junto da emanação requintadíssima
                        Do ácido sulfídrico das tumbas,

                        Trazendo dentro dalma, envoltos na ânsia,
                        Asco e dó, piedade e repugnância
                        Pelo espírito e o corpo nauseabundo;
                        E com os meus pensamentos desconexos,
                        Vejo a guerra pestífera dos sexos,
                        Abominando as coisas deste mundo...

                        Terra!... e chegam-me fortes cheiros acres,
                        Como cheiro de sangue  dos massacres.
                        Fétido, coagulado, decomposto
                        Escorrendo num campo de batalhas
                        Onde as almas se vestem de mortalhas,
                        Desde o sol-posto, ao próximo sol-posto.

                        Apavora-me o horror dessa miséria
                        E fujo da imundície da matéria
                        Onde traguei meus grandes amargores;
                        Fujo... E ainda transpondo o Azul sereno,
                        Sinto em minhalma o tóxico, o veneno
                        E a desdita dos seres sofredores.

                                                           AUGUSTO DOS ANJOS.

            PARAIBANO. Nasceu em 1884 e desencarnou em 1914, na Cidade de Leopoldina, Minas. Era professor no Colégio Pedro II. Inconfundível pela bizarria da técnica, bem como dos assuntos de sua predileção, deixou um só livro – Eu – que foi, aliás, suficiente para lhe dar personalidade original.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA e outros autores - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. N º. 97. - DENTRO DA PRÓPRIA CASA. - HILÁRIO SILVA.

                DENTRO DA PRÓPRIA CASA.

                                                                                  HILÁRIO SILVA.

            Abastado fazendeiro fluminense, de idéias espíritas, vinha do sítio à cidade, a fim de entender-se com o Juiz de Menores sobre o comportamento reprovável de um filho. O Jovem da catorze anos fizera-se malfeitor. A princípio, subtraía valores em casa. Em seguida, passou a escandalizar parentes. Supunham-no enfermo. Levado ao facultativo, recebeu conselho, medicação.
            Ainda assim, não se emendou. A pequena mão leve preocupava.

            Por último, era apontado como sendo o autor do desaparecimento de grande soma de residência vizinha. O pai, aflito, marcara encontro com a autoridade e, de passagem por Nilópolis, parou num posto de gasolina. Um companheiro reconheceu-o. Abraços. E, de imediato, a roda de amigos. Assunto vai, assunto vem.
            José Luís do Espírito Santo, ferroviário espírita, humilde e abnegado, está no círculo. Ouve a conversa com discrição. De quando em quando, atende a esse ou àquele necessitado. É um coração materno a rogar auxílio. Um velhinho a pedir café. Um doente que lhe apresenta o semblante triste. Essa ou aquela criança tentando amparo. O dinheiro é pouco, mas José Luís saca do bolso, sem exauri-lo. Para cada um tem o auxílio como resposta.
            A certa altura, o fazendeiro itinerante observa, conselheiral:
            - Meu amigo, tenho muita simpatia pela Doutrina Espírita, mas creio que o exagero da caridade é um abuso. Ajudar a torto e a direito de criar vadios.

            O ferroviário esboçou o gesto de quem fora surpreendido em falta e justificou-se:
            - Dou alguma coisa, doutor. Um homem, como eu, conta apenas migalhas. De fato, o senhor tem razão. É possível que a gente ajudando possa, aqui e ali, ver surgir vadios. Mas sempre noto que a gente, acumulando muitos bens sem proveito, faz também os ladrões. 

            E sem saber que tocava fundo na chaga do homem:
            - E às vezes fazemos ladrões dentro da própria casa.

Fonte: Livro “A VIDA ESCREVE”. - psicografia de FRANCISCO C. XAVIER - EDIÇÃO FEB.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 64. - DENTRO DA PRÓPRIA CASA. - HILÁRIO SILVA. (CHICO XAVIER.)


                                   DENTRO DA PRÓPRIA CASA.

                                                                                  Hilário Silva.

            Abastado fazendeiro fluminense, de idéias espíritas, vinha do sítio à cidade, a fim de entender-se com o Juiz de Menores sobre o comportamento reprovável de um filho. O Jovem da catorze anos fizera-se malfeitor. A princípio, subtraía valores em casa. Em seguida, passou a escandalizar parentes. Supunham-no enfermo. Levado ao facultativo, recebeu conselho, medicação.
            Ainda assim, não se emendou. A pequena mão leve preocupava.

