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segunda-feira, 30 de abril de 2018

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO XVI. - MÉDIUNS ESPECIAIS. - Aptidões especiais dos médiuns • Quadro sinóptico das diferentes espécies de médiuns. - ITEM N º. 187. - ALLAN KARDEC.

        O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                      SEGUNDA PARTE.

                         CAPÍTULO XVI.

              MÉDIUNS ESPECIAIS.

Aptidões especiais dos médiuns • Quadro sinóptico das diferentes espécies de médiuns.
  
187. Podem dividir-se os médiuns em duas grandes categorias:

Médiuns de efeitos físicos, os que têm o poder de provocar efeitos materiais, ou manifestações ostensivas. (Nº 160.)
Médiuns de efeitos intelectuais, os que são mais aptos a receber e a transmitir comunicações inteligentes. (Nº 65 e seguintes.)
Todas as outras espécies se prendem mais ou menos diretamente a uma ou outra dessas duas categorias; algumas participam de ambas. Se analisarmos os diferentes fenômenos produzidos sob a influência mediúnica, veremos que, em todos, há um efeito físico e que aos efeitos físicos se alia quase sempre um efeito inteligente. Difícil é muitas vezes determinar o limite entre os dois, mas isso nenhuma conseqüência apresenta. Sob a denominação de médiuns de efeitos intelectuais abrangemos os que podem, mais particularmente, servir de intermediários para as comunicações regulares e fluentes. (Nº 133.)


                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 17 de abril de 2018

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO XVI. - MÉDIUNS ESPECIAIS. - Aptidões especiais dos médiuns • Quadro sinóptico das diferentes espécies de médiuns. - ITEM N º. 185. - ALLAN KARDEC.

       O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                    SEGUNDA PARTE.

                        CAPÍTULO XVI.

               MÉDIUNS ESPECIAIS.
   
 Aptidões especiais dos médiuns • Quadro sinóptico das diferentes espécies de médiuns.

185. Além das categorias de médiuns que acabamos de enumerar, a mediunidade apresenta uma variedade infinita de matizes, que constituem os chamados médiuns especiais, dotados de aptidões particulares, ainda não definidas, abstração feita das qualidades e conhecimentos do Espírito que se manifesta.
A natureza das comunicações guarda sempre relação com a natureza do Espírito e traz o cunho da sua elevação, ou da sua inferioridade, de seu saber, ou de sua ignorância.
Mas, em igualdade de merecimento, do ponto de vista hierárquico, há nele incontestavelmente uma propensão para se ocupar de uma coisa preferentemente a outra. Os Espíritos batedores, por exemplo, jamais saem das manifestações físicas e, entre os que dão comunicações inteligentes, há Espíritos poetas, músicos, desenhistas, moralistas, sábios, médicos, etc. Falamos dos Espíritos de mediana categoria, por isso que, chegando eles a um certo grau, as aptidões se confundem na unidade da perfeição.
Porém, de par com a aptidão do Espírito, há a do médium, que é, para o primeiro, instrumento mais ou menos cômodo, mais ou menos flexível e no qual descobre ele qualidades particulares que não podemos apreciar.
Façamos uma comparação: um músico muito hábil tem ao seu alcance diversos violinos, que todos, para o vulgo, são bons instrumentos, mas que são muito diferentes uns dos outros para o artista consumado, o qual descobre neles matizes de extrema delicadeza, que o levam a escolher uns e a rejeitar outros, matizes que ele percebe por intuição, visto que não os pode definir. O mesmo se dá com relação aos médiuns. Em igualdade de condições quanto às forças mediúnicas, o Espírito preferirá um ou outro, conforme o gênero da comunicação que queira transmitir. Assim, por exemplo, indivíduos há que, como médiuns, escrevem admiráveis poesias, sendo certo que, em condições ordinárias, jamais puderam ou souberam fazer dois versos; outros, ao contrário, que são poetas e que, como médiuns, nunca puderam escrever senão prosa, mau grado ao desejo que nutrem de escrever poesias. Outro tanto sucede com o desenho, com a música, etc. Alguns há que, sem possuírem de si mesmos conhecimentos científicos, demonstram especial aptidão para receber comunicações eruditas; outros, para os estudos históricos; outros servem mais facilmente de intérpretes aos Espíritos moralistas. Numa palavra, qualquer que seja a maleabilidade do médium, as comunicações que ele com mais facilidade recebe trazem geralmente um cunho especial; alguns existem mesmo que não saem de uma certa ordem de idéias e, quando destas se afastam, só obtêm comunicações incompletas, lacônicas e não raro falsas. Além das causas de aptidão, os Espíritos também se comunicam mais ou menos preferentemente por tal ou qual intermediário, de acordo com as suas simpatias.
Assim, em perfeita igualdade de condições, o mesmo Espírito será muito mais explícito com certos médiuns, apenas porque estes lhe convêm mais.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 189. APTIDÃO E EXPERIÊNCIA.- EMMANUEL. (CHICO XAVIER.)



