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segunda-feira, 10 de junho de 2019

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - RESUMO DE LIVROS ESPIRITAS. - DIMENSÕES DA VERDADE. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO PEREIRA FRANCO.)

 RESUMO DE LIVROS ESPIRITAS.

      DIMENSÕES DA VERDADE.

            Amigo,
            Narra antiga tradição que nos dias heroicos da pregação evangélica, no Cristianismo nascente, pernoitando nula lapa, Barnabé e Paulo comentavam vibrantes e emocionados sobre o tesouro que conduziam e o Príncipe a Quem se deram...
            Ouvidos atenciosamente por salteadores que por perto se açoitavam, dominados pela cobiça, de imediato avançaram armados e exigiram as moedas e o roteiro que conduzia ao tesouro, arrebatando, das mãos dos trabalhadores da Boa Nova, os apontamentos evangélicos de que se utilizavam para as pregações.
            Barnabé e Paulo referiam-se à boa Nova, cujos gráficos conduziam em peles de carneiro e cuja mensagem entesouravam no coração como roteiro diário para a vida.
            Os bandoleiros pensavam em jóias, moedas, tapetes, especiarias que ambicionavam, m troca da própria vida, se necessário.
            Dimensões da verdade.
            Tesouro para Paulo e Barnabé a Palavra da Vida.
            Tesouro que, para os malfeitores, se transformava em fardo de aflições.
* * *
            “Eu sou a porta...
            “Eu sou o Caminho, a Verdade e a vida...
            “Eu sou o pão da vida...
            “Eu sou a água viva...
            “Eu sou o bom pastor...
            “Eu sou a videira...
            “Vós sois o sal da Terra...
            “Vós sois a luz do mundo...
            “Vós sois as varas...
            “Vós sois as ovelhas...
            “Acautelai-vos...
            “Orai e vigiai...
            “Vinde a Mim...” – Disse o Mestre.
            A balada de há dois mil anos continua soando no ar, espraiado-se.
            Há muita dor afivelada a rostos coloridos e muita amargura sorrindo num festival de enfermidades disfarçadas.

                                                           Joanna de Ângelis. – Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

VULTOS DO ESPIRITISMO. - CÂNDIDA AUGUSTA BEZERRA DE MENEZES. - GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. - INTERNET.


  
     Cândida Augusta Bezerra de Menezes

                           1851 - 1909

No dia 20 de março de 1909, desencarnou, na cidade do Rio de Janeiro, Cândida Augusta de Lacerda Machado, a segunda esposa de Bezerra de Menezes.
Filha de Mariano José Machado e Maria Cândida de Lacerda, casara-se com Bezerra de Menezes, em 21 de janeiro de 1865, dois anos após a desencarnação de Maria Cândida, a primeira esposa do Médico dos Pobres e irmã materna de Cândida Augusta. Cândida, após o matrimônio, colheu os dois sobrinhos que ficaram como filhos do coração, dando-lhes novos irmãos.
Cândida Augusta Bezerra de Menezes, nome que passou a utilizar depois do casamento, nasceu, provavelmente, em 1851, pois que desencarnou aos 58 anos.
O fato de ser 20 anos mais nova que o marido, nascido em 1831, era algo comum no Brasil do século XIX. Por uma questão cultural das famílias, à época, as filhas também se casavam bastante cedo. Curiosamente, Cândida Augusta nasceu no ano da chegada de Bezerra ao Rio de Janeiro.
Meigo espírito veio, certamente, com a missão precípua de dar o suporte familiar e afetuoso necessário ao esposo, quando este, no futuro, iniciasse suas atividades na seara espírita.
Cândida era conhecida pelos familiares e, provavelmente, pelo próprio marido através do terno apelido de Dodoca. Levou uma existência de virtudes, de trabalho e de provações, ao lado do amado companheiro.
Bezerra de Menezes, depois de ter perdido na política do Império a fortuna que adquirira como empresário, viveu os últimos anos de sua existência, pobre, cercado de embaraços e dificuldades. Para isso contribuiu, também, a magnanimidade do seu coração, o seu espírito despojado, que o levava frequentemente a repartir tudo quanto possuía com os necessitados que a ele recorriam.
Em meio às privações daí resultantes, dos dissabores e vicissitudes tão comuns à vida do homem público de seu tempo, a Misericórdia Divina lhe ensejou o amparo carinhoso de sua querida Dodoca, com quem partilhava as alegrias e as amarguras do coração.
Foram 35 anos de afetuosa convivência, até a separação física de Bezerra, ocorrida em 11 de abril de 1900. O desenlace do marido converteu-se numa dolorosa provação na sua vida, até aí tão tranquila e feliz, não obstante as intempéries existenciais anteriormente experimentadas.
Entretanto, conforme testemunham aqueles que a conheceram, Dodoca era uma alma de criança, duplicada de meiguice e singeleza, que nem os anos nem as vicissitudes e decepções do mundo conseguiram modificar.
Apesar de seu desejo em se reunir, brevemente, ao esposo amado no mundo espiritual, era para ela angustiante essa possibilidade,em face da situação dos filhos menores que deixaria. Ao desencarnar, Bezerra deixou seis filhos: Ernestina, Otávio, José Rodrigues, Francisco da Cruz, Hilda e Maria da Conceição. Estes três últimos tinham, respectivamente, 16, 14 e 9 anos.
Dodoca era espírita, absolutamente convencida da imortalidade e da sobrevivência da alma. Quando a enfermidade, que há longos anos lhe minava o organismo, a prostrou definitivamente no leito, ela foi, aos poucos, preparada para a desencarnação, através da ação de amigos espirituais e particularmente de Bezerra de Menezes, que via frequentemente à cabeceira do leito.
Sob essa influência suave e amorosa, manteve-se resignada e confiante de tal forma que, poucas semanas antes de desencarnar, fez suas últimas disposições, indicando até as roupas com as quais gostaria de ser amortalhada.
Conversava sobre o próximo desfecho com a mesma tranquilidade como se tratasse de uma viagem ou de um passeio.
Assim lúcida, confortada se conservou Dodoca, tendo apenas intermitências de angústias físicas que a enfermidade lhe provocava, e durante as quais só se lhe ouviam sair dos lábios os nomes de Jesus e de Bezerra, até que o seu débil corpo sucumbiu, aos 58 anos, e o seu espírito feliz partiu para as regiões da luz.

