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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

- MENSAGEM E PENSAMENTOS PARA MULHER. - N º. 222. - SEXO E ESTÍMULO. - VERDADEIRA UNIÃO CONJUGAL : ALMAS SIMPÁTICAS.- WALTER BARCELOS.



                 - SEXO E EDUCAÇÃO

                    SEXO E ESTÍMULO.
                                  
VERDADEIRA UNIÃO CONJUGAL : ALMAS SIMPÁTICAS.

O marido deve à esposa e a esposa deve ao marido não somente os estímulos que nascem da completa realização do instinto sexual satisfeito, bem como os estímulos que surgem da boa apresentação pessoal no sentido exterior, dos serviços materiais, do conforto doméstico, dos presentes, dos elogios e de tudo aquilo que possa satisfazer nossos desejos e vaidades pessoais.
Tudo isso tem sua importância, mas muito relativa e passageira, porque poderá esconder a falsidade de sentimentos.
Para a construção da verdadeira união conjugal é necessário ir mais além em espírito.
Nem tudo aquilo que atende às necessidades do corpo físico satisfaz às necessidades e interesses profundos da alma. Somente os recursos de uma alma alimentarão as engrenagens sensíveis de outra alma.
Os cônjuges devem procurar doar estímulos mais elevados que cheguem até ao mundo mental do outro, fortalecendo-o para as lutas e trabalhos da experiência humana.
A felicidade na união conjugal nasce principalmente do elemento espiritual que se doa mutuamente.


                                                                                  WALTER BARCELOS.

Fonte: Livro “SEXO E EVOLUÇÃO”- Walter Barcelos - 4a. Edição - Editora FEB. - Rio de Janeiro, RJ. Setembro/1995.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

- TEMAS SOBREA AFAMÍLIA.- N º.191. - PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS.

            Os filhos não são bibelôs, para que nos deleitemos a admirá-los como obra nossa. São espíritos eternos, individualidades que sentem, gostam, acertam, erram, aprendem, assim como sucede a nós mesmos.
            O Espiritismo orienta a melhor postura de pais; nem pais que exijam excessivamente nem pais que idolatrem seus filhos.
            Estamos cometendo um grande erro ao afastar nossos filhos das experiências, às vezes duras, que a vida lhes oferece. Quando, mais tarde, eles precisarem caminhar pelas próprias pernas, não estarão preparados sequer para vencer as primeiras dificuldades.
            Aprendamos que as dificuldades, os problemas, as lutas, a disciplina, o trabalho na construção da vitória espiritual de todos nós. Lembremos também que a vacina nos protege, porque nos oferece o contato controlado com o agente causado da doença. Filhos superprotegidos crescem ingênuos e inexperientes para a vida, despreparados para o programa traçado ao desenvolvimento moral e espiritual deles mesmos.
            O próprio Mestre Jesus enquanto criança não se furtou às lutas do mundo, nascendo na simplicidade, trabalhando junto a seu pai e cumprindo sua missão na Terra, em meio a lutas intensas e obstáculos imensos.
            Saibamos transmitir-lhes nosso amor sem exceder nas preocupações de cercá-los de cuidados. Basta que os enxerguemos da real maneira como são: companheiros espirituais que retornam, aguardando de nós o esforço de auxiliá-los na multiplicação das virtudes e na transformação dos vícios. Não os afastemos das lutas; estejamos sempre preparando-os para que a luta de hoje se transforme na luz de amanha.
            Não os carreguemos nos braços: caminhemos com eles.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 9 de março de 2016

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA; - N º. 172. - PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


  PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS.

            Os filhos não são bibelôs, para que nos deleitemos a admirá-los como obra nossa. São espíritos eternos, individualidades que sentem, gostam, acertam, erram, aprendem, assim como sucede a nós mesmos.
            O Espiritismo orienta a melhor postura de pais; nem pais que exijam excessivamente nem pais que idolatrem seus filhos.
            Estamos cometendo um grande erro ao afastar nossos filhos das experiências, às vezes duras, que a vida lhes oferece. Quando, mais tarde, eles precisarem caminhar pelas próprias pernas, não estarão preparados sequer para vencer as primeiras dificuldades.
            Aprendamos que as dificuldades, os problemas, as lutas, a disciplina, o trabalho na construção da vitória espiritual de todos nós. Lembremos também que a vacina nos protege, porque nos oferece o contato controlado com o agente causado da doença. Filhos superprotegidos crescem ingênuos e inexperientes para a vida, despreparados para o programa traçado ao desenvolvimento moral e espiritual deles mesmos.
            O próprio Mestre Jesus enquanto criança não se furtou às lutas do mundo, nascendo na simplicidade, trabalhando junto a seu pai e cumprindo sua missão na Terra, em meio a lutas intensas e obstáculos imensos.
            Saibamos transmitir-lhes nosso amor sem exceder nas preocupações de cercá-los de cuidados. Basta que os enxerguemos da real maneira como são: companheiros espirituais que retornam, aguardando de nós o esforço de auxiliá-los na multiplicação das virtudes e na transformação dos vícios. Não os afastemos das lutas; estejamos sempre preparando-os para que a luta de hoje se transforme na luz de amanha.
            Não os carreguemos nos braços: caminhemos com eles.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

- ESTUDANDO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. - CAPÍTULO V. - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS. - A VERDADEIRA INFELICIDADE. - Delphine de Girardin - Paris. 1861. - ITEM N º. 24. - ALLAN KARDEC.

 EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

                         CAPÍTULO V.

        BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS.

            A VERDADEIRA INFELICIDADE.

                                   Delphine de Girardin - Paris. 1861.

            24.       Todos falam da infelicidade, já a sentiram alguma vez e acreditam conhecer seus vários aspectos. Eu venho vos dizer que quase todas as pessoas se enganam e que a verdadeira não é aquilo que os homens, ou seja, os infelizes, supõem. Eles a vêem na miséria, na lareira sem fogo, no credor exigente, no berço vazio do anjo que sorria, na lágrimas, no caixão que se acompanha com a fronte descoberta e o coração partido, na angústia da traição, na miséria do orgulhoso que gostaria de se vestir de ouro e que esconde com dificuldade sua nudez nos farrapos da vaidade. Tudo isso e ainda muitas outras coisas dá-se o nome de infelicidade na linguagem humana. Sim, é a infelicidade para aqueles que vêem o presente; mas a verdadeira infelicidade está mais nas conseqüências de um fato do que ele próprio. Dizei-me se o acontecimento mais ditoso por um momento, mas seguido de conseqüências funestas, não será realmente maior infelicidade do que o que cause a princípio uma forte contrariedade, as acabe por produzir o bem. Dizei-me se a tempestade que parte as árvores, mas saneia a atmosfera, dissipando os miasmas insalubres que pudessem causar a morte, não será antes uma felicidade que uma infelicidade.
            Para julgar as coisas é mister ver-lhe as consequências; assim é que, para apreciar o que benéfico ou maléfico para o homem, preciso é que nos transportemos acima desta vida, porque lá é que os efeitos se fazem sentir. Ora, tudo quanto se chama infelicidade, consoante a vossa estreita visão, cessa com a vida e encontra compensação na existência futura.
            Vou revelar-vos a infelicidade sob novo aspecto, através de uma bela e agradável forma, que acolhereis e desejareis com todas as veras d vossa alma ludibriada. A infelicidade está na alegria, no prazer, no rumor, na agitação leviana, na louca satisfação dessa vaidade que sufoca a consciência, oprime a atividade do pensamento e atordoa o homem com relação a seu futuro. A infelicidade é o ópio do esquecimento, que atraís com todas as energias.
            Esperai vós que chorais! Tremei vós outros que rides, porque já satisfizestes o corpo! Não se pode iludir a Deus, nem se escapa do destino, e as vossas provações, credoras mais impiedosas que a malta açulada pela miséria, espreitam a vossa ilusória tranquilidade para vos lançar subitamente na agonia da verdadeira infelicidade, surpreendendo-vos a alma afrouxada pela indiferença e pelo egoísmo.
            Oxalá que o espiritismo vo esclareça e reponha no seu legítimo foco a verdade e o erro, tão estranhamente desfigurados pela vossa cegueira! Então agireis como bravos soldados, que, longe de fugir ao perigo, preferem as lutas dos combates arriscados, à paz que lhes não pode conferir nem glórias, nem progresso. Que importa ao soldado perder na escaramuça as armas, as mochilas, o fardamento, desde que dali saia vencedor e glorioso? Que importa a quem tem fé no futuro deixar no campo de batalha da vida a fortuna e o indumento de carne, de vez que a sua alma entre radiosa no reino celeste?

         Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - 3a. Edição - Editora Petit - São Paulo, SP - 2000.


                                   RHEDAM.(mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 69. - PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.


            PROTEÇÃO VERDADEIRA AOS FILHOS.

            Os filhos não são bibelôs, para que nos deleitemos a admirá-los como obra nossa. São espíritos eternos, individualidades que sentem, gostam, acertam, erram, aprendem, assim como sucede a nós mesmos.
            O Espiritismo orienta a melhor postura de pais; nem pais que exijam excessivamente nem pais que idolatrem seus filhos.
            Estamos cometendo um grande erro ao afastar nossos filhos das experiências, às vezes duras, que a vida lhes oferece. Quando, mais tarde, eles precisarem caminhar pelas próprias pernas, não estarão preparados sequer para vencer as primeiras dificuldades.
            Aprendamos que as dificuldades, os problemas, as lutas, a disciplina, o trabalho na construção da vitória espiritual de todos nós. Lembremos também que a vacina nos protege, porque nos oferece o contato controlado com o agente causado da doença. Filhos superprotegidos crescem ingênuos e inexperientes para a vida, despreparados para o programa traçado ao desenvolvimento moral e espiritual deles mesmos.
            O próprio Mestre Jesus enquanto criança não se furtou às lutas do mundo, nascendo na simplicidade, trabalhando junto a seu pai e cumprindo sua missão na Terra, em meio a lutas intensas e obstáculos imensos.
            Saibamos transmitir-lhes nosso amor sem exceder nas preocupações de cercá-los de cuidados. Basta que os enxerguemos da real maneira como são: companheiros espirituais que retornam, aguardando de nós o esforço de auxiliá-los na multiplicação das virtudes e na transformação dos vícios. Não os afastemos das lutas; estejamos sempre preparando-os para que a luta de hoje se transforme na luz de amanha.
            Não os carreguemos nos braços: caminhemos com eles.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)