Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Capitulo V. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Capitulo V. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA. - São Luiz, Paris - 1860. - ITEM N º. 30. - ALLAN KARDEC.

    EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO V.

         BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

               SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA.

                                   São Luiz, Paris – 1860.

30. Um homem se expõem a um perigo iminente para salvar a vida de um de seus semelhantes, sabendo antecipadamente que ele próprio morrerá. Isto pode ser considerado suicídio? 
            A partir do momento em que a intenção de procurar a morte não existe, não há suicídio, mas dedicação e abnegação, embora haja a certeza de morrer. Mas quem pode essa ter certeza? Quem disse que a Providência não reserva um meio inesperado de salvação no momento mais crítico? Não pode salvar até mesmo aquele que estiver na boca de um canhão? Muitas vezes pode querer levara aprova da resignação até as últimas conseqüências, quando um acontecimento inesperado afasta o golpe fatal.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 19 de março de 2015

- ESTUDANDO O O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - O SUICÍDIO E A LOUCURA. - ITEM N º. 16. - ALLAN KARDEC.

     O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                            CAPÍTULO V.

            BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

                    O SUICÍDIO E A LOUCURA.

16.       A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as idéias materialista são, numa palavra, os maiores incentivadores ao suicídio: elas produzem covardia moral. E quando se vêem homens de ciência se apoiarem sobre autoridade do seu saber, esforçarem-se para provar aos seus ouvintes ou aos seus leitores que não têm nada a esperar após a morte, não os vemos tentando convencê-los de que, se são infelizes, não tem nada de melhor a fazer do que se matar? Que poderiam lhes dizer para desviá-los disso? Que esperança poderiam lhes dar? Nada além do nada. A conclusão é lógica, se o nada é o único remédio heróico; mais vale cair nele imediatamente do que mais tarde, e assim sofrer por menos tempo.
            A propagação das idéias do materialismo é, pois, o veneno que introduz em muitas pessoas do suicídio. E aqueles que se fazem partidários e propagadores dessas idéias assumem sobre si uma terrível responsabilidade. Com o Espiritismo, a dúvida não é mais permitida e a visão da vida muda. Aquele que crê sabe que a vida se prolonga indefinidamente além-túmulo, embora em outras condições; daí a paciência e a resignação que o afastam naturalmente da idEia do suicídio, resultando, em uma palavra, na coragem moral.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - ITEM N º. 88. - ALLAN KARDEC.

                  LIVRO DOS MÉDIUNS.

                         SEGUNDA PARTE.

  DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                               CAPÍTULO V.

MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

88. As manifestações desse gênero não são nem raras e nem novas; poucas são as crônicas locais que não encerram alguma história desse tipo. O medo, sem dúvida, frequentemente, tem exagerado os fatos que deveram tomar proporções gigantescas ridículas passando de boca em boca; com ajuda da superstição, as casas onde elas se passaram foram reputadas mal-assombradas pelo diabo, e daí todos os contos maravilhosos ou terríveis de fantasmas. De seu lado, a patifaria não deixou escapar tão bela ocasião de explorar a credulidade, e isso, frequentemente, em proveito dos interesses pessoais. Concebe-se, de resto, a impressão que fatos desse gênero, mesmo reduzidos à realidade, podem causar em personalidades fracas e predispostas, pela educação, às idéias supersticiosas. O meio mais simples se tornam assustadoras quando a causa é desconhecida. Quando se estiver familiarizado com os Espíritos, e aqueles aos quais se manifestam não crêem mais ter uma legião de demônios a lhes perseguir, deles não terão mais medo.
            Pode-se ver, na Revista Espírita, a narração de vários fatos autênticos desse gênero, entre outros a história do Espírito batedor de Bergzabern, cujas más visitas duraram mais de oito anos (números de maio, junho e junho de 1858; a de Dibbelsdorp (agosto de 1858) a do padeiro das Grandes-Vendas, perto de Dieppe (março de 1860); a da Rua de Noyers, em Paris (agosto de 1860); a do Espírito de Castelnaudary, sob o título de História de um condenado (fevereiro de 1860); a do fabricante de São Petersburgo (abril de 1860), e muitas outras.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, , da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

- ESTUDANDO O - LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS. - CAPÍTULO V. - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS. - ITEM N º. 87. - ALLAN KARDEC

                             LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                   SEGUNDA PARTE.

         DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS.

                                         CAPÍTULO V.

       MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS.

87. As manifestações espontâneas não se limitam sempre aos ruídos e às pancadas; degeneram, algumas vezes, em verdadeiro barulho e em perturbações; móveis e objetos diversos são desordenados, projéteis de todas as espécies são atirados de fora, portas e janelas são abertas e fechadas por mãos invisíveis, ladrilhos são quebrados, o que não pode ser levar à conta de ilusão.
Frequentemente, a desordem é efetiva, mas, algumas vezes, não há senão a aparência da realidade. Ouve-se o barulho em uma parte vizinha, louça que cai e se quebra com o estrondo, achas de lenha que rolam sobre o soalho; apressa-se em verificar e se encontra tudo tranqüilo e em ordem; depois, logo que se sai, o tumulto recomeça.  

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)