         APTIDÃO E EXPERIÊNCIA.

           Reunião pública de 29/7/196. Questão nº 192

Queres ouvir os desencarnados, de maneira correta.
Aspiras a enxergar nos reinos do espírito, sem nenhuma ilusão.
Pretendes cultivar o intercâmbio medianímico, sem leve tisna de engano.
Estendes os braços e esperas por sublimes demonstrações.
*
Contudo, entre aptidão e experiência há sempre distância igual àquela que existe entre projeto e realidade.
Aptidão é planejamento.
Experiência é dedicação.

A aptidão aponta o professor.
A experiência faz o ensino.

A aptidão indica o tarefeiro.
A experiência cria a obra.

A aptidão sugere.
A experiência edifica.
*
Em mediunidade, qual acontece em qualquer outro serviço nobre, não há Conquista relâmpago.
Se te propões a engrandecê-la, recorda os operários obscuros da evolução que passaram no mundo, antes de ti, lutando e sofrendo para que encontrasses o caminho melhor. Nenhum deles ficou na estação do entusiasmo ou na porta do sonho. O suor de semelhantes heróis anônimos transparece das leis com que te garantes, do alimento de que te nutres, da roupa que vestes, da estrada que percorres ou da casa que habitas.
Qualidade mediúnica é talento comum a todos. Mas, exercer a mediunidade como força ativa no ministério do bem é fruto da experiência de quantos lhe esposam a obrigação, por senda de disciplina e trabalho, consagrandose, dia a dia, a estudar e servir com ela.

            Livro: “SEARA DOS MÉDIUNS”, - Emmanuel, - Psicografado por Francisco Cândido Xavier, - 12 ª edição, - Editora F E B, - Rio de Janeiro, RJ, - Abril de 2000.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

- MENSAGEM PARA OS MÉDIUNS. - Aptidões Especiais dos Médiuns. - ALLAN KARDEC. (LIVRO DOS MÉDIUNS.)


                - Aptidões Especiais dos Médiuns.

