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terça-feira, 22 de outubro de 2019

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 285. - 1.ONDAS E PERCEPÇÕES. - SONS PERCEPTÍVEIS.- ANDRÉ LUIZ. (WALDO VIEIRA.)


MECANISMOS DA MEDIUNIDADE.

1.ONDAS E PERCEPÇÕES.

SONS PERCEPTÍVEIS.

Aumente-se a freqüência das ondas, nascidas do movimento incessante do Universo, e o homem alcançará a escala dos sons perceptíveis, mais exatamente qualificáveis nas cordas graves do piano.
Nesse ponto, penetraremos a esfera das percepções sensoriais da criatura terrestre, porquanto, nesse grau vibratório, as ondas se transubstanciam em fontes sonoras que afetam o tímpano, gerando os “tons de Tartini” ou “tons de combinação”, com efeitos psíquicos, segundo as disposições mentais de cada indivíduo.
Eleva-se o diapasão.
Sons médios, mais altos, agudos, superagudos.
Na fronteira aproximada de pouco além de 15.000 vibrações por segundo, não raro, o ouvido vulgar atinge a zona-limite.15
Há pessoas, contudo, que, depois desses marcos, ouvem ainda.
Animais diversos, quais os cães, portadores de profunda acuidade auditiva, escutam ruídos no “ultra-som”, para além das 40.000 vibrações por segundo.
Prossegue a escala ascendente em recursos e proporções inimagináveis aos sentidos vinculados ao mundo físico.

         Fonte:  - Livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. – pelo Espírito de André Luiz.- Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB. Rio de Janeiro, RJ.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 8 de outubro de 2019

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA Nº. 17. - MÉDIUNS E MEDIUNIDADE. - ANEXO Nº. 284. - MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. - 1. ONDAS E PERCEPÇÕES. - CONTINENTE DO “INFRA-SOM”. - ANDRÉ LUIZ (WALDO VIEIRA.)


MECANISMOS DA MEDIUNIDADE.

1. ONDAS E PERCEPÇÕES.

CONTINENTE DO “INFRA-SOM”.

Ajustam-se ouvidos e olhos humanos a balizas naturais de percepção, circunscritos aos implementos da própria estrutura. Abaixo de 35 a 40 vibrações por segundo, a criatura encarnada, ou que ainda se mostre fora do corpo físico em condições análogas, movimenta-se no império dos “infra-sons”14, porquanto 14 Outros Autores admitem que estes infra-sons começam abaixo de 18 vibrações por segundo. (Nota do Autor espiritual.) os sons continuam existindo, sem que disponha de recursos para assinalá-los.
A ponte pressionada por grande veículo ou a locomotiva que avança sobre trilhos agita a porta de residência não distante, porta essa cuja inquietação se comunica a outras portas mais afastadas, em regime de transmissão “infra-som”.
Nesse domínio das correntes imperceptíveis, identificaremos as ondas eletromagnéticas de Hertz a se exteriorizarem da antena alimentada pela energia elétrica e que, apresentando freqüência aumentada, com o emprego dos chamados “circuitos oscilantes”, constituídos com o auxílio de condensadores, produzem as ondas da telegrafia sem fio e do rádio comum, começando pelas ondas longas, até aproximadamente mil metros, na medida equivalente à freqüência de 300.000 vibrações por segundo ou 300 quilociclos, e avançando pelas ondas curtas, além das quais se localizam as ondas métricas ou decimétricas, disciplinadas em serviço do radar e da televisão.
Em semelhantes faixas da vida, que a ciência terrestre assinala como o continente do “infra-som”, circulam forças complexas; contudo, para o Espírito encarnado ou ainda condicionado às sensações do Plano Físico, não existe nessas províncias da Natureza senão silêncio.

         Fonte:  - Livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. – pelo Espírito de André Luiz.- Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB. Rio de Janeiro, RJ.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 23 de julho de 2019

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO.- AULA N . 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO Nº. 283. - - 1. ONDAS E PERCEPÇÕES. - HOMENS E ONDAS. - ANDRÉ LUIZ. (WALDO VIEIRA.)