Fonte: GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. – INTERNET.

                    RHEDAM. (mzgcar@gmail.Com)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - N º. 273. - UMA SESSÃO ESPÍRITA COM CHICO XAVIER. - CEZAR CARNEIRO DE SOUZA.


UMA SESSÃO ESPÍRITA COM CHICO XAVIER.


            O que, a seguir, vai relatado ocorreu na Comunhão Espírita-Cristã, numa das muitas reuniões das segundas e sextas feiras, que freq6uentei, ali colaborando nos comentários evangélicos.
            18:45 horas – Entramos na sala de reunião pública, acompanhando o Chico, que, havendo necessidade, fazia alguns apontamentos com respeito à orientação dos trabalhos.
            19:00 horas – Abriram-se as portas para o público.
            Começando do médium, que, solícito, atendia de pé, num canto mesa, pessoas procedentes de todas as camadas sócias, formou-se enorme fila a se estender muito além do local da reunião. Esse atendimento verbal durou uma hora.
            No outro lado da mesa, Da Elza e Da. Elite (irmã, esta, de Eurípedes Barsanulfo) recolhiam nomes de pessoas que solicitavam receitas e orientações por via mediúnica. Naquela época, tais pedidos atingiam o expressivo número de duas, três ou mais centenas.
            20:00 horas – Encerrou-se o atendimento à fila. Sentou-se o médium a cabeceira da mesa, ao lado da presidente dos trabalhos, Da. Dalva Borges.
            Tomando do “Evangelho Segundo O Espiritismo” e do “Livro dos Espíritos, abriu-os ao acaso, folheando-os até encontrar um trecho que lhe agradasse. Foram extraídas uma mensagem do “Evangelho” e uma pergunta do “Livro dos Espíritos”, como base para os comentários a serem feitos.
            Nesse instante, a diretoria, auxiliada pelo Chico, nomeou os comentaristas, os quais foram chamados para formarem a mesa. Sempre notamos que os primeiros a usarem da palavra eram indicados pelo médium.
            Composta a mesa, Da. Dalva proferiu a prece inicial, fazendo, logo em seguida, a leitura dos textos escolhidos, em voz alta.
            20:10 horas – O médium ausenta-se da sala pública e, acompanhado do casal Weaker e Da. Zilda, isola-se em pequeno compartimento destinado ao receituário psicográfico.
            São iniciados os comentários, os quais se estendem até que o médium retorne do receituário.
            Noutro pequeno cômodo, abre-se a câmara de passes para o público. Observei que os médiuns passistas ali se reuniam, para a preparação, uns vinte minutos antes do atendimento. Após o passe, cada paciente recebe pequeno copinho com água fluidificada. Inúmeras garrafas de água foram ali colocadas para serem fluidificadas.
            21:00 horas. – As primeiras receitas saíram porta do cômodo onde o Chico psicografava e, depois de serem dobradas pelas mesmas senhoras que sentadas à mesa, haviam recolhido os nomes dos interessados, eram entregues a alguém que, no exterior do recinto, as distribuía.
            22:30 horas – Prosseguiam os comentários. Outro leva de receitas e orientações foi distribuída.
            23:30 horas – Novo pacote com receitas foi enviado pelos auxiliares do médium.
            0:30 horas – Surge o Chico, trazendo nas mãos o restante dos pedidos de orientação mediúnica. Encerram-se os comentários evangélicos da noite.
            A presidente releu os textos que haviam sido escolhidos para as explanações, após o que pediu a todos os presentes alguns momentos mais de silêncio, meditação e prece, até que a reunião atingisse o seu final.