            O item 185 do livro dos Médiuns nos diz: - Além das categorias de Médiuns que acabamos de enumerar, a mediunidade apresenta uma variedade infinita de nuanças que constituem o que se chamam os médiuns especiais, e que têm aptidões particulares ainda não definidas, abstração feita das qualidades e dos conhecimentos do Espírito que se manifesta.
            A natureza das comunicações é sempre relativa a natureza do Espírito, e leva a marca da sua elevação ou da sua inferioridade, do seu saber ou da sua ignorância; mas, em igualdade de merecimento, do ponto de vista hierárquico, há neles, incontestavelmente, uma propensão a se ocupar mais de uma coisa do que de outra; os Espíritos batedores, por exemplo, não saem muito das manifestações inteligentes, há Espíritos poetas, músicos, desenhistas, moralistas, sábios, médicos, etc. Falamos dos Espíritos de ordem mediana, porque, chegados a certo grau, as aptidões se confundem na unidade de perfeição. Mas, ao lado da aptidão do Espírito, há a do médium que é para ele um instrumento mais ou menos cômodo, mais ou menos flexível, e no qual descobre qualidades particulares que não podemos apreciar.
            Tomemos uma comparação. Um músico muito hábil tem sob as mãos vários violinos que, para o vulgo, seriam todos bons instrumentos, mas entre os quais o artista consumado faz uma grande diferença; neles percebe nuanças de uma delicadeza extra, que o farão a escolher a uns e rejeitar a outros, nuanças que compreende mais pela intuição, pois não as pode definir. Ocorre o mesmo com respeito aos médiuns: com qualidades iguais na potência medianímica, o Espírito dará preferência a um ou a outro, segundo o gênero de comunicações que quer dar. Assim, por exemplo, vê-se pessoas escreverem, como médiuns, admiráveis poesias, embora, nas condições ordinárias, não tenham jamais podido ou sabido fazer dois versos; outros, ao contrário, que são poetas, como médiuns jamais puderam escrever senão em prosa, malgrado seu desejo. Ocorre o mesmo com o desenho, com a música, etc. Há ainda outros que, sem terem, por eles mesmos, conhecimentos científicos, têm uma aptidão mais particular para receberem comunicações sábias; outros estão para os estudos históricos, outros servem mais facilmente de intérpretes para os Espíritos moralistas; em uma palavra, qualquer seja a flexibilidade do médium, as comunicações que recebem com mais facilidade têm, geralmente, um cunho especial; há mesmo os que não saem de certo círculo de idéias, e quando saem não têm senão comunicações incompletas, lacônicas e, freqüentemente, falsas. Fora das causas de aptidão, os Espíritos se comunicam ainda mais ou menos voluntariamente por tal ou tal intermediário, segundo suas simpatias; assim, em condições iguais, o mesmo Espírito será sempre mais explícito com certos médiuns, unicamente porque melhor lhe convém.
            No item 186 os Espíritos nos ensinam: - Estar-se-ia, pois em erro se, apenas porque se tem à mão um bom médium, fosse mesmo sua escrita muito fácil, se pensasse obter por eles boas comunicações em todos os gêneros. A primeira condição, sem contradita, é assegurar-se da fonte de onde elas emanam, quer dizer, das qualidades do Espírito que as transmite; mas não é menos necessário ter em vista as qualidades do instrumento que se dá ao Espírito; é preciso, pois, estudar a natureza do médium, como se estuda a natureza do Espírito, porque são os dois elementos essenciais para se obter um resultado satisfatório. Há um terceiro elemento que desempenha um papel igualmente importante, e que é a intenção, o pensamento íntimo, o sentimento mais ou menos louvável daquele que interroga; e isso se concebe: Para que uma comunicação seja boa, é necessário que emane de um Espírito bom; para que esse Espírito bom possa transmiti-la, lhe é necessário um bom instrumento; para que queira transmiti-la, é preciso que o objetivo lhe convenha. O Espírito, que lê o pensamento, julga se a questão que se lhe propõe merece uma resposta séria, se a pessoa que lhe endereça é digna de recebê-la; caso contrário, não perde tempo em semear bons grãos sobre as pedras, e é então que os Espíritos levianos e zombeteiros se dão de inteira liberdade, porque, pouco se inquietando com a verdade, não a encaram de perto, e é geralmente pouquíssimo escrupulosos sobre o fim e sobre os meios.
            Resumimos, aqui, os principais gêneros de mediunidade, a fim de apresentar-lhes, de alguma sorte, o quadro sinótico, compreendendo os que já descrevemos nos capítulos precedentes, indicando os números onde a questão se acha com mais detalhes.
            Agrupamos as diferentes variedades de médiuns pela analogia de causas e efeitos, sem que esta classificação nada tenha de absoluto. Alguns se encontram freqüentemente; outros, ao contrário, são raros e mesmo excepcionais, o que temos o cuidado de mencionar. Estas últimas indicações foram todas fornecidas pelos Espíritos que, de resto, revisaram esse quadro com um cuidado todo particular e o completaram com numerosas observações e novas categorias, de tal sorte que, por assim dizer, é inteiramente obra sua. Indicamos com aspas suas observações textuais, quando acreditamos conveniente ressaltá-las. São, na maioria, Erasto companheiro de Paulo o Apóstolo, e do filósofo Sócrates.