            Por último, era apontado como sendo o autor do desaparecimento de grande soma de residência vizinha. O pai, aflito, marcara encontro com a autoridade e, de passagem por Nilópolis, parou num posto de gasolina. Um companheiro reconheceu-o. Abraços. E, de imediato, a roda de amigos. Assunto vai, assunto vem.
            José Luís do Espírito Santo, ferroviário espírita, humilde e abnegado, está no círculo. Ouve a conversa com discrição. De quando em quando, atende a esse ou àquele necessitado. É um coração materno a rogar auxílio. Um velinho a pedir café. Um doente que lhe apresenta o semblante triste. Essa ou aquela criança tentando amparo. O dinheiro é pouco, mas José Luís saca do bolso, sem exauri-lo. Para cada um tem o auxílio como resposta.
            A certa altura, o fazendeiro itinerante observa, conselheiral:
            - Meu amigo, tenho muita simpatia pela Doutrina Espírita, mas creio que o exagero da caridade é um abuso. Ajudar a torto e a direito de criar vadios.

            O ferroviário esboçou o gesto de quem fora surpreendido em falta e justificou-se:
            - Dou alguma coisa, doutor. Um homem, como eu, conta apenas migalhas. De fato, o senhor tem razão. É possível que a gente ajudando possa, aqui e ali, ver surgir vadios. Mas sempre noto que a gente, acumulando muitos bens sem proveito, faz também os ladrões. 

            E sem saber que tocava fundo na chaga do homem:
            - E às vezes fazemos ladrões dentro da própria casa.

Fonte: Livro “A VIDA ESCREVE”. - psicografia de FRANCISCO C. XAVIER - EDIÇÃO FEB.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 20 de maio de 2012

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - No. 31. - DENTRO DA PRÓPRIA CASA. - HILÁRIO SILVA. (CHICO XAVIER.)


                                   DENTRO DA PRÓPRIA CASA.

                                                                                  Hilário Silva.

            Abastado fazendeiro fluminense, de idéias espíritas, vinha do sítio à cidade, a fim de entender-se com o Juiz de Menores sobre o comportamento reprovável de um filho. O Jovem da catorze anos fizera-se malfeitor. A princípio, subtraía valores em casa. Em seguida, passou a escandalizar parentes. Supunham-no enfermo. Levado ao facultativo, recebeu conselho, medicação.
            Ainda assim, não se emendou. A pequena mão leve preocupava.

            Por último, era apontado como sendo o autor do desaparecimento de grande soma de residência vizinha. O pai, aflito, marcara encontro com a autoridade e, de passagem por Nilópolis, parou num posto de gasolina. Um companheiro reconheceu-o. Abraços. E, de imediato, a roda de amigos. Assunto vai, assunto vem.
            José Luís do Espírito Santo, ferroviário espírita, humilde e abnegado, está no círculo. Ouve a conversa com discrição. De quando em quando, atende a esse ou àquele necessitado. É um coração materno a rogar auxílio. Um velinho a pedir café. Um doente que lhe apresenta o semblante triste. Essa ou aquela criança tentando amparo. O dinheiro é pouco, mas José Luís saca do bolso, sem exauri-lo. Para cada um tem o auxílio como resposta.
            A certa altura, o fazendeiro itinerante observa, conselheiral:
            - Meu amigo, tenho muita simpatia pela Doutrina Espírita, mas creio que o exagero da caridade é um abuso. Ajudar a torto e a direito de criar vadios.

            O ferroviário esboçou o gesto de quem fora surpreendido em falta e justificou-se:
            - Dou alguma coisa, doutor. Um homem, como eu, conta apenas migalhas. De fato, o senhor tem razão. É possível que a gente ajudando possa, aqui e ali, ver surgir vadios. Mas sempre noto que a gente, acumulando muitos bens sem proveito, faz também os ladrões. 

            E sem saber que tocava fundo na chaga do homem:
            - E às vezes fazemos ladrões dentro da própria casa.

               Fonte: Livro “A VIDA ESCREVE”. - psicografia de FRANCISCO C. XAVIER - EDIÇÃO FEB.

                       
                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)