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segunda-feira, 11 de março de 2013

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO II. - MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO. - A VIDA FUTURA. - ITEM Nº. 2. - ALLAN KARDEC.


                                                     CAPÍTULO II.

                      MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO.

                                                 A VIDA FUTURA.

2. Por essas palavras, Jesus designa claramente a vida futura, que ele apresenta, em todas as circunstâncias, como o termo para onde tende a Humanidade, e como sendo o objeto das principais preocupações do homem sobre a Terra; todas as suas máximas se dirigem a esse grande princípio. Sem a vida futura, com efeito, a maior parte dos seus preceitos de moral não teria nenhuma razão de ser; por isso aqueles que não creem na vida futura, imaginando que ele não fala senão da vida presente, não os compreendem ou se acham pueris.
Esse dogma pode, ser considerado como ponto central do ensinamento do Cristo, por isso está colocado como um dos primeiros nesta obra, porque deve ser o alvo de todos os homens; só ele pode justificar as anomalias da vida terrestre e concordar com a justiça de Deus.


            Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - CAPÍTULO. II. - IV. – ESPAÇO UNIVERSAL. - Questão. Nº. 35. – ALLAN KARDEC.


                                                    CAPÍTULO. II.

                                   IV. – ESPAÇO UNIVERSAL.


              Questão. Nº. 35. – O espaço universal é infinito ou limitado?

            - Infinito. Supõe-no limitado, que haveria além? Isto te confunde a razão, bem o sei, e todavia, tua razão diz que não pode ser de outro modo. Ele é como o infinito em todas as coisas; não é na vossa pequenina esfera que podereis compreendê-lo.
            Supondo-se um limite ao espaço, por mais distante que o pensamento o possa conceber, a razão diz que além desse limite há alguma coisa; e assim, passo a passo, até o infinito, porque se essa alguma coisa fosse o vazio absoluto, ainda assim seria espaço.  

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54 a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO. II. - II. – ESPÍRITO E MATÉRIA. - Questão. Nº. 33.



                             ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                     CAPÍTULO. II.

                                   II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 33. – A mesma matéria elementar é suscetível de passar por todas as modificações e adquirir todas as propriedades? 

            - Sim, e é isso que deveis entender, quando dizemos que tudo está em tudo.

            O oxigênio, o hidrogênio, o azoto, o carbono, e todos os corpos que consideramos simples não são mais do que modificações de uma substância primitiva. Na impossibilidade, em que nos encontramos ainda, de remontar de outra maneira, que não pelo pensamento, a essa matéria, esses corpos são para nós verdadeiros elementos, e podemos, sem maiores conseqüências, considerá-los assim até nova ordem.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54 a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO. II. - III. – PROPRIEDADES DA MATÉRIA. - Questão. Nº. 29.


                           ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                             CAPÍTULO. II.

                                   III. – PROPRIEDADES DA MATÉRIA.

            Questão. Nº. 29. – A ponderabilidade é atributo essencial da matéria?

            - Da matéria como a entendeis, sim; mas não da matéria considerada com fluido universal. A matéria etérea e sutil que forma esse fluido é imponderável para vós, mas nem por isso deixa de ser o princípio da vossa matéria ponderável.
            A ponderabilidade é uma propriedade relativa. Fora das esferas de atração dos mundos, não há peso, da mesma maneira que não alto nem baixo.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 9 de setembro de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - II ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO Nº. 26.


                          ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                             CAPÍTULO. II.

                                         II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 26. – Pode-se conhecer o espírito sem a matéria e a matéria sem o espírito? 

            - Pode-se sem dúvida, pelo pensamento.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. -II ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO. Nº. 25.



                            ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                            CAPÍTULO. II.

                                               II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 25. – O espírito é independente da matéria, ou não é mais do que uma propriedade desta, como as cores são propriedades da luz e o som uma propriedade do ar? 
           
                   - São distintos, mas é necessária a união do espírito para dar a inteligência a esta. 

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO Nº. 23 a.


                              ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                         CAPÍTULO. II.

                                          II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 23 a. – Qual é a sua (do espírito) natureza íntima? 

            Não é fácil analisar o espírito na vossa linguagem. Para vós, ele não é nada, porque não é coisa palpável; mas, para nós, é alguma coisa. Ficai sabendo: nenhuma coisa é o nada e o nada não existe.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO Nº. 23.


                               ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                                  CAPÍTULO. II.

                                            II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

                                  Questão. Nº. 23. – Que é espírito?

                                   - O princípio inteligente do Universo.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

domingo, 29 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO Nº. 22 a,


                              ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                            CAPÍTULO. II.

                                               II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

                Questão. Nº. 22 a. – Que definição podeis dar da matéria?