MECANISMOS DA MEDIUNIDADE.

      1. ONDAS E PERCEPÇÕES.

               HOMENS E ONDAS.

Simplificando conceitos em torno da escala das ondas, recordemos que, oscilando de maneira integral, sacudidos simplesmente nos elétrons de suas órbitas ou excitados apenas em seus núcleos, os átomos lançam de si ondas que produzem calor e som, luz e raios gama, através de inumeráveis combinações.
Assim é que entre as ondas da corrente alternada para objetivos industriais, as ondas do rádio, as da luz e dos raios X, tanto quanto as que definem os raios cósmicos e as que se superpõem além deles, não existe qualquer diferença de natureza, mas sim de freqüência, considerado o modo em que se exprimem.
E o homem, colocado nas faixas desse imenso domínio, em que a matéria quanto mais estudada mais se revela qual feixe de forças em temporária associação, somente assinala as ondas que se lhe afinam com o modo de ser.
Temo-lo, dessa maneira, por viajante do Cosmo, respirando num vastíssimo império de ondas que se comportam como massa ou vice-versa, condicionado, nas suas percepções, à escala do progresso que já alcançou, progresso esse que se mostra sempre acrescentado pelo patrimônio de experiência em que se gradua, no campo mental que lhe é característico, em cujas dimensões revela o que a vida já lhe deu, ou tempo de evolução, e aquilo que ele próprio já deu à vida, ou tempo de esforço pessoal na construção do destino. Para a valorização e enriquecimento do caminho que lhe compete percorrer, recebe dessa mesma vida, que o acalenta e a que deve servir, o tesouro do cérebro, por intermédio do qual exterioriza as ondas que lhe marcam a individualidade, no concerto das forças universais, e absorve aquelas com as quais pode entrar em sintonia, ampliando os recursos do seu cabedal de conhecimento e das quais se deve aproveitar, no aprimoramento intensivo de si mesmo, no trabalho da própria sublimação.

         Fonte:  - Livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. – pelo Espírito de André Luiz.- Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB. Rio de Janeiro, RJ.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 5 de julho de 2019

- ROTEIRO INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO. - AULA N º. 17. - MÉDIUM E MEDIUNIDADE. - ANEXO N º. 282. - 1.ONDAS E PERCEPÇÕES. - TIPOS E DEFINIÇÕES. - ANDRÉ LUIZ. (WALDO VIEIRA.)



MECANISMOS DA MEDIUNIDADE.

        1.ONDAS E PERCEPÇÕES.

             TIPOS E DEFINIÇÕES.

As ondas são avaliadas segundo o comprimento em que se expressam, dependendo esse comprimento do emissor em que se verifica a agitação.
Fina vara tangendo as águas de um lago provocará ondas pequenas, ao passo que a tora de madeira, arrojada ao lençol líquido, traçará ondas maiores.
Um contrabaixo lançá-las-á muito longas.
Um flautim desferi-las-á muito curtas.
As ondas ou oscilações eletromagnéticas são sempre da mesma substância, diferenciando-se, porém, na pauta do seu comprimento ou distância que se segue do penacho ou crista de uma onda à crista da onda seguinte, em vibrações mais ou menos rápidas, conforme as leis de ritmo em que se lhes identifica a freqüência diversa.
Que é, no entanto, uma onda?
À falta de terminologia mais clara, diremos que uma onda é determinada forma de ressurreição da energia, por intermédio do elemento particular que a veicula ou estabelece.
Partindo de semelhante princípio, entenderemos que a fonte primordial de qualquer irradiação é o átomo ou partes dele em agitação, despedindo raios ou ondas que se articulam, de acordo com as oscilações que emite.

