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domingo, 31 de maio de 2015

- PRECES ESPÍRITAS. - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - PRECE (PELO DOENTE.) - ALLAN KARDEC.

       COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.

                          PRECE (PELO DOENTE.)

            Meu Deus, as vossas vistas são impenetráveis, e em vossa sabedoria julgaste de afligir a (Nome do enfermo.)...............  com uma enfermidade. Imploro-vos que lanceis um olhar de compaixão sobre os seus sofrimentos, dignando-vos por-lhes um termo.
            Bons Espíritos, ministros do Todo-Poderoso, secundai este meu desejo de aliviá-lo e dirigir-lhe os meus pensamentos de modo a derramarem o bálsamo salutar sobre o seu corpo, bem como a consolação da sua alma. Inspirai-lhe a paciência e a submissão à vontade de Deus, e daí-lhe a calma para resistir às dores com resignação cristã, a fim de não perder o benefício desta prova.
                                             
                                                                 Assim Seja.

                                                                                  Allan Kardec.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO. - A ARTE DE VIVER COM... - DOMINGO.

                A ARTE DE VIVER COM...

            TODOS OS DIAS UMA NOVA MENSAGEM.

                   ESQUEMA DE DIVULGAÇÃO DO BLOG.

                                      DOMINGO.


                        1 o. - MENSAGEM PARA O DIA.

                        2 o. - PRECES ESPÍRITAS.

                        3 o. - NOTAS ESPIRITUAIS - AUTORES DIVERSOS.

                        4 o. - MENSAGENS E PENSAMENTOS PARA A MULHER.

                                                                                  RHEDAM.


                                   RHEDAM..(mzgcar@gmail.com)

- MENSAGEM PARA O DIA 15 DE MARÇO.


    Mensagens do Mês de Março Dia: 15

      “Se o amor ao próximo é o princípio da caridade, amar aos inimigos é sua aplicação sublime, porque essa virtude constitui uma das maiores vitórias conquistadas sobre o egoísmo e o orgulho”.                                                                                          
Allan Kardec.

                POSSUÍMOS O QUE DAMOS.

                        “É mais bem-aventurados dar do que receber.” – Paulo. (ATOS, 20:35.)

            Quando alguém se refere à passagem evangélica que considera a ação de dar a mais alta bem-aventurança que a ação de receber, quase todos os aprendizes da Boa Nova se recordam da palavra “dinheiro”.
            Sem dúvida, em nos reportando aos bens materiais, há sempre mais alegria em ajudar que em ser ajudado, contudo, é imperioso não esquecer os bens espirituais que, irradiados de nós mesmos, aumentam o teor e a intensidade da alegria em torno de nossos passos.
            Quem dá recolhe a felicidade de ver a multiplicação daquilo que deu.
            Oferece a gentileza e encorajarás a plantação da fraternidade.
            Estende a benção do perdão e fortalecerá a justiça.
            Administra a bondade e terás o crescimento da confiança.
            Dá o teu bom exemplo e garantirás a nobreza do caráter.
            Os recursos da Criação são distribuídos pelo Criador coma as Criaturas, a fim  de que em doação permanente se multipliquem ao infinito.
            Serás ajudado pelo Céu, conforme estiveres ajudando à Terra.
            Possuímos aquilo que damos.
            Não te esqueças, pois, de que és mordomo da vida em que te encontras.
            Cede ao próximo algo mais que o dinheiro de possas dispor. Dá também teu interesse afetivo, tua saúde, tua alegria e teu tempo e, em verdade, entrarás na posse dos sublimes dons do amor, do equilíbrio, da felicidade e da paz, hoje e amanha, neste mundo e na vida eterna.

Fonte: Livro “FONTE VIVA” - EMMANUEL. Francisco C. Xavier. - 10a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, R - 1982.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - CHICO XAVIER E OS ANIMAIS. - IRMÃO SOL, IRMÃ LUA, MÃE NATUREZA!... - REVISTA FOLHA ESPÍRITA.

                    CHICO XAVIER E OS ANIMAIS.

    IRMÃO SOL, IRMÃ LUA, MÃE NATUREZA!...

            São tão pitorescos e de uma pureza tão genuína os casos de Chico Xavier com os animais que nós os consideramos imprescindíveis em suas memórias.
            Na paisagem bucólica do Açude, nos arredores de Pedro Leopoldo, quantas vezes as preás (iguais aos Porquinhos da Índia), esses bichinhos tão ariscos vinham comer em suas mãos ou nos seus pés, onde deixava cair os miolinhos de pão.
            É assim, o “povo relo” (Francisco de Assis) de Pedro Leopoldo.

Fonte: Folha Espírita em Revista - Editora Folha Espírita - São Paulo, SP. - 1977.


                                   RHEDAM. (mzgcar@Gmail.com)

- VULTOS DO ESPIRITISMO. - Dr. ODILON FERNANDES. - CARLOS A. BACCELLI.


                                       

                     DR. ODILON FERNANDES.

