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terça-feira, 30 de junho de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA. - São Luiz, Paris - 1860. - ITEM N º. 30. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO V.

         BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

               SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA.

                                   São Luiz, Paris – 1860.

30. Um homem se expõem a um perigo iminente para salvar a vida de um de seus semelhantes, sabendo antecipadamente que ele próprio morrerá. Isto pode ser considerado suicídio? 
            A partir do momento em que a intenção de procurar a morte não existe, não há suicídio, mas dedicação e abnegação, embora haja a certeza de morrer. Mas quem pode essa ter certeza? Quem disse que a Providência não reserva um meio inesperado de salvação no momento mais crítico? Não pode salvar até mesmo aquele que estiver na boca de um canhão? Muitas vezes pode querer levara aprova da resignação até as últimas conseqüências, quando um acontecimento inesperado afasta o golpe fatal.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

- NOTAS ESPIRITUAIS. - A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA. - CHICO XAVIER.

        A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA.

            As orientações filosóficas. Religiosas e morais do Espiritismo levam as pessoas ao emprego digno da sexualidade, visando á conquista da felicidade duradoura.
            Busca a consciência dos indivíduos sobre a importância do cumprimento das obrigações assumidas no campo afetivo e conjugal, pela prática das condutas nobres e elevadas no complexo mundo do emprego da sexualidade.
            Paulo, o apóstolo, em carta aos Coríntios, já exortava ao equilíbrio:
            - Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
            E Léon Denis, o filósofo do espiritismo, ensina que as paixões carnais atraem os Espíritos de lascívia. E que nada enfraquece tanto as altas faculdades como se entregar ao amor sensual, que enerva (embrutece? Animaliza?) o corpo e perturba as límpidas fontes de inspiração.
            Uma síntese de norma em torno do sexo nos oferece Emmanuel, por meio da psicografia de Chico Xavier, no livro O consolador:
            - Não proibição, mas educação.
            - Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmos
            - Não indisciplina, mas controle.
            - E por fim, não impulso livre, mas responsabilidade.
            O médico espiritual André Luiz, também pela mediunidade de Chico Xavier, diz que o sexo é uma manifestação sagrada do amor universal e divino, mas que é apenas uma expressão isolada do potencial infinito. E tece as seguintes considerações sobre o relacionamento dos casais mais espiritualizados.
            - O carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento mútuos permanecem muito acima da união física, reduzida, entre eles, a realização transitória.
            - A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação da harmonia. Para que se alimente a ventura, basta a presença e às vezes, apenas a compreensão.

                                                                                                          R C

            Fonte: AGENDA: CHICO XAVIER. -2008 - EDITORA EME - CAPIVARI, SP.


                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

- NOTAS ESPIRITUAIS. - A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA. - R. C. (CHICO XAVIER.)

A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA.

            As orientações filosóficas. Religiosas e morais do Espiritismo levam as pessoas ao emprego digno da sexualidade, visando á conquista da felicidade duradoura.
            Busca a consciência dos indivíduos sobre a importância do cumprimento das obrigações assumidas no campo afetivo e conjugal, pela prática das condutas nobres e elevadas no complexo mundo do emprego da sexualidade.
            Paulo, o apóstolo, em carta aos Coríntios, já exortava ao equilíbrio:
            - Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
            E Léon Denis, o filósofo do espiritismo, ensina que as paixões carnais atraem os Espíritos de lascívia. E que nada enfraquece tanto as altas faculdades como se entregar ao amor sensual, que enerva (embrutece? Animaliza?) o corpo e perturba as límpidas fontes de inspiração.
            Uma síntese de norma em torno do sexo nos oferece Emmanuel, por meio da psicografia de Chico Xavier, no livro O consolador:
            - Não proibição, mas educação.
            - Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmos
            - Não indisciplina, mas controle.
            - E por fim, não impulso livre, mas responsabilidade.
            O médico espiritual André Luiz, também pela mediunidade de Chico Xavier, diz que o sexo é uma manifestação sagrada do amor universal e divino, mas que é apenas uma expressão isolada do potencial infinito. E tece as seguintes considerações sobre o relacionamento dos casais mais espiritualizados.
            - O carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento mútuos permanecem muito acima da união física, reduzida, entre eles, a realização transitória.
            - A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação da harmonia. Para que se alimente a ventura, basta a presença e às vezes, apenas a compreensão.

                                                                                                          R C

            Fonte: AGENDA CHICO XAVIER. -2008 - EDITORA EME - CAPIVARI, SP.

                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. N º. 97. - DENTRO DA PRÓPRIA CASA. - HILÁRIO SILVA.

                DENTRO DA PRÓPRIA CASA.

                                                                                  HILÁRIO SILVA.

            Abastado fazendeiro fluminense, de idéias espíritas, vinha do sítio à cidade, a fim de entender-se com o Juiz de Menores sobre o comportamento reprovável de um filho. O Jovem da catorze anos fizera-se malfeitor. A princípio, subtraía valores em casa. Em seguida, passou a escandalizar parentes. Supunham-no enfermo. Levado ao facultativo, recebeu conselho, medicação.
            Ainda assim, não se emendou. A pequena mão leve preocupava.