         Fonte:  - Livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. – pelo Espírito de André Luiz.- Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB. Rio de Janeiro, RJ.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 2 de julho de 2019

- ROTEIRO DE INICIAÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO - AULA N º. 17. - MÉDIUM MEDIUNIDADE. -ANEXO N º. 281.- MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. - 1. ONDAS E PERCEPÇÕES. - AGITAÇÃO E ONDAS. - ANDRÉ LUIZ. (WALDO VIEIRA..)


MECANISMOS DA MEDIUNIDADE.
1    
                        1. ONDAS E PERCEPÇÕES.
  
               AGITAÇÃO E ONDAS.



Em seguida a esforços persistentes de muitos Espíritos sábios, encarnados no mundo e patrocinando a evolução, a inteligência do século XX compreende que a Terra é um magneto de gigantescas proporções, constituído de forças atômicas condicionadas e cercado por essas mesmas forças em combinações multiformes, compondo o chamado campo eletromagnético em que o Planeta, no ritmo de seus próprios movimentos, se tipifica na Imensidade Cósmica.
Nesse reino de energias, em que a matéria concentrada estrutura o Globo de nossa moradia e em que a matéria em expansão lhe forma o clima peculiar, a vida desenvolve agitação.
E toda agitação produz ondas.
Uma frase que emitimos ou um instrumento que vibra criam ondas sonoras.
Liguemos o aquecedor e espalharemos ondas caloríficas.
Acendamos a lâmpada e exteriorizaremos ondas luminosas.
Façamos funcionar o receptor radiofônico e encontraremos ondas elétricas.
Em suma, toda inquietação se propaga em forma de ondas, através dos diferentes corpos da Natureza.

         Fonte:  - Livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE. – pelo Espírito de André Luiz.- Psicografado por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Editora FEB. Rio de Janeiro, RJ.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS. - MARTINS PERALVA.

       PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS.

            “Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indicar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias”.

                                                                                  Emmanuel. (*)

            “A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem”.

            O provérbio sugere-nos observações em torno do tema ”percepção nos animais”.
            Têm alma sim os animais.
            Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.
            A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.
            Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extra físicas.

            A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
            Afetividade carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos.
            Como os homens, os animais são bravos, medrosos, agressivos, amorosos.
            A bibliografia, sobre o assunto, é vasta. Allan Kardec dedica, em “O Livro dos Médiuns, longo capítulo ao assunto.
            Gabriel Delanne, em “evolução Anímica”, oferece riquíssimos subsídios sobre a tese.
            Cairbar Schutel, em “A Gênese”, enfoca, de forma encantadora, o tema.
            “É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donmos dos animais”. - “O Livro dos Médiuns”.
            Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.
            Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os Espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais.
            Há de se admitir, porque insofismáveis, as suas fortes percepções, seja na vidência, audiência ou pressentimentos.
            Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais. Os livros acima referidos falam, com exuberância, do assunto.
            Podem os representantes da idéia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.
            Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.

                                                                                  Martins Peralva.

Bibliografia:
            - Livro “Mediunidade e Evolução” - Martins Peralva - 1o. Edição FEB.

            * Livro “O Consolador” - Emmanuel - Francisco C. Xavier - Edição FEB

Fonte: Revista Informação - No. 179 - Outubro - 1991.

                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

- TEMAS SOBRE A FAMÍLIA. - Nº. 207.- PERCEPÇÃO DA CRIANÇA EXCEPCIONAL. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.



   PERCEPÇÃO DA CRIANÇA EXCEPCIONAL.

            Não pensemos que a existência como excepcional seja perdida em termos de aprendizado. O espírito sofre por não poder manifestar-se, contudo mantém todas as suas faculdades e gradativamente aprenderá a não utilizá-las mal. Crianças excepcionai significam, muitas vezes, o retorno de grandes intelectuais, gênios que caíram no orgulho e no abuso. Os mentores da vida maior elucidaram a Kardec: “ A superioridade moral nem sempre guarda proporção com a superioridade intectual”.
            Sobretudo, quando fora do corpo, têm – de acordo com o grau evolutivo de cada um – percepção as situação e da prova a que estão submetidos. Chico Xavier elucida como se sentem e como são tratadas; “Sentem e ouvem, registram e sabem de que modo são tratadas; elas são profundamente lúcidas na intimidade do próprio ser”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

- MENSAGEM SOBRE A CRIANÇA. - Nº. 188. - PERCEPÇÃO DA CRIANÇA EXCEPCIONAL. - JOAMAR ZANELINI NAZARETH.