            - A matéria é o liame que escraviza o espírito; é o instrumento que ele usa, e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce a sua ação.
            De acordo com isto, pode-se dizer que a matéria é o agente. O intermediário com ajuda da qual e sobre o qual o espírito atua.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - ESPÍRITO E MATÉRIA. - QUESTÃO Nº. 22.


                              ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                       CAPÍTULO. II.

                                     II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 22. – Define-se geralmente a matéria como aquilo que tem extensão, pode impressionar os sentidos e é impenetrável. Essa definição é exata?

            - Do vosso ponto de vista, sim, porque só falais daquilo que conheceis. Mas a matéria existe em estados que não percebeis. Ela pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil que não produza nenhuma impressão nos vossos sentidos: entretanto, será sempre matéria; embora não o seja para vós.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - II ESPÍRITO E MATÉRIA.


                       ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                                                       CAPÍTULO. II.

                                   II. – ESPÍRITO E MATÉRIA.

            Questão. Nº. 21. – A matéria existe de toda a eternidade, como Deus, ou foi criada por ele num certo momento?  

            - Só Deus o sabe. Há, entretanto, uma coisa que a vossa razão vos deve indicar: é que Deus, modelo de amor e de caridade, jamais esteve inativo. Qualquer que seja a distância que possais imaginar o início de sua ação, podereis compreendê-lo um segundo na sua ociosidade? 

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II. - O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL. - QUESTÃO Nº. 17.


                                                             CAPÍTULO II.

                             O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL.

            17. No número dos fatos desse gênero, é preciso colocar em primeiro lugar as aparições, por que são mais frequentes. A de Salete, que divide mesmo o clero, para nós não tem nada de insólita. Seguramente, não podemos afirmar que o fato ocorreu, porque dele não temos a prova material; mas, para nós, ele é possível, visto que milhares de fatos análogos recentes nos são conhecidos. Cremos neles não somente porque sua realidade foi averiguada por nós, mas, sobretudo, porque nos damos perfeitamente conta da maneira pela qual se produzem. Quem quiser se reportar à teoria das aparições, que daremos mais adiante, verá que esse fenômeno torna-se tão simples e tão plausível como uma multidão de fenômenos físicos que não são prodigiosos senão por falta de se ter deles a chave. Quanto ao personagem que se apresentou à Salete, é uma outra questão; sua identidade não nos está, de nenhum modo demonstrada; nós constatamos simplesmente que uma aparição pode ter tido lugar, o resto não é da nossa competência cada um pode, a esse respeito, guardar suas convicções, o Espiritismo disso não tem que se ocupar; dizemos somente que os fatos produzidos pelo Espiritismo nos revelam leis novas, e nos dão a chance de uma multidão de coisas que pareciam sobrenaturais; se algum daqueles que passassem por miraculosos nele encontram uma explicação lógica, é um motivo para não se apressar em negar o que não se compreende.
            Os fenômenos espíritas são considerados por certas pessoas, precisamente porque parecem fugir da lei comum e porque deles não se dão conta. Daí-lhes uma base racional, e a dúvida cessa. A explicação, neste século em que não se pagam as palavras, é pois um poderoso motivo de convicção; vemos também todos os dias pessoas que não foram testemunhas de nenhum fato, que não viram nenhuma mesa girar, nenhum médium escrever, e que são tão convencidos quanto nós, unicamente porque leram e compreenderam. Se não devesse crer senão no que se vê com os olhos, nossa convicção se reduziria a bem poucas coisas.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 7 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II. - O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL. - QUESTÃO Nº. 16.


                                                            CAPÍTULO II.

                          O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL.

                        16. – Os fenômenos espíritas, da mesma forma que os fenômenos magnéticos, antes que se lhes conhecesse a causa, passaram por prodígios; ora, como os cépticos, os espíritos fortes, quer dizer, aqueles que têm o privilégio da razão e do bom senso, não creem que uma coisa seja possível desde que não a compreendem, eis porque todos os fatos reputados prodigiosos são objeto de suas zombarias; e como a religião contém um grande número de fatos desse gênero, não creem na religião, e daí a incredulidade absoluta não há senão um passo. O Espiritismo, explicando a maioria desses fatos, lhes dá uma razão de ser. Ele vem, pois, em ajuda da religião, demonstrando a possibilidade de certos fatos que, por não terem mais o caráter miraculoso, não são menos extraordinários, e Deus não é menos grande, nem menos poderoso, por não ter derrogado suas leis. De quantas zombarias as levitações de são Cupertino foram objetos. Ora a suspensão etérea dos corpos graves é um fato explicado pela lei espírita, disso fomos pessoalmente testemunha ocular do Sr. Home, assim como outras pessoas do nosso conhecimento, repetiram muitas vezes o fenômeno produzido por São Cupertino. Portanto, esse fenômeno entra na ordem das coisas naturais.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS ESPÍRITOS. - ALLAN KARDEC. - ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO. - CAPÍTULO II. - CONHECIMENTO DO PRINCÍPIO DAS COISAS.


           ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO.

                        CAPÍTULO. II.
  
         I. – Conhecimento do Princípio Das Coisas.

- Questão No. 19.- O homem não poderá, pelas investigações da ciência penetrar alguns segredos da natureza?
- A ciência lhe foi dado para o seu adiantamento em todos os sentidos, mas ele não pode ultrapassar os limites fixados por Deus.

Unto mais é permitido ao homem penetrar nesses mistérios, maior deve ser a sua admiração pelo poder e sabedoria do Criador. Mas, seja por orgulho, seja por fraqueza, sua própria inteligência o torna freqüentemente joguete da ilusão. Ele acumula sistemas sobre sistemas, e cada dia que passa mostra quantos erros tomou por verdades e quantas verdades repeliu como erros, São outros tantas decepções para seu orgulho.

Fonte: “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” - Allan Kardec - 54a. Edição - Editora LAKE - São Paulo, SP - 1994.

                       RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II. - O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL. - QUESTÃO. Nº. 16.


                                                        CAPÍTULO II.

                      O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL.

                        16. Os fenômenos espíritas, da mesma forma que os fenômenos magnéticos, antes que se lhes conhecesse a causa, passaram por prodígios; ora, como os cépticos, os espíritos fortes, quer dizer, aqueles que têm o privilégio exclusivo da razão e do bom-senso, não creem que uma coisa seja possível desde que não compreendem, eis porque todos os fatos reputados prodigiosos são objeto de suas zombarias; e como a religião tem um grande número de fatos desse gênero, não creem na religião, e daí à incredulidade absoluta não há senão há um passo. O Espiritismo, explicando a maioria desses fatos, lhes dá uma razão de ser. Ele vem, pois, em ajuda da religião, demonstrando a possibilidade de certos fatos que, por não terem mais o caráter miraculoso, não são menos extraordinários, e Deus não é menos grande, nem menos poderoso, por não ter derrogado suas leis. De quantas zombarias as levitações de São Cupertino foram objeto! Ora, a suspensão etérea dos corpos graves é um fato explicado pela lei espírita; disso fomos pessoalmente testemunhas ocular, e o Sr. Home, assim como outras pessoas do nosso conhecimento, repetiram muitas vezes o fenômeno produzido por São Cupertino. Portanto, esse fenômeno entra na ordem das coisas naturais.

            Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 9 de junho de 2012

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - ALLAN KARDEC. - CAPÍTULO II - O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL. - QUESTÃO No. 13.


                                                        CAPÍTULO II.

                  O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL.

                        13. O Espiritismo não aceita, pois, todos os fatos reputados maravilhosos ou sobrenaturais; longe disso, demonstra a impossibilidade de um grande número deles e o ridículo de certas crenças que constituem, propriamente falando, a supertição. È verdade que, no que ele admite, há coisas que, para os incrédulos, são puramente maravilhosos, ou seja, da supertição; que seja da superstição; que seja, mas, ao menos, não discuti senão esses pontos, porque sobre os outros não há nada dizer, e estareis procurando convencer quem já está convertido. Em atacando o que ele mesmo refuta, provais vossa ignorância da coisa, e vossos argumentados se perdem. Mas onde se detém a crença do Espiritismo, dir-se-á? Lede, observai, e o sabereis. Toda ciência não se adquire senão com tempo e o estudo; ora, o Espiritismo, que toca nas mais graves questões filosofia, a todas as ramificações de ordem social, que abraça, ao mesmo tempo, o homem físico e o homem moral, é, ele próprio, toda uma ciência, toda uma filosofia que não pode ser apreendida em algumas horas, como todas as outras ciências; haveria tanta puerilidade em ver todo o Espiritismo em uma mesa girante, como em ver toda a física em certos jogos infantis. Para todo aquele que não quer se deter na superfície, não são preciso horas, mas meses e anos para sondar-lhes todos os arcanos. Que se julgue, por aí, o grau do saber e do valor da opinião daqueles que se arrogam o direito de julgar, porque viriam uma ou duas experiências, o mais frequentemente, a guisa de distração e de passatempo. Eles dirão, sem dúvida, que não têm tempo disponível para dar todo o tempo necessário a esse estudo; seja nada os constrange a isso; mas, então, quando não se tem tempo para aprender uma coisa, não se ocupe em falar sobre ela, menos ainda em julgá-la, se não quiser ser acusado de leviandade; ora, quanto mais se ocupa uma posição elevada na ciência, menos se é desculpável por tratar levianamente um assunto que não se conhece.

                        Fonte: O Livro dos Médiuns - Allan Kardec - 18 º edição - Abril de 1991, Editora Instituto de difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)