            O Chico, mediunizado, começou a psicografar mensagens de Benfeitores Espirituais, incluindo uma comunicação familiar.
            2:00 horas – Finda-se o interrupto serviço psicográfico.
            O Chico, ainda mediunizado, toma uma folha, dobra-a pelo meio e Emmanuel grafa pequena frase de agradecimento nos seguintes termos: “Meu filho, podemos encerrar a reunião, com as bençãos de Jesus”. Esse bilhete é entregue à presidente dos trabalhos, que solicita de alguém a prece de encerramento.
            Usando a palavra, depois de tanto tempo exclusivamente dedicado à psicografia, o Chico pede que se chame os familiares presentes do comunicante da noite e, com permissão deles, lê a mensagem de público, entregando-a depois, em seus originais, a quem de direito. Em seguida, é lida uma mensagem evangélica dada por Emmanuel.
            2:30 horas – O movimento em torno do médium faz-se intenso e, assim, ele atende informalmente muitíssimas pessoas, dedica livros que lhe são apresentados, conta casos, ouve casos, ri e conversa, orientando indiretamente muita gente.
            3:30 horas – a convite do Chico, todos que ali ainda se encontram vão para as dependências da cozinha, e em grandes bules são servidos chá e café acompanhados de pequenas fatias de pão e rosca.
            Em momento algum o Chico deixa de estar rodeado por amigos solicitantes.
            4:00 – No portão de saída, já no passeio da Rua Eurípedes Barsanulfo, presencie ainda muita conversa edificante e descontraída. O Chico despede-se com muito carinho de um por um, com beijos na face e abraços.
            4:30 – Eu formava parte do pequeno grupo de retardatários, os últimos a deixarem o médium na calçada da Comunhão. Retirando-nos, ainda pude observar o dedicado irmão a nos acenar, desejando-nos uma boa noite.
            - Vão com Deus... – dizia. Vão com Deus...

Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CEZAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

domingo, 26 de maio de 2019

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - “LIVRO ESPÍRITA” - EDUCANDO ALMAS. - Dr.HUMBERTO. - EMMANUEL. - LÉON DENIS.


 “LIVRO ESPÍRITA” - EDUCANDO ALMAS.

            O Espiritismo tem como sue primordial objetivo “educar” o homem para o seu desenvolvimento moral, a caminho da evolução.
            Os Espíritos através de pessoas denominadas Médiuns se comunicam conosco nas mais variadas formas, uma delas é a psicografia, a escrita, através dela eles nos informam como devemos agir para um aprimoramento íntimo, conhecendo-nos e transformando-nos em seres melhores.
            Essas jóias literárias chegam até nós sem qualquer interesse se não àquele de elucidar dúvidas, esclarecer fatos e sentimentos e demonstrar o melhor caminho para a nossa renovação íntima.
            Por tanto o “Livro Espírita”, deve ser lindo, meditado, estudado e praticado para melhorarmos a nossa cultura dessa “Ciência, Filosofia e Religião” que é o Espiritismo.
            Kardec nos disse: “Espíritas amai-vos e instrui-vos”. Pois, se conhecerá o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral.

                                                                                              Dr. Humberto.

(Mensagem recebida em Piracicaba, em 26, abril de 2013, às 16,53 horas, pelo Médium, Dr. Carlos),
                                                           *
“O livro edificante é sempre um orientador é um amigo. É a voz que ensina, modifica, renova e ajuda”.