 PERCEPÇÃO DA CRIANÇA EXCEPCIONAL.

            Não pensemos que a existência como excepcional seja perdida em termos de aprendizado. O espírito sofre por não poder manifestar-se, contudo mantém todas as suas faculdades e gradativamente aprenderá a não utilizá-las mal. Crianças excepcional significam, muitas vezes, o retorno de grandes intelectuais, gênios que caíram no orgulho e no abuso. Os mentores da vida maior elucidaram a Kardec: “ A superioridade moral nem sempre guarda proporção com a superioridade intelectual”.
            Sobretudo, quando fora do corpo, têm – de acordo com o grau evolutivo de cada um – percepção as situação e da prova a que estão submetidos. Chico Xavier elucida como se sentem e como são tratadas; “Sentem e ouvem, registram e sabem de que modo são tratadas; elas são profundamente lúcidas na intimidade do próprio ser”.

Fonte: Livro “UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA” - autor Joamar Zanelini Nazareth - 3 a. Edição - Minas Editora - Araguari, MG - 2000.

                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

-CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS. - MARTINS PERALVA.


                  

               PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS.

            “Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indicar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias”.

                                                                                  Emmanuel. (*)

            “A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem”.

            O provérbio sugere-nos observações em torno do tema ”percepção nos animais”.
            Têm alma sim os animais.
            Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.
            A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.
            Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extra físicas.

            A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
            Afetividade carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos.
            Como os homens, os animais são bravos, medrosos, agressivos, amorosos.
            A bibliografia, sobre o assunto, é vasta. Allan Kardec dedica, em “O Livro dos Médiuns, longo capítulo ao assunto.
            Gabriel Delanne, em “evolução Anímica”, oferece riquíssimos subsídios sobre a tese.
            Cairbar Schutel, em “A Gênese”, enfoca, de forma encantadora, o tema.
            “É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donmos dos animais”. - “O Livro dos Médiuns”.
            Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.
            Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os Espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais.
            Há de se admitir, porque insofismáveis, as suas fortes percepções, seja na vidência, audiência ou pressentimentos.
            Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais. Os livros acima referidos falam, com exuberância, do assunto.
            Podem os representantes da idéia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.
            Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.

                                                                                  Martins Peralva.

              Bibliografia:
            - Livro “Mediunidade e Evolução” - Martins Peralva - 1o. Edição FEB.

            * Livro “O Consolador” - Emmanuel - Francisco C. Xavier - Edição FEB

Fonte: Revista Informação - No. 179 - Outubro - 1991.


                        RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS. - MARTINS PERALVA.

                               

                      PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS.

            “Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indicar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias”.

                                                                                  Emmanuel. (*)

            “A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem”.

            O provérbio sugere-nos observações em torno do tema ”percepção nos animais”.
            Têm alma sim os animais.
            Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.
            A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.
            Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extra físicas.

            A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
            Afetividade carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos.
            Como os homens, os animais são bravos, medrosos, agressivos, amorosos.
            A bibliografia, sobre o assunto, é vasta. Allan Kardec dedica, em “O Livro dos Médiuns, longo capítulo ao assunto.
            Gabriel Delanne, em “evolução Anímica”, oferece riquíssimos subsídios sobre a tese.
            Cairbar Schutel, em “A Gênese”, enfoca, de forma encantadora, o tema.
            “É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais”. - “O Livro dos Médiuns”.
            Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.
            Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os Espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais.
            Há de se admitir, porque insofismáveis, as suas fortes percepções, seja na vidência, audiência ou pressentimentos.
            Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais. Os livros acima referidos falam, com exuberância, do assunto.
            Podem os representantes da ideia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.
            Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.