            Dr. Odilon Fernandes, cirurgião-dentista, professor universitário, comerciante, nascido a 10 de outubro de 1907, em S. João do Capivari, Estado de São Paulo, e falecido em 13 de janeiro de 1973, em Guarulhos, estado de São Paulo, era o segundo filho do Dr. Ludovico José Fernandes, também cirurgião-dentista, na cidade de Uberaba e de Felicidades Fernandes.
            Casado com D. Dalva Guido Fernandes em 1934, deixou quatro filhos.
            Professor na Faculdade de Odontologia do Triangulo Mineiro desde a sua fundação, lecionou Clínica Odontológica e, mais tarde, Dentística Operatória.
            Aposentado após um profícuo magistério, dedicou-se às pesquisas sobre Hipnodontia, isto é, as aplicações da hipnose e das técnicas de condicionamento mental no alívio das dores do paciente na rotina do trabalho odontológico.
            Presidente da subsecção da A. B. O. em Uberaba, recebeu horárias variadas em sua profissão, bem como o reconhecimento dos seus alunos, em títulos honoríficos das suas agremiações acadêmicas.
            No caminho do serviço à comunidade, recebeu a presidência da Associação de Cegos da cidade, em 1946, e transformou-a no Instituto Dos Cegos do Brasil Central, no ano de 1947, permanecendo nesse cargo até a sua morte, em 1973.
            Construiu, para essa agremiação, a sede própria dando-lhe características de escola para a recuperação de deficientes visuais e não mais apenas as de abrigo de incapacitados.
            Durante suas gestões, foi fundado, anexo ao I. C. B. C., o Hospital Oftalmológico para atendimento aos cegos da região.
            Foi um dos fundadores e incentivadores do Banco de Sangue, ligado ao Hospital da Criança, de cuja construção participou em campanhas e trabalhos pessoais. Criou a primeira Guarda Mirim de Uberaba, que teve duração aproximadamente de quatro anos. Para isto, inspirou-se em experiência anterior, quando criara e tentara manter, durante algum tempo, um grupo de escoteiros. Também de duração efêmera foi a Sociedade dos Amigos da cidade de Uberaba, por ele fundada, juntamente com pessoas gradas a mesma comunidade.
            Espírito aberto, nunca se negou a proteger, amparar, socorrer os necessitados ou quem quer que fosse.
            Orador brilhante, sempre procurou abraçar as causas justas , lutando pelo desenvolvimento da sua terra de adoção, trazendo o seu concurso a dezenas de agremiações sociais, esportivas e culturais.
            Espírita por religião e pesquisador por convicção aprofundou-se nas diversas áreas do conhecimento da mente humana, interessando-se pela Parapsicologia, Psicologia Experimental e Vida Extracorpórea. Para tanto, fundou e presidiu, até ´`a morte a “Casa do Cinza”, templo espírita-cristão.
            “Casa”, porque representaria um lar para aqueles que precisassem de religião, e “do Cinza”, por ser este o apelido de seu pai, Dr. Ludovico Fernandes, também espírita, a cuja memória a casa foi organizada.
            Sua vida se resumiu, em poucas palavras, no amor ao próximo, na persistência do trabalho útil, na fidelidade aos seus princípios, na dedicação completa à comunicação em que viveu. Por estas razões, a Câmara Municipal de Uberaba houve por bem chamar Dr. Odilon Fernandes, à avenida onde um dia ele havia projetado construir a sede própria grandiosa do Hospital oftalmológico.

Fonte: Livro Mediunidade e Doutrina - Odilon Fernandes (Espírito) Psicografado por Carlos A. Baccelli - 1o. Edição - Editora Instituto de Difusão Espírita - Araras - SP - 1990.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- NOTAS ESPIRITUAIS. - MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. - CÉU E INFERNO III. - JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

 MENSAGEM DE JOANNA DE ÂNGELIS. (DIVALDO P. FRANCO.)

                                     CÉU E INFERNO III.


            Para os crentes das diversas igrejas da Reforma Protestante a fé, acompanhada de arrependimento, ao som dos recitativos bíblicos, constitui passaporte valioso para o Jardim de Eternas Bênçãos...

                                               Joanna de Ângelis. – Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Dimensões da Verdade - Joanna de Ângelis - D. P. Franco, - 2º. Edição - Livraria Espírita Alvorada Editora - Salvador BA - 1977.

            
                       RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

- POEMAS ESPIRITAS. - PARNASO DE ALÉM TÚMULO. - A UM OBSERVADOR MATERIALISTA. - AUGUSTO DOS ANJOS. (CHICO XAVIER.)

 A UM OBSERVADOR MATERIALISTA.

                        Busca o talão dos velhos calendários.
                        Desde o instante infeliz de Adão e Eva,
                        Encontrarás teus gritos solitários,
                        Enfrentando o pavor da mesma treva.

                        Sempre a dúvida estranha que se ceva
                        De terríveis problemas multifários,
                        O mistério da célula primeva,
                        Os impulsos dos sonhos embrionários.

                        Pára, amigo... Não sigas na consulta:
                        O detalhe anatômico te insulta,
                        A molécula morta desafia.

                        Se não tens coração que aceite a crença,
                        Espera a mão da morte excelsa, e pensa,
                        Que a carne volve ao pó, exangue e fria.

                                                           AUGUSTO DOS ANJOS.

                        PARAIBANO. Nasceu em 1884 e desencarnou em 1914, na Cidade de Leopoldina, Minas. Era professor no Colégio Pedro II. Inconfundível pela bizarria da técnica, bem como dos assuntos de sua predileção, deixou um só livro – Eu – que foi, aliás, suficiente para lhe dar personalidade original.

            Fonte: PARNASO DE ALÉM - TÚMULO - CÁRMEN CINIRA e outros autores - Chico Xavier- Editora FEB. Rio de Janeiro RJ - 1935.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)