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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. 113.e) - ALLAN kARDEC.

           O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                           SEGUNDA PARTE.

                                CAPÍTULO VI.

                 TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.e) Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:
Nossa explicação é boa? Nós a damos pelo que pode valer à falta de outra, e, querendo-se, a título de simples hipótese à espera de melhor. Tal como é, dá a razão de todos os casos de visão? Certamente que não, e exclusivo, que resolva todos os casos; porque quando pronunciaram suas palavras sacramentais de superexitação e de exaltação, nada disseram; portanto, se todas as teorias da alucinação são insuficientes para exemplificarem todos os fatos, é que há outra coisa além da alucinação propriamente dita.  Nossa teoria seria falsa se a aplicássemos a todos os casos de visão, porque alguns viriam contradizê-la; pode ser justa se a restringimos a certos casos.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 113.d) - ALLAN KARDEC

                O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                 SEGUNDA PARTE.

                                       CAPÍTULO VI.

                      TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.d) Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:
Como se vê, nos inteiramos dessas anomalias por uma lei fisiológica bem conhecida, a das impressões cerebrais, mas sempre nos foi necessário fazer a alma intervir; ora, se os materialistas não podem ainda dar uma solução satisfatória desse fenômeno, é porque não querem admitir a alma; também dirão que nossa explicação é má, porque colocamos como princípio o que é contestado. Contestado por quem? Por eles, mas admitido pela imensa maioria, depois, que há homens sobre a Terra, e a negação de alguns não pode fazer lei.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 113.c) - ALLAN KARDEC.

               O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                              SEGUNDA PARTE.

                                   CAPÍTULO VI.

                  TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.c) Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:
As imagens chegadas ao cérebro pelos olhos aí deixam, pois, uma impressão, que faz com que se lembre de um quadro como se ele estivesse diante de si, mas sempre isso não é senão uma questão de memória, porque não se o vê mais; Ora, em um certo estado de emancipação, a alma vê no cérebro e reencontra essas imagens; sobretudo aquelas que mais o impressionaram segundo a natureza das preocupações ou disposições do espírito, e é assim que reencontra a impressão de cenas religiosas, diabólicas, dramáticas, mundanas, de figuras de animais bizarros que viu em uma ou outra época, em pintura ou mesmo em narrações, porque as narrações também deixam impressões. Assim, a alma vê realmente, mas vê apenas uma imagem daguerreotipada no cérebro. No estado normal essas imagens são fugidias e efêmeras, porque todas as partes cerebrais funcionam livremente; mas, no estado de enfermidade; o cérebro está sempre mais ou menos enfraquecido, não existe equilíbrio entre todos os órgãos, alguns somente conservam sua atividade, enquanto que outros estão de alguma sorte paralisados; daí a permanência de certas imagens que não são mais apagadas, como no estado normal, pelas preocupações da vida exterior. Aí está a verdadeira alucinação e a causa primeira das idéias fixas.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 113.b) - ALLAN KARDEC.

               O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                 SEGUNDA PARTE.

                                        CAPÍTULO VI.

                      TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.b) Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:
Consta que a memória é o resultado das impressões conservadas pelo cérebro; por qual singular fenômeno essas impressões tão variadas, tão múltiplas, não se confundem? Aí está um mistério impenetrável, mas que não é mais estranho do que as ondas sonoras que se cruzam no ar e não ficam menos distintas. Em um cérebro sadio e bem organizado, essas impressões são nítidas e precisas; em um estado menos favorável, se apagam e se confundem; daí a perda da memória ou a confusão das idéias. Isso parece ainda menos extraordinário se se admite, como em frenologia, uma distinção especial a cada parte, e mesmo a cada fibra do cérebro.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 113.a) - ALLAN KARDEC.

             O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                           SEGUNDA PARTE.

                                 CAPÍTULO VI.

                TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.a) Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:
Podem-se considerar como sendo aparições as figuras e outras imagens que se apresentam, frequentemente, no semi-sono, ou simplesmente quando se fecham os olhos?
Desde que os sentidos se entorpecem, o Espírito se desliga e pode ver ao longe ou perto aquilo que não podia ver com os olhos. Amiúde, essas imagens são visões, mas podem ser também um efeito de impressão que a visão de certos objetos deixou no cérebro que lhes conservou os traços como conserva os sons. O Espírito liberto vê, então, em seu próprio cérebro, as impressões que nele se fixaram como sobre uma chapa de daguerreotipia. Sua variedade e sua mistura formam os conjuntos bizarros e fugidios que se apagam quase que imediatamente, malgrado os esforços que se façam para retê-los. A uma causa semelhante é preciso atribuir certas aparições fantásticas que nada têm de real e que, frequentemente, se produzem no estado de enfermidade.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 113. - ALLAN KARDEC

               O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                                SEGUNDA PARTE.

                                      CAPÍTULO VI.

