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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

- PRECES ESPÍRITA. - EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XXVIII. - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - PRECE. (PARA SER FEITA PELO MÉDIUM CURADOR.) - ALLAN KARDEC.

 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                       CAPÍTULO XXVIII.

       COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.

PRECE. (PARA SER FEITA PELO MÉDIUM CURADOR.)

            Meu Deus, se vos dignardes servir de mim, apesar de indigno, eu desejaria aliviar o sofrimento deste irmão, caso seja também a vossa vontade, pois confio no vosso amor. Sem o vosso auxílio, porém, nada posso fazer. Permiti que os bons Espíritos me envolvam nos seus fluidos salutares para que eu os transmita a este enfermo, e desviai de mim qualquer pensamento de orgulho e egoísmo, que lhes viessem alterar a pureza.

                      Assim Seja.
                                                                                  Allan Kardec.

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 3 de maio de 2016

- PRECES ESPÍRITAS. - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO XXVIII. - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - PAI NOSSO. ITEM N º. VII. ASSIM SEJA.- ALLAN KARDEC.


  O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
  
                               CAPÍTULO XXVIII.

          COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.

I – Preces gerais

Oração dominical – PAI NOSSO.


VII. ASSIM SEJA.

Praza-te, Senhor, que os nossos desejos se efetivem, mas curvamo-nos perante a tua sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se faça a tua santa vontade e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e melhor do que nós sabes o que nos convém.
Dirigimos-te esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras, encarnadas e desencarnadas, pelos nossos amigos e inimigos, por todos os que solicitem a nossa assistência e, em particular, por N... Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção.

Nota – Aqui, podem formular-se os agradecimentos que se queiram dirigir a Deus e o que se deseje pedir para si mesmo ou para outrem. (Vejam-se, adiante, as preces dos itens 26 e 27.)

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo -  Capítulo XXVIII. -Allan Kardec 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 26 de abril de 2016

- PRECES ESPÍRITAS.- COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - PAI NOSSO. - (...) NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRA-NOS DO MAL. - ALLAN KARDEC.


   O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
  
                                CAPÍTULO XXVIII.

           COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.

I – Preces gerais

Oração dominical – PAI NOSSO.
  
VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

Dá-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos Espíritos maus, que tentem desviar-nos da senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos.
Somos Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorar-nos. Em nós mesmos está a causa primária do mal e os maus Espíritos mais não fazem do que aproveitar os nossos pendores viciosos, em que nos entretêm para nos tentarem.
Cada imperfeição é uma porta aberta à influência deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentativa contra os seres perfeitos.
É inútil tudo o que possamos fazer para afastá-los, se não lhes opusermos decidida e inabalável vontade de permanecer no bem e absoluta renunciação ao mal. Contra nós mesmos, pois, é que precisamos dirigir os nossos esforços e, se o fizermos, os maus Espíritos naturalmente se afastarão, porquanto o mal é que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se adiante: “Preces pelos obsidiados”.)
Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza; inspira-nos, pelos nossos anjos guardiães e pelos bons Espíritos, a vontade de nos corrigirmos de todas as imperfeições a fim de obstarmos aos Espíritos maus o acesso à nossa alma. (Veja-se adiante o item 11.)
O mal não é obra tua, Senhor, porquanto o manancial de todo o bem nada de mau pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e fazendo mau uso da liberdade que nos outorgaste.
Quando os homens as cumprirmos, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu de mundos mais adiantados que o nosso.
O mal não constitui para ninguém uma necessidade fatal e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Desde que temos vontade para o fazer, também podemos ter a de praticar o bem, pelo que, ó meu Deus, pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à tentação.

 Nota de Allan Kardec: Algumas traduções dizem: Nao nos induzas a tentacao (et ne nos inducas in tentationem). Essa expressão daria a entender que a tentação promana de Deus; que Ele, voluntariamente, impele os homens ao mal, ideia blasfematória que igualaria Deus a satanás e que, portanto, não poderia estar na mente de Jesus. É, aliás, conforme à doutrina vulgar sobre o papel dos demônios. (Veja-se: O céu e o inferno, 1a Parte, cap. IX, Os demônios.)

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo -  Capítulo XXVIII. -Allan Kardec 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

- PRECES ESPÍRITAS. - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - Oração dominical – PAI NOSSO. - PERDOA AS NOSSAS DIVIDAS... - ALLAN KARDEC.



    O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
  
                                  CAPÍTULO XXVIII.

              COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.

I – Preces gerais

Oração dominical – PAI NOSSO.