            Fonte: Allan Kardec. - Livro dos Médiuns.


                        RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA Nº. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO Nº. 65. - – APTIDÃO MEDIÚNICA. - ODILON FERNANDES. (CARLOS A. BACCELLI.)


                    – APTIDÃO MEDIÚNICA.

            “Concebe-se que deve ser bastante raro que a faculdade de um médium seja rigorosamente circunscrita a um só gênero; o mesmo médium pode, sem dúvida, ter aptidões, mas há sempre uma que domina e é a que deve se interessar em cultivar, se for útil.” – (O livro dos Médiuns – segunda Parte – Cap. XVI)

            É comum ouvir-se a pergunta: “Que tipo de mediunidade tenho?”

            A mediunidade define-se por si mesma. O companheiro mais experiente nas lides da Doutrina poderá orientar o candidato ao exercício da mediunidade, abstendo-se, porém, de conclusões precipitadas.

            De fato, todos têm um gênero de mediunidade que se destaca mais. Em alguns, é a psicografia, noutros é a psicotonia e assim, sucessivamente.

Quase sempre, o desenvolvimento de um tipo de mediunidade acarreta o desenvolvimento simultâneo de outro. Encontramos médiuns que são psicofônicos e videntes ou psicógrafos clariaudientes.

Todas as mediunidades têm a mesma origem.

Naturalmente, todas as pessoas são médiuns passistas em potencial. Em algumas, isto é mais patente, de vez que chegam a sentir certas manifestações físicas, como a sensação de filamentos fluídicos saindo-lhes das pontas dos dedos e das palmas das mãos.

Todas as pessoas, quando se predispõem, podem doar de si mesmas às outras. Qualquer um que elevar o pensamento a Deus a estender as mãos em nome da caridade, será auxiliado pelos Espíritos amigos.

            Mas a mediunidade, com o passar do tempo, começa a definir sua área de atuação. Aqui se faz necessário o bom-senso do médium.

Atuar em todas as áreas da mediunidade é contraproducente. Possuir todos os gêneros de mediunidade não significa, por si só, elevação espiritual.

O homem levou milênios para aprender a utilizar todos os seus sentidos físicos, sincronizadamente. No que tange aos sentidos psíquicos, não será diferente.

O médium, através do estudo, do trabalho e da meditação, contando sempre com a inspiração dos Benfeitores Espirituais, deve observar qual o tipo de mediunidade que nele predomina e em que setor conseguirá ser mais útil aos semelhantes.

Existem notáveis médiuns psicofônicos que, por desejarem ser também médiuns psicógrafos, não conseguem ser uma coisa nem outra. Acabam se perdendo.

O gênero de mediunidade que convive bem com os demais é, sem dúvida, o passista. Pelo seu exercício é que os médiuns novatos devem começar, a fim de lograrem o equilíbrio das forças mediúnicas que estão apenas despertando.

Pela transmissão simples do passe aos necessitados, o médium vai conseguindo a simpatia dos bons Espíritos, os quais passarão a assessorá-lo em seu desenvolvimento, agindo sobre o seu psiquismo.
A cabine de passes deve ser o estágio inicial de quantos aspiram ao desenvolvimento de suas faculdades noutro setor, porque aquele que não conseguir dar de si aos outros, no ato do passe, dificilmente conseguirá dar-se aos Espíritos para um trabalho que, por vezes lhe exigirá maior desprendimento e cooperação.
Definindo o gênero de mediunidade, o médium deve esforçar- se para cultivá-lo e obter os melhores resultados.
Todos os médiuns em constante desenvolvimento.
Os Espíritos exercitam o médium; o médium deve exercitar a mediunidade de que se reconhece portador.
Ser médium não significa estar apto para a mediunidade.
A aptidão mediúnica é fruto do esforço, do estudo e da perseverança do médium! 

Fonte: Livro Mediunidade e Doutrina - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 1o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP - 1990.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)