                     TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

113.  Os fatos provam que há verdadeiras aparições, as quais a teoria espírita explica perfeitamente, e que só podem ser negadas por aqueles que nada admitem fora do organismo; mas, ao lado das visões reais, há alucinações no sentido ligado a essa palavra? Isso não é duvidoso. Qual é sua origem? São os Espíritos que vão nos colocar na pista, porque a explicação nos parece inteiramente contida nas respostas dadas às questões seguintes:   
            As visões são sempre reais ou, algumas vezes são o efeito da alucinação? Quando se vê, em sonho ou de outro modo, o diabo, por exemplo, ou outras coisas fantásticas que não existem, isso não é produto da imaginação? 
            Sim, algumas vezes, quando se está impressionado por certas leituras ou por histórias de feitiçaria que impressionam, se se as recorda, pode-se crer ver o que não existe. Mas dissemos também que o Espírito, sob seu envoltório semimaterial, pode tomar todas as espécies de formas para se manifestar. Um Espírito zombeteiro pode, pois, aparecer com chifres e garras se isso lhe apraz, para se divertir com a credulidade, com um bom Espírito pode se mostrar com assas e uma figura radiosa.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 112. - ALLAN KARDEC.

             O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                              SEGUNDA PARTE.

                                   CAPÍTULO VI.

                   TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

112. A causa dos sonhos jamais foi explicada pela ciência; atribuem-na a um efeito da imaginação; mas não diz o que é a imaginação, nem como produz essas imagens tão claras e tão nítidas que algumas vezes nos aparecem; é explicar uma coisa que não conhecida por uma outra também desconhecida e a questão permanece toda inteira. É, diz-se, uma lembrança das preocupações da vigília; mas, admitindo mesmo esta solução, que não o é, restaria ainda saber qual é esse espelho mágico que assim conserve as impressões das coisas; como explicar, sobretudo, essas visões de coisas reais que jamais se viram no estado de vigília, e aquelas mesmo em que jamais se pensou? Só o desapercebido por causa da própria vulgaridade, como todas as maravilhas da Natureza que calcamos sob nossos pés.
Os sábios desdenharam de ocuparem-se com a alucinação; seja ela real ou não, não deixa de ser um fenômeno que a fisiologia deve poder explicar, sob pena de reconhecer sua insuficiência. Se um dia um sábio empreender dar-lhe, não uma definição, entendemo-nos bem, mas um a explicação fisiológica, veremos se sua teoria resolve todos os casos; que não omita, sobretudo, os fatos tão comuns de aparições de pessoas no momento de sua morte; que diga de onde vem a coincidência da aparição com a morte da pessoa; se fosse um fato isolado, poder-se-ia atribuí-lo ao acaso; mas, como é muito freqüente, o acaso não tem essas reincidências. Se aquele que vê a aparição ainda tivesse a imaginação impressionada pela idéia de que a pessoa deve morrer, seja; mas, freqüentemente, a que aparece é aquela com quem ele menos sonha; portanto, a imaginação nada tem com isso. Pode-se explicar ainda menos pela imaginação as circunstâncias da morte da qual não se tem nenhuma idéia. Os alucinacionistas dirão que a alma (se tanto é que admitem uma alma) tem momentos de superexcitação em que suas faculdade estão exaltadas? Estamos de acordo; mas quando aquilo que ela vê é real, não é, pois, uma ilusão. Se na sua exaltação, a alma vê uma coisa que não está presente, é, portanto, que ela se transporta; mas se nossa alma pode se transportar até uma pessoa ausente, por que a alma dessa pessoa não se transportaria até nós? Que, em sua teoria da alucinação, queiram ter em conta estes fatos, e não se esqueçam de que uma teoria à qual se pode opor fatos contrários é, necessariamente, falsa ou incompleta.
À espera de suas explicações, vamos tentar emitir algumas idéias a esse respeito.

                        Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

- ESTUDANDO O LIVRO DOS MÉDIUNS. - SEGUNDA PARTE. - CAPÍTULO VI. - TEORIA DA ALUCINAÇÃO. - ITEM N º. 111. - ALLAN KARDEC.

             O LIVRO DOS MÉDIUNS.

                              SEGUNDA PARTE.

                                    CAPÍTULO VI.

                 TEORIA DA ALUCINAÇÃO.

111.     Os que não admitem o mundo incorpóreo e invisível, creem tudo explicar com a a palavra alucinação. A definição dessa palavra é conhecida. Um erro, uma ilusão de uma pessoa que crê ter percepções que, realmente, não tem (do latim hallucinari, erro feita de ad lucem); mas os sábios, que saibamos, ainda não deram a sua razão fisiológica.
A ótica e a fisiologia, não parecendo se lhes ter mais segredos, como ocorre que não tenham ainda explicado a natureza e a origem das imagens que se oferecem ao espírito em certas circunstâncias?
Querem tudo explicar pelas leis da matéria, seja; que doem pois, por essas leis, uma teoria da alucinação; boa ou má, será sempre uma explicação.

            Fonte, Livro dos Médiuns, Allan Kardec, da 18º. edição, abril de 1991, do Instituto de Difusão Espírita de Araras, SP.                     


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)