                                     EMMANUEL. (Chico Xavier)
            *
            “Como a Educação da alma é o objeto da vida, importa em resumir seus preceitos em palavras: aumentar tudo quanto for intelectual e elevado.
            “Lutar, combater, sofrer pelo bem dos homens e dos mundos. Iniciar seus semelhantes nos esplendores do verdadeiro e do belo.
            “Amar a verdade e a justiça, praticar para com todos a caridade, a benevolência – tal o segredo da felicidade presente e futura, tal o Dever, tal é a fé que Cristo legou à humanidade”.

                                                                                              Léon Denis.

            Fonte Consultada: Livro: VINICIUS. – EDUCADOR DE ALMAS. – Autores,Wilson Garcia e Eduardo Carvalho Monteiro. – Co-Edição. ELDORADO/EME. 1 ª. Edição. São Paulo/Capivari, SP. – Outubro de 1995.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 9 de maio de 2019

- APRENDENDO COM CHICO XAVIER. - N º. 269. - ESPÍRITA IDEAL. - CEZAR CARNEIRO DE SOUZA.


                     ESPÍRITA IDEAL.

            “O Espírita ideal é aquele que conjuga a sua fé com trabalho ativo no bem incessante, tomando por base o próprio aperfeiçoamento”.

            Fonte: Livro “ENCONTROS COM CHICO XAVIER” - autor CEZAR CARNEIRO DE SOUZA - 1a. Edição. - UBERABA, MG. - 1986.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 15 de março de 2019

- MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. - N º. 145. - LEGENDA ESPÍRITA I. - BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)


MENSAGEM DE BEZERRA DE MENEZES. (CHICO XAVIER.)

                LEGENDA ESPÍRITA I.

            “O espírita-cristão é chamado aos problemas do mundo, a fim de ajudar-lhes a solução; contudo, para atender em semelhante mister, há que silenciar discórdia e censura e alongar entendimento e serviço.

                                                           BEZERRA DE MENEZES. (Chico Xavier)

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. -EXISTEM ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL? - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

          OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.

             A ALMA IMORTAL DOS ANIMAIS;

EXISTEM ANIMAIS NO MUNDO ESPIRITUAL?

            Em 1864, um casal francês perdeu cedo seu filho mais velho. Restava em casa uma jovem menina e uma linda cadela galga, que havia sido do rapaz. A pequena Mika, muito bem educada, tinha o hábito de dormir aos pés de seu dono. No inverno, quando o frio era intenso, costuma grunhir. Era sinal que pedia autorização para deitar-se em meio as cobertas, ao lado de seu senhor. Um hábito agradável para  velho espírita Frances.
            Em setembro daquele ano, a cadelinha adormeceu e morreu. Nada Pôde fazer o médico veterinário. Toda família lamentou muito. A inteligência, afeição e suavidade do animal fizeram com que todos sentissem como a perda de um filho. Volta e meia o assunto e a saudade voltavam.
            Alguns meses depois aconteceu o inesperado:
            - Ultimamente – contou o senhor – pelo meio da noite, estando deitado mas sem dormir, ouvia partir dos pés de meu leito aquele pequeno grunhido da pequena cadela. Estendi o braço para chamá-la, mas em vão.
            De manha, comentou com a esposa, que do mesmo modo ouviu, não uma, mas duas vezes. Sua filha pequena escutou também.
            - Confesso que sou meio surdo e não escuto os sons da rua, nem mesmo os trovões! Mas um som dentro do quarto é inequívoco.
            Essa história foi relatada por Allan Kardec na Revista Espírita de 1865. Nesse mesmo artigo, um Espírito afirma ao codificador que eles “não se enganaram ouvindo um grito alegre do animal reconhecido pelos cuidados de seu dono, vindo, antes de passar ao estado intermediário de um desenvolvimento a outro, lhe trazer uma lembrança”. E explicou ainda: “A manifestação pode dar-se, mas é passageira, porque o animal, para subir um degrau, necessita de um trabalho latente”, que faz no mundo espiritual.
            Sobre o assunto, Alan Kardec citou outros casos análogos e conclui afirmando: “Não é pelos sistemas que se poderá resolver esta grave questão: é pelos fatos. Se deve sê-lo um dia, o Espiritismo, criando a psicologia experimental, é o único que lhe poderá fornecer os meios”.
            Depois da morte, o animal pode permanecer com seu corpo espiritual no mundo dos espíritos. Mas esses casos são exceções. A maioria é logo reaproveitada em novos renascimentos e, enquanto aguardam, permanecem como crisálidas no plano espiritual. Os Espíritos, no entanto, sempre relataram a presença de animais na espiritualidade para tarefas específicas. Uma delas é a condução de trabalhadores em ambientes mais denso, onde são utilizadas mulas e cavalos. Outra possibilidade é a presença de cachorros, gatos e pássaros de estimação para auxiliar na recuperação de espíritos recém-desencarnados. Todavia, são sempre animais sociais. Não haveria razão de ser para a presença de bichos ferozes ou simplesmente vagando sem cuidado no mudo espiritual.