                                                                                  Martins Peralva.

Bibliografia:
            - Livro “Mediunidade e Evolução” - Martins Peralva - 1o. Edição FEB.

            * Livro “O Consolador” - Emmanuel - Francisco C. Xavier - Edição FEB

Fonte: Revista Informação - No. 179 - Outubro - 1991.


                                   RHEDAM. (mzgcar@gmail.com)

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS. - MARTINS PERALVA.

                 PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS.

            “Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indicar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias”.

                                                                                  Emmanuel. (*)

            “A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem”.

            O provérbio sugere-nos observações em torno do tema ”percepção nos animais”.
            Têm alma sim os animais.
            Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.
            A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.
            Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extra físicas.

            A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
            Afetividade carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos.
            Como os homens, os animais são bravos, medrosos, agressivos, amorosos.
            A bibliografia, sobre o assunto, é vasta. Allan Kardec dedica, em “O Livro dos Médiuns, longo capítulo ao assunto.
            Gabriel Delanne, em “evolução Anímica”, oferece riquíssimos subsídios sobre a tese.
            Cairbar Schutel, em “A Gênese”, enfoca, de forma encantadora, o tema.
            “É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais”. - “O Livro dos Médiuns”.
            Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.
            Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os Espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais.
            Há de se admitir, porque insofismáveis, as suas fortes percepções, seja na vidência, audiência ou pressentimentos.
            Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais. Os livros acima referidos falam, com exuberância, do assunto.
            Podem os representantes da ideia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.
            Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.

                                                                                  Martins Peralva.

Bibliografia:
            - Livro “Mediunidade e Evolução” - Martins Peralva - 1o. Edição FEB.

            * Livro “O Consolador” - Emmanuel - Francisco C. Xavier - Edição FEB

Fonte: Revista Informação - No. 179 - Outubro - 1991.


                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

- CONHECENDO OS ANIMAIS A LUZ DO ESPIRITISMO. - PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS. - MARTINS PERALVA.

                 PERCEPÇÃO NOS ANIMAIS.

            “Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indicar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias”.

                                                                                  Emmanuel. (*)

            “A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem”.

            O provérbio sugere-nos observações em torno do tema ”percepção nos animais”.
            Têm alma sim os animais.
            Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.
            A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.
            Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extra físicas.

            A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.
            Afetividade carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos.
            Como os homens, os animais são bravos, medrosos, agressivos, amorosos.
            A bibliografia, sobre o assunto, é vasta. Allan Kardec dedica, em “O Livro dos Médiuns, longo capítulo ao assunto.
            Gabriel Delanne, em “evolução Anímica”, oferece riquíssimos subsídios sobre a tese.
            Cairbar Schutel, em “A Gênese”, enfoca, de forma encantadora, o tema.
            “É certo que os Espíritos podem tornar-se visíveis e tangíveis aos animais e, muitas vezes, o terror súbito que eles denotam, sem que lhe percebais a causa, é determinado pela visão de um ou de muitos Espíritos, mal-intencionados com relação aos indivíduos presentes, ou com relação aos donos dos animais”. - “O Livro dos Médiuns”.
            Os Amigos Espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.
            Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os Espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais.
            Há de se admitir, porque insofismáveis, as suas fortes percepções, seja na vidência, audiência ou pressentimentos.
            Manifestações de ordem sentimental, psíquica, são comuns entre os animais. Os livros acima referidos falam, com exuberância, do assunto.
            Podem os representantes da ideia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos, que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.
            Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.

                                                                                  Martins Peralva.

Bibliografia:
            - Livro “Mediunidade e Evolução” - Martins Peralva - 1o. Edição FEB.

            * Livro “O Consolador” - Emmanuel - Francisco C. Xavier - Edição FEB

Fonte: Revista Informação - No. 179 - Outubro - 1991.

                                   RHEDAM. (rhedam@gmail.com)