           V. Perdoa as nossas dívidas, como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos ofenderam.
Cada uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida que contraímos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos, de empregarmos os maiores esforços para não contrair outras.
Tu nos impuseste por lei expressa a caridade; mas a caridade não consiste apenas em assistirmos aos nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se dela não usássemos para com aqueles que nos hão dado motivo de queixa?
Concede-nos, ó meu Deus, forças para apagar de nossa alma todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda guardando nós no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que nos possamos apresentar, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos últimos pensamentos foram em prol dos seus algozes. (Cap. X.)
Constituem parte das nossas provas terrenas as perseguições que os maus nos infligem. Devemos, então, recebê-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas, e não maldizer dos que, por suas maldades, nos rasgam o caminho da felicidade eterna, visto que nos disseste, por intermédio de Jesus: “Bem-aventurados os que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha, uma vez que as mortificações do corpo nos fortificam a alma e que seremos exalçados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, item 4.) Bendito seja teu nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e de reparar nossas culpas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV, e cap. V, item 5.)
Assim se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É aluz que se projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça soberana e da tua infinita bondade.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo -  Capítulo XXVIII. -Allan Kardec 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 30 de março de 2016

- PRECES ESPÍRITAS. - COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS. - PAI NOSSO.- DÁ-NOS O PÃO DE CADA DIA. - ALLAN KARDEC.


O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
  
                          CAPÍTULO XXVIII.

     COLETÂNEA DE PRECES ESPÍRITAS.
I – Preces gerais

Oração dominical – PAI NOSSO.

IV. Dá-nos o pão de cada dia.

Dá-nos o alimento indispensável à sustentação das forças do corpo; mas dá-nos também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Espírito.
O bruto encontra a sua pastagem; o homem, porém, deve o sustento à sua própria atividade e aos recursos da sua inteligência, porque o criaste livre.
Tu lhe hás dito: “Tirarás da terra o alimento com o suor da tua fronte.”
Desse modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obrigação, a fim de que exercitasse a inteligência na procura dos meios de prover às suas necessidades e ao seu bem-estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o trabalho, ele se conservaria estacionário e não poderia aspirar à felicidade dos Espíritos superiores.
Ajudas o homem de boa vontade que em ti confia, pelo que concerne ao necessário; não, porém, àquele que se compraz na ociosidade e desejara tudo obter sem esforço, nem àquele que busca o supérfluo. (Cap. XXV.)
Quantos e quantos sucumbem por culpa própria, pela sua incúria, pela sua imprevidência, ou pela sua ambição e por não terem querido contentar-se com o que lhes havias concedido! Esses são os artífices do seu infortúnio e carecem do direito de queixar-se, pois que são punidos naquilo em que pecaram. No entanto, nem a esses mesmos abandonas, porque és infinitamente misericordioso. As mãos lhes estendes para socorrê-los, desde que, como o filho pródigo, se voltem sinceramente para ti. (Cap. V, item 4.)
Antes de nos queixarmos da sorte, inquiramos de nós mesmos se ela não é obra nossa. A cada desgraça que nos chegue, cuidemos de saber se não teria estado em nossas mãos evitá-la. Consideremos também que Deus nos outorgou a inteligência para nos tirar do lameiro, e que de nós depende o modo de a utilizarmos.
Pois que à lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, dá-nos coragem e forças para obedecer a essa lei. Dá-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perdermos o respectivo fruto.
Dá-nos, pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos, pelo trabalho, as coisas necessárias à vida, porquanto ninguém tem o direito de reclamar o supérfluo.
Se trabalhar nos é impossível, à tua divina Providência nos confiamos.
Se está nos teus desígnios experimentar-nos pelas mais duras provações,
malgrado os nossos esforços, aceitamo-las como justa expiação das faltas que tenhamos cometido nesta existência, ou noutra anterior, porquanto és justo. Sabemos que não há penas imerecidas e que jamais castigas sem causas.
Preserva-nos, ó meu Deus, de invejar os que possuem o que não temos, nem mesmo os que dispõem do supérfluo, ao passo que a nós nos falta o necessário. Perdoa-lhes, se esquecem a lei de caridade e de amor do próximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI, item 8.)
Afasta, igualmente, do nosso espírito a idéia de negar a tua justiça, ao notarmos a prosperidade do mau e a desgraça que cai por vezes sobre o homem de bem. Já sabemos, graças às novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justiça se cumpre sempre e a ninguém excetua; que a prosperidade material do mau é efêmera, como a sua existência corpórea, e que experimentará terríveis reveses, ao passo que eterno será o júbilo daquele que sofre resignado. (Cap. V, itens 7, 9, 12 e 18.)

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo -  Capítulo XXVIII. -Allan Kardec 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)