            Fonte: Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” – No. 23. – Editora Universo Espírita. – São Paulo, SP.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - CARIDADE E DOUTRINA ESPÍRITA XVIII. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)


MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

 CARIDADE E DOUTRINA ESPÍRITA XVIII.

         Assistência à mulher viúva e auxílio à miséria como impositivo de ação cristã; todavia, oferta da Doutrina Espírita a fim de que a revolução da verdade conceda luz e vida, para que novos enganos sejam evitados, libertando as mentes das ligações poderosas do mal.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 5 de janeiro de 2019

- DIVULGANDO O LIVRO ESPÍRITA. - COMECE PELO INICIO. - OPÚSCULOS MENSAGEM DE EMMANUEL.


                     COMECE PELO INICIO.

                        Você é um ESPIRITO.

                        Leia e Estude Obras Espíritas.

                        Nelas você terá conhecimento

                                   De onde você veio?

                                   Porque vive?

                                   E para onde vai? (após a mortes do corpo físico).


            LEIA E ESTUDE AS OBRAS DA CODIFICAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA - ALLAN KARDEC.

1 O. - LIVRO DOS ESPÍRITOS. - (1857).

2 O. - LIVRO DOS MÉDIUNS. - (1861).

3 O. - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - (1864).

4 O. - O CÉU E O INFERNO. (1865).

5 O. - A GÊNESE. (1868).

6 O. - OBRAS PÓSTUMAS. (1890.

Fonte: Opúsculos de Mensagens de Emmanuel. - Nova Vida, Distribuidora, Gráfica e Editora - Presidente Pudente, SP.

                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sábado, 29 de dezembro de 2018

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - BARBARA IVANOVA. - GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. - INTERNET.


Barbara Ivanova
1917 -

Barbara Ivanova nasceu em Moscou, capital da Rússia, em 25 de março de 1917, mesmo ano em que eclodiu a Revolução bolchevique que, algum tempo depois, fundaria a União Soviética. Professora de línguas, falava fluentemente seis idiomas.
Foi em 1971 que iniciou suas atividades em torno das curas psíquicas, mas seu interesse pelo assunto que constituía a parte principal de sua existência vinha de mais longe – desde 1958. “Tínhamos um Laboratório oficial de Bioinformação, que funcionou de 1965 a 1975, quando foi fechado pelo governo”, revelou a sensitiva. “Bioenergo-estimulação, eis o nome que dávamos ao Laboratório e às pesquisas.” No livro “O Cálice Dourado”, publicado em 1986 nos Estados Unidos, ela relata como tudo começou.
Adepta da filosofia disseminada na ex-União Soviética pela Agni Yoga, ou Yoga do Fogo, em que se destacam as obras de Helena Roerich, é impressionante a semelhança entre o pensamento de Barbara e o que ensina o Espiritismo. Ouvi-la é como se ouvíssemos uma palestrante espírita. A Agni Yoga constitui-se basicamente de obras psicografadas. “As psicografias – disse Ivanova – são ditadas por Espíritos superiores.” Aliás, disse ela que as obras mediúnicas não devem ser apenas lidas, mas também meditadas.

Fonte: GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. – INTERNET.

           RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

- MENSAGEM PARA MEDITAR. - N º. 298. - PROFISSÃO DE FÉ ESPÍRITA RACIOCINADA. - IV - CRIAÇÃO. - ITEM N º. 25. - ALLAN KARDEC.

PROFISSÃO DE FÉ ESPÍRITA RACIOCINADA.

                                    IV - CRIAÇÃO

25. Quando um Espírito empregou mal uma existência, isto é, quando nenhum progresso realizou na senda do bem, essa existência lhe resulta sem proveito, ele tem que a recomeçar em condições mais ou menos penosas, por efeito da sua negligência ou má vontade.