            Por último, era apontado como sendo o autor do desaparecimento de grande soma de residência vizinha. O pai, aflito, marcara encontro com a autoridade e, de passagem por Nilópolis, parou num posto de gasolina. Um companheiro reconheceu-o. Abraços. E, de imediato, a roda de amigos. Assunto vai, assunto vem.
            José Luís do Espírito Santo, ferroviário espírita, humilde e abnegado, está no círculo. Ouve a conversa com discrição. De quando em quando, atende a esse ou àquele necessitado. É um coração materno a rogar auxílio. Um velhinho a pedir café. Um doente que lhe apresenta o semblante triste. Essa ou aquela criança tentando amparo. O dinheiro é pouco, mas José Luís saca do bolso, sem exauri-lo. Para cada um tem o auxílio como resposta.
            A certa altura, o fazendeiro itinerante observa, conselheiral:
            - Meu amigo, tenho muita simpatia pela Doutrina Espírita, mas creio que o exagero da caridade é um abuso. Ajudar a torto e a direito de criar vadios.

            O ferroviário esboçou o gesto de quem fora surpreendido em falta e justificou-se:
            - Dou alguma coisa, doutor. Um homem, como eu, conta apenas migalhas. De fato, o senhor tem razão. É possível que a gente ajudando possa, aqui e ali, ver surgir vadios. Mas sempre noto que a gente, acumulando muitos bens sem proveito, faz também os ladrões. 

            E sem saber que tocava fundo na chaga do homem:
            - E às vezes fazemos ladrões dentro da própria casa.

Fonte: Livro “A VIDA ESCREVE”. - psicografia de FRANCISCO C. XAVIER - EDIÇÃO FEB.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

- NOTAS ESPIRITUAIS. - A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA. - R. C. (CHICO XAVIER.)

        A ENERGIA SEXUAL É UMA FORÇA INERENTE A PRÓPRIA VIDA.

            As orientações filosóficas. Religiosas e morais do Espiritismo levam as pessoas ao emprego digno da sexualidade, visando á conquista da felicidade duradoura.
            Busca a consciência dos indivíduos sobre a importância do cumprimento das obrigações assumidas no campo afetivo e conjugal, pela prática das condutas nobres e elevadas no complexo mundo do emprego da sexualidade.
            Paulo, o apóstolo, em carta aos Coríntios, já exortava ao equilíbrio:
            - Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
            E Léon Denis, o filósofo do espiritismo, ensina que as paixões carnais atraem os Espíritos de lascívia. E que nada enfraquece tanto as altas faculdades como se entregar ao amor sensual, que enerva (embrutece? Animaliza?) o corpo e perturba as límpidas fontes de inspiração.
            Uma síntese de norma em torno do sexo nos oferece Emmanuel, por meio da psicografia de Chico Xavier, no livro O consolador:
            - Não proibição, mas educação.
            - Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmos
            - Não indisciplina, mas controle.
            - E por fim, não impulso livre, mas responsabilidade.
            O médico espiritual André Luiz, também pela mediunidade de Chico Xavier, diz que o sexo é uma manifestação sagrada do amor universal e divino, mas que é apenas uma expressão isolada do potencial infinito. E tece as seguintes considerações sobre o relacionamento dos casais mais espiritualizados.
            - O carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento mútuos permanecem muito acima da união física, reduzida, entre eles, a realização transitória.
            - A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação da harmonia. Para que se alimente a ventura, basta a presença e às vezes, apenas a compreensão.

                                                                                                          R C

            Fonte: AGENDA CHICO XAVIER. -2008 - EDITORA EME - CAPIVARI, SP.


                                               RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 64. - DENTRO DA PRÓPRIA CASA. - HILÁRIO SILVA. (CHICO XAVIER.)


                                   DENTRO DA PRÓPRIA CASA.

                                                                                  Hilário Silva.

            Abastado fazendeiro fluminense, de idéias espíritas, vinha do sítio à cidade, a fim de entender-se com o Juiz de Menores sobre o comportamento reprovável de um filho. O Jovem da catorze anos fizera-se malfeitor. A princípio, subtraía valores em casa. Em seguida, passou a escandalizar parentes. Supunham-no enfermo. Levado ao facultativo, recebeu conselho, medicação.
            Ainda assim, não se emendou. A pequena mão leve preocupava.

            Por último, era apontado como sendo o autor do desaparecimento de grande soma de residência vizinha. O pai, aflito, marcara encontro com a autoridade e, de passagem por Nilópolis, parou num posto de gasolina. Um companheiro reconheceu-o. Abraços. E, de imediato, a roda de amigos. Assunto vai, assunto vem.
            José Luís do Espírito Santo, ferroviário espírita, humilde e abnegado, está no círculo. Ouve a conversa com discrição. De quando em quando, atende a esse ou àquele necessitado. É um coração materno a rogar auxílio. Um velinho a pedir café. Um doente que lhe apresenta o semblante triste. Essa ou aquela criança tentando amparo. O dinheiro é pouco, mas José Luís saca do bolso, sem exauri-lo. Para cada um tem o auxílio como resposta.
            A certa altura, o fazendeiro itinerante observa, conselheiral:
            - Meu amigo, tenho muita simpatia pela Doutrina Espírita, mas creio que o exagero da caridade é um abuso. Ajudar a torto e a direito de criar vadios.

            O ferroviário esboçou o gesto de quem fora surpreendido em falta e justificou-se:
            - Dou alguma coisa, doutor. Um homem, como eu, conta apenas migalhas. De fato, o senhor tem razão. É possível que a gente ajudando possa, aqui e ali, ver surgir vadios. Mas sempre noto que a gente, acumulando muitos bens sem proveito, faz também os ladrões. 

            E sem saber que tocava fundo na chaga do homem:
            - E às vezes fazemos ladrões dentro da própria casa.

Fonte: Livro “A VIDA ESCREVE”. - psicografia de FRANCISCO C. XAVIER - EDIÇÃO FEB.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)