                                                                                  ALLAN KARDEC.

            Fonte: O Livro “OBRAS PÓSTUMAS”, - Allan Kardec –27 a. Edição. –Instituto de Difusão Espírita , - Araras, SP. – Maio 2012.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

- DIVULGAÇÃO DO LIVRO ESPÍRITA. - BANCA DO LIVRO ESPIRITA DE PIRACICABA.


  VISITE A BANCA DO LIVRO ESPÍRITA DE SUA CIDADE.


    BANCA DO LIVRO ESPIRITA DE PIRACICABA.


                                   Rua: Voluntários de Piracicaba, 583.

                            Boulevard Mall. - Piracicaba - SP 13400-000


                                   Fique Sócio do Clube do Livro Espírita:


                                                                             (19) 3402-8022


Visite os sites:

                                   www.usepiracicaba.com.br

                                   www.use-sp.com.br

                                   www.febnet.org.br

                                   www.editoraeme.com.br

                                   www.booknet.combr/?editoras/petit.htm

                                   www.ideeditora.com.br

                                   www.folhaespirita.com.br

                                   www.midiaespirita.com.br

                                   www.editoraalianca.org.br

                                   www.oclarim.com.br

                                   www.radioboanova.com.br

                                   www.respirita.com.br

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - OS ANIMAIS PODEM VER ESPÍRITOS? - REVISTA UNIVERSO ESPÍRITA.

 CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO.       
               
    OS ANIMAIS PODEM VER ESPÍRITOS?

            O cachorro que estava quieto em seu lugar, repentinamente começou a rosnar para um canto vazio do cômodo, cercando algo que não existia! Quem possui cão ou gato em casa tem casos parecidos para contar.
            É possível que eles estivessem vendo Espíritos?
            Na Revista Espírita, de 1865, Allan Kardec citou casos análogos e o espírito Moki deu a seguinte comunicação: “ Não há sombra de dúvida. Sim: o cão ou cavalo vêem ou sentem os Espíritos”.
            Kardec ponderou que os animais vêem espíritos, “não pelos olhos do corpo. Então também têm uma espécie de visão espiritual”. E completou: “em todo caso não pelos sistemas que se pondera resolver esta tão grave questão: é pelos fatos. Se deve sê-lo um dia, O espiritismo, criando a psicologia experimental, é o único que lhe pondera fornecer os meios”.

                        Fonte:Revista “UNIVERSO ESPÍRITA” - No. 23. - São Paulo, SP.


                                               RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - CLOTILDES DE ALMEIDA BARROS. - GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. - INTERNET


Clotildes de Almeida Barros
1884 – 1944

Filha de Antônio Almeida Assunção e Leonor Foureaux Assunção.
Nasceu em 09/06/1884 na Cidade de Guidoval (Ex. Sapé de Ubá-MG) e desencarnou em 25/11/1944, na cidade de Belo Horizonte – MG.
Do matrimônio com Tobias Franco de Barros, teve 06 filhos. Militou por muitos anos na cidade de Ponte Nova - MG, quando exerceu a Mediunidade com muito amor, zelo e dentro dos postulados doutrinários. Transferindo-se para Belo Horizonte, continuou, até seu desencarne, no exercício glorioso de sua mediunidade, que abrangia três aspectos: Vidência, Audiência e Psicofonia.
Entre os muitos fatos positivos de sua mediunidade, citaremos um: Seu cunhado José, residente próximo a sua casa, adoeceu e seu estado de saúde se agravou de imediato. A Irmã Clotildes que nada sabia, viu uma onda de sangue seguindo em direção ao cérebro do mesmo, quando então se dirigiu ao seu lar e tomou conhecimento do estado doentio de seu cunhado. Imediatamente, recomendou levantassem-lhe a cabeça e após isso, grande jorro de sangue saiu-lhe pela boca, evitando assim que o cérebro fosse atingido, ou evitando piores consequências.
Quem subscreve a missiva que acompanha esta, foi também beneficiado de sua mediunidade: acometido de rebelde sinusite, e que o estava impossibilitando até de trabalhar, recebeu do querido e venerável Adolfo Bezerra de Menezes, por intermédio dela, a orientação para que às 18:00h. em ponto, permanecesse sozinho em seu quarto em obscuridade, deitado e pelo prazo de 01 (uma) hora. No dia imediato a sinusite desapareceu.
Nossa querida irmã dedicou toda a sua vida aos trabalhos mediúnicos, realizando curas, enquanto no lar assistia a numerosa família.

Fonte: GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. – INTERNET.

           RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - Clélia Soares da Rocha - GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. - INTERNET.

Clélia Soares da Rocha
1886 – 1936

Mais conhecida por Clélia Rocha, nasceu na cidade de Barra Mansa, Estado do Rio de Janeiro, no dia 18 de outubro de 1886 e desencarnou, com 50 anos de idade, no dia 16 de fevereiro de 1936.
Foi educada como interna do Colégio Bom Conselho, na cidade de Taubaté, completando sua educação na cidade de Piracicaba, onde recebeu o diploma de professora primária. Lecionou durante vários anos no Colégio das Freiras, da cidade de São Carlos. De família tradicionalmente católica, Clélia Rocha logo demonstrou repugnância pelos dogmas da religião de seus pais, o que aconteceu logo em sua primeira infância, originando-lhe sérios castigos no Colégio interno, onde passou a ser considerada criança rebelde.
Em Piracicaba ainda quando estudante, conheceu um jovem médico, com quem acertou casamento. Entretanto, o rapaz desencarnou repentinamente, frustrando todo o seu sonho de menina moça, que nunca mais pensou no casamento, dedicando toda sua vida ao magistério e ao amparo da criança órfã e desvalida. Um dia deliberou abrir um estabelecimento de ensino na cidade de Dourados, para a alfabetização de adultos que não tivessem condições de freqüentar aulas no período diurno, mantendo-o por algum tempo e fornecendo gratuitamente o material de ensino para todos aqueles que não o pudessem adquirir.
Nessa época a grande missionária Anália Franco fez uma visita à cidade e, vendo o sacrifício inenarrável pelo qual passava a jovem professora, convidou-a a fazer parte da sua equipe de trabalho, prontificando- se a ajudá-la no que lhe fosse possível. Dessa época em diante, tornaram-se grandes amigas e mútuas colaboradoras. Fundaram uma Creche para as mães pobres daquela redondeza e um abrigo para órfãos.
Anália Franco depositava irrestrita confiança no trabalho de Clélia Rocha. Numa das suas cartas chegou mesmo a afirmar: "Você é a diretora que mais assimilou os nossos ideais e muito tem produzido. Se todas as demais cooperadoras fizessem como você, muito realizaríamos".
Em fins de 1918, Anália Franco fundou um Asilo na cidade de Uberaba, em Minas Gerais, e convidou Clélia Rocha para ser sua diretora. Logo após, no dia 13 de janeiro de 1919, Anália desencarnou em S. Paulo, não podendo concretizar a obra. Clélia, fiel à sua memória, respeitando a sua última vontade, deliberou transferir-se para Uberaba, com todas as suas pupilas, fundando mais tarde naquela cidade um Colégio com 18 pensionistas, para manter as suas 72 alunas internas. Diante de sua obra assistencial pleiteou por várias vezes subvenções municipais, estaduais e federais, nunca conseguindo ressonância para as suas petições, pois, pelo fato de ser espírita, intensa perseguição lhe foi movida pelos sacerdotes locais. Como Anália Franco, organizou um Conjunto Litero-Artístico e Musical, com as próprias pupilas e demandou as cidades do interior dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, conseguindo meios de subsistência para manter o seu estabelecimento, tendo para tanto alcançado algum êxito. Fiel à memória de Anália Franco, tudo fez para que os ideais por ela esposados fossem mantidos em toda a sua plenitude, conduzindo-se sempre com verdadeiro espírito de abnegação e sacrifício, atestando sempre a sua grandeza espiritual.
Fundou com suas pupilas maiores de 16 anos a Liga Feminina Operárias do Bem, objetivando a formação de novas equipes de cooperadoras que pudessem mais tarde dar continuidade ao seu grandioso trabalho assistencial. Em 1924 transferiu-se para a cidade de São Manoel, no Estado de S. Paulo, onde conheceu Amando Simões, rico fazendeiro da região, espírito bem formado e coração generoso que, conhecendo as suas grandes dificuldades e estóica coragem, resolveu ajudá-la, fazendo a doação de um prédio e parte de seu terreno para que ali Clélia pudesse instalar o seu estabelecimento educacional. Graças ao prestígio desse abnegado confrade, contou logo com o concurso de parte da população e a simpatia da Câmara Municipal, podendo desta forma ampliar a sua obra beneficente. Acolheu no "Lar de Anália Franco" dezenas de crianças órfãs e ali realizou numerosos casamentos de suas ex-educandas, entregando- as ao mister de donas de casas, reintegradas na sociedade, para servirem como esposas e como mães.
Em 1930, na época do Natal, fundou a "Creche Berço de Ouro", destinada a receber as criancinhas, mantendo-a com todo o carinho de sua alma.
Era espírita fervorosa e muito se interessava pelos assuntos doutrinários. Como Anália foi literata, jornalista, poetisa, escritora, teatróloga, musicista e professora de línguas. Escreveu várias peças para teatro; dramas, comédias e enquetes de sua autoria foram encenadas com muito êxito no Grupo Teatral. Apresentou ainda muitas poesias e composições musicais. Exímia professora de trabalhos manuais, ministrava aulas de flores artificiais, pinturas, bordados, arte culinária e música, preparando suas filhas adotivas para tornar-se prendadas donas de casa do futuro.
Na intimidade era chamada "Mãe Lili", por todas as suas filhas adotivas. Deu o seu próprio nome a muitas delas, quando enjeitadas na "Creche Berço de Ouro" e não apareciam os parentes. Tendo que regularizar os seus registros civis, não hesitava jamais, registrava-as com o seu próprio nome.
Fundou o jornal literário "Lírio Branco" e o "Mensageiro do Órfão" hoje "Mensageiro do Lar", órgão de divulgação do Espiritismo, que continua a ser editado nas oficinas gráficas do Lar Anália Franco, na cidade de S. Manoel.
Clélia Rocha foi, portanto, uma missionária na verdadeira acepção da palavra, pertencendo à plêiade de valorosas mulheres espíritas do mesmo nível de Anália Franco, Olímpia Belém, Aura Celeste, Eurídice Panar, Abigair Lima e tantas outras.

Fonte: GRANDES GIGANTES DA DOUTRINA ESPÍRITA. – INTERNET.

                    RHEDAM. (mzgcar@gmail.Com)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

- PRECES ESPÍRITAS. - PRECE (CASA ESPÍRITA.) - EMMANUEL.(CHICO XAVIER.)


                            PRECE (CASA ESPÍRITA.)

            Senhor:
            Esta é uma das casas que nos deste à oração para que a tua bênção nos clareie o caminho.
            Ensina-nos a construir dentro dela o lar de nossos corações, em cuja doce intimidade aprendamos de ti a bondade e a renúncia, o devotamento  e a compaixão.
            Que dela faças um lugar consagrado a teu serviço onde estejamos contigo, de alma descerrada aos sofrimentos e necessidades do próximo, a fim de que nossos irmãos de humanidade aqui te encontrem a Celeste Presença.
            Ajuda-nos a exaltá-la, através do respeito à nossa própria consciência para que ela seja dignificada na regeneração dos outros.
            Discípulos do Espiritismo que te restauram na Terra a Doutrina da Luz, faze-nos compreender que o Centro Espírita é um templo de trabalho educativo e de solidariedade humana, onde a honra do teu nome está empenhada em nossas mãos.
            Induze-nos à concórdia e à simplicidade, para que a separação e o orgulho não nos arrojem às trevas.
            Desperta-nos o sentimento e o raciocínio em tuas lições, para que tenhamos o coração e o cérebro sintonizados no verdadeiro bem, escalando os degraus da caridade e da cultura no rumo da Sabedoria e do Amor que nos aguardam na imortalidade vitoriosa.
            Senhor, não desconhecemos que os nossos próprios enganos podem obscurecer-nos o entendimento, imobilizando-nos os passos nos labirintos da sombra.
            Auxiliá-nos, assim, a cultivar o caráter acima da convicção e o exemplo acima das palavras.
            Mergulha as raízes da nossa existência nas águas da tua misiricórdia, para que a fraternidade frutifique em nossos dias e inspira-nos a humildade para que não vivamos distraídos na ilusão.
            Concede-nos a alegria incessante do serviço, a fim de que sejamos agradecidos ao suor e às lagrimas dos companheiros que lutaram e sofreram, antes de nós, para que este santuário se erga em teu nome e compadece-te de nossas mãos no arado de nossos deveres, para que sejamos fiéis à tua confiança, hoje e sempre.

                                   Assim Seja.
  
                                                                       Emmanuel

                                               ( Psicografada por Francisco Candido Xavier